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domingo, 16 de maio de 2021

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, morre aos 41 anos, vítima de câncer


O tucano Bruno Covas enfrentava câncer no sistema digestivo e estava internado desde 2 de maio no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, quando se licenciou do cargo. Ele deixa um filho de 15 anos.


O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu às 8h20 deste domingo (16) aos 41 anos, em São Paulo, informou a prefeitura, em nota. Desde 2019, ele lutava contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado. Deixa o filho Tomás, de 15 anos.

Covas estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou da prefeitura. Na sexta-feira (14), ele teve uma piora no quadro de saúde e a equipe médica informou que seu quadro havia se tornado irreversível.

Familiares e amigos de Covas permaneceram no hospital desde então. Nas últimas horas de vida, o prefeito recebeu sedativos e analgésicos para não sentir dores.

Na noite de sexta (14), um padre chegou a fazer a unção dos enfermos, um sacramento católico. Durante a noite de sábado (15), representantes de diversas religiões participaram do ato ecumênico na porta do hospital, que durou 30 minutos e terminou com a oração Pai Nosso.

No início da tarde, o corpo foi levado para o Edifício Matarazzo, sede da prefeitura, para uma cerimônia breve para familiares e amigos próximos. Depois, seguirá em carro aberto em cortejo até a Praça Oswaldo Cruz.

O enterro, também restrito à família, será no Cemitério do Paquetá, em Santos, onde foi sepultado o corpo de Mário Covas, ex-governador de São Paulo e avô de Bruno que também morreu em decorrência de um câncer, em 2001.

Que Deus conforte o filho Tomás, demais familiares e amigos.

Fonte: G1

segunda-feira, 19 de março de 2018

“O Brasil é um país socialista”, segundo cientista político norte-americano


Steven Brams compara o modelo político brasileiro com o de Cuba e igual as políticas do PT e PSDB

Para o cientista político norte-americano Steven Brams, as políticas e reformas adotadas pelo governo brasileiro nos últimos anos ergueram os pilares para a implementação de um regime socialista muito próximo ao comunismo.
Brams, que atua no Departamento de Política da Universidade de Nova York, declara que o Brasil vive um momento dramático se assemelhando com um sistema arbitrário, onde abusos de poder são permitidos, se distanciando assim de uma democracia.
Uma reportagem publicada pelo site Avança Brasil traz a entrevista com cientista político afirmando categoricamente como ele vê o país como um sistema político cada vez mais parecido com o regime adotado em Cuba.
"Hoje praticamente o Estado se encontra totalmente pavimentado e pronto para assumir um papel político totalmente voltado para o socialismo", disse Brams. Para ele, essa situação foi sendo construída nesses últimos anos, quando o país foi governado pelo PT e PSDB.
Para o estudioso, os dois partidos mais famosos do país – tidos como opositores – são, na verdade, dois partidos de esquerda. "O PT e o PSDB adotam um mesmo pensamento ideológico, não se diferem nesta questão quando o assunto é a implementação do atual sistema político. São duas lideranças de esquerda com mais força política dentro do cenário brasileiro", afirmou.
Brams afirma que vê o governo de Fernando Henrique Cardoso dando os primeiros passos para a implantação do socialismo no Brasil, mas que o governo do PT foi mais radical nas reformas e intensificou as medidas que vinham sendo implementadas por FHC.
"Acredito que o PT apenas acelerou o processo de socialização e abriu a porta para se chegar em uma política bem próxima da política adotada em Cuba. Mas não foi só no Brasil que isto ocorreu. Todos os países latinos sofreram esta mesma mudança que muitos chamam de 'bolivarianismo'".
Publicada em março do ano passado, a entrevista volta a circular nas redes sociais aproveitando o ano eleitoral onde, mais uma vez, PT e PSDB se colocarão como pensamentos antagônicos, mas que no fundo, segundo o cientista político, agirão em busca de implantar o mesmo sistema político.
Nazismo e fascismo são designações de esquerda
Outra conclusão que o cientista político afirma na entrevista é que há quatro formas utilizadas para designar o comunismo: a social democracia, o socialismo, o nazismo e o fascismo. "No fundo todas estas designações são de origem comunista. Apenas o que difere o comunismo destas designações, é a maneira em que este comunismo é administrado politicamente."
Brams segue explicando que o sistema social democrata "é o comunismo mais leve", sendo introduzido lentamente sem que a sociedade sinta seus efeitos. "Enquanto isso o Estado vai sendo modificado. No final deste processo o país já estará totalmente modificado, estruturado e a sociedade conformada e totalmente difundida dentro do comunismo."
É na social democracia que ele enquadra o Brasil. "No Brasil não vejo traços de democracia e sim da social democracia. No Brasil o sistema beneficia o Estado e não a sociedade, beneficia a corrupção e a impunidade. As leis são ineficazes e protegem o sistema e os corruptos. É um sistema controlador, manipulador, quase tirano. No Brasil o povo brasileiro perdeu muito sua honra e seu patriotismo, talvez pelas políticas que foram adotadas com o intuito de corromper a sociedade."

