quinta-feira, 12 de maio de 2022

A IGREJA TEM O DIREITO E O DEVER DE ORIENTAR POLITICAMENTE OS FIÉIS



A IGREJA TEM O DIREITO E O DEVER DE ORIENTAR POLITICAMENTE OS FIÉIS


Em tempos de pleito eleitoral, é comum as discordâncias sobre a participação opinativa da Igreja nas campanhas, e para tanto, qualquer que seja a atitude dos seus líderes, merecerá a crítica de quem não concorde.


Dentro da minha trajetória, já presenciei crítica à Igreja pela boa relação com os governantes nos tempos do chamado "Regime Militar", mais tarde, por abrir as portas democraticamente para todos os seguimentos da política, ser pechada como "omissa", ou de forma pejorativa "acender uma vela para Deus e outra para o diabo".


Mais tarde, já em tempos dos governos da esquerda, "de se vender pelas benesses oferecidas", e hoje, por "se render" a um governo que, muito embora tenha sido eleito democraticamente, segundo seus críticos, flerta com atos anti-democráticos. 


Fica claro que, qualquer que seja a atitude, a Igreja sofrerá a crítica de quem pensa diferente.


Antes de qualquer coisa, vale lembrar que já há muito tempo, muitos ministros evangélicos se esquivam de instruir politicamente seus membros, com a premissa de que não foram chamados para tal feito e que esse tema seria polêmico demais para ser debatido nas igrejas. Além disso, ainda pesa  contra o assunto, o argumento de que pastores que se interessam por política geralmente se sujeitam ao sistema por interesses próprios, atitude condenada por Deus - Isaías 1:23 


Registro ainda que, pessoalmente, sou contra qualquer favorecimento, benesse ou barganha, como cargos no governo, dinheiro legal ou ilegal, moral, imoral ou amoral, rachadinhas, etc..., que possa justificar qualquer tendência política, seja na individualidade ou da coletividade.


Por conta dessas questões, é que há no meio evangélico, divergências quanto à participação da igreja, tendo em vista as dificuldades morais vindas a público, sobre a política no Brasil e, por isso mesmo deve a Igreja como instituição, ou através de seus líderes, se abster de tais atitudes reprováveis.


O que está em voga neste momento é, se essa discussão se estende também, no que tange, a saber, se é ético ou não, o pastor orientar seus fiéis quanto ao voto nesse ou naquele candidato.

Na verdade é quase consenso entre os líderes sensatos, na atualidade, que já passou da hora de os pastores perceberem a necessidade de discernir os limites estabelecidos quanto à preservação do compromisso da igreja com sua missão de pregar o evangelho e, ao mesmo tempo, com seu dever de contribuir politicamente para que sempre haja garantias constitucionais de que a missão da proclamação do evangelho com total liberdade por parte da igreja, jamais seja impedida.

Verdade é que no século 21 o dever do pastor para com os fiéis já não se atém apenas ao altar e ao gabinete pastoral, ele se completa na medida em que se move e se expande para fora dos intramuros denominacionais, atingindo desta forma a vida social e política.


Com efeito, o sacerdote dos dias atuais além do seu chamado a apascentar, tem uma árdua tarefa para com seus fiéis, com relação a instruí-los politicamente até ao ponto de os mesmos estarem preparados para tomadas de decisões conscientes sobre seus deveres quanto à sua cidadania.


Em tempo, não se deve ignorar que há mais de trinta anos as academias públicas e muitas das academias seculares particulares têm investido pesadamente na formação política de jovens que, antes mesmo da conclusão do curso, já se tornam simpáticos às pautas ideológicas contradizentes com a cultura cristã. Muitos desses jovens eram cristãos, e portanto, membros das Igrejas.

Repiso que essa cultura só pode ser mudada se houver empenho e fôlego suficientes na liderança evangélica, para desenvolver algum tipo de projeto de curto ou médio prazo sobre conscientização política dos fiéis. E para que essa concepção errônea seja mudada, antes, é preciso haver uma mudança radical quanto à importância de inculcar na mente dos fiéis o saber político, bem como na mente de boa parte da liderança.

