sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Silas Malafaia explica acusações: “não sou ladrão” - COMENTO A NOTÍCIA

Pastor Silas Malafaia acusa PF e Justiça de quererem jogar sua reputação “na lama”

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi alvo de condução coercitiva da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (11). A operação “Timóteo” investiga um esquema de corrupção envolvendo royalties advindos de exploração mineral.
A PF esteve em sua residência, no Rio de Janeiro, mas ele estava em São Paulo, onde inaugurou uma igreja recentemente. Por isso, anunciou que irá se apresentar para esclarecer a situação. O pastor divulgou um áudio na internet e em breve publicará um vídeo.
Malafaia alega inocência. Seu nome apareceu nas investigações após ter recebido dinheiro advindo do principal escritório de advocacia participante do esquema.
O líder do Vitória em Cristo conta que recebeu em seu escritório a visita de um membro da igreja do pastor Michael Aboud da Igreja Embaixada do Reino de Deus, em Balneário Camboriú, SC. Este homem, não identificado por ele, levou como oferta um cheque de cem mil reais.
O dinheiro foi declarado à Receita Federal, garante Malafaia. Esse cheque agora é usado contra ele pela Justiça.
“Quer dizer agora que tenho que responder se membros de igreja são bandidos? Isso é um show pirotécnico para tentar me desmoralizar na opinião pública. Estão jogando a minha reputação na lama”, reclama ele no áudio.
O pastor reclama que não foi convocado para depor, pois prestaria todas as explicações. “Eu não sou ladrão e não estou envolvido em corrupção. Recebi uma oferta declarada e só”, encerra.

Fonte: Gospel Prime

MEU COMENTÁRIO

Todos que acompanham este blog, sabem perfeitamente das discordâncias pontuais que tenho com o Pr. Silas Malafaia, nem sempre no conteúdo das idéias, mas mormente na maneira como se expressar e fazer as coisas, em sendo um líder religioso de grande projeção, como é o caso dele.

Agora, considerando a maneira como o pastor Silas Malafaia tem se posicionado firmemente contra a corrupção e tantos outras demandas que denigrem a família tradicional e os direitos humanos e do cidadão, nã0 tem como se imaginar que ele seja tão inocente, a ponto de não saber que estão à sua "caça", investigando sua vida, bem como as instituições que dirige, àliás ele mesmo já disse isso em outras ocasiões.

Uma condução coercitiva para quem não foi convidado, muito menos intimado a prestar esclarecimentos, me parece uma medida exagerada e exibicionista, com a clara intenção de denegrir a imagem de alguém. A priori é bom lembrar que isso já vem acontecendo e por isso mesmo a Câmara dos Deputados tem defendido os limites e as penalidades contra o abuso de autoridade por parte do Judiciário e do Ministério Público, o que foi interpretado por muitos, como uma forma de intimidação ao Judiciário.

Assim como entendi naquela oportunidade, que a bancada evangélica defendeu uma coisa correta na hora errada, entendo agora que a Justiça não vigiou e assinou embaixo o acerto da Câmara dos Deputados quando vaticinou que estavam se excedendo e portanto cometendo abuso de autoridade.

Ainda que possamos ter discordâncias pontuais com o Pr. Silas Malafaia, temos que "dar a mão à palmatória" que está correto. Hoje é ele, amanhã será qualquer outro.

Por ser um líder religioso evangélico, não podemos nos omitir de contestar quando se excede, muito menos concordar quando se torna alvo de perseguição.

Oremos!
Assista aqui:

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