Mostrando postagens com marcador Professor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Professor. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de abril de 2026

Astronauta Victor Glover da missão Artemis II é cristão e professor da Escola Dominical





Victor Glover, piloto da missão Artemis II da NASA glorifica a Jesus no espaço


O astronauta Victor Glover, piloto da missão Artemis II da NASA, tem chamado atenção não apenas por sua trajetória na exploração espacial, mas também por sua declaração pública de fé.

Em diversas ocasiões, ele destaca que "o maior mandamento é amar a Deus com tudo o que você é", princípio que afirma guiar sua vida pessoal e profissional.

Capitão da Marinha dos Estados Unidos e um dos astronautas mais experientes da atualidade, Glover levou consigo, em sua última viagem ao espaço, itens de valor pessoal e espiritual, como uma Bíblia e fotografias de sua família.

A atitude reforça a importância que a fé exerce em sua rotina, mesmo em ambientes altamente técnicos como o da exploração espacial.
Casado com Dionna e atuante como professor da Escola Bíblica Dominical em sua igreja, o astronauta também é conhecido por integrar sua espiritualidade à sua carreira. Segundo ele, seu objetivo é utilizar os dons e habilidades que possui para servir com excelência, inclusive no avanço das missões espaciais.
A trajetória de Victor Glover tem sido vista como um exemplo de que ciência e fé podem coexistir, inspirando pessoas a buscarem propósito e dedicação em suas áreas de atuação.








segunda-feira, 24 de março de 2025

A Trajetória da CPAD em 85 anos - Uma entrevista sensacional


O canal Pentecostais Arminianos no Youtube, sob a responsabilidade e organização do consultor teológico, Professor pastor Themmy Lima, entrevistou os irmãos, Dr. Ronaldo Rodrigues de Souza - Diretor Executivo da CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus e o pastor Isael de Araújo - Diretor da FAECAD e Coordenador do CEMP - Centro de Estudos do Movimento Pentecostal e também autor do Dicionário do Movimento Pentecostal.

A entrevista teve como tema central a Trajetória da Editora CPAD em 85 anos da sua fundação.

Vale a pena conferi-la na íntegra, um conteúdo histórico e esclarecedor.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Jimmy Carter dedicou parte da vida servindo na Escola Dominical



Jimmy Carter - Ex-presidente dos EUA faleceu aos 100 anos


O ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter, conhecido por sua fé e dedicação ao ensino, deu aulas na Escola Dominical por décadas na Igreja Batista Maranatha, em Plains, Geórgia. Carter faleceu em 29 de dezembro, aos 100 anos, o funeral aconteceu nesta quinta-feira (9).

Mesmo enquanto ocupava a Presidência dos EUA, Carter manteve seu compromisso com os ensinamentos bíblicos, acordando cedo aos domingos para ministrar as aulas na Primeira Igreja Batista de Washington, DC, conciliando essa atividade com suas responsabilidades como líder mundial.

Ele nunca se esqueceu de suas raízes – relembrou Shirley McBeath, membro de longa data da igreja.

Segundo ela, Carter estava sempre disposto a servir, mantendo-se acessível e participativo nas atividades da congregação.

Seus métodos de ensino eram elogiados por sua simplicidade e profundidade.

Ele pegava uma pequena parte das Escrituras e conectava ao dia a dia das pessoas – explicou Pennington-Russell, destacando o impacto de suas aulas nos frequentadores.

Registros históricos, como fotos e áudios encontrados no templo da capital norte-americana, onde Carter ensinou, mostram a consistência de sua dedicação.

FUNERAL

O caixão com o corpo do ex-presidente foi velado no Capitólio e depois seguiu para a Catedral Nacional de Washington para um funeral de Estado. As honrarias começaram no último sábado (4), com uma procissão fúnebre em sua cidade natal, Plains, no estado da Geórgia. Na terça-feira (7), o corpo foi levado para Washington após um velório no Centro Presidencial Carter, em Atlanta.

