sexta-feira, 8 de abril de 2016

“Bancada Evangélica não luta só por interesses das igrejas”, afirma assessor

Pastor Josué Alves defende a importância da Frente Parlamentar Evangélica

O Gospel Prime está em Brasília e conversou com Josué Alves, que é pastor da Assembleia de Deus e um dos assessores da Frente Parlamentar Evangélica. Formada por 92 nomes, entre deputados federais e senadores, a chamada “Bancada da Bíblia” luta por diversas questões, sobretudo as que são ligadas à família e à defesa da vida.
Para ele, a atuação da Bancada não é bem compreendida pela maioria das pessoas. Ela é uma das Frentes Parlamentares mais fortes e respeitadas no Congresso Nacional.
Embora uma das acusações mais comuns é que sua existência fira o conceito de “Estado laico”, o pastor lembra que a bancada evangélica da época da Constituição (1988), defendia esse conceito. O problema está em confundir a percepção de “estado laico” com “estado ateísta”.
O Parlamento é a representação da sociedade e isso inclui os quase 30% de evangélicos brasileiros. Josué ressalta que existem mais de 700 projetos tramitando no Congresso que são “contra a família e a vida”.
Aos que acusam a bancada de tratar apenas de questões como aborto e drogas, ele esclarece que na verdade esse é o contraponto daquilo que vem sendo proposto nos últimos anos e que conflita com os valores cristãos. O pastor lembra que a Bancada vem trabalhando para a construção de uma “agenda propositiva” para o país.
Embora uma das queixas mais comuns seja que os deputados evangélicos legislam em causa própria, o assessor lembra que na votação da PL 4330 (projeto de terceirização), a bancada evangélica logo fechou questão, defendendo os interesses de cerca de 12 milhões de trabalhadores “sem proteção nenhuma”.
“As pessoas criticam sem conhecimento de causa”, lamenta Josué. Ele reafirma que a Bancada está “legislando em favor do país, em especial no que diz respeito aos valores da família”.
O pastor Josué lembra que a Frente Parlamentar Evangélica foi um dos grandes apoiadores do projeto do Ministério Público chamado “10 medidas contra a corrupção”, que arrecadou mais de dois milhões de assinaturas de todo o Brasil.
Ressaltou que a iniciativa partiu de membros de uma igreja evangélica do Paraná. Essa lista de medidas foi levada ao Congresso, onde as propostas já foram apresentadas para serem votadas e aprovadas pelos parlamentares.
Fonte: Gospel Prime
Assista a entrevista:

2 comentários:

heidon cardias e silva irmão disse...

Lamento que com a saída da Dilma entra um presidente satânista e um vice corrupto...

Pb. José Roberto da Rocha disse...

E o pq desta bancada ser constituída em sua grande maioria por "pastores sem rebanho"? Quando esse mesmo pastor poderia escolher um membro da igreja, vocacionado para a politica e o apoiar! Pastor só tem um único chamado e ele não pode trocar isto por nada deste mundo! Como já dizia o Boris: É uma vergonha! Pastor nunca terá meu voto nem para síndico!

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