sábado, 15 de abril de 2017

Professora muçulmana que suspendeu aluno cristão perde processo contra ele na Justiça


Um aluno cristão que foi suspenso da faculdade por discordar de sua professora muçulmana em relação à crucificação de Jesus foi processado pela mesma, mas terminou livre da ação porque a Justiça ficou do seu lado.
O atrito entre o aluno cristão Marshall Polston e a professora muçulmana Areej Zufari começou quando a docente da universidade Rollins College, na Flórida, afirmou em sala de aula que não haviam indícios históricos da crucificação de Jesus, e que os discípulos não o consideravam o Filho de Deus.
Polston protestou durante a aula, reiterando os argumentos presentes na Bíblia Sagrada. Posteriormente, o aluno enviou um e-mail à professora, criticando as afirmações, reiterando argumentos e questionando os porquês de ela ter se omitido quando um colega de classe expôs a determinação da lei islâmica sharia de morte aos homossexuais.
A professora reagiu, inicialmente com uma publicação em sua página no Facebook, em que acusava Polston de perseguição e ódio. Depois, a docente moveu uma ação contra o aluno, alegando as mesmas coisas.
De acordo com informações do portal The Christian Post, na última semana, o juiz do condado de Orange, rejeitou dar continuidade à ação da professora contra o aluno, pois considerou que não há nenhuma evidência que comprove que Areej Zufari esteja sendo perseguida por Marshall Polston. O aluno, que estava suspenso das aulas por um mês, teve a punição revogada pela reitoria da universidade e informou, através de carta, que as acusações de abuso feitas contra ele eram inverídicas e sua postura não violava os padrões estabelecidos pela instituição.
No entanto, no mesmo documento, os reitores deram um puxão de orelhas no aluno, considerando que seu comportamento era “agressivo, desrespeitoso e por vezes vulgar em múltiplas comunicações verbais e eletrônicas com professores, funcionários e estudantes”.
O advogado de Marshall Polston, Kenneth Lewis, emitiu um comunicado comemorando a reintegração do aluno e pedindo que a universidade investigue as ações da professora Areej Zufari.
Fonte: Gospel+

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