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sábado, 14 de dezembro de 2019

Juiz Federal quer processar Netflix por vídeo do Porta dos Fundos

O juiz federal William Douglas argumenta que é "ofensa ao sentimento religioso"

A repercussão negativa do vídeo do Porta dos Fundos ofendendo Jesus Cristo e a comunidade cristã está causando prejuízo à Netflix. Isto porque além de se tornar alvo de boicote com cancelamento de assinaturas, a gigante do streaming pode ainda sofrer um ação judicial.
A iniciativa pode vir do juiz federal William Douglas, renomado magistrado cristão. Em seu Instagram, Douglas afirma que não irá cancelar o serviço, mas que pretende acionar a Justiça contra a empresa.
Escolher a data mais especial dos cristãos para ofendê-los é uma vergonha. Não vou cancelar o Netflix. O que pretendo fazer é, como consumidor, processar a empresa por ofensa ao sentimento religioso – disse o juiz.
O magistrado também orienta como as pessoas que se sentiram ofendidas podem reagir ao conteúdo, com boicotes "diretos e indiretos".
Se alguém deliberadamente ofende a religião das pessoas: não assista nada que essa pessoa produz (boicote direto, um direito seu); não use nenhum produto anunciado por tais pessoas (boicote indireto, um direito seu); dê nota negativa (direito seu); assine a petição de protesto em http://chng.it/GGdJH27R (idem); compartilhe e divulgue seu protesto: família, amigos, igreja, trabalho etc... (idem) – escreveu.
William Douglas finaliza o texto incentivando o público que se sentiu ofendido a tomar providências.
Eu já não consumia o "humor" ofensivo do Porta dos Fundos, mas vou ser mais exigente com a questão do boicote indireto. Se o Porta dos Fundos anuncia, também não uso. É isso aí: vamos lutar pelos nossos direitos constitucionais, civis e humanos. Se ofende minha religião ou a de outrem, me ofende também. E vamos usar a lei. Viva o respeito ao próximo – declarou.
PETIÇÃO

Circula nas redes sociais uma petição "pelo impedimento do filme de Natal da Netflix e Porta dos Fundos, por ofender gravemente os cristãos".

O abaixo assinado já conta com mais de 770 mil assinaturas e tem o objetivo de chegar a 1 milhão de adeptos.
Embora não tenha efeito prático concreto, a petição revela que o descontentamento do público, sobretudo os cristãos, pode atingir a imagem de uma empresa como a Netflix.
Fonte: Pleno News

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Advogados pedem à Justiça Federal afastamento imediato de Damares Alves


Uma ação popular está pedindo que Damares Alves seja afastada do cargo de ministra Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.


Uma ação popular ajuizada na última terça-feira (12), por dois advogados de Campo Grande (MS) na Justiça Federal está pedindo o afastamento imediato da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. O caso está na 4ª Vara Federal de Campo Grande.

José Belga Trad e Fábio Martins Neri Brandão alegam no texto da ação que a ministra praticou vários "atos incompatíveis com a moralidade administrativa, a ética e o decoro exigidos para o cargo". Os advogados se baseiam em matérias publicadas pela imprensa recentemente, que supostamente ofenderiam o artigo 37 da Constituição Federal.

De acordo com a ação, Damares "vem demonstrando fazer da mentira uma forma de adquirir autoridade perante seus ouvintes, tornando-se, portanto, perigosa para o exercício do cargo de ministra da Família e Direitos Humanos, já que esse modo de agir de todo censurável pode vir a se tornar uma política de estado".

Para justificar a solicitação do afastamento imediato, os advogados citam como exemplo, uma reportagem da Revista Época, que acusa Damares Alves de ter "raptado" uma criança indígena. Porém a matéria já foi desmentida, não só pela própria indígena adotada (hoje com 21 anos), mas também pelos pais da moça.

Desmentido

Tanto os pais, como a própria Lulu desmentiram a reportagem da revista Época e relataram que a moça passou a morar com Damares em total acordo com a família.

"Foi amor à primeira vista. Ela se apaixonou por mim e depois eu por ela. O resto é tudo mentira", disse a jovem índia.