Esta realidade é clara, já que a Igreja de Jesus não pode e nem deve dar-se ao luxo de agir hipoteticamente sobre sua parcela contributiva para o bem da sociedade em que a comunidade está inserida, sob pena de fazer o mundo cambalear por conta de tamanha omissão. Posto que, o debate em pauta faça parte da Igreja atual, ela está profundamente envolvida. Isto é dito para deixar claro que a condução de uma nação não se dá pelo agente eleito apenas, antes, é conduzida pela sociedade organizada que com responsabilidade democrática e consciência política, dita as regras por meio de pressões e cobranças legais a todas as instituições, sejam públicas ou até mesmo privadas quando houver necessidade.

Como cristãos, temos a mente de Cristo, isso deve nos facilitar a enxergar que alguns parlamentares políticos anticristãos, movidos por grande aversão e com o objetivo de atacar a fé cristã, unem-se a governantes que se colocam distantes do cristianismo, quando estes últimos, perseguem a Igreja, por defender um Estado comprometido com os valores deferidos por Deus através da Escritura Sagrada. É o caso de alguns candidatos ao pleito da próxima eleição. Só isso já deve ser suficiente para que a igreja e seus líderes evangélicos percebam o que está em questão: a liberdade religiosa ou, a possível falta dela.

A igreja tem o dever de resistir a esta filosofia inimiga do cristianismo e do povo em geral, a começar por combater e desconstruir a retórica maquiavélica de que a ética cristã desequilibra o poder do Estado, tendo em vista ser a igreja a principal instituição que coopera para o bem e para a ordem na sociedade, é também seu papel pressionar e se afastar de políticos que insistem neste modelo.


Por fim, nestes desafios iminentes, está a luta constante contra bandeiras erguidas em oposição à família tradicional e aos valores cristãos. Logo, urge que a bancada evangélica aumente para que haja maiores chances de garantir a liberdade religiosa e a defesa destes conhecidos valores.


Antes, a luta dessas bandeiras anticristãs, era feita de forma muito velada, mas agora está tudo muito claro através dos discursos dos candidatos e seus defensores. Tais postulantes, por mais que queiram esconder ou maquiar suas reais intenções, não conseguem, já que suas bases provocam que falem e se comprometam claramente com a ideologia que defendem. A questão não é mais simplesmente de política partidária, mas de ideologia. Na verdade vivemos uma verdadeira guerra, sem armas bélicas, mas espiritual - Efésios 6:12

Portanto, em primeira instância, a liderança da igreja evangélica brasileira não deve se omitir de participar do debate político, bem como da decisão de orientar seus fiéis quanto ao delicado contexto político atual, tendo como sua principal missão salvar a família do novo modelo secularista de sociedade que busca se despontar, isto deve ser questão vital para a igreja evangélica, ela deve estar disposta a salvar as famílias dos vilões produzidos por este novo modelo de sociedade apresentado. E isso só será possível pelo voto quantitativo, daí a importância fundamental de líderes e pastores orientar a membresia para o voto consciente e responsável no que tange ao delicado momento político brasileiro. O apóstolo Tiago nos ensina que, aquele que sabe fazer o bem, não o faz está em pecado. Tiago 4:17 

Após a eleição e apuração, estaremos sujeitos às autoridades constituídas, nos limite da lei e, pessoalmente, da nossa fé em Cristo, pela qual ainda teremos o dever de orar por elas e pelo Brasil.


Porém agora, na condição de cidadãos brasileiros, temos também o direito democrático de nos manifestar e o dever cristão de orientar o nosso próximo, lógicamente, com toda a ética, respeito e educação e, finalmente, votar correto.


No Brasil  voto é obrigatório, portanto nós na condição de cristãos obedientes à Palavra de Deus, temos a obrigação de votar, afinal de contas Jesus disse: "Dai a César o que de César e a Deus o que é de Deus" - Mateus 22:21


O apóstolo Paulo nos orienta: "Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus".1 Coríntios 10:31. Nesse "outra qualquer coisa" está incluso também o ato de escolha dos candidatos, conscientização e o voto propriamente dito.


