quinta-feira, 15 de junho de 2017

Igreja Episcopal da Escócia aprova casamento gay


Reverendo John Armes da Igreja Episcopal da Escócia declarou-se feliz “pelos casais que agora podem ter suas relações reconhecidas pela Igreja e abençoadas por Deus”. 


A Igreja Episcopal da Escócia decidiu na última semana, reconhecer e oficializar casamentos entre pessoas do mesmo sexo. A medida foi aprovada pela maioria do sínodo interno e coloca os religiosos escoceses em confronto direto com o restante da Comunhão Anglicana.
As igrejas anglicanas de todo o mundo estão fortemente relacionadas com a conservadora Igreja da Inglaterra e com o arcebispo de Canterbury, Justin Welby. Esse grupo defende a cláusula que define o casamento como a união exclusiva entre homem e mulher. Eles acreditam que a lei é originária da Bíblia Sagrada.
Algo semelhante foi realizado pela Igreja Episcopal dos Estados Unidos que, ao liberar os casamentos homossexuais, gerou uma ruptura permanente com a Comunhão Anglicana, que a expulsou dos seus órgãos.
Reverendo doutor John Armes, bispo da Igreja Episcopal da Escócia, declarou-se feliz "pelos casais que agora podem ter suas relações reconhecidas pela Igreja e abençoadas por Deus".
Ele também disse estar satisfeito pelo significado que a ação representou para a Igreja e pela maneira que tudo foi conduzido.
Mesmo sendo favorável a medida, o reverendo reconheceu a insatisfação que ela provocou em muitos fiéis. "Mas obviamente qualquer mudança como essa também cria dor e feridas em algumas pessoas, então, como um bispo da Igreja, eu sinto por elas", concluiu.
As partes mais "liberais" do clero e dos fiéis comemoraram a votação favorável. Porém, a Igreja Anglicana da Escócia pode sofrer graves consequências, já que a lei canônica foi alterada com a exclusão da cláusula que rege o casamento heterossexual.

Turismo religioso pode aumentar


A decisão desta quinta, a primeira de uma igreja do Reino Unido, foi votada pelas sete dioceses escocesas, sendo que apenas a que une Aberdeen e as ilhas Orkney votou contra, e prevê que um religioso pode se recusar, por exemplo, a realizar uma cerimônia.
Mesmo assim acredita-se que a Escócia se tornará um destino bastante procurado para casais de gays e lésbicas de fé anglicana, principalmente provenientes do Reino Unido e de outros países da Europa.
Com informações de O Globo via Gospel Prime
MEU COMENTÁRIO:
Na prática dispensa qualquer comentário, a não ser o registro do cumprimento das Sagradas Escrituras no que tange a "apostasia", que nada mais é do que  "a negação e abandono da fé. É uma revolta contra os princípios de Deus".
A Bíblia diz:
"Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios."- I Temóteo 4:12

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