Já o pai da moça destacou que as acusações contra Damares surpreenderam e ele e sua mulher, porque Lulu foi levada da aldeia com autorização dos pais.

"Ficamos assustados com as mentiras espalhadas. Damares é nossa amiga. Nós autorizamos ela cuidar dela. Lulu vive com Damares com o nosso aval. Nunca fomos impedidos de ver nossa filha, ao contrário. Todos nós somos uma família", disse Piracumã Kamayurá.

Ele ainda disse que a revista Época não teve autorização para usar a imagem da vó de Lulu na capa de sua edição para exibir a reportagem sobre o suposto "rapto" da menina.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Justiça derruba ação do MPF que pretendia censurar igrejas e restringir programas evangélicos na TV


O juiz Djalma Moreira, da 25ª Vara Federal de São Paulo, derrubou um pedido do Ministério Público Federal para que emissoras de TV que vendessem grandes faixas de sua programação para Igrejas fossem punidas por isso, já que todas são de concessão pública.
A decisão foi feita no último dia 11 de maio, mas só foi promulgada nesta sexta-feira (18). Segundo o magistrado, o fato de serem canais com concessão pública não retira a liberdade das emissoras de definirem o conteúdo que vão ao ar.

O Ministério Público Federal fez o pedido em 2014, se baseando na programação de canais nanicos como CNT e Rede 21, que venderam 22 horas de sua programação para a Igreja Universal do Reino do Deus.
Segundo o MPF, tal vendagem de tanto tempo da programação é contra a constituição brasileira, que estipula apenas 25% de conteúdo para a publicidade ou vendagem de horários para terceiros. Além disso, o MPF afirma que um canal de TV recebe a concessão da União para fazer bom uso, o que não acontece nos casos de CNT e Rede 21.
A dificuldade do MPF começou pela própria União, que nos autos dizia que o Ministério das Comunicações desconhecia irregularidades na vendagem de horários, além de dizer que "possíveis problemas no conteúdo de terceiros são de responsabilidade da geradora dele".
Por fim, a União comentou que não poderia dizer se existe irregularidade nestes fatos, se não se teve acesso de contrato de arrendamento entre a Igreja Universal do Reino de Deus e as duas emissoras citadas no processo. Já CNT, IURD e Rede 21 se defenderam dizendo que existia "impossibilidade jurídica" no pedido e defenderam que a grade de programação possa ser objeto de venda.
Tendo em vista tais argumentos, o magistrado deu ganho de causa para as emissoras. Para ele, a tese do MPF não se sustenta por dois motivos claros. O primeiro deles é que "o conceito de publicidade comercial não deve ser confundido com a comercialização da grade de programação", segundo Djalma Gomes.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Integrantes do MTST invadem o tríplex do Guarujá


Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e da Frente Povo Sem Medo invadiram o tríplex do Guarujá na manhã desta segunda-feira (16).
O grupo expôs faixas com frases como “Se é do Lula, é nosso” e “Se não é, por que prendeu?”.
O ato foi anunciado no Twitter por Guilherme Boulos, líder do MTST e pré-candidato à presidência pelo Psol.
O apartamento foi dado pela construtora OAS a Lula que, por sua vez, foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Assim se manifestou Guilherme Boulos em seu perfil na rede social Twitter:
Para uma boa audição desligue o som o Stúdio Rhema
no canto superior esquerdo do blog

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Lula não usará algemas e ficará em sala especial, determina Moro


Juiz Sérgio Moro deu a opção para que ex-presidente que se apresente voluntariamente à sede da PF até as 17h desta sexta-feira (6)

O juiz Sérgio Moro determinou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não pode usar algemas em “qualquer hipótese” durante a prisão. Moro também decretou que o petista deve ficar em uma sala reservada na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

A ordem de prisão para o ex-presidente cumprir a pena de 12 anos e 1 mês de reclusão, em regime fechado, no caso do tríplex do Guarujá (SP), foi expedida na tarde desta quinta-feira (5).