A Igreja na condição de "organismo espiritual", não precisa de politica, mas como "Instituição ou organização religiosa", depende das leis, e portanto daqueles que as fazem, executam e julgam. Nesse caso, nossa opinião só tem valor na hora do voto, senão fizermos valer isso, quando é que ela valerá.


Deus faz a Sua parte, mas não vota, portanto, somos nós os representantes de Deus na hora do voto.

 

Assim como aqueles que nos contrapõem o fazem, orientando e divulgando para os seus o que julgam interessante, nós também o podemos fazer,  a diferença é que eles o fazem nos seus territórios de atuação, e nós no nosso.


"O Senhor desfaz o conselho das nações; quebranta os intentos dos povos. O conselho do Senhor permanece para sempre; os intentos do seu coração, de geração em geração. Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor , e o povo que ele escolheu para a sua herança". - Salmos 33:10-12


Soli Dei Glória


Pr. Carlos Roberto Silva

  • Pastor da AD Cubatão (SP)
  • Presidente da COMADESPE (Convenção dos Ministros das AD's no Estado de SP e Outros)
  • Relator do Conselho de Doutrina da CGADB (Convenção Geral das AD's no Brasil)
  • Presidente Internacional da AD Gedeones Missioneros no Paraguay
  • Coordenador do MCCP (Movimento Cristão de Conscientização Política) no Litoral Paulista 

Bibliografia: Igreja e Politica - José Verneques




10 comentários:

  1. É dever nosso comcetizar a igreja isso democracia temos o direito de falar sobre ideologia de partido que é contrário a nossa fé

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  2. Parabéns, caro Reverendo, pela lucidez de seu posicionamento quanto à atividade política.

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  3. Texto mais que necessário para toda a igreja. Já venho batendo nessa tecla com a juventude que lidero, nós precisamos aprender sobre o sistema para poder combater ele com precisão. Devemos sim ser cheios de Deus, orar, jejuar, ler a Palavra, mas precisamos tbm do conhecimento social que vivemos! Parabéns pelo excelente artigo, pastor!

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  4. Parabéns pela clareza dos argumentos. Creio que chegou o tempo da igreja de Cristo atuar como representante das coisas dos céus e também opinar sobre as coisas da terra. Jesus sempre.

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  5. Desculpe-me pastor posso estar errado mas o texto me pareceu apenas um passar pano nesta nogenta aliança que a igreja esta fazendo com o governo de plantão. Se ainda estive na sua denominação pediria minha saida quando vejo o presidente da convenção usando o nome da igreja e do evangelho para apoiar o politico de estimação e combater o outro. As bases não pode ser um fake news.Deste antes da primeira eleição de Lula lançaram o medo da perseguição religiosa, veio o PT governou 16 anos e nenhuma perseguiçaõ pelo contrario a chamada igreja cresceu e cresceu muito, ganhou poder, fama e influencia.... O discurso da defese de valores cristãos tambem não colo, valores cristãos se ensina em casa, se ensina na igreja, e ao mundo convidamos ao arrependimento, não se combate o pecado por decreto e pior nãose pode ter pecado de estimação para combate, divorcio, fornicação, adutério, mentiras são pecados comum dentro da igreja que se preocupa com a homoafetividade do mundo.Alem dos mais tanto os profetas no VT como Jesus e os escritores do NT falam muito mais em justiça, fala mais na defesa dos orfãos, viuvas, estrangeiros, trabalhadores, exatamete os mais nmassacrados pelo gverno atual, mas a igreja ve como normal, na reforma da presidencia o presidente da AD precionou "sua bancada" a votar contra o povo....Sobre corrupção não se combate uma apoiando outra. Sim o povo cristão como cidadão pode se politizar, já a igreja não, não somos deste mundo e temos alguem superior para nos proteger....Ensinar o cristão a ter cidadania e luta rpor ela [é uma coisa, ja divinizar ploliticos dos infernos a apresenta-lo como divinos nunca, e nunca falar ao mundo a posição do pastor ou mesmo da maioria dos crentes como posiçaõ da igreja...
    .

