terça-feira, 2 de março de 2021

Governador de SP assina decreto que reconhece igreja como serviço essencial na pandemia

Nesta segunda-feira (01), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) , disse que assinou um decretou para reconhecer as atividades religiosas no estado como um serviço essencial.

O anúncio foi feito por meio de uma publicação nas redes sociais do governador.

Em vídeo, Doria mostra o documento e afirma que será publicado no Diário Oficial nesta terça (02).

“Esse é o decreto que será publicado amanhã, terça-feira (2), no Diário Oficial do estado de São Paulo, que reconhece a essencialidade de todas as igrejas no estado de SP e o seu funcionamento, com a regularidade, obedecidos os critérios sanitários e de proteção aos que dela participam. Esperança, fé e oração. Com vacinas, vamos vencer a Covid.”

O decreto, no entanto, apenas regulamenta o que já está previsto no Plano SP, que permite a realização de missas e cultos seguindo regras sanitárias e de distanciamento social na fase vermelha, a mais restritiva da proposta.

De acordo com o G1 , no início da pandemia de Covid-19 , em março de 2020, Doria chegou a pedir que o atendimento fosse feito apenas virtualmente, no entanto, o governo paulista não vetou a realização de missas e cultos no estado.

Fonte: Último Segundo via Folha Gospel

Um comentário:

Laudinei- NEI disse...

Infelizmente o governador que diz seguir a ciências e defender a vida se deixou levar pela pressão, sim eu sei que a pressão gospel é pesada e que não ceder a Malafaias da vida, é perder muitos votos no futuro, mas não dá para brincar com a vida humana. Igreja ( templo religioso) é essencial para quem a tem por essencial, para outros é totalmente irrelevante. Para alguns ir ao baile funk na periferia é essencial para sua saúde mental para outros é ir na baladinha no bairro nobre da cidade, ou o domino para a turma da terceira idade, outros ainda tem as arquibancadas dos estádios de futebol como religião. Num estado laico uma atividade não pode ser beneficiada enquanto outra não. Alem do mais o vírus não tem fé e não respeita locais tidos como sagrada, se houver ajuntamento de pessoas ele faz a festa, independente de onde ser. Alguns alegarão que na igreja toda medida sanitária serão cumpridas ( o que sabemos que será mentira em boa parte dos templos, quer por impossibilidade de aplicar todas medidas, quer por ter igrejas negacionista que querem dizer que o "deus" mito deles tem razão, quer seja por terem uma fé cega que tenta a Deus), mas ai a opção de funcionar com todas regras deveria ser dada igualmente a outras atividades. O vírus espalhado na igreja, se espalha depois na condução, no elevador e na casa ou serviço dos "crentes" onde outras pessoas estarão e poderá se espalhar, assim como no teatro ou cinema. Como cristão creio que a igreja deveria ser a primeira a defender a vida. Reuniões em templos são importante para cristãos, mas se for cristão de fato sabe que comunhão não se restringe a espaço, afinal templos são simplesmente estruturas armadas, uma organização humana, enquanto a igreja de Jesus é um corpo vivo, habitação de Deus, que não precisa adorar nem nos montes nem em Jerusalém. A igreja em vez de querer abrir na pandemia para ajuntamento de pessoas para atividades religiosas deveria abrir para socorrer os necessitados de abrigo.

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