No despacho, Moro alega que “em razão da dignidade do cargo ocupado”, Lula ficará em uma espécie de Sala de Estado Maior, separado dos demais presos, sem risco para a integridade moral ou física.

Ainda de acordo com o magistrado, os detalhes da apresentação devem ser combinados com a defesa diretamente com o delegado da PF Maurício Valeixo, também superintendente no Paraná.

Moro deu a opção para que Lula que se apresente voluntariamente à sede da PF até as 17h desta sexta-feira (6).

Fonte: R7

Moro manda prender Lula e dá o opção se apresentar sem algemas na PF em Curitiba

Lula tem até as 17h de sexta-feira (6) para se apresentar voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba. Ex-presidente foi condenado em duas instâncias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O juiz federal Sérgio Moro determinou nesta quinta-feira (5) a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em duas instâncias da Justiça no caso do triplex em Guarujá (SP).  - Leia a íntegra da decisão de Moro
A pena definida pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) é de 12 anos e 1 mês de prisão, com início em regime fechado.
Lula tem até as 17h desta sexta-feira (6) para se apresentar voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba, determinou Moro. O juiz vetou o uso de algemas "em qualquer hipótese".
Relativamente ao condenado e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, concedo-lhe, em atenção à dignidade do cargo que ocupou, a oportunidade de apresentar-se voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba até as 17:00 do dia 06/04/2018, quando deverá ser cumprido o mandado de prisão”.
A defesa tentou evitar a prisão de Lula com um habeas corpus preventivo no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo que a pena fosse cumprida somente após o trânsito em julgado – ou seja, após encerradas todas as possibilidades de recurso aos tribunais superiores. O habeas corpus, porém, foi negado na quinta-feira (5) pelo STF, por 6 votos a 5.
Fonte: G1

segunda-feira, 26 de março de 2018

TRF4 nega por unanimidade recurso de Lula contra a condenação em 2ª instância

A Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu nesta segunda-feira (26), em Porto Alegre, por 3 votos a 0, rejeitar o embargo de declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu último recurso na segunda instância da Justiça Federal.
O julgamento foi rápido, pois não houve sustentação oral de defesa ou acusação, apenas breves votos dos desembargadores João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF4, Leandro Paulsen e Victor Laus.
Com o recurso, a defesa pretendia reverter a condenação, mesmo que o embargo de declaração não preveja mudança de um julgamento, apenas esclarecimentos sobre seu resultado.
A rejeição do embargo será agora comunicada ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância, e que condenou Lula, em junho do ano passado, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex em Guarujá (SP).
No acórdão (sentença do colegiado) em que confirmou a condenação de Lula e aumentou sua pena de 9 anos e 6 meses para 12 anos e 1 mês de prisão, a Oitava Turma do TRF4 determinou também que, após o julgamento do embargo, Moro fosse notificado para que pudesse ordenar a execução provisória de pena pelo ex-presidente.
A determinação citou entendimento estabelecido em 2016 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que, em três ocasiões naquele ano, assentou que condenados em segunda instância podem começar de imediato a cumprirem suas penas.
O plenário do STF, entretanto, emitiu na semana passada um salvo-conduto que garante a liberdade de Lula ao menos até o dia 4 de abril, quando está marcado o julgamento de um habeas corpus preventivo do ex-presidente, com o qual ele pretende não ser preso enquanto recorre a instâncias superiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Eleição
A confirmação final da condenação de Lula pela segunda instância da Justiça pode ainda impedir que ele se candidate à Presidência nas eleições deste ano. Em pesquisas recentes, o ex-presidente, que já anunciou sua vontade de concorrer, aparece como líder de intenções de voto.
Pela Lei da Ficha Limpa, sancionada pelo próprio Lula em 2010, aquele que for condenado por órgão colegiado, como é o caso do TRF4, por determinados crimes, entre eles, o de lavagem de dinheiro, fica sujeito à inelegibilidade por oito anos, a contar da data da publicação do acórdão.
Fica a cargo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir a respeito da aplicação da lei no momento em que for solicitado o registro de candidatura.

