Mostrando postagens com marcador Dia da Mentira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dia da Mentira. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Dia 1º de abril: o que está por trás do “Dia da Mentira”?


Segundo Tomás de Aquino, a mentira se divide em três tipos: viciosa, oficiosa e jocosa. Douglas Gonçalves acrescenta: “Existem as mentiras satânicas”.

Há quem diga que o dia 1º de abril, amplamente conhecido como o “Dia da Mentira”, é uma data para brincadeiras inocentes envolvendo trotes. De onde surgiu essa ideia? Há inúmeras respostas tentando explicar. Por exemplo: Alguns associam a determinados festivais romanos, outros a uma festa francesa conhecida como “Tolo de Abril” e há muitas outras versões em países onde esse dia é comemorado.

No Brasil, por exemplo, a data se popularizou em Minas Gerais, onde circulou a falsa notícia do falecimento de Dom Pedro II, no dia 1º de abril de 1848, pelo periódico com o nome sugestivo: “A Mentira”. 

O engano foi desmentido no dia seguinte, mas desde então, as pessoas passaram a pregar peças e trotes na mesma data, por pura diversão. A brincadeira caiu no gosto popular e se tornou uma tradição. Mas existe algum momento em que a mentira pode ser tratada como algo inocente ou como uma brincadeira? 

Três tipos de mentira

O teólogo italiano Tomás de Aquino [1225-1274] diferenciava a mentira em três tipos: a viciosa, que visa enganar por um fim desprezível mesmo; a oficiosa, que visa algum bem, como proteger a vida de uma pessoa; e a jocosa, que visa divertir ou entreter. Essas duas últimas são, na opinião dele, pecado venial, ou seja, não muito graves, mas ainda assim moralmente erradas.

Mentir por brincadeira pode estimular essa ação e contribuir negativamente para a formação do caráter. O simples hábito de mentir pode tornar as pessoas insensíveis à mentira. Uma coisa pode levar à outra, de forma que, não dizer a verdade, pode servir de escape em situações embaraçosas ou para não ferir os sentimentos de alguém.

E a mentira de origem satânica?

De acordo com o líder do movimento JesusCopy, Douglas Gonçalves: “A grande arma de satanás para destruir nossas vidas é a mentira”, disse através de um vídeo publicado em seu canal no YouTube, em janeiro de 2020. 

Ele organiza sua exposição nas “quatro principais mentiras”, encontradas na Bíblia, no livro de Gênesis [3.1-7], onde se encontra o relato da queda humana através do pecado original. 

Segundo o pastor, a primeira mentira distorce a imagem de Deus, colocando-o como um “estraga-prazer”. Ele enfatiza a mentira de satanás apontando para o próprio texto bíblico: “Foi isto mesmo que Deus disse: Não comam de nenhum fruto das árvores do jardim?” [Gn 3.1].

O diabo começa tentando distorcer o que Deus disse, já que o alerta divino era apenas “não comer do fruto da árvore que estava no meio do jardim”, ou seja, de uma única árvore.

A mentira da religiosidade

A segunda mentira sai da boca da mulher: “Deus disse: Não comam do fruto da árvore que está no meio do jardim, nem toquem nele; do contrário vocês morrerão.” [Gn 3.3]. Douglas aponta para as palavras acrescentadas por Eva — “nem toquem nele” [no fruto]. “Ela exagerou a lei de Deus, ela tornou a lei mais rígida do que era. Essa é a mentira da religiosidade, que torna o fardo mais pesado”, explicou.

A mentira da libertinagem

Douglas prossegue mostrando que a terceira grande mentira saiu mais uma vez da boca de satanás. “Disse a serpente à mulher: Certamente não morrerão!" [Gn 3.4]. “Satanás disse que Deus era um mentiroso e que estava escondendo e retendo deles algo bom. Essa mentira entrou no coração de algumas pessoas, que pensam que se obedecerem a Deus completamente, terão uma vida miserável e infeliz”, esclareceu.

