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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Igreja Universal emite nota sobre o Banco Digimais e reage a ações da PF



Bispo Renato Cardoso também se manifestou alegando perseguição contra a Igreja Universal


Os desdobramentos da recente operação policial que resultou no bloqueio de ativos financeiros ligados ao Banco Digimais continuam movimentando os bastidores do cenário religioso e corporativo nacional. Diante do impacto das investigações e do cumprimento dos mandados judiciais, a liderança da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e o Bispo Renato Cardoso manifestaram-se publicamente para delimitar responsabilidades e contestar a abordagem das autoridades e de setores da imprensa.

O posicionamento oficial busca esclarecer a estrutura de governança da entidade bancária e externar a insatisfação da cúpula eclesiástica com o tratamento recebido ao longo da condução do caso.

Nota oficial da Universal esclarece o papel do Bispo Edir Macedo

Por meio de seu Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais, a instituição emitiu um documento formal para detalhar o distanciamento da liderança religiosa da rotina corporativa do banco investigado. A manifestação visa resguardar a imagem institucional e desvincular a figura do fundador de eventuais irregularidades operacionais apontadas nos relatórios.

Diz o comunicado emitido pela UNIcom:

"Em relação às investigações envolvendo o nome do Banco Digimais, informamos que o Bispo Edir Macedo não integra a administração executiva nem participa da gestão operacional, financeira ou contábil da instituição. A condução das atividades é de responsabilidade exclusiva dos executivos e profissionais legalmente habilitados para responder perante os órgãos reguladores. Reiteramos nossa plena confiança na lisura das apurações conduzidas pelas autoridades competentes. Os advogados acompanham o processo de perto para garantir a rápida elucidação da verdade."

Bispo Renato Cardoso alega perseguição

Em paralelo à nota técnica, o Bispo Renato Cardoso trouxe o debate para a esfera espiritual e de direitos institucionais. Em pronunciamento público focado na defesa da comunidade, o líder externou a insatisfação ao declarar abertamente que as investidas tratam-se de “uma clara perseguição contra a Igreja Universal”.

A cúpula defende que os critérios de fiscalização e divulgação adotados possuem contornos atípicos se comparados às rotinas aplicadas ao restante do Sistema Financeiro Nacional.

Esse sentimento de sofrer uma ação desmedida e direcionada também foi compartilhado pela assessoria de imprensa da denominação, que aproveitou o espaço do esclarecimento oficial para direcionar críticas severas ao comportamento de determinados canais de comunicação durante a cobertura da Operação Miragem.

Ao fechar o comunicado, a assessoria expressou o descontentamento e a esperança da denominação ao expor:

"Infelizmente, não podemos expressar a mesma confiança em alguns veículos de notícias que historicamente, há décadas, alvejam o Bispo Macedo e a Igreja Universal com notícias falsas, tendenciosas e maldosas. Acima de tudo, e sempre, confiamos em Deus."

A banca jurídica que atende o grupo empresarial e religioso informou que todas as informações contábeis necessárias serão submetidas aos juízos competentes a fim de restabelecer a normalidade e demonstrar a integridade das atividades comerciais.

Confira a íntegra da nota abaixo:


Fonte: Folha Gospel com informações da Igreja Universal

sábado, 13 de março de 2021

Pastor que pediu por ‘massacre’ de judeus é alvo de operação da Polícia Federal

O pastor Tupirani da Hora Lores, líder da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo, é alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (12), sob acusação de ter praticado crime de intolerância religiosa contra os judeus durante um culto em junho do ano passado.

Agentes foram à sede da igreja, no Santo Cristo, para colher provas depois que o religioso, em um de seus cultos, pediu por um “massacre” de judeus.

A Operação Shalom buscou material de um culto gravado e difundido em junho do ano passado, com um tom grave de intolerância religiosa contra a comunidade judaica, afirmando que eles “deveriam ser envergonhados como foram na 2ª Guerra Mundial”.

Na época, o vídeo causou uma comoção internacional, de várias organizações judaicas. Jornais de Israel repercutiram a fala do pastor, e a organização social Sinagoga Sem Fronteiras entrou com uma denúncia na Polícia Federal.

Tupirani foi o primeiro condenado no Brasil por intolerância religiosa, em 2008. Em 2012, ele e alguns discípulos da igreja foram presos por intolerância religiosa, por comportamentos homofóbicos, xenófobos e racistas.