sábado, 13 de maio de 2017

Justiça anula passaporte diplomático do missionário RR Soares


Na decisão, a magistrada refuta o argumento dos líderes religiosos de que eles possuiriam “relevância nacional necessária”

A Justiça Federal em São Paulo anulou a portaria do ex-ministro de Relações Exteriores José Serra (PSDB) que concedeu no ano passado passaporte diplomático ao pastor da Igreja Internacional da Graça de Deus, R. R. Soares.
A decisão desta quinta-feira (11) é mais uma derrota de líderes religiosos na Justiça que foram beneficiados com o documento que, na prática, permitia ao pastor e sua mulher, também beneficiada com o documento especial, a ter acesso à fila de entrada separada nos países e vistos gratuitos, quando necessários aos brasileiros.
No ano passado, a Justiça já havia determinado a suspensão e o recolhimento dos passaportes dos pastores. Agora, o juiz anulou o ato do Poder Executivo que concedeu o benefício. A rigor, o documento é concedido a autoridades que, entre outros motivos, viajam para representar os interesses do país.“A Portaria de 28 de junho de 2016 do Ministério das Relações Exteriores deve ser anulada em razão de manifesta ilegalidade ocasionada tanto pela ausência de motivação idônea, como pelo desvio de sua finalidade, o que, em última análise, fere a moralidade administrativa”, assinala a juíza da 7ª Vara Federal Cível de São Paulo, Diana Brunstein, na decisão.
A sentença foi expedida na ação popular movida pelo advogado Ricardo Amin Abrahão Nacle questionando a concessão do benefício aos religiosos. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.
Apesar de citar uma portaria do então ministro José Serra, o tucano não é alvo da ação, pois a Justiça Federal entendeu que ele deveria ser excluído do processo e que a União Federal, por meio da Advocacia-Geral da União, deveria responder pelo caso.
Na decisão, a magistrada ainda refuta o argumento dos líderes religiosos de que eles possuiriam “relevância nacional necessária” e aponta que o Estado brasileiro é laico. “As viagens missionárias dos corréus são indubitavelmente constantes, porém, como dito na própria contestação, visam defender os interesses da Igreja, propagando a doutrina cristã e isto não representa os interesses do país, que como organização estatal é laico e, portanto, neutro em relação às mais diversas crenças e religiões, cabendo apenas garantir e zelar pela liberdade de consciência e de crença, assegurando livres manifestações religiosas, nos termos do artigo 5º, VI da Constituição Federal”, segue a sentença.
A juíza também analisou os argumentos de que a concessão do benefício buscava dar isonomia aos líderes religiosos, já que durante o Brasil Império líderes católicos receberam o passaporte. O magistrado lembrou que, durante o Império, o Estado não era laico e que, portanto, não caberia comparar a situação com a de outros líderes religiosos. “Modificado este princípio fundamental do Estado, a atenção à isonomia se dá com a não concessão do passaporte diplomático a qualquer líder religioso, inclusive os católicos, não a extensão desta prática reconhecidamente arcaica e inconstitucional, que ofende a isonomia entre líderes religiosos e os demais Cidadãos”, afirma a sentença.
O benefício a RR Soares e sua mulher não foi o primeiro concedido pelo governo federal. Em 2013, durante o governo Dilma Rousseff, o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago de Oliveira, e a mulher dele, Franciléia de Castro Gomes de Oliveira também receberam o benefício. Outros líderes de igrejas também já receberam o documento, que dá direito ao uso de uma fila especial nos aeroportos, mas não dá imunidade diplomática.
Com menos de uma semana no cargo, em maio deste ano, José Serra concedeu o mesmo benefício para o pastor Samuel Ferreira e a mulher Keila, também pastora, da Assembleia de Deus.
O sistema de concessão de passaportes diplomáticos foi alterado em 2011, depois de revelado que os filhos e netos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham o documento mesmo depois da sua saída do governo e de não serem menores de idade, como determinava o decreto sobre o tema. Na época, a legislação dava ao ministro o poder de decidir quem poderia receber o passaporte em casos considerados de interesse nacional – o então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, concedeu o documento aos filhos de Lula pouco antes do final de seu governo, em 2010.
O advogado Alexandre Henrique, que representa o pastor e sua mulher, diz que vai recorrer da decisão, que classificou de “muito fraca”. “Acredito que a decisão vai ser reformada. O desembargador do caso já negou a liminar que mandava recolher os passaportes no ano passado. Acreditamos que essa decisão também deve ser revista no Tribunal (Regional Federal da 3ª Região)”, disse.( Época)
Fonte: Gospel Geral

sexta-feira, 24 de março de 2017

Lula ataca procurador: “acha que a Bíblia dele dá solução para tudo”

