sábado, 5 de agosto de 2017

Ex-presidente dos EUA dá aulas na escola dominical de sua igreja

Aos 92 anos, o ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, continua ativo em sua igreja dando aulas na escola dominical.

O ex-presidente Jimmy Carter, mesmo em idade avançada, não deixou de desenvolver o ministério de ensinar a Bíblia na escola dominical de sua igreja.
David Schechter, jornalista e autor cristão, relatou ao site “Charisma News” sobre a satisfação de ter assistido uma aula ministrada por Carter.
A igreja estava lotada por centenas de pessoas ansiosas para assistir à aula ministrada pelo ex-presidente no domingo em que David compareceu ao local.
Esperando nos bancos estão muitos dos 130 membros da Igreja Maranatha, juntamente com algumas centenas de visitantes de todo os Estados Unidos e três mulheres jovens chinesas, sentadas à nossa frente”, disse.
Segundo Schechter, ele entrou um pouco depois de 9h50, com “rosto suave, sorrindo, e de microfone na mão” dizendo que naquele dia estariam examinando “uma das seções mais difíceis da Bíblia”.
Carter, com muita modéstia, perguntou se haviam pastores ou missionários no local e três pessoas se manifestaram, então o professor pediu que um deles orasse, contou David.
A aula foi sobre o livro de Ezequiel, no Antigo Testamento, e Carter, aproveitou para falar sobre seu estado de saúde, antes de começar a ministração. Com senso de humor, ele contou sobre um colapso que sofreu ocasionado por uma desidratação.
Eu tive um tratamento excelente no Canadá… de forma gratuita”, diz Carter, provocando risos, “mas meus médicos de Atlanta me fizeram usar um monitor cardíaco – o que torna o sono incômodo”, descreve David.
Retomando a aula, Carter recordou que o profeta Ezequiel foi um “mensageiro de más notícias” mandado por Deus para dizer aos Israelitas que eles eram os responsáveis por suas adversidades, mostrando que cada um de nós carrega o peso de responder pelas nossas escolhas.
David continua dizendo que Carter aconselha a redefinirmos o que estabelece uma vida bem sucedida, e que devemos refletir sobre que tipo de pessoa desejamos ser, pautando nossas decisões em cima disso e de como queremos viver o resto de nossas vidas.
O foco de Carter foi alertar os alunos que a única forma de se conquistar uma vida “plena, frutífera, feliz e pacífica” é entregando  sua vida a Jesus e caminhando com ele, conta David, e ele prossegue dizendo que além de ser ministrado por uma bela reflexão, foi satisfatório ver que um ex-presidente de 92 anos ainda tem ânimo de ensinar a palavra de Deus em sua igreja.
Este ex-presidente não-autárquico, de construção de casas, de eleições, de erradicação de doenças também ensina na igreja em vários domingos, diante de centenas de visitantes, que, como nós, partem dali nada menos que impressionados”, finaliza o jornalista.
MEU COMENTÁRIO:
A notícia acima é um belo exemplo a ser seguido pela Igreja Evangélica Brasileira. O texto relata uma lição fantástica, deixada nada mais nada menos, do que por um cristão evangélico, ex-presidente da maior potência mundial, os Estados Unidos da América.
Preste atenção que a notícia não o classifica como Diácono, Presbítero, Evangelista, Pastor, Missionário, muito menos Apóstolo, mas como um professor da Escola Bíblica Dominical, ele serve à Igreja ensinando, imaginemos a qualidade de conteúdo destas aulas.
Aqui no Brasil, quando alguém que é "celebridade" ou "figura pública" no mundo secular, se converte a Cristo, com raras excessões, dentro de poucos meses já está nos púlpitos,  sem ter pelo menos passado pela classe de discipulado e ou sentado nas cadeiras da EBD para aprender, o mesmo acontecendo com aqueles que ascendem à qualquer outra carreira, principalmente a política.

Ainda aqui em terras tupiniquins, olha lá se, em não recebendo a desejada "honraria" já não tivesse implantado o "Ministério Jimmy Carter"... 
Ministério não é título, mas "chamado" e "serviço". Jimmy Carter presta um serviço ao Reino de Deus, através da sua Igreja, ensinando como professor da Escola Dominical, sem ostentar qualquer dos "títulos acima citados".
Que lição!
Em terras tupiniquins, o líder dessa igreja, seria naturalmente influenciado para consagra-lo a qualquer cargo ministerial, e no caso de Jimmy Carter, não tenho  a menor dúvida que no mínimo seria "pastor", no sentido de que se honrasse a sua figura notável, como um expoente entre os americanos, na condição de ex-presidente da República.
Bem, não preciso me aprofundar no tema, pois creio que que já me fiz entender sôbre o que acontece entre nós na Igreja brasileira.
Que Deus tenha misericórdia de nós!

Um comentário:

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