Leia a entrevista completa aqui.

domingo, 18 de março de 2018

João Dória vence prévias do PSDB e será candidato a governador de São Paulo

O prefeito de São Paulo, João Doria, foi escolhido neste domingo candidato do PSDB ao governo do Estado. O tucano venceu, até mesmo, com os votos de Pindamonhangaba, cidade do governador Geraldo Alckmin. Ele recebeu 11.993 votos no total.
Doria fará um discurso no qual irá enaltecer o processo das prévias e buscar a unidade com seus colegas de partido. Com a decisão, Doria irá renunciar ao comando do município, que passará a ser administrado em abril por Bruno Covas (PSDB), seu vice.
A pergunta que não quer calar, onde e como fica a promessa feita por Dória de cumprir o mandato de 4 anos, para o qual foi eleito, como prefeito da maior cidade do país?
Política, ora promessa, ora palavra..., ora.... rsrsrs
Com informações: Estadão

domingo, 2 de outubro de 2016

Ademário Oliveira (PSDB) é eleito o novo prefeito de Cubatão


O tucano Ademário Oliveira (PSDB) desbancou outros quatro candidatos e confirmou a projeção das pesquisas


Ao alcançar 41,5% (28.455) dos votos válidos, Ademário da Silva Oliveira (PSDB) é o novo prefeito de Cubatão pelos próximos quatro anos.
A vitória do candidato foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 20h32 deste domingo (2). Wagner Moura (PMDB) permaneceu em segundo lugar, com 19,5% (13.462) dos votos. 
Com 100% das urnas contabilizadas pela Justiça Eleitoral, o prefeiturável Severino Tarcisio da Silva, o Doda (PSB), contabilizou 16,7% (11.449) dos votos válidos; Adeildo Heliodoro dos Santos, o Dinho (SD), 16,5% (11.343); e Fábio Inácio (PT), 5% (3.850) dos votos.  Na cidade, a eleição ocorre em turno único devido ao número de eleitores.  

"Ser prefeito não é um sonho pessoal, é vocação. Precisa trabalhar para transformar a vida das pessoas. É dessa forma que eu quero me dedicar, ao máximo, porque a votação que eu tive nas urnas aumentou e muito a minha responsabilidade", disse o prefeito eleito ao agradecer o resultado do pleito cubatense na internet. 

Fonte: A Tribuna

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Geovania de Sá - Evangélica assume vice-liderança do PSDB

Geovania de Sá - Parlamentar luta pelo fim do foro privilegiado

A deputada federal Geovania de Sá (PSDB/SC) ficou conhecida nacionalmente por seu projeto de Lei visando que os beneficiários do Bolsa Família procurem qualificação e profissional não sejam dependentes do Programa para sempre.
Também se posicionou de maneira firme contra o governo de Dilma, por sua constante tentativa de “inversão de valores”, em especial no que dizia respeito a ideologia de gênero e a liberação das drogas.
Vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso, sendo a única mulher na mesa diretora, trabalhou diligentemente pelo impeachment.  Agora, com as mudanças políticas que o país experimenta, tem seu trabalho reconhecido. A convite do deputado Antonio Imbassahy, Geovania passou a ser vice-líder da bancada na Câmara Federal.
O líder do PSDB na Câmara entende que a indicação dela para a vice-liderança do partido é o reconhecimento de seu trabalho. “Sua atuação destacada na Casa apenas confirma a expectativa de seus eleitores e comprova sua capacidade para contribuir neste momento tão importante da vida nacional”, defendeu o baiano.
Mesmo com pouco tempo de vida pública, Geovania acredita que isso apenas aumenta a sua responsabilidade. “Sei que é um sinal de que estou no caminho certo e honrando cada voto a mim confiado”, comemora.
Atualmente, ela está defendendo uma proposta de Emenda à Constituição. A PEC de sua autoria sugere a alteração das regras sobre o foro especial. O assunto passou a ser muito comentado no país após os sucessivos escândalos de corrupção que envolveram políticos.
Ela relata que a proposta torna mais racionais, eficientes e justas as regras constitucionais relacionadas ao chamado “foro privilegiado”, que atrai para a competência dos tribunais superiores os processos criminais ajuizados contra detentores de cargos eletivos e outras autoridades que ocupam cargos no alto escalão dos poderes públicos.
Fonte: Gospel Prime
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