‘Nem Moro, nem Dallagnol, nem PF têm a honestidade que eu tenho’, desafia ex-presidente

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a atacar o juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol nesta sexta-feira (24). Durante a abertura do seminário que o PT promoveu em São Paulo, com o nome “O que a Lava-Jato fez pelo Brasil”.
Para Lula, os principais elementos da força-tarefa que investiga a corrupção no país não tem a honestidade que ele tem. “Nem o Moro, nem o Dallagnol, nem o delegado da Polícia Federal têm a lisura, a ética e a honestidade que eu tenho nestes 70 anos de vida”, bradou o político, que na prática já está fazendo campanha para as eleições presidenciais do ano que vem.
No encerramento do evento, ele defendeu também a aprovação da lei de abuso de autoridade no Congresso.
Para Lula, os integrantes magistrado e os policiais federais fizeram “a coisa mais sem vergonha da história deste país”. Ele se referia à condução coercitiva de que foi alvo em março do ano passado.
“A Polícia Federal, que é uma instituição que eu aprendi a respeitar e a fortaleci, mas na hora que ela invade a casa de uma pessoa. Na minha casa, entraram com máquina fotográfica no peito, máquina de filmar, e deram para a Veja fazer um filme com as filmagens que eles fizeram na minha casa”, reclamou.
Numa tentativa de inverter os argumentos, mesmo não conseguindo se desvencilhar das centenas de vezes que seu nome aparece nas delações, asseverou:  “A Lava-Jato não precisa do crime. Primeiro, ela acha o criminoso e depois coloca o crime em cima do criminoso”.
Partindo para a forma mais baixa de argumentação, Lula atacou o procurador Dallagnol, chamando-o de “moleque” e debochando da fé evangélica professada por ele. “Aquele Dallagnol (vem) sugerir que o PT foi criado para ser uma organização criminosa… O que aquele moleque conhece de política? Ele nem sabe como se monta um governo. Não tem a menor noção. Ele acha que sentar em cima da Bíblia dele dá solução para tudo”.
Essa não é a primeira vez que o pré-candidato do PT mostra desprezo pelos valores cristãos do magistrado. Um ano atrás, a Polícia Federal divulgou uma conversa do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e de Lula onde o ex-presidente já ridicularizava o fato de alguns dos membros da força-tarefa serem evangélicos.
“Esses meninos da Polícia Federal e esses meninos do Ministério Público se sentem enviados de Deus”, disse Lula. “Os caras do ministério público são crentes. É uma coisa absurda”, respondeu Paes.
Com informações O Globo via Gospel Prime

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

"Bíblia é o principal livro dessa vara", diz juiz da Lava Jato no Rio


Responsável pela prisão de Sérgio Cabral e Eike Batista, o juiz federal Marcelo Bretas é conhecido pela aplicação rigorosa das penas e por sua fé cristã