*Com informações Baptist Press, Scripps News e EFE via Pleno News

sábado, 24 de fevereiro de 2024

A NARRATIVA DO “GENOCÍDIO” DO PRESIDENTE LULA




A NARRATIVA DO "GENOCÍDIO" DO PRESIDENTE LULA


"30 MIL MORTOS, MULHERES E CRIANÇAS, A MAIORIA DE CIVIS INOCENTES – É UM GENOCÍDIO CONTRA O POVO PALESTINO O QUE ISRAEL ESTÁ FAZENDO EM GAZA"


MAS QUAL A FONTE DESSA INFORMAÇÃO?

"30 mil mortes, sendo a maioria de mulheres e crianças", essa tem sido a frase mais repetida pela imprensa, chefes de Estado, entre eles o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e ideólogos da esquerda, além de muitos cristãos facilmente influenciados pela mídia. Mas de onde vem essa informação, ela é precisa? Ela é confiável? Ela é verdadeira?

Essa informação procede do HAMAS, é isso mesmo, do grupo terrorista que iniciou a carnificina no dia 07 de outubro em Israel, matando aproximadamente 1.200 pessoas e sequestrando outras 200, a maioria mulheres, crianças e idosos no final do feriado religioso de Israel, aliás, esse grupo terrorista, quando não pode mais saquear, resolveu queimar suas vítimas vivas indefesas. É esse grupo terrorista que mata inocentes, denominado HAMAS, que pauta as informações para a mídia internacional. Todos os meios de comunicação aceitam como verdade a informação dos terroristas e citam a fonte: "Dados do Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas". "A guerra na Faixa de Gaza completou quatro meses na quarta-feira (07.02.2024) com um saldo de 27.708 pessoas mortas pelos ataques israelenses, segundo o Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas, sendo a maioria de mulheres e crianças".

Só por isso, essa narrativa já deveria ser questionada, e ou totalmente desconsiderada. Porque não dá para dar crédito para assassinos terroristas em hipótese alguma. Vamos para os fatos:

- Segundo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), baseado em Londres, as brigadas Ezzeldin al Qassam do Hamas teriam entre 15 mil e 20 mil combatentes, somente o Hamas, fora os outros grupos terroristas que operaram no território palestino de Gaza. O IISS, por sua vez, mantém o número de 15 mil, embora especifique que a mídia árabe fala em 40 mil (Reportagem publicada em outubro de 2023). Segundo reportagem da BBC de outubro de 2023 somente o "Hamas tem 30 mil combatentes". Considerando que o número de combates de um grupo terrorista deve ser mantido em segredo por uma questão estratégica, é bem provável que numa população de mais de um milhão de pessoas, os grupos terroristas que governam Gaza, apoiando o Hamas, possua um número bem superior.

- Do total dos mortos em Gaza, a grande maioria são de combatentes terroristas do Hamas e dos outros grupos terroristas que o apoiam, claro que existem mulheres e crianças e civis inocentes que morreram no combate, e isso é trágico, mas a grande ironia, disso tudo, é que esses civis, mulheres e crianças, são vítimas do próprio "modus operandi" dos grupos terroristas palestinos, entre eles o Hamas, que se escondem atrás de instituições civis, como Conjuntos Habitacionais, Escolas, Mesquitas e complexos religiosos, Hospitais etc, onde montam seus bunkers, através de uma rede de túneis sofisticados.

- A máquina de propaganda do grupo terrorista Hamas, inunda a mídia ocidental de que "a maioria dos aproximadamente 30 mil mortos, são de mulheres e crianças"; ocultando o número de mortos de seus membros terroristas combatentes que jazem a milhares, abatidos numa guerra justa de Israel pelo seu direito de resgatar seus cidadãos civis sequestrados.

- As Forças de Defesa de Israel (FDI), é um dos exércitos mais preparados tecnologicamente do mundo, que avisa a população civil antes do ataque, ligando nos telefones, enviando mensagens por mídias ou panfletos, antes de qualquer operação, para ter o menor dano possível na guerra, mas os grupos terroristas, especialmente os terroristas do Hamas impedem a saída da população civil, porque utilizam da população civil, para sua própria proteção.

- Portanto, os números apresentados pelo Hamas sobre mortes de civis, devem ser questionados, porque na lógica deles, nenhum combatente terrorista foi abatido até o presente momento, mas só a população civil, e daí vem o mito da narrativa de Genocídio.

