sexta-feira, 22 de abril de 2016

Os Benefício da Justificação - Lições Bíblicas EBD/CPAD - Subsídio Teológico


NATUREZA E CARACTERÍSTICAS DA JUSTIFICAÇÃO

«Justificados, pois, pela fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por quem também temos acesso pela fé a esta graça na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus» (Rom. 5:1-2).

A justificação é um tema muito abordado em sermões e estudos, mas nem todos os crentes têm uma ideia muito clara de o que ela realmente é. Podemos definir a justificação como um ato judicial de Deus, no qual ele declara, com base na justiça de Jesus Cristo, que todas as reivindicações da lei são satisfeitas com vistas ao pecador. A justificação envolve o perdão de pecados e a restauração do pecador ao favor divino. O pecador justificado recebe o perdão de pecados e tem paz com Deus (Rm 5.1), segurança da salvação (Rm 5.1-10) e herança com os que são santificados (At 26.18).

A justificação está claramente associada à expiação. Talvez a demonstração mais clara da conexão entre expiação e justificação seja aquela feita por Paulo em Romanos 4.25. Cristo “… foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação”. Aqui, como sempre, a morte e ressurreição de Cristo são vistas por Paulo em uma unidade ininterrupta. Por esta razão, a morte expiatória de Cristo assegura uma parte de nossa justificação, ou seja, aquela que diz respeito ao perdão, enquanto sua ressurreição obtém para nós o outro elemento, o da justiça. Como morte e ressurreição permanecem juntas como aspectos gêmeos da realização central de Cristo, o mesmo acontece com a expiação e a justificação.

Por meio da justificação o cristão passa a participar da graça do evangelho, na qual estará firmemente seguro por causa da obra perfeita de redenção que foi feita em seu favor por Jesus.

Isto significa, que ainda que venha a decair da graça, pela prática de pecados eventuais, esta queda nunca será numa forma final e definitiva, porque foi transformado em filho de Deus, por meio da justificação.

O que está em jogo é a questão de nosso estado diante de Deus em termos de sua lei. Pelo seu pecado, Adão mergulhou a raça hu­mana em culpa. Nós infringimos a lei justa e santa de Deus e somos culpados diante dele. A penalidade é a morte. Paulo deixa isso claro em Romanos 5.12-21, onde ele traça os efeitos do ato único de desobediência de Adão, mostrando que tal ato resultou na condenação e morte para todos. Em outras palavras, a justificação traz em perspectiva a possibilidade da absolvição da culpa, por sermos declarados justos e então recebermos a vida.

Explicação do termo “Justificação”

O que é essa ideia de justificar, encontrada no texto? A palavra grega ‘dikaioo’, traduzida como justificar, pode significar fazer justo, declarar justo ou considerar justo. A palavra vem da mesma raiz de ‘’, justiça, e a palavra ‘dikaioma’, requisito justo. Somos justificados quando somos “declarados justos” por Deus. Antes dessa justificação, a pessoa é injusta e, deste modo, inaceitável a Deus; depois da justificação, ela é considerada justa e, portanto, aceitável a Ele. E isso só acontece por meio da graça de Deus.

As bênçãos de justificação – 5:1-11.

Tendo exposto o meio usado por Deus para justificar os pecadores, e tendo estabelecido isto com base no precedente veterotestamentário, Paulo agora enumera as bênçãos que se acumulam para aqueles cuja fé lhes foi imputada para justiça.

Este capítulo é uma explicação da última palavra do capítulo 4 (justificação). Este é um dos capítulos mais importantes na Bíblia, porque é absolutamente necessário entender a doutrina de ‘JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ’.

Neste capitulo Paulo continua expondo o evangelho da salvação, descrevendo com outra ênfase e analisando sob outros aspectos.

Na parte anterior (3.21-4.25) Paulo desenvolve seu tema citando o exemplo de Abraão, o pai de Israel. Nesta parte (cap. 5) Paulo desenvolve seu tema com o uso de outra figura importante.

A justificação está claramente associada à expiação. Talvez a demonstração mais clara da conexão entre expiação e justificação seja aquela feita por Paulo em Romanos 4.25. Cristo …foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação. Aqui, como sempre, a morte e ressurreição de Cristo são vistas por Paulo em uma unidade ininterrupta. Por esta razão, a morte expiatória de Cristo assegura uma parte de nossa justificação, ou seja, aquela que diz respeito ao perdão, enquanto sua ressurreição obtém para nós o outro elemento, o da justiça. Como morte e ressurreição permanecem juntas como aspectos gêmeos da realização central de Cristo, o mesmo acontece com a expiação e a justificação.