A ação foi comandada pela Delegacia de Crimes Cibernéticos, pois os vídeos da igreja sempre são postados nas redes sociais.

O suspeito responderá pela prática, induzimento ou incitação à discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, quando cometido por intermédio dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza.

Fonte: G1 via Folha Gospel


quarta-feira, 29 de abril de 2020

‘O STF quer governar no lugar de Bolsonaro?’, questiona Malafaia

"Eu não acredito no que está acontecendo. O STF quer agora nomear no nome do presidente?", questionou

O pastor Silas Malafaia criticou a intervenção feita pelo STF no Executivo ao suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal.
O pastor fez uma breve chamada em um vídeo no Twitter e diz que vai falar mais sobre o assunto em outro vídeo.
"Eu não acredito no que está acontecendo. O STF quer agora nomear no nome do presidente?", questionou.
A suspensão
Moraes é o relator de ação protocolada pelo PDT. O partido questionou a nomeação feita pelo presidente Jair Bolsonaro na esteira de uma série de acusações do ex-juiz Sergio Moro de tentativas de interferência política na Polícia Federal. 

Na decisão, o ministro relata acusações feitas por Moro e trocas de mensagens entre o ex-juiz e o presidente da República que indicam um embate em torno do comando da Polícia Federal.
Fonte: JM Notícia

Alexandre de Moraes suspende nomeação de Ramagem para PF

Ministro do STF deferiu pedido do PDT alegando que nomeação poderia não observar os critérios de impessoalidade, moralidade e interesse público


O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu a nomeação e a posse de Alexandre Ramagem Rodrigues para o cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal.


Uma das alegações que constam do mandado de segurança é a declaração do ex-ministro da Justiça Sergio Moro de poderia haver interferência política na PF.
Na decisão, Moraes argumenta provável desvio de finalidade do ato da nomeação. "Analisando os fatos narrados, verifico a probabilidade do direito alegado, pois, em tese, apresenta-se viável a ocorrência de desvio de finalidade do ato presidencial de nomeação do diretor da Polícia Federal, em inobservância aos princípios da impessoalidade, da moralidade e do interesse público", escreveu o ministro.

Moraes cita ainda a entrevista do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, na qual, segundo o ministro, "afirmou expressa e textualmente que o Presidente da República informou-lhe da futura nomeação do delegado federal Alexandre Ramagem para a Diretoria da Polícia Federal, para que pudesse ter 'interferência política' na Instituição, no sentido de “ter uma pessoa do contato pessoal dele', 'que pudesse ligar, colher informações, colher relatórios de inteligência'."

O pedido do PDT foi feito por Ramagem ter se aproximado dos filhos do presidente após ter sido coordenador da segurança de Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018. A posse de Ramagem e do ministro da Justiça, André Mendonça, estava marcada para às 15h desta quarta-feira (29).

Agora, a AGU (Advocacia-Geral da União) deverá recorrer da decisão do ministro Alexandre de Moraes e o caso será julgado no plenário do STF, com todos os ministros presentes à sessão. Não há data prevista para o julgamento do caso no plenário do Supremo.
Fonte: R7

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Grupo terrorista ameaça matar Bolsonaro e mais dois ministros

Autointitulado "anticristão", o grupo extremista que ameaça matar o presidente Jair Bolsonaro e dois ministros

A divisão antiterrorismo da Polícia Federal está tentando descobrir a identidade dos integrantes de um grupo extremista que ameaça matar o presidente Jair Bolsonaro e dois ministros. Autointitulado "Sociedade Secreta Silvestre", o movimento se diz "ecoterrorista" e "anticristão" e tem feito "ameaças a figuras públicas, notadamente ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro", segundo o documento obtido por VEJA.
As ameaças são postadas num site – e vieram à tona quando, em dezembro do ano passado, o grupo disse que poderia promover um atentado na cerimônia de posse presidencial. Na época, a polícia desarmou uma bomba colocada na porta de uma igreja que fica a cerca de 50 quilômetros do Palácio do Planalto.
Recentemente, a "Sociedade Secreta" incendiou dois carros numa das sedes do Ibama, em Brasília. No local, a polícia localizou fragmentos de uma bomba caseira. O grupo assumiu a autoria do atentado e anunciou que o próximo alvo será o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente.
Segundo os investigadores, as condutas dos envolvidos são "extremamente graves, inclusive com a utilização de artefatos explosivos" e representam "atos criminosos".
Fonte: JM Notícia

domingo, 8 de abril de 2018

Ex-presidente Lula chega à sede da Polícia Federal em Curitiba para cumprir pena

Ele vai ficar em uma cela isolada de 15 metros quadrados com uma cama, banheiro e uma janela


O avião da Polícia Federal que levava o ex-presidente Lula aterrissou no Aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba por volta das 22h. Às 22h27, de helicóptero, Lula chegou à sede da Polícia Federal.