A verdade é que, se você obedecer a Deus em tudo, ao final, você terá o máximo de prazer possível, porque Ele não é um estraga-prazer, Ele é a fonte de todo prazer”, desfez o engano.

Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês serão como Deus, conhecedores do bem e do mal.” [Gn 3.5]

Olha o que o diabo disse: ‘é preciso comer para ser como Deus’. Essa é a quarta e grande mentira — fazer para se tornar! E essa mentira está muito presente em nossos dias. Você não precisa fazer mais nada, porque você ‘já é’ imagem e semelhança de Deus”, enfatiza. O pastor ilustra com isso a outra face da religiosidade, que impõe ações por parte das pessoas para que sejam abençoadas, como se a bênção necessitasse de uma moeda de troca.

A religiosidade diz que você precisa ‘fazer’ para ser amado, mas você já é amado. A religiosidade diz que você precisa ‘fazer’ para ser aceito, mas você também já é aceito. Muitas pessoas passam a vida inteira correndo atrás daquilo que já é, e do que já têm”, acrescentou. 

Seja na libertinagem, seja na religiosidade, o caminho será a queda. Essas mentiras de satanás só servem para desviar você do caminho. A verdade está no Evangelho, onde diz que Deus é a fonte de todo prazer, e que a lei de Deus é por amor a nós e para nossa proteção”, frisa e conclui: “Que essas mentiras não tenham mais poder sobre a sua vida e que você tenha uma vida abundante em Deus”, finalizou.

Fonte: Guiame

sábado, 1 de abril de 2017

Saiba como surgiu 1º de abril como "Dia da Mentira"


DIA DA MENTIRA - Como surgiu isso em 1º de abril?

Todo dia é dia de falar a verdade, inclusive dia 1º de abril

Nesse sábado, o jornal inglês Daily Mail noticiou o casamento secreto do príncipe Harry com sua namorada, Meghan Markle. Segundo a manchete do diário, os dois teriam oficializado sua união em uma cerimônia privativa. A notícia exibia até fotos do casal durante o casamento, com a noiva usando vestido branco e véu.
Contudo, a manchete não passava de uma brincadeira do dia 1º de abril. Todos os anos, os jornais ingleses costumam pregar peças em seus leitores com algumas notícias falsas bombásticas e absurdas. Foi o que fez também o Mirror, que publicou uma reportagem inteira sobre uma nova regra que permitirá que os cavalos de corrida usem fones de ouvido para ouvir músicas durante as competições no país.
Existem muitas explicações sobre a origem do Dia da Mentira, mas a história mais conhecida remonta ao século XVI. Na época, a chegada do Ano Novo era comemorada durante uma semana, do dia 25 de março ao dia 1º de abril.
Contudo, em 1564, o rei da França Carlos IX instituiu um novo calendário, que ficou conhecido como calendário gregoriano. A partir desse momento o Ano Novo passou a ser celebrado no dia 1º de janeiro. Mas, muitas pessoas demoraram para se acostumar com a mudança e continuaram a comemorar a data no começo de abril.
Aqueles que sabiam que o calendário havia mudado passaram a zombar dos que resistiam à troca da data, com todo tipo de brincadeira. Chamados de “bobos de abril”, costumavam receber convites falsos para festas de Ano Novo e presentes inusitados no dia 1ª de abril.
Da França, a mania de pregar peças neste dia percorreu o mundo todo e dura até hoje. No Brasil, um dos casos mais famosos aconteceu em 1848. Um jornal chamado sugestivamente de A Mentira noticiou o falecimento do então imperador do Brasil Dom Pedro II. O periódico teve que desmentir o fato dois dias depois da publicação, alegando que era apenas uma brincadeira do dia 1º de abril. Na verdade, Dom Pedro II só morreu em 1891, na França.
Fonte: VEJA
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...