EFEITOS DA JUSTIFICAÇÃO (5:1-21)

Paz com Deus (5:1); acesso a graça de Deus (5:2); gloriar-se na esperança da Glória de Deus (5:2b); gloriar-se nas próprias tribulações porque têm um fim proveitoso (5:3-5); o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (5:5); garantia de salvação futura (5:9-10); Adão e Cristo (5:12-20).

A JUSTIFICAÇÃO TRAZ PAZ COM DEUS (vs.1)

Justificados. Inicia-se, agora, a segunda parte do tema da justificação: “viverá”. O Apóstolo vai descrever as implicações da justificação, ou seja, como é a vida prometida aos justificados pela fé. Paz com Deus. Essa é a primeira e principal consequência da salvação obtida por intermédio de Jesus (5:1).

Houve um tempo que éramos inimigos (vs.10) mas agora em Cristo temos paz com Deus. Paz significa que o problema dos nossos pecados já está resolvido em Cristo. 

Essa paz não é meramente um sentimento subjetivo, mas, sobretudo, uma posição objetiva, um novo relacionamento com Deus. Antes da justificação, éramos inimigos de Deus, mas agora justificados pela fé somo seus filhos e amigos (Ef 2.16).

A paz com Deus é o primeiro resultado da justificação, pois éramos inimigos de Deus; a justificação nos reconciliou com Deus e o fruto disso é a paz com Deus. Isto é anterior a todas as benções de Deus para nós; sem isso, nada poderia ser nosso.

Esta paz não se encontra em nenhum outro lugar além da pessoa e obra de nosso Senhor Jesus Cristo na cruz, porque Deus ficou absolutamente satisfeito na demanda de sua justiça, quanto ao castigo do pecado. Assim fica demonstrado o outro aspecto da virtude da natureza divina: o amor. Justiça e amor são os extremos do caráter de Deus e ambos os aspectos foram expressos na obra da cruz. É através do seu amor que nos outorga a justificação, que tem como primeiro efeito prático em nossas vidas a paz com Deus; a partir dela vêm todas as demais bênçãos do céu, e sem a qual não teríamos nenhuma outra.

Por isso o grande tema de Romanos tem haver com «os efeitos da justificação» e este seria o tema que Paulo, de maneira tão sistemática, apresenta-nos nesta epístola, com o objetivo de assegurar aos crentes na contundente firmeza da salvação que Deus nos deu em Cristo.

Paz com Deus e paz de Deus

A paz com Deus é uma coisa e a paz de Deus é outra. A paz com Deus implica que havia uma inimizade que foi resolvida com a reconciliação efetuada por Cristo na cruz. A paz de Deus é algo completamente orgânico, e, portanto subjetivo. Enquanto a paz com Deus é algo objetivo e, portanto, algo que ocorreu em primeira instância fora de nós na cruz; a paz de Deus nos vem pela graça derramada; é o que Deus, por seu Espírito, pôs dentro de nós quando cremos. A paz com Deus é a graça do ponto de vista do legal; quanto a nossa relação com Deus. Antes de gozar da paz de Deus tinha que atender a causa pela qual estávamos desligados de Deus; dali parte tudo no que corresponde à obra de recuperação do que se perdeu. Fomos criados para ser um com Deus, para lhe contemplar face a face, para participar da sua natureza divina, para sermos semelhantes a ele tendo a sua imagem, sua glória, sua vida, e seu reino. Mas a queda afetou essa posição nos desvinculando de Deus ao ponto de nos lançar para uma destituição caótica, nos tornando inimigos de Deus, extraviados, ao ponto de não podermos fazer nada por nós mesmos para remediar tal fatalidade.

Paulo se refere à paz de Deus como algo que «ultrapassa todo entendimento» (Fil. 4:7), é que Deus é a fonte de toda paz. Uma coisa é ter paz com Deus pela obra que ele fez em Cristo, e outra coisa é ter a paz de Deus que é ele mesmo, a paz que é inerente a sua pessoa e que foi infundida quando cremos.

BENÇÃO DA JUSTIFICAÇÃO: A MEDIAÇÃO DE JESUS CRISTO (Rm 5.1-4:)

Paulo, na epístola aos Romanos, propõe expor a certeza total de nossa completa salvação por meio de Jesus Cristo. Para isto, nos recordará que não estamos tratando de ter paz com Deus, porque por meio de Jesus Cristo já a temos. Paulo usa com ênfase a palavra temos, visto que no seguinte texto nos diz que «também temos acesso pela fé a esta graça».

O pecado nos separava de Deus e nos tornava seus inimigos, mas Cristo, ao nos substituir na cruz, possibilitou que Deus nos outorgasse a justificação, e por esse fato, glorioso, tem sido reconciliado com Deus todo aquele que tem respondido pela fé, para se apropriar desta graça. Este fato, a justificação, é o que permite que tenhamos paz com Deus.

OUTRA BENÇÃO DA JUSTIFICAÇÃO É O GLORIAR-SE NA ESPERANÇA DA GLÓRIA DE DEUS (Rm 5.1-4 2).