O MITO DA NARRATIVA DO GENOCÍDIO DO PRESIDENTE LULA

Primeiramente precisamos definir o que é genocídio. GENOCÍDIO é um termo criado pelo jurista judeu polonês Raphael Lemkin, em 1943, juntando as palavras génos (do grego γένος = família, tribo ou etnia) e caedere (do latim = matar), do sufixo latino - caedo, "ato de matar, que mata, extermina". Foi criado como um conceito específico para designar crimes que têm como objetivo a eliminação da existência física de grupos nacionais, étnicos, raciais e/ou religiosos. As Nações Unidas aprovaram a Convenção para a Prevenção e Punição de Crimes de Genocídio. Esta Convenção estabeleceu o "genocídio" como crime de caráter internacional, e as nações signatárias, comprometeram-se a "efetivar ações para evitá-lo e puni-lo", definindo-o assim:

Por genocídio entende-se quaisquer dos atos abaixo relacionados, cometidos com a intenção de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial, ou religioso, tais como:

(a) Assassinato de membros do grupo;
(b) Causar danos à integridade física ou mental de membros do grupo;
(c) Impor deliberadamente ao grupo condições de vida que possam causar sua destruição física total ou parcial;
(d) Impor medidas que impeçam a reprodução física dos membros do grupo;
(e) Transferir à força crianças de um grupo para outro.

O Estado de Israel não comete genocídio, se a população de Gaza, que em sua grande parte, se confraternizou e fez festa no dia 07 de outubro de 2023 pelos atos terroristas do Hamas, se essa população pressionar o Hamas para entregar as vítimas sequestradas e colocar no poder um governo civil, e não o grupo terrorista Hamas, acaba a guerra imediatamente, porque a guerra não é contra os palestinos, existem muitos palestinos que moram em Israel, trabalham em Israel, estudam em Israel e convivem pacificamente no Estado de Israel, a guerra é contra o Hamas e outros grupos terroristas que atacaram covardemente o Estado de Israel matando seus cidadãos inocentes e sequestrando civis.

Os terroristas do Hamas tem o apoio de grande parte da comunidade árabe islâmica, do Irã xiita, do grupo terrorista libanês Hezbollah, que com seus petrodólares e armamentos, fornecem os equipamentos necessários a esses grupos terroristas, além de convencerem grande parte das nações para condenarem Israel. Muitas nações árabes e de tradição islâmica são rápidas para defenderem a causa palestina, devido ao seu ódio pelo Estado Judeu, mas não são tão solidários para condenarem a guerra perpetrada pela nação guardiã do locais santos do Islã, a Arábia Saudita, no Iemen, contra a etnia Houthi (A guerra 'esquecida' que deixa milhares de crianças feridas e passando fome – BBC News Brasil – 25.06.2023), nem se mobilizaram com a mesma rapidez que fazem em relação a atacar a Israel, quando o Estado Islâmico, matou, torturou e saqueou populações dominadas por eles, e tudo isso no coração do mundo islâmico.

A solução apresentada pela ONU em 1947 era a criação de dois Estados, um judeu e um palestino, se os líderes árabes tivessem aceitado a partilha da Palestina, talvez hoje teríamos uma outra realidade geopolítica. A solução da criação do Estado da Palestina, poderia ser viável, se os palestinos e países árabes apoiassem a criação de um estado palestino pacífico, como foi o Japão após a Segunda Guerra Mundial, ou seja, um país pacifista, não belicoso, sem exército, sem armas letais. Se as autoridades palestinas tivessem investido os milhões de dólares recebidos para a Faixa de Gaza, na população e nas atividades econômicas, certamente a Faixa de Gaza seria uma Singapura, uma Hong Kong, ou uma Taiwam, mas os milhões de dólares enviados para a Faixa de Gaza foram usados pelos terroristas para construir túneis, comprar armamentos, foguetes e misseis. É necessário criar uma Estado Palestino desmilitarizado na Faixa de Gaza, com uma cultura educacional pró paz.