Responsável pela prisão do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), e de Eike Batista, o juiz federal Marcelo da Costa Bretas é conhecido pela aplicação rigorosa das penas e repreensões aos réus baseadas nos princípios bíblicos.
A Bíblia Sagrada permanece sobre sua mesa e costuma ser citada nas sentenças, como a que decretou a prisão preventiva de Cabral. "'Por que será que as pessoas cometem crimes com tanta facilidade? É porque os criminosos não são castigados logo'", escreveu o juiz, citando o trecho de Eclesiastes  8:11.
Diante da sentença, a defesa do ex-governador pediu o afastamento de Bretas, sob acusação de realizar julgamentos sob amparo religioso. O pedido foi negado.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, Bretas frequenta a Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul, próxima à sua casa, na praia do Flamengo. Embora colegas de trabalho e familiares do juiz reconheçam a importância da fé em sua vida, eles afirmam que a religiosidade não influencia seu julgamento.
"Ele sabe o que faz, está na briga para ganhar. Esperou a situação probatória estar mais consolidada para decidir. Não será fácil modificar decisão dele", diz o procurador Cláudio Henrique Viana, que conheceu Bretas durante passagem pelo Ministério Público do Estado do Rio.
Bretas entrou na operação Lava Jato em novembro de 2015, depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, separou do processo a parte que dizia respeito à empresa Eletrobras Eletronuclear, sediada no Rio.
Por sorteio, o caso caiu na 7ª Vara Federal Criminal, assumida por Bretas oito meses antes. Em seu primeiro dia de trabalho, o juiz deixou clara sua posição cristã. "No dia em que ele chegou, tirou a Bíblia da pasta e disse: esse é o principal livro dessa vara", contou Fernando Pombal, diretor de secretaria da 7ª Vara. "É o que guia o espírito e a inteligência dele."
Conhecido como o "Moro do Rio" (em referência a Sergio Moro), o juiz é o mais velho de uma família de quatro irmãos, que foram criados por pais evangélicos na Baixada Fluminense. Um de seus irmãos se tornou pastor.
Fonte: CPAD News

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Presos da Lava Jato dividem ala com facções e temem rebelião


No Complexo Médico Penal de Pinhais, em Curitiba (PR), presos pela Operação Lava Jato têm receio de que a onda de rebeliões chegue ao presídio. As informações são da coluna Painel, do site do jornal ‘Folha de S. Paulo’, deste domingo (22).
No local, criminosos condenados por crimes como homicídio e estupro dividem ala com políticos como o ex-ministro José Dirceu e o deputado cassado Eduardo Cunha.
Ainda de acordo com o jornal, há inclusive membros de facções presos no complexo.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Pr. Silas Malafaia vai às lágrimas ao receber a manifestação de apoio da sua igreja


Pr. Silas Malafaia se defende e presta esclarecimentos à Igreja que dirige, quando recebe total apoio da membresia


O Pr. Silas Malafaia realizou EBD ESPECIAL na manhã de hoje, 18.12.2016, da sede da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, igreja que preside no Rio de Janeiro, em rede para todas as congregações no Brasil, ocasião em que se defendeu das acusações que está sofrendo, bem como da condução coercitiva a que foi submetido pela Justiça Federal.

Ao assumir o púlpito e saudar a Igreja com "A Paz de Cristo", Silas Malafaia foi surpreendido com uma calorosa manifestação dos irmãos, com aplausos, faixas e cartazes de poio o seu líder, com dizeres, "Estamos contigo pastor", "Somos todos Malafaia", "Nós estamos contigo pastor" e "Estamos contigo"., entre vários outros, o que o levou a momento de grande emoção e às lágrimas.

Aproveitou o momento para agradecer órgãos de imprensa que publicaram sua defesa na íntegra, entre eles a Rede Globo deTelevisão, Reinaldo Azevedo da Revista Veja, a Rede Bandeirantes de Televisão por aguardar a regravação do programa até a madrugada do sábado para veiculação da sua defesa, ao ator Alexandre Frota, por voluntariamente promoter gravar um vídeo em sua defesa.

Na ocasião também não deixou barato aqueles pastores e crentes em geral que o criticaram nas redes sociais e, sem citar nomes, mencionou fatos, que desafetos publicaram contra ele, sem conhecimento de causa, sempre no seu aguerrido estilo.

Citou ainda o caso de um em famoso evangelista que o "detonou" e seu pastor presidente ligou para Silas Malafaia prometendo disciplina-lo, ao que ele repeliu e solicitou que nada fizesse e deixasse nas mãos de Deus.

A Pastora Antonieta Rosa, pertencente ao Ministério da AD Vitória em Cristo, pediu a palavra e contou à Igreja sôbre aviso de Deus através de revelação, conforme suas palavras, e incentivou a igreja a dar total apoio ao seu líder.