Ele deve ficar preso em uma sala isolada no quarto e último andar do prédio, a pedido do juiz Sérgio Moro.

O delegado da PF Igor Romário de Paula, membro da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, detalhou nesta sexta-feira (6) as condições que Lula terá enquanto estiver preso na Superintendência da PF na capital paranaense.

A sala isolada é uma cela especial chamada "Sala de Estado Maior". Uma sala simples que tem uma cama, uma mesa com cadeiras e o acesso a um banheiro. O restante do tratamento da disciplina e da prisão dele será como de qualquer outro preso.

A Sala de Estado Maior tem cerca de 15 metros quadrados, uma janela, que fica para dentro da estrutura do prédio. A alimentação será como a de outros presos.

Manifestações
Manifestantes a favor e contrários ao ex-presidente Lula começaram a se reunir em frente da sede da PF após o começo do ato em memória de Marisa Letícia, no final da manhã deste sábado.

Por volta das 14h, para evitar confronto, a PM fez um cerco ao redor da Superintendência.

Os apoiadores de Lula ficaram no espaço em frente ao portão principal da PF e passaram a tarde com faixas, bandeiras e músicas sobre o ex-presidente. No início da noite, algumas pessoas do grupo hostilizaram jornalistas que estavam no local. Ovos foram atirados contra uma casa que serve de base para a imprensa.

Do outro lado do prédio, um número menor de pessoas comemoravam a prisão do petista. Eles soltaram fogos de artifício quando Lula se entregou.
Fonte: R7

Como foram as últimas 24 horas de liberdade do ex-presidente Lula


Como foi o último dia de Lula antes de se entregar à Polícia Federal, neste sábado, e ser levado para Curitiba

As últimas 24 horas de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que terminaram às 18h40 deste sábado (7), quando ele deixou a sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, e entrou no carro da Polícia Federal, alternaram tensão, negociações, um grande evento público e algumas confusões.

Após deixar expirar o prazo dado pelo juiz Sérgio Moro para que ele se entregasse em Curitiba, às 17h de sexta, Lula permaneceu dentro do sindicato, onde já estava desde a véspera.

Ele permaneceu reunido com seus advogados e inúmeros apoiadores, para definir os passos que seriam tomados em seguida. As negociações para que Lula se entregasse à PF foram lideradas pelo ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Ato Missa pela manhã
Lula decidiu dormir no sindicato para participar de uma missa em homenagem a sua esposa, Marisa Letícia da Silva, que morreu em fevereiro do ano passado e faria 68 anos neste sábado.

A cerimônia começou por volta das 10h30 e teve a participação de diversas lideranças políticas do PT, como a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, a ex-presidente Dilma Rousseff e de pré-candidatos à presidência, como Manuela D'Ávila (PC do B) e Guilherme Boulos (PSOL). Uma banda de artistas escolhidos por Lula também tocou durante o evento.

Lula também criticou as decisões do juiz Sérgio Moro e falou que vai combater a sentença. No fim do discurso, ele desceu do carro de som e foi carregado pelos manifestantes. Se acolheu no Sindicato, onde almoçou, e se preparava para se entregar.Por volta do meio-dia, o ex-presidente tomou a palavra e fez um discurso em que relembrou sua trajetória política, que começou no próprio Sindicato dos Metalúrgicos, no fim da década de 1970.

Tarde tensa
Durante a tarde, a tensão. Com o sindicato cercado por manifestantes desde a tarde de quinta-feira (5), muitos deles exaltados, Lula tentou sair do prédio e se entregar à Polícia Federal. Por volta das 17h, muitas pessoas se amontoaram diante do portão do estacionamento e o carro do ex-presidente não conseguiu sair.