O Estado de Israel fez paz com vários estados da região, Egito, Jordânia, Emirados Árabes, Catar etc. Um Estado Palestino pacifista, desmilitarizado, poderia ser viável e próspero para toda a região, mas, jamais, permitir um Estado Terrorista, cujo principal objetivo é a destruição do Estado de Israel.

Claro que os terroristas do Hamas e outros grupos armados, muitos países árabes, jamais aceitarão um Estado pacifista, desmilitarizado, humanizado, porque seu principal objetivo é a destruição do Estado de Israel e a causa palestina, não deixa de ser uma distração, uma cortina de fumaça, escondendo e encobrindo a péssima gestão política e econômica de seus Estados.

SOBRE A EQUIVOCADA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE LULA

A ideologia de esquerda do presidente da República o cega para a realidade histórica. Comparar a Guerra justa de Israel contra o terrorismo, na busca de seus cidadãos sequestrados e levados para a Faixa de Gaza, com o holocausto perpetrado pelo nazismo, é muito simplista e perturbador ao mesmo tempo.

O reducionismo histórico dessa narrativa lulista é sul real, a tendenciosidade da fala é assustadora, porque não é possível que o presidente não conheça ou tenha ciência da realidade da situação da Faixa de Gaza e do que significa genocídio, e o que foi o holocausto.

Parece que as hostes petistas e esquerdistas possuem uma atração fatal pela palavra GENOCIDA, foi a palavra mais usada pelos esquerdistas contra o ex Presidente Jair Messias Bolsonaro, agora, cometendo novamente os mesmíssimos erros de conceitos e mensuração, utilizam a palavra pelo qual estão fissurados para atacar o Estado de Israel. É a banalização do mal, feito pelos ideólogos e líderes da esquerda.

Não é fácil dialogar com pessoas intransigentes e mentalmente direcionadas, é uma luta inglória, baseado nas informações dos terroristas, especialmente nas informações do Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas, o Presidente dá vexame internacional, nenhum líder sério pode concordar com tamanho desatino. Com essa declaração estarrecedora, o Presidente brasileiro, foi elogiado pelos terroristas: "Em comunicado, Hamas elogia fala de Lula sobre Gaza e Holocausto" (Revista Veja), e pelas hostes petistas e esquerdistas.

AS ATITUDES INTERNACIONAIS EQUIVOCADAS DO GOVERNO LULA:

- "Lula volta a repetir que a Ucrânia tem culpa pela guerra com a Rússia. Presidente da República fez a declaração a jornalistas em Abu Dhabi, pouco antes de embarcar de volta ao Brasil; antes, o petista repetiu a mesma opinião em Pequim" – tal posição é inadmissível, "nunca antes na história desse país", alguém culparia uma nação ocupada por outra, vítima de uma invasão sanguinária, como tão culpada como o agressor, é culpar a vítima pelo crime, é como se ele estivesse afirmando que uma mulher estuprada é tão culpada, quanto ao estuprador, somente na narrativa de Lula, isso é possível. Qual o motivo dessa declaração, a amizade de Lula com Putin, que foi agente da antiga KGB do governo comunista da ex URSS;

- "A incursão russa à cidade ucraniana de Mariupol em 2022 deixou milhares de civis mortos e feridos, incluindo muitos em ataques que aparentemente violam o direito internacional, mostram novas descobertas" – Lula ficou calado sobre esse crime contra a humanidade.

- "A destruição de Mariupol pelas forças russas e os esforços contínuos para apagar a cultura ucraniana se destacam como um dos piores capítulos da invasão em larga escala da Ucrânia"- Lula não disse uma só palavra sobre esse crime. Por que? Interesse da esquerda brasileira.

- "Exílios, detenções e 740 ataques: perseguição à Igreja Católica se agrava na Nicarágua. Captura do bispo Isidro Mora é o episódio mais recente de uma ofensiva que se agravou ao longo de 2023 sob regime de Ortega" – Lula não diz uma só palavra de condenação ao regime sanguinário de Daniel Ortega, por que? Daniel Ortega é amigo da esquerda.