Podemos, agora, nos alegrar na esperança de participar da glória de Deus (lembrando que esperança em Deus não é sonho, quimera ou aspiração, mas, sim, a certeza de algo que efetivamente vai acontecer: basta esperar, é só uma questão de tempo). Essa esperança jamais decepciona (Rm 5.5).

Sem ela, o homem se embrutece e se perde na escuridão de suas dores e problemas. Da glória. Refere-se à esperança de recuperarmos, um dia, a glória perdida com a queda (5:2).

Gloriemos, ou gloriamos. Exultamos (“Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações”... cf. 1 Pd 1:6-8). Note que esses versículos falam de uma capacidade de exultar (gloriar-se) no sofrimento (tribulação), a partir da compreensão de que este, quando recebido piedosamente, produz resultados positivos: resistência (perseverança), experiência (um espírito forjado) e, de novo, esperança, sendo que esta esperança, assim adquirida, não haverá de nos decepcionar (5:3-5).

A esperança não confunde. Essa expressão é repetida em Rm 9:33 e 10:11, e tem o sentido de não produzir decepção, ou vergonha, por causa da fidelidade de Deus. Quando a esperança é infundida nos corações pelo Espírito de Deus, e se manifesta em amor, não haverá decepção (5: 5).

Efésios.2:11-12 diz que o incrédulo está sem esperança. Mas nós que estamos salvos temos uma "bem-aventurada esperança." (Tito.2:13).

A remissão dos pecados.

A remissão dos pecados está baseada na obediência completa e absoluta de Cristo, isto é, em seu perfeito cumprimento da lei. Vários textos do Antigo Testamento apontam para este elemento da obra de justificação (Sl 32.1; Is 43.25; 44.22; Jr 31.34). O perdão concedido por Deus na justificação aplica-se a todos os pecados, passados, presentes e futuros, e, por isso, envolve a remoção da culpa e de toda a penalidade. Isso acontece porque a justificação não pode ser repetida. Passagens como Romanos 5.21; 8.1,32-34; Hebreus 10.14; Salmos 103.12; Isaías 44.22 nos asseguram que ninguém pode lançar nada na conta da pessoa justificada, que está isenta de condenação e é herdeira da vida eterna.

A imputação da justiça de Cristo.

A justificação envolve o perdão de pecados, mas é mais do que isso. Na justificação, Cristo não apenas tira de nós a nossa iniquidade, mas também nos veste de branco, isto é, nos reveste com a sua própria santidade. A Josué, o sumo sacerdote, que, como representante de Israel, estava perante o Senhor usando vestes sujas, o Senhor disse: …eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes (Zc 3.4). A Escritura diz que, pela fé, obtemos …remissão de pecados e herança entre os que são santificados…” (At 26.18); que a fé nos traz não apenas paz com Deus, mas também acesso a Deus e alegria na esperança da glória (Rm 5.1-2); e que Cristo nasceu sob a lei também “para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gl 4.5). Com isso, distinguimos duas partes na imputação da justiça de Cristo ao pecador, que são: a adoção de filhos e o direito à vida eterna.

O GLORIAR-SE NO SOFRIMENTO (vs. 3 e 4).

Ao contrário dos “crentes” de hoje, que choram feito bebezinhos, se desesperam ou se revoltam contra Deus por causa do sofrimento, o Apóstolo Paulo nos diz que os [inevitáveis] sofrimentos da vida cristã não são algo ruim, mas, enfrentados de cabeça erguida, com a dignidade que a fé em Cristo nos proporciona, eles são motivo de alegria (glória), pois “os sofrimentos produzem a paciência, a paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança”. Esperança que jamais decepciona!

Adoção de filhos

Os crentes são, antes de tudo, filhos de Deus por adoção. Isso significa, naturalmente, que eles não são filhos de Deus por natureza. Nem todos os seres humanos são filhos de Deus. Somente aqueles que possuem um relacionamento filial com Deus, por meio de Cristo, são filhos de Deus. Por intermédio dessa adoção, Deus coloca o pecador no estado de filho e passa a tratá-lo como filho. Em virtude de sua adoção, os crentes são inseridos na família de Deus, ficam sob a lei da obediência filial e passam a ter direito a todos os privilégios da filiação.

Quando os pecadores são adotados por Deus, eles passam a ter todos os direitos de filhos e, por isso, tornam-se herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo (Rm 8.17). Isso significa, antes de tudo, que eles se tornam herdeiros de todas as bênçãos da salvação nesta vida, sendo que a mais fundamental dessas bênçãos é o dom do Espírito Santo. No entanto, a herança que recebemos de Deus não se limita a bênçãos espirituais nesta vida, mas também inclui as bênçãos eternas do porvir. De acordo com Romanos 8.23, a redenção do corpo, que, ali, é chamada de “adoção de filhos”, também pertence à herança futura, a qual aguardamos. Em Romanos 8.29-30, a glorificação futura está claramente ligada à justificação. Sendo justificados pela fé em Cristo, os crentes se tornam filhos de Deus e herdeiros da vida eterna.