Uma hora e quarenta minutos depois, ele saiu por uma porta de acesso ao estacionamento. Cercado por seguranças, ele saiu a pé do local, atravessando a multidão que tomou uma rua atrás do sindicato, e entrou no prédio da TV dos Trabalhadores (TVT). Entrou pelo portão traseiro e saiu pela frente do prédio, já escoltado pela Polícia Federal.

Os manifestantes ficaram do lado de fora, muitos deles exaltados e se empurrando. Um homem alegava ter sido atingido no rosto por um segurança.

Saída de São Paulo
Lula foi levado de São Bernardo até a sede da PF em São Paulo, na Lapa. Após fazer um rápido exame de corpo de delito, ele foi levado de helicóptero até o aeroporto de Congonhas, onde pegou um avião da Polícia Federal rumo a Curitiba, onde chegou às 22h09.

Por volta das 22h27, Lula chegou de helicóptero à sede da Polícia Federal em Curitiba, onde deve começou a cumprir a pena de 12 anos e um mês a que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Fonte: R7

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Malafaia é indiciado pela PF na Operação Timóteo por receber R$ 100 mil como doação - COMENTO A NOTÍCIA

Em seu Twitter, Silas Malafaia declarou que o indiciamento ‘é notícia velha’

O pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, ligada à Assembleia de Deus, foi indiciado pela Polícia Federal na Operação Timóteo por lavagem de dinheiro. A informação foi dada nesta sexta-feira, 24, pela Polícia Federal. Além de Malafaia, outros 49 investigados foram indiciados pela PF no relatório final da Operação Timóteo, enviado à Justiça Federal em Brasília.
O indiciamento de Malafaia foi divulgado pela revista IstoÉ e confirmado pelo Estadão.
Em 16 de dezembro do ano passado, o pastor foi alvo de mandado de condução coercitiva – quando o investigado é levado a depor e liberado.
A Operação Timóteo investiga um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral (65% da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM – tem como destino os municípios).
Malafaia é suspeito de apoiar na lavagem do dinheiro do esquema, que recebeu valores do principal escritório de advocacia investigado. A suspeita a ser esclarecida pelos policiais é que este líder religioso pode ter “emprestado” contas correntes de uma instituição religiosa sob sua influência com a intenção de ocultar a origem ilícita dos valores.
O mandado de condução coercitiva na Operação Timóteo provocou a ira do pastor Silas Malafaia. No dia da condução coercitiva, em seu Twitter, colérico, o pastor publicou mensagens, áudio e vídeo negando as suspeitas da investigação.
“Eu sei o poder das trevas”, afirmou em áudio.
O nome da operação é referência a uma passagem do livro Timóteo, integrante da Bíblia Cristã: 9 Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Associação Vitória em Cristo. O espaço está aberto para Silas Malafaia.
Em seu Twitter, Silas Malafaia declarou que o indiciamento ‘é notícia velha’. 
Com informações Estadão via JM Notícia
MEU COMENTÁRIO:
Em que pese ser que essa notícia é  velha, naquela época o pastor Silas Malafaia foi procurado para ser levado coercitivamente para depor, porém, por não ter sido achado em seu domicílio por estar viajando, ao ser informado se apresentou-se voluntariamente à sede da Polícia Federal em São Paulo e prestou os devidos esclarecimentos.
Agora, também é verdade que o indiciamento só tenha sido efetivado agora, o que não quer dizer que o pastor Silas Malafaia venha ser condenado.
O fato é notícia, mas as circunstâncias nos remetem à prudência e vigilância nos possíveis comentários e acusações precipitadas.
Oremos! 

domingo, 18 de dezembro de 2016

SONHO DO PASTOR JOÃO MORENO COM O PR. SILAS MALAFAIA SE CUMPRE. VEJA O QUE ACONTECERÁ



Há um bom tempo temos visto as revelações do mar de lama da corrupção que tem assolado o Brasil, e por isso gerado stress, desesperança, convulsão social, crise econômica etc. Sobre essa crise, tive alguns sonhos que se cumpriram, porém um chamou a minha atenção. 


No sonho em destaque, que aconteceu em 2016, apresentaram-se os seguintes quadros.

Leia a matéria completa no blog do autor, acessando no link abaixo:

Seis lições do caso Silas Malafaia para a Igreja



Hoje, o televangelista, pastor, psicólogo e multimídia, Silas Malafaia, foi levado coercitivamente para depor numa operação policial denominada Timóteo. O noticiário contém abundante material a respeito. Conto que seja inocente, torço para que sua lisura cantada em prosa e verso venha à tona.