Na sequência convocou a Igreja para uma campanha de oração no horário das 5h da manhã, durante uma semana, por assuntos que tem a tratar.

Na ocasião o Pr. Malafaia atribuiu ainda os acontecimentos a uma retaliação espiritual do inferno pela inauguração da AD Vitoria em Cristo na capital de São Paulo e 45 dias.

Após todas as explicações, a igreja se uniu em oração dirigida pela Pastora Antonieta Rosa, em favor da Igreja, do Pastor Silas Malafaia e sua esposa, Pastora Elizete Malafaia.

ASSISTA TODA A REUNIÃO AQUI



ASSISTA A MANIFESTAÇÃO DE APOIO DA IGREJA EM DESTAQUE

Malafaia divulga extrato bancário, mostrando para onde foi oferta questionada pela PF


Pastor Silas grava vídeo e volta a dizer que é inocente

O pastor Silas Malafaia voltou a usar a internet para falar sobre as acusações feitas contra ela pela Polícia Federal na operação Timóteo. Deflagrada na sexta-feira (16), ela investiga um esquema de corrupção envolvendo cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.
Apesar de terem sido presas 16 pessoas em 11 estados, o nome da operação e o destaque da mídia acabaram por dar ênfase somente ao suposto envolvimento do pastor, como se ele fosse o mandante. Na verdade, seu nome apareceu por conta de uma doação feita pelo advogado Jader Alberto Pazinato. Três anos atrás, ele doou um cheque de 100 mil reais para Malafaia.
Pazinato está preso e o dinheiro doado seria fruto do esquema que  nos último oito anos desviou R$ 66 milhões.  O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo decidiu gravar um vídeo onde mostra seu extrato bancário de julho de 2013, época em que o cheque do advogado foi depositado em sua conta.
Segundo os dados mostrados por ele, que incluem cópias de cheques assinados por Silas, a maior parte – 70 mil reais – foram para pagar pelo programa de TV Vitória em Cristo, apresentado semanalmente pelo pastor há mais de 25 anos. Os outros 30 mil foram dados para a Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, que ele preside.
Os dois cheques foram doados com menos de uma semana de intervalo.
No vídeo de pouco mais de 3 minutos, o pastor Silas reitera que não é “laranja” de nenhum esquema e argumenta que, caso fosse, não teria depositado o cheque em sua conta pessoal.
“Taí a prova, eu paguei imposto da oferta que eu dei”, reiterou. Disse ainda que está abrindo suas contas para provar às pessoas que o acusaram, mesmo sem provas. Isso inclui evangélicos. “Querem me denegrir e querem me calar, mas não vão. Só quem me cala é Deus”, disparou.
A atitude de quebrar seu próprio sigilo é semelhante a que ele teve em 2013, quando exibiu sua declaração de imposto de renda na TV, após ser acusado pela revista Forbes de ser o terceiro pastor mais rico do país, com uma fortuna estimada em US$ 150 milhões.

Fonte: Gospel Prime

ASSISTA AQUI

SONHO DO PASTOR JOÃO MORENO COM O PR. SILAS MALAFAIA SE CUMPRE. VEJA O QUE ACONTECERÁ



Há um bom tempo temos visto as revelações do mar de lama da corrupção que tem assolado o Brasil, e por isso gerado stress, desesperança, convulsão social, crise econômica etc. Sobre essa crise, tive alguns sonhos que se cumpriram, porém um chamou a minha atenção. 


No sonho em destaque, que aconteceu em 2016, apresentaram-se os seguintes quadros.

Leia a matéria completa no blog do autor, acessando no link abaixo:

Seis lições do caso Silas Malafaia para a Igreja



Hoje, o televangelista, pastor, psicólogo e multimídia, Silas Malafaia, foi levado coercitivamente para depor numa operação policial denominada Timóteo. O noticiário contém abundante material a respeito. Conto que seja inocente, torço para que sua lisura cantada em prosa e verso venha à tona.

Mas há algumas lições do caso que são importantes para nossa reflexão.