O HOMEM EM ADÃO

A partir do verso 11 deste quinto capitulo, Paulo discorreu sobre o pecado original, para demonstrar que a causa da condenação é decorrente principalmente dele, e não somente das transgressões que cometemos diariamente. Deus sujeitou toda a humanidade à condenação por causa da transgressão de Adão. A Bíblia diz que todos foram encerrados debaixo do pecado por causa da transgressão de Adão.

A morte entrou no mundo por causa do pecado de Adão, porque Deus lhe disse que, caso comesse do fruto proibido da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele morreria, e com ele, toda a sua descendência.

Esta morte ocorreu simultaneamente ao ato da desobediência. A morte do espírito, que ficou separado da comunhão com Deus.

Assim, debaixo da cabeça desobediente que é Adão todos morrem, mas os que estiverem debaixo da cabeça obediente e justa de Cristo viverão eternamente.

Pela ofensa de Adão à justiça de Deus todos morreram, mas por meio da graça de Jesus muitos são justificados para a vida eterna no espírito, porque os efeitos do dom da graça foram concedidos por Deus de maneira muito mais abundante do que a sentença de morte por causa da transgressão de Adão.

Mas a justificação é imputada individualmente a cada pessoa que se converte, perdoando-lhe todas as suas muitas ofensas, como Paulo afirma nos versos 15 e 16.
De maneira que quando somos perdoados por Deus, o que está sendo perdoado não é o pecado que Adão cometeu no Éden, mas os nossos próprios pecados.

Então, se a morte reinou por causa da ofensa de um só homem, a saber, Adão, Deus proveu um meio para que a graça e o dom da justiça seja muito mais abundante, porque por meio de Cristo está perdoando muitas transgressões de muitos pecadores, como Paulo afirma no verso 17.  Mas, a base da justificação está relacionada a uma só ofensa, a saber, a de Adão no Éden; e a um só ato de justiça, a saber, Cristo guardando toda a Lei e morrendo por nós na cruz.

Especificamente, este um só ato de justiça significa que a justificação é atribuída de uma única vez para sempre; do mesmo modo que a imputação do pecado e da morte que lhe é consequente, foram imputados de uma vez para sempre desde a transgressão de Adão.

Então, se a desobediência de Adão fez com que todos se tornassem pecadores, e estes não são poucos, uma vez que diz respeito a toda a humanidade, de igual modo, a obediência de Jesus é a causa da justificação de muitos, a saber, de todos os que estão unidos a Ele pela fé.

CONCLUSÃO

Pode-se dizer que a justificação está estreitamente relacionada com três princípios da Reforma: “sola gratia”, “sola fides” e “solo Christo”. Daí, James Montgomery Boyce a define como “um ato de Deus pelo qual ele declara os pecadores justos somente pela graça, somente por meio da fé, somente por causa de Cristo”.

Pr. Dr. Adaylton Conceição de Almeida (Th.B.;Th.M.;Th.D.;D.Hu.) 

O Pr. Dr. Adaylton de Almeida Conceição, foi Missionário no Amazonas e por mais de 20 anos exerceu seu ministério na Republica Argentina; é Licenciado, Bacharel, Mestre e Doutor em Teologia, Doutor em Psicologia e em Humanidade, Escritor, Professor Universitário, Pós-graduado em Psicanálise e em Ciências Políticas, Juiz Arbitral do Tribunal de Justiça Arbitral-RJ, membro da Academia de Letras Machado de Assis de Brasília, Professor da Faculdade Kerigma, e Diretor da Faculdade Teológica Manancial-SP). Membro da Assembleia de Deus em Santos-SP (Ministério do Belém)

Facebook: adayl manancial

BIBLIOGRAFIA
  • Adaylton de Almeida Conceição – Estudo da Carta aos Romanos
  • Berkhof, Louis. Teologia Sistemática. Ed. Cultura Cristã, Cambuci, São Paulo, SP, 4ª edição, 2012: F. F Bruce – Romanos: Introdução e Comentário
  • J. DIAS – Estudo da Cara de Paulo aos Romanos
  • Lopes, Hernandes Dias. Gálatas, a carta da liberdade cristã. Ed. Hagnos, São Paulo, SP,
  • Nelson Salviano – Analise Bíblica da Epístola aos Romanos.
  • Roberto Sáez – Os Efeitos da Justificação
  • Stott, John R. W. A Mensagem de Gálatas. ABU Editora, São Paulo, SP,
  • Vagner Barbosa – O Ponto de partida para a Reforma.

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