- "Tortura e morte de opositores viraram rotina na Venezuela - Na data instituída pela ONU para apoio às vítimas desse crime praticado" - Lula não diz uma só palavra de condenação ao regime sanguinário de Nicolas Maduro. Por que? Maduro é amigo da esquerda.

O Presidente Lula não condena as atrocidades praticadas em Cuba e na Coréia do Norte. Por que? Por que são seus amigos da esquerda mundial.

Com tamanha hipocrisia, Lula ainda acha que tem autoridade moral para condenar o Estado de Israel, que luta para libertar seus cidadãos reféns dos grupos terroristas instalados em Gaza.

Como cristão bíblico, jamais apoiaremos a violência, injustiça, desrespeito ou algo similar, mas também não ficaremos calados e indiferentes, enquanto a iniquidade avança:

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos! Ai dos que são poderosos para beber vinho, e homens de poder para misturar bebida forte; Dos que justificam ao ímpio por suborno, e aos justos negam a justiça! Por isso, como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos, e desprezaram a palavra do Santo de Israel"- (Isaías 5:20-24).


Professor Alberto Alves Fonseca está em seu terceiro mandato como vereador em Campinas, SP. É Primeiro Suplente de Senador por São Paulo - Mestre em Ciências da Religião pelo Mackenzie-SP; Formado em História com Licenciatura Plena na USP, formado em Direito no Pd. Anchieta, formado em Pedagogia e em Teologia, e Pastor.

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Aluna denuncia intolerância religiosa de professor, que teria a proibido de levar Bíblia para a aula





Estudante de colégio da Zona Sul do Rio acha que foi repreendida por ser a única negra de sua turma no dia do fato; Secretaria estadual de Educação abriu sindicância para apurar o ocorrido e informa que o docente será afastado




Uma aluna do Colégio Estadual Amaro Cavalcanti, no Largo do Machado, Zona Sul do Rio, relata ter sido proibida de ler a bíblia por um professor de geografia da unidade, no início desta semana.

De acordo com os estudantes, o docente havia liberado que os alunos ficassem livres ao fim de uma atividade e teria até tirado fotos com outras adolescentes, sem repreendê-las. Revoltada, a mãe da estudante conta ter procurado a escola, e ter ouvido de uma professora que a atitude do colega "foi nada demais".

A Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) informa que abriu sindicância para apurar o fato e que o professor será afastado; já a mãe da adolescente será convidada para uma nova reunião na unidade. O caso foi registrado na 9ª DP (Catete) como intolerância religiosa.

A auxiliar de serviços gerais, de 41 anos, conta que soube do ocorrido por um grupo de WhatsApp, em que estão os colegas de sua filha, de 15 anos. Segundo a mãe da estudante, os próprios colegas de classe ficaram envergonhados pelo que aconteceu e, ao perguntar o nome da vítima, descobriu que era a sua filha.

Fui na escola para ouvir a direção. Fui atendida por uma professora, que pediu desculpas, mas disse que não foi nada demais, que isso deve ter sido sem querer. Ainda falei: "Preciso conversar com o professor, para saber o porquê" — lembra a responsável, que recebeu uma resposta negativa quanto ao pedido de contato com o professor.

Ele estava tirando selfie com outras alunas, por que constrangeu minha filha de levar a bíblia para a escola? Minha filha acha que isso foi pela cor dela — completa a mãe da estudante, que diz que a filha era a única negra em sala naquele dia. — As outras meninas são claras e ele não chamou a atenção, e minha filha, por ser negra e só estar lendo a bíblia, foi humilhada pelo professor.

No registro de ocorrência, foi sinalizado que o docente teria dito: "Se quer ler a bíblia, vá à igreja, e não à escola", fala acompanhada da proibição de levar o objeto para a unidade escolar.

De acordo com a auxiliar de serviços gerais, a filha chegou em casa chateada e disse que não quer mais frequentar as aulas com esse professor, que leciona para a turma do Colégio Amaro Cavalcanti às segundas-feiras.

A aluna é considerada comportada e, nos horários livres, como na ida para a escola de ônibus, aproveita para ler a bíblia, já que é evangélica.