Leia direto no blog do autor, através do link abaixo:

Seis lições do caso Silas Malafaia para a Igreja


sábado, 17 de dezembro de 2016

Pr. Silas Malafaia é o novo alvo da "esquerda" no Brasil! - Por Leudo Costa do Cristalvox


Leudo Costa é jornalista, editor responsável pelo portal Cristalvox.com, registre-se a be da verdade que não é evangélico, nem conhece o pastor Silas Malafaia pessoalmente. Creio ser uma voz independente que merece ser pelo menos ouvida e analisada.

ASSISTA AQUI:



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Silas Malafaia explica acusações: “não sou ladrão” - COMENTO A NOTÍCIA

Pastor Silas Malafaia acusa PF e Justiça de quererem jogar sua reputação “na lama”

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi alvo de condução coercitiva da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (11). A operação “Timóteo” investiga um esquema de corrupção envolvendo royalties advindos de exploração mineral.
A PF esteve em sua residência, no Rio de Janeiro, mas ele estava em São Paulo, onde inaugurou uma igreja recentemente. Por isso, anunciou que irá se apresentar para esclarecer a situação. O pastor divulgou um áudio na internet e em breve publicará um vídeo.
Malafaia alega inocência. Seu nome apareceu nas investigações após ter recebido dinheiro advindo do principal escritório de advocacia participante do esquema.
O líder do Vitória em Cristo conta que recebeu em seu escritório a visita de um membro da igreja do pastor Michael Aboud da Igreja Embaixada do Reino de Deus, em Balneário Camboriú, SC. Este homem, não identificado por ele, levou como oferta um cheque de cem mil reais.
O dinheiro foi declarado à Receita Federal, garante Malafaia. Esse cheque agora é usado contra ele pela Justiça.
“Quer dizer agora que tenho que responder se membros de igreja são bandidos? Isso é um show pirotécnico para tentar me desmoralizar na opinião pública. Estão jogando a minha reputação na lama”, reclama ele no áudio.
O pastor reclama que não foi convocado para depor, pois prestaria todas as explicações. “Eu não sou ladrão e não estou envolvido em corrupção. Recebi uma oferta declarada e só”, encerra.

Fonte: Gospel Prime

MEU COMENTÁRIO

Todos que acompanham este blog, sabem perfeitamente das discordâncias pontuais que tenho com o Pr. Silas Malafaia, nem sempre no conteúdo das idéias, mas mormente na maneira como se expressar e fazer as coisas, em sendo um líder religioso de grande projeção, como é o caso dele.

Agora, considerando a maneira como o pastor Silas Malafaia tem se posicionado firmemente contra a corrupção e tantos outras demandas que denigrem a família tradicional e os direitos humanos e do cidadão, nã0 tem como se imaginar que ele seja tão inocente, a ponto de não saber que estão à sua "caça", investigando sua vida, bem como as instituições que dirige, àliás ele mesmo já disse isso em outras ocasiões.

Uma condução coercitiva para quem não foi convidado, muito menos intimado a prestar esclarecimentos, me parece uma medida exagerada e exibicionista, com a clara intenção de denegrir a imagem de alguém. A priori é bom lembrar que isso já vem acontecendo e por isso mesmo a Câmara dos Deputados tem defendido os limites e as penalidades contra o abuso de autoridade por parte do Judiciário e do Ministério Público, o que foi interpretado por muitos, como uma forma de intimidação ao Judiciário.

Assim como entendi naquela oportunidade, que a bancada evangélica defendeu uma coisa correta na hora errada, entendo agora que a Justiça não vigiou e assinou embaixo o acerto da Câmara dos Deputados quando vaticinou que estavam se excedendo e portanto cometendo abuso de autoridade.

Ainda que possamos ter discordâncias pontuais com o Pr. Silas Malafaia, temos que "dar a mão à palmatória" que está correto. Hoje é ele, amanhã será qualquer outro.

Por ser um líder religioso evangélico, não podemos nos omitir de contestar quando se excede, muito menos concordar quando se torna alvo de perseguição.

Oremos!
Assista aqui:
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