segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Suzane Richthofen quer virar missionária evangélica


Noiva, a presidiária Suzane von Richthofen dá os primeiros passos para se dedicar às pregações religiosas


No mês passado, Suzane von Richthofen deixou a prisão pela quinta vez desde março de 2016, em mais uma das chamadas saidinhas temporárias. Ganhou o benefício da liberdade por cinco dias, ironicamente, devido ao Dia das Mães — em 2002, a jovem foi parar atrás das grades por estar envolvida no assassinato dos pais.
Na porta do presídio feminino de Tremembé, no interior, a moça, de 33 anos, encontrou o noivo, o empresário Rogério Olberg, 38. Beijaram-se e, dentro de um Fiat Idea, seguiram para um sítio em Angatuba, a 214 quilômetros da capital, onde o rapaz vive. Eles tinham um propósito em mente: encontrar o pastor Euclides Vieira, da Igreja do Evangelho Quadrangular, de uma congregação em Itapetininga, perto dali, para revelarem a ele o interesse em virar missionários.
Condenada a 39 anos de reclusão, quinze deles cumpridos, ela se prepara dentro da cadeia, onde apresenta boa conduta e trabalha — assim, pode conseguir progredir para o regime aberto até 2020, na hipótese mais otimista. Estuda a Bíblia e frequenta os cultos evangélicos semanais. Para se tornar missionária de fato, Suzane deverá fazer um curso básico de ao menos um ano promovido pelo Instituto Teológico Quadrangular e se submeter a uma prova final.
O pastor Vieira sugeriu a ela que realizasse o programa por correspondência. As apostilas seriam encaminhadas à penitenciária. Na sequência, teria de passar por uma entrevista com uma liderança da igreja para atestar sua capacitação. "Nessa etapa, sentimos a espiritualidade e a verdade do candidato, então nenhum ator consegue nos enganar", garante o pastor Davi Rodrigues, membro do Conselho Nacional de Diretores da Quadrangular.
Depois disso, ela participaria de uma convenção para ser nomeada missionária. "Toda pessoa tem direito a uma segunda chance, se estiver mesmo arrependida", completa ele, referindo-se a Suzane.
Com informações de VEJA SP

MEU COMENTÁRIO:
Vejo com muita satisfação e gratidão a Deus, a conversão de Suzane von Richthofen ao evangelho de Jesus Cristo, afinal esse é o Caminho à salvação, arrependimento, confissão e perdão dos pecados por Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.
Testemunhar da transformação em Cristo e assim pregar o evangelho a toda a criatura, também é a grande missão dada pelo Mestre a todo aquele que crê sinceramente e se converte, e para tanto independe de consagração, estudos e ou qualquer ordenação ministerial.
Agora já sinalizo com discordância com o fato de vir a ser missionária, pelo menos neste momento, para o que, segundo a fala dos seus líderes, de acordo com o texto acima, incide em ordenação e ou consagração, e reconhecimento pelo órgão máximo da igreja, que é a convenção.
Até prova em contrário, me parece uma medida um tanto precipitada para quem ainda está cumprindo pena, e não teve a oportunidade de provar que é "exemplo dos fiéis", como diz a Bíblia Sagrada, o que não se descarta que venha ser provada também nesse quesito em tempo oportuno.
Oremos por ela, bem como por seus líderes.

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