Moradora da Zona Norte do Rio, a adolescente se desloca até a Zona Sul diariamente, pois foi onde sua mãe conseguiu vaga para matriculá-la, no início do ano. Sonhando em se tornar advogada ao fim do Ensino Médio, a menina vê na mãe, com essa situação, o desejo de Justiça.

Quero que ele seja afastado da escola, já que, assim como minha filha, muitos alunos não querem mais ter aula com ele. Os alunos falam que não é a primeira vez que acontece, que ele chama os meninos até de burro. É repugnante e revoltante, já que isso vem de alguém que está ali para dar o exemplo — desabafa a mãe da menina.

Caso registrado na delegacia

A situação ocorreu na última segunda-feira, depois de uma atividade ter terminado e os alunos terem sido liberados para "cada um fazer o que queria", conforme explica uma estudante da mesma turma.

Tinha uns alunos conversando, outras mexendo no telefone, que é uma coisa errada, e ele pegou e proibiu ela de levar a bíblia? A gente não acreditou no que ele falou e ela (estudante) disse que ia ficar calada, para não dar mais problema — relata uma colega.

Apoiada pelos estudantes da unidade, a promessa, antes da informação que o docente seria afastado, era de que os demais alunos também estariam com a bíblia em mãos:

O que ele fez com ela, vai ter que fazer com todo mundo.

O caso foi registrado na 9ª DP (Catete), como "preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional", com intolerância religiosa apontada como o motivo presumido.

No registro de ocorrência, é citado que o esse "não foi um fato isolado", já que o professor sempre cria "polêmicas com outros estudantes", segundo os colegas de turma.

Em nota, a Secretaria de Educação informa que "a responsável pela estudante foi recebida e ouvida pela direção da escola" na última quarta-feira, mas convidada para uma nova reunião.

"A Seeduc reitera seu compromisso no combate ao preconceito e a discriminação em suas 1.232 unidades, assim como o bom relacionamento entre servidores e alunos."

A pasta observa que o professor tem autonomia para permitir ou não o uso de smartphones durante as aulas, mas salienta que "o horário de aula é destinado exclusivamente ao programa da aula, com foco no processo de aprendizagem do aluno", objetivo que "pode ser comprometido com uso inadequado de celulares para outros meios ou mesmo com a leitura de conteúdos alheios ao programa pedagógico das aulas"..


Fonte: O GLOBO



MEU COMENTÁRIO:

A intolerância religiosa está clara e manifesta de todas as formas. Não é novidade, pois já era de se esperar tais atitudes, afinal de contas é o fim dos tempos, o que Paulo chama de "Tempos trabalhosos", no entanto, é preciso resistência o quanto sem puder, uma vez que não somos minoria. A lei ainda existe neste país, em que pese seu cumprimento esteja em total insegurança e conveniência. É preciso lutar e exigir o direito do cidadão.

A mãe da aluna fez muito bem em denunciar o fato à direção da escola, bem como registrar a ocorrência na Delegacia de Polícia, para que as autoridades competentes tomem as devidas providências.

Oremos e pratiquemos a resistência!

sexta-feira, 31 de março de 2023

Professor da Asbury diz: “Estamos testemunhando uma ‘obra surpreendente de Deus’”



Por que estou esperançoso sobre o avivamento em nossa capela em Asbury e suas implicações









































A





s manhãs de quarta-feira na Universidade Asbury são como quaisquer outras. Poucos minutos antes das 10h, os alunos começam a se reunir no Hughes Auditorium, para um culto. Os alunos são obrigados a frequentar um determinado número de cultos a cada semestre, de modo que eles tendem a comparecer por rotina.

Esta última quarta-feira, porém, foi diferente. Após a bênção, o coro gospel começou a cantar um refrão final — e, então, começou a acontecer algo que desafia qualquer descrição simples. Os alunos não saíram da capela. Foram impactados pelo que parecia ser um senso de transcendência silencioso, mas poderoso, e não queriam ir embora. Eles ficaram e continuaram a adorar. E ainda estão por lá.