Mas há algumas lições do caso que são importantes para nossa reflexão.

Leia direto no blog do autor, através do link abaixo:

Seis lições do caso Silas Malafaia para a Igreja


sábado, 17 de dezembro de 2016

Pr. Silas Malafaia é o novo alvo da "esquerda" no Brasil! - Por Leudo Costa do Cristalvox


Leudo Costa é jornalista, editor responsável pelo portal Cristalvox.com, registre-se a be da verdade que não é evangélico, nem conhece o pastor Silas Malafaia pessoalmente. Creio ser uma voz independente que merece ser pelo menos ouvida e analisada.

ASSISTA AQUI:



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Silas Malafaia explica acusações: “não sou ladrão” - COMENTO A NOTÍCIA

Pastor Silas Malafaia acusa PF e Justiça de quererem jogar sua reputação “na lama”

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi alvo de condução coercitiva da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (11). A operação “Timóteo” investiga um esquema de corrupção envolvendo royalties advindos de exploração mineral.
A PF esteve em sua residência, no Rio de Janeiro, mas ele estava em São Paulo, onde inaugurou uma igreja recentemente. Por isso, anunciou que irá se apresentar para esclarecer a situação. O pastor divulgou um áudio na internet e em breve publicará um vídeo.
Malafaia alega inocência. Seu nome apareceu nas investigações após ter recebido dinheiro advindo do principal escritório de advocacia participante do esquema.
O líder do Vitória em Cristo conta que recebeu em seu escritório a visita de um membro da igreja do pastor Michael Aboud da Igreja Embaixada do Reino de Deus, em Balneário Camboriú, SC. Este homem, não identificado por ele, levou como oferta um cheque de cem mil reais.
O dinheiro foi declarado à Receita Federal, garante Malafaia. Esse cheque agora é usado contra ele pela Justiça.
“Quer dizer agora que tenho que responder se membros de igreja são bandidos? Isso é um show pirotécnico para tentar me desmoralizar na opinião pública. Estão jogando a minha reputação na lama”, reclama ele no áudio.
O pastor reclama que não foi convocado para depor, pois prestaria todas as explicações. “Eu não sou ladrão e não estou envolvido em corrupção. Recebi uma oferta declarada e só”, encerra.

Fonte: Gospel Prime

MEU COMENTÁRIO

Todos que acompanham este blog, sabem perfeitamente das discordâncias pontuais que tenho com o Pr. Silas Malafaia, nem sempre no conteúdo das idéias, mas mormente na maneira como se expressar e fazer as coisas, em sendo um líder religioso de grande projeção, como é o caso dele.

Agora, considerando a maneira como o pastor Silas Malafaia tem se posicionado firmemente contra a corrupção e tantos outras demandas que denigrem a família tradicional e os direitos humanos e do cidadão, nã0 tem como se imaginar que ele seja tão inocente, a ponto de não saber que estão à sua "caça", investigando sua vida, bem como as instituições que dirige, àliás ele mesmo já disse isso em outras ocasiões.

Uma condução coercitiva para quem não foi convidado, muito menos intimado a prestar esclarecimentos, me parece uma medida exagerada e exibicionista, com a clara intenção de denegrir a imagem de alguém. A priori é bom lembrar que isso já vem acontecendo e por isso mesmo a Câmara dos Deputados tem defendido os limites e as penalidades contra o abuso de autoridade por parte do Judiciário e do Ministério Público, o que foi interpretado por muitos, como uma forma de intimidação ao Judiciário.

Assim como entendi naquela oportunidade, que a bancada evangélica defendeu uma coisa correta na hora errada, entendo agora que a Justiça não vigiou e assinou embaixo o acerto da Câmara dos Deputados quando vaticinou que estavam se excedendo e portanto cometendo abuso de autoridade.

Ainda que possamos ter discordâncias pontuais com o Pr. Silas Malafaia, temos que "dar a mão à palmatória" que está correto. Hoje é ele, amanhã será qualquer outro.

Por ser um líder religioso evangélico, não podemos nos omitir de contestar quando se excede, muito menos concordar quando se torna alvo de perseguição.

Oremos!
Assista aqui:
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