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    1. como pode uma pessoa que se diz cristão defender políticos que defendem certas ideologias, ex: ideologia de gênero, legalização do aborto e por aí a fora, presta atenção na publicação do pastor seu ignorante, o pastor não sitou nome de nenhum político e sim as ideologias que certos partidos e políticos defendem

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    2. Será que o ignorante sou eu? Dificil conversar com membros desta nova seita bolsoninia que se infiltrou na igreja. Se para você a criança vitima do aborto é diferente da que morre de fome ou por falta de atenção na fila do hospital publico, voce não defende a vida, defende politica, se para voce ideologia de genero é mais letal que a o adultério,que a fornicação, que o divorcio que corre solto na igreja, sua moralidade seletiva deixa muito a desejar e te transforma num politico travestido de religioso, ou seria religioso travestido de politico? Se voce é contra um tipo de politico mas defendo outro que e a favor da mentira, do odio, das armas você é apenas mais um religiosos cheio de hipocrecia. Eu não sou alguem que se diz cristão, ou sou cristão seguidor de Jesus Cristo de Nazaré,sei EM QUEM EU CREIO, sei diferenciar politica de religião, sei que a moralidade bibilica é importante assim como a justiça biblica,,, sei que os esquerdista fazem parte do mundo que jaz no maligno assim como os tais dereitista e seguidores de mitos dos infernos também,... Misturar alhos com bugalhos faz esta confusão, e o pior é que as pessoas são manipuladas mas ficam felizes por achar qeu a coisa é espiritual.....

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  6. A coerência e lucidez do texto nos leva a refa triunfante letir que temos uma cidadania , e que o Evangelho de Cristo não desumaniza ninguém . A fé pessoal e individual se torna coletiva no Culto coletivo de adoração a Deus no Templo . No bojo do assunto pertinente do Texto do meu mano Rev . Carlos Roberto , fica claro a disposição
    de elucidar com clareza um assunto que ficava nos porões institucionais , na Santa Hipocrisia religiosa no estilo Medieval . A Ekclesia no original significa ajuntamento popular , a Igreja militante é terrena e a triunfante será celebrada no Céu . Nós temos a Igreja visível o povo membrado a uma Denominação e a Igreja Invisível Cristo nos corações do povo . A Igreja militante dentro do modelo de Estrutura como um corpo Eclesiástico , ela está dentro de uma sociedade sócio , econômica e política . Em Matheus 23 Jesus assumi uma posição , sócio , moral e política contra o Grupo Político , Religioso dos Farizeus . Ou os pastores saem da zona de conforto de seus pastorados , e ensinam o Rebanho sobre ideologias de partidos , comunismo , etc , teremos um povo como a esquerda desenha e deseja . O Pastor é guia Espiritual , Moral , Social e Político . O Povo perece pela falta de Conhecimento , como disse Oséias . Pastor e Teólogo José Barbosa .

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  7. Meu caro Pastor Carlos,

    Parabéns pela coragem e clareza de ideias.

    Tenho certeza de que sua inspiração veio do Espírito Santo.

    Tg 4:17 condena a omissão.

    Jesus ordenou que fôssemos sal e luz, não insossos e apagados.

    A igreja não combate este ou aquele partido ou apoia esta ou aquela personalidade.

    A igreja combate aqueles que empunham ideias antibíblicas e apoia os que defendem o evangelho e nosso estilo cristão de ser e viver, independente de quem sejam e de suas cores partidárias.

    O Pastor tem a função de zelar pelo rebanho, preservando-o dos lobos das heresias , da política, de onde quer que venham.

    Só os mercenários se omitem, acovardam e fogem (11 Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
    12 Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas.
    13 Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas. Jo 10.11-13).

    Respeito quem se omite no tema, mas não os aprovo nