sexta-feira, 2 de agosto de 2013

CNJ processa Desembargadora do TJ por incitar ódio contra os evangélcos



Desembargadora do TJ - Elisabeth Carvalho Nascimento é processada pelo CNJ por incitar ódio contra o povo evangélico


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mandou instaurar mais um Processo Administrativo contra a desembargadora do TJ Elisabeth Carvalho Nascimento, desta vez para investigar uma denúncia feita pela Frente Parlamentar Evangélica, integrada por deputados e senadores. Através de Reclamação Disciplinar, a bancada evangélica no Congresso Nacional denuncia a desembargadora por discriminação, preconceito e incitação ao ódio contra o povo evangélico.
Os crimes teriam sido praticados durante o julgamento do processo que buscava cassar o mandato do deputado João Henrique Caldas, o JHC, por abuso de poder religioso, com apoio da Igreja Internacional da Graça de Deus, do pastor RR Soares. Ao proferir seu voto pela cassação do deputado JHC, a desembargadora teria tratado a fé evangélica com deboche e escárnio, chamando os líderes dessas igrejas de fraudadores, corruptos, caloteiros, entre outras grosserias verbais.
A denúncia destaca que a desembargadora usou de ilações para afirmar que o deputado João Henrique Caldas pagou para participar dos cultos da Igreja Internacional da Graça de Deus, insinuando ainda que as celebrações do povo evangélico só acontecem sob negociatas, transações, acordos ou contratos envolvendo a compra e venda de bênçãos.
Meu comentário:
Vale a máxima do adágio popular:  "Pau que dá em Chico, dá em Francisco"

2 comentários:

Uilson Camilo disse...

Graça e Paz Pastor,

Bem verdade, se fosse um evangélico falando contra qualquer outro movimento seja ele religioso ou não toda mídia nacional já estava arriando a madeira no povo cristão...concordo se chico apanhou Francisco também apanha com a mesma ferramenta.....


Uilson Camilo

JOELSON GOMES disse...

Mas, esta organização que ela cita não é cristã, não é protestante, não pode ser chamada de evangélica. O que acontece aqui não apenas o erro de preconceito da senhora, mas o erro de quem considera essa organização evangélica, os dois (a desembargadora e quem acha que a IIGD de RR Soares é evangélica)não sabem o que é ser protestante.

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