Eu ensino teologia no Seminário Teológico Asbury, que fica do outro lado da rua; quando soube do que estava acontecendo, imediatamente decidi ir à capela para ver com meus próprios olhos. Quando cheguei, vi centenas de alunos cantando baixinho. Eles estavam louvando e orando fervorosamente por si mesmos, por seus próximos e por nosso mundo — expressando arrependimento e contrição por pecados e intercedendo por cura, integridade, paz e justiça.

Alguns estavam lendo e recitando as Escrituras. Outros estavam de pé com os braços levantados. Vários estavam reunidos em pequenos grupos, orando juntos. Alguns estavam ajoelhados junto à grade do altar, na frente do auditório. Alguns estavam prostrados, enquanto outros conversavam entre si, com semblantes resplandecentes de alegria.

Eles ainda estavam adorando, quando saí no final da tarde, e quando voltei à noite. Eles ainda estavam adorando, quando cheguei na manhã de quinta-feira — e, no meio da manhã, centenas de estudantes estavam lotando o auditório novamente. Tenho visto vários alunos correndo em direção à capela todos os dias.

Na noite de quinta-feira, havia espaço apenas para ficar em pé. Começaram a chegar estudantes de outras universidades: Universidade do Kentucky, Universidade de Cumberlands, Universidade Purdue, Universidade Wesleyana de Indiana, Universidade Cristã de Ohio, Universidade da Transilvânia, Universidade Midway, Universidade Lee, Georgetown College, Universidade Mt. Vernon Nazarene e muitas outras.

A adoração continuou durante o dia todo na sexta-feira e, de fato, durante a noite inteira. No sábado de manhã, tive dificuldade para encontrar um lugar para sentar; à noite, o templo estava lotado para além de sua capacidade. Todos os fins de tarde, alguns alunos e outras pessoas permaneciam na capela para orar durante a noite.

Algumas pessoas estão chamando esse episódio de “avivamento”, e bem sei que nos últimos anos esse termo tornou-se associado ao ativismo político e ao “nacionalismo cristão”. Mas me permita fazer um esclarecimento: ninguém na Asbury defende essas ideias.

Meu colega Steve Seamands, um teólogo aposentado do seminário, disse-me que o que está acontecendo se assemelha ao famoso avivamento de Asbury de 1970, do qual ele participou quando era estudante. Esse avivamento cancelou as aulas por uma semana, depois continuou por mais duas semanas com cultos noturnos. Centenas de alunos saíram para compartilhar o que aconteceu com outras escolas.

Mas o que muitos não percebem é que a Asbury tem uma história ainda mais extensa de avivamentos — entre eles, um que ocorreu lá atrás, em 1905 e outro tão recente quanto em 2006, quando “um culto de estudantes na capela levou a quatro dias de adoração contínua, oração e louvor.”

Muitas pessoas dizem que lá, na capela, elas mal percebem quanto tempo se passou. É quase como se o tempo e a eternidade se fundissem, quando céu e terra se encontram. Qualquer um que tenha testemunhado o que está acontecendo pode concordar que é algo incomum e totalmente fora do script.

Como teólogo analítico, estou cansado de exageros e sou muito cauteloso com manipulações. Venho de uma formação (em um segmento particularmente avivalista da tradição metodista holiness) onde vi esforços para fabricar “avivamentos” e “movimentos do Espírito” que às vezes eram não somente ocos, mas também prejudiciais. E não quero ter nada a ver com isso.

Mas, verdade seja dita, o que está acontecendo em Asbury não é nada parecido com isso. Não há pressão nem engodo. Não há manipulação. Não há fervor emocional exacerbado.

Pelo contrário, tem sido sobretudo calmo e sereno. A mescla de esperança, alegria e paz é indescritivelmente forte e, de fato, quase palpável — um senso vívido e incrivelmente poderoso de shalom. O ministrar do Espírito Santo é inegavelmente poderoso, mas também muito gentil.

O santo amor do Deus triúno é aparente, e há nele uma doçura inexprimível e uma atração inata. Fica imediatamente evidente por que ninguém quer sair de lá e por que aqueles que precisam sair querem voltar o mais rápido possível.

Eu sei que o mover de Deus se dá de maneiras misteriosas; Jesus nos diz que o Espírito sopra onde quer (João 3.8). E, às vezes, Deus faz o que Jonathan Edwards chamava de “obra surpreendente” e o que John Wesley chamava de ministério “extraordinário”.

