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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Dor e tristeza marcam velório da mãe do cantor Delino Marçal


Pastora Odete Rosalina da Costa, de 79 anos, foi brutalmente assassinada em frente à igreja onde pregava

Familiares, amigos e fiéis se reuniram na tarde desta sexta-feira (14), em Goiânia, para dar adeus à pastora Odete Rosalina da Costa, de 79 anos, mãe do cantor gospel Delino Marçal. A líder religiosa foi brutalmente assassinada nesta manhã por um homem de 22 anos, na frente da igreja em que era pastora, na capital de Goiás.

Delino chegou às 18h com a esposa Déborah Marçal e a filha Rebecca. Muito emocionado, ele foi amparado por parentes e amigos. A cerimônia fúnebre reuniu dezenas de pessoas na igreja da Assembleia de Deus localizada na Avenida Mangabeiras, no residencial Rio Verde, na Região Oeste de Goiânia. No mesmo local, está marcado também o culto fúnebre, que deve acontecer entre 8h e 9h de sábado (15).

A despedida foi marcada por dor, tristeza e inconformismo pelas circunstâncias da morte de Odete.

De acordo com a Polícia Civil, ela foi morta com golpes aplicados com um objeto de metal, na frente da igreja Assembleia de Deus Ministério Primogênito, em Goiânia.

O sepultamento da idosa aconteceu às 10h do sábado no Cemitério Jardim das Palmeiras, que fica na Rua Armogaste José da Silveira, localizada no bairro Setor Crimeia Oeste, na Região Vale Meia Ponte, também na capital goiana.

O CASO

A pastora Odete Rosalina da Costa, de 79 anos, mãe do cantor Delino Marçal, foi morta com golpes, executados com um objeto de metal, na frente de uma igreja em Goiânia, na manhã desta sexta-feira (14). De acordo com a Polícia Civil de Goiás, o autor do crime foi preso.

De acordo com a Polícia Civil, Odete foi morta por um homem de 22 anos que teria se envolvido em uma briga com uma pessoa dentro da igreja Assembleia de Deus Ministério Primogênito, na região Noroeste de Goiânia. Na ocasião, de acordo com a corporação, o homem teria acertado a pastora com vários golpes, executados com um objeto de metal.

Ainda de acordo com a Polícia Civil goiana, após praticar o crime, o homem fugiu do local e começou a jogar pedras em ônibus que passavam pela região. Depois de ser acionada, a Polícia Militar foi ao local e realizou a prisão em flagrante do autor do crime, que foi encaminhado para a Central Geral de Flagrantes de Goiânia.

Além de Delino, Odete teve outros oito filhos. O cantor gospel foi vencedor do Grammy Latino em 2019, na categoria de Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa, com o CD Guarda Meu Coração. Cantor de Deus é Deus, Delino também é autor da música Jó, famosa na voz de Midian Lima.

Fonte: Pleno News


quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Pastores militantes Fulani matam dois na Nigéria


Homens foram assassinados enquanto cuidavam de suas fazendas

Pastores militantes Fulani atacaram e matam dois fazendeiros no estado de Plateau, na Nigéria. Homens foram assassinados enquanto cuidavam de suas fazendas.

A informação foi confirmada pelo secretário nacional de publicidade da Irigwe Development Association (IDA), Davidson Malison. “Duas pessoas Rigwe foram mortas ontem por pastores Fulani no vilarejo de Ancha, no distrito de Miango, Rigwe Chiefdom de Bassa LGA do Estado de Plateau” , disse ele.

De acordo com Malison, as vítimas foram identificadas como Daniel James, 32, e Zakwe Deba, 35.

"Toda a nação Rigwe está entristecida por esse desafortunado desenvolvimento e pede medidas mais proativas por parte do pessoal de segurança e do governo para acabar com esse derramamento de sangue na terra” , acrescentou o secretário.

A International Christian Concern (ICC) explica a diferença entre os fulani e os pastores militantes fulani. "Fulani são um grupo étnico, a maioria dos quais vive em paz com seus vizinhos. Militantes Fulani, no entanto, são membros do grupo étnico Fulani que se radicalizou por uma forma de extremo Islã. Esses militantes usam seu comércio de gado para se deslocar por todo o país, matando fazendeiros cristãos, destruindo aldeias e tomando terras" afirma a organização que monitora o índice de perseguição religiosa no mundo.

