domingo, 19 de janeiro de 2020

LEMOS E ESCREVEMOS COM AMOR - Um tributo aos fundadores do IBAD



LEMOS E ESCREVEMOS COM AMOR - Poema de Robério Santos Jesus


O IBAD marcou a minha vida para sempre...
Não apenas a minha, mas a de muitos outros mundo afora.
Os Lemos deixaram sua marca em nós e ainda hoje o fazem, com seu sinete real.
Daqui do meu singelo lugar, eu fiquei imensamente intrigado... e pensei.
Os Lemos... e por que não, os, Escrevemos?
Eles se inscreveram como pais, amigos, tutores, conselheiros, pastores, educadores e mitos de muitos.
Quem, passando por ali, não viu ou sentiu o timbre de seu selo de qualificação?
De clarificação de sentidos?
De glorificação do Eterno?
De ratificação de rumos?
De bonificação de uma vida transformada em missão a todo custo?
Kolenda e Dóris Lemos, estejam certos de que nós os lemos...
Lemos sua paixão pelas almas.
Lemos sua honradez pela vida.
Lemos o brio de um amor indelével e sublime.
Lemos que os Lemos escrevem, mais do que leem, porque se doam, se entregam e amam.
Versam mais do que as linhas do horizonte podem descrever.
Todos os outros Lemos, os lemos também e que sigam fortes e fiéis a Deus.
Até o Mark, lemos.
Marcas que ficaram de dias inesquecíveis e doces.
Mark, nós lemos e vós Lemos.
Todos lemos se os Lemos nos ensinaram a cartilha.
Lemos-vos observando cada linha, cada trecho e cada verso.
Uma Pindamonhangaba inteira ainda recita os versos de uma canção/poesia que veio para ficar.
Marcante...
Exuberante...
Entusiasmante...
Insinuante...
Só quem os leu, sabe a dor e a delícia de ser fruto colhido no pé de que dais as flores.
Olores de perfumes celestes e campestres...
Hoje, na ânsia de ser poeta subscrevo-me Ibadiano.
O que é ser Ibadiano?
É ser um misto de arte, ciência, história, melodia, transcendência, espiritualidade e rima.
Sim, meu caro Mark, nós lemos as pegadas de Deus entre vós.
Suas impressões digitais nas vossas mãos e tudo mais.
Nós de uma corda feita de laços de amor.
Nós e vós...
Voz de quem cantou em terra de gigantes mesmo sendo pequenino.
Nós lemos os Lemos e vimos a sabedoria da vida.
Do meu canto eu escrevo sem medo!
Solipsismo de poeta saudoso.
Espero que o meu canto seja confirmado mundo afora.
Afora isso... aprendemos a ler o vosso amor e amamos juntos.
Somos amigos, distantes, distintos, mas amigos.
Deus os fez como uma partitura...
Do que servem as partituras senão para serem lidas e tocadas efusivamente?
Lemos sim... o que em nós foi tatuado da eternidade pelo selo da beleza, da paz e da graciosa bondade de Deus.
Lemos a escrita de Deus nas entrelinhas das circunstâncias.
Lemos as palavras ditas do silêncio.
Lemos a vida feita em flor em orações de manhãzinhas frias.
Lemos, relemos e aprendemos a amar-vos de todo canto do mundo.
E o mundo, mudo se fez, para ver e ouvir a Glória de Deus!
Hoje escrevemos sonhos.
E eu, da tibieza da minha voz de poeta rouco... faço ouvir o som da alegria de invernos e estações de vivos anos.
Grafitamos ruas com o evangelho da paz embelezando as cidades.
Não pichamos nada: nem muros nem casas, nem sonhos nem desejos.
Escrevinhamos esperanças e vida a partir do que Lemos.
O que Lemos com os Lemos nos fez ainda mais, filhos da Missão de Deus.
E assim, de cada canto do mundo, cada um faz a sua parte na pura arte de levar a Deus, o amor e as nossas recordações mais doces.

Soli Deo Glória!

Aos Lemos com carinho e a todos os membros da família ibadiana espalhada pelo mundo...

Poema de Robério Santos Jesus.


Publicado originalmente por Pr. Mark Lemos no Facebook:

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