Acredito firmemente que muito do que é importante e vital na vida cristã acontece em momentos cotidianos — nas disciplinas e nas liturgias diárias (sejam elas formais ou informais), nas decisões momentâneas de buscar a retidão, nos atos de amor sacrificial ao próximo, nas orações sussurradas em silencioso desespero.

Sei que esses atos “extraordinários” de Deus não substituem o ministério “ordinário” do Espírito Santo por meio da Palavra e dos sacramentos. Da mesma forma que as obras “surpreendentes” de Deus não substituem a longa jornada do discipulado. Se fosse esse o caso, como meu colega Jason Vickers me faz lembrar, seríamos dependentes dessas experiências para nos sustentar — e não do Espírito Santo, que graciosamente nos dá essas experiências.

Mas também acredito que devemos estar dispostos a reconhecer e a celebrar esses encontros surpreendentes com o Espírito Santo. Nosso Senhor promete que aqueles que “têm fome e sede de justiça” serão saciados. Ele prometeu que enviaria “outro Consolador” (KJV) — e que, de fato, seria melhor para nós que ele partisse e enviasse seu Espírito.

E qualquer um que tenha passado algum tempo no Hughes Auditorium nos últimos dias pode testificar que esse Consolador prometido está presente e é poderoso. Não consigo analisar — nem sequer descrever adequadamente — tudo o que está acontecendo, mas não tenho dúvidas de que Deus está presente e ativo ali.

Vários alunos e ex-alunos que se formaram recentemente me dizem que, há vários anos, eles têm orado juntos por um mover de Deus, e que estão emocionados, sem palavras em ver o que está acontecendo.

Estou dando um curso de antropologia teológica na universidade este semestre e, na aula de sexta-feira passada, lembrei meus alunos de que somos criaturas feitas para adorar e viver em comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Este é o nosso telos, o fim para o qual fomos criados. Nunca nos sentimos mais plenamente vivos e inteiros do que quando adoramos. E o que estamos vivendo agora — esse senso inexprimivelmente profundo de paz, integridade, santidade, pertencimento e amor — é apenas o menor dos vislumbres da vida para a qual fomos feitos.

Claramente, esta não é uma visão beatífica de Cristo em toda a sua glória — mas, se o que estamos vendo for sequer a mais frágil sombra dessa realidade, então, o que temos diante de nós é uma indescritível alegria e um santo amor.


Também lembrei meus alunos de que fomos criados para adorar a Deus juntos, em união e comunhão uns com os outros. Assim, a adoração que estamos vivenciando na capela deve ter implicações na vida real para nossa comunhão fora da capela. Isso é especialmente importante, pois estamos atualmente trabalhando em questões difíceis sobre raça e etnia.

Em avivamentos anteriores, sempre houve frutos que abençoaram tanto a igreja quanto a sociedade. Por exemplo, mesmo os historiadores seculares reconhecem que o Segundo Grande Despertamento foi fundamental para trazer ao fim a escravidão nos Estados Unidos. Da mesma forma, estou ansioso para ver quais frutos Deus trará desse avivamento em nossa geração.

Na sexta-feira, durante o almoço, meu filho Josiah me encontrou e me disse que ele e seus amigos tinham se ajoelhado no altar e orado juntos. Havia quatro amigos nesse grupo, e cada um deles orou em uma língua diferente. Mais tarde, ele me perguntou: “Isso é algo parecido com o que será no céu?” Eu disse a ele que achava que sim, ainda que seja o mais pálido reflexo daquilo que “nenhum olho viu, nenhum ouvido ouviu”. É como se um pedacinho do céu nos encontrasse aqui, na terra.

O Evangelho não é apenas verdadeiro, mas também luminosamente maravilhoso e misteriosamente belo. A cada vez que saio do auditório da capela, sinto que provei e vi que o Senhor é bom.

Thomas H. McCall é professor de teologia da cátedra Timothy C. e Julie M. Tennent, no Seminário Teológico Asbury, em Wilmore, Kentucky.

Fonte: Cristianismo Today


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...