A população local tem sofrido com frequentes ataques do grupo, e o governo nigeriano alega que a situação está fora do seu controle, e que está fazendo o que pode para pôr fim aos conflitos. Porém, diversas instituições, que buscam garantir os direitos humanos do cidadão, alegam que por muitas vezes, "o governo é incompetente ou auxilia e incita os agressores". 

CPAD News/ Com informações International Christian Concern (ICC) - Foto: Ilustrativa/ Pixabay.com

quarta-feira, 11 de março de 2020

350 cristãos são assassinados nos dois primeiros meses de 2020, na Nigéria


A Nigéria foi marcada pela violência na última década, devido ao surgimento de grupos terroristas e extremistas no nordeste do país.


Uma organização da sociedade civil nigeriana afirmou que 350 cristãos foram mortos em todo o país da África Ocidental desde o início de 2020 e estima que cerca de 11.500 cristãos foram mortos desde 2015.

"A Nigéria se tornou um campo de extermínio de cristãos indefesos", disse a organização não-governamental Sociedade Internacional para Liberdades Civis e Estado de Direito (Intersociety), sediada em Anambra, nesta semana em um novo relatório especial, intitulado "Nigéria: um campo mortal de cristãos indefesos".

"As estatísticas disponíveis mostraram que entre 11.500 e 12.000 mortes de cristãos foram registradas nos últimos 57 meses ou desde junho de 2015, quando o atual governo central da Nigéria entrou a bordo. Desse número, os pastores [criadores de gado] jihadistas Fulani foram responsáveis ​​por 7.400 mortes de cristãos, Boko Haram 4.000 e os 'Bandidos da Rodovia' por 150 a 200 mortes".

A organização, chefiada pelo criminologista cristão Emeka Umeagbalasi, monitora a violência contra cristãos na Nigéria desde 2010, por meio de uma equipe de criminologistas, advogados, jornalistas, especialistas em segurança e graduados em estudos de paz e conflitos.

Contexto

A Nigéria foi marcada pela violência na última década, devido ao surgimento de grupos terroristas e extremistas no nordeste, como o Boko Haram e seu grupo dissidente, a província da África Ocidental do Estado Islâmico.

Nos últimos anos, massacres realizados por pastores radicalizados Fulani contra aldeias agrícolas predominantemente cristãs no cinturão médio da Nigéria também expulsaram as comunidades de suas casas.

Além disso, as gangues de bandidos foram responsáveis ​​pela execução de sequestros nas principais rodovias.

As Nações Unidas estimam que cerca de 2 milhões de pessoas foram deslocadas internamente na Nigéria e 11 milhões de pessoas precisam de assistência. Dizem que outros 550.000 estão deslocados nos países vizinhos de Camarões, Chade e Níger.

"Enquanto 100% das vítimas de ataques dos pastores jihadistas na Nigéria são cristãos, os cerca de 4.000 cristãos mortos pelo Boko Haram fizeram parte das 6.000 pessoas massacradas pela seita desde junho de 2015", explica o relatório.

"Geralmente, muitas, senão a maioria das vítimas dos ataques do Boko Haram no nordeste da Nigéria são cristãos. Por parte dos 'Bandidos das rodovias' no norte da Nigéria, a maioria de suas vítimas rurais é muçulmana, enquanto muitas, se não a maioria, de suas vítimas na estrada são cristãos que viajam para as partes norte ou sul do país usando a Estrada Federal Birnin-Gwari , perto de Kaduna etc...", acrescentou.

Investigação

Para seu monitoramento e documentação, a Intersociety conta com o que considera ser credível na mídia local e estrangeira, como relatórios do governo, grupos de direitos internacionais, testemunhas oculares e relatórios de vários órgãos cristãos do país.

A Intersociety relata que os pastores Fulani foram responsáveis ​​por 250 das 350 mortes registradas em janeiro e fevereiro de 2020, enquanto o Boko Haram e as gangues de bandidos das estradas são responsáveis ​​por 100 mortes.

Nos últimos dois meses, a Intersociety relatou que militantes radicais Fulani realizaram ataques em Nasarawa, Adamawa e Edo, além de outros locais em todo o país.

A Intersociety também estimou que mais de 2.000 igrejas e centros de culto cristão foram incendiados desde junho de 2015, com os pastores Fulani sendo responsáveis ​​por cerca de 1.500 e o Boko Haram por 500 mortes.

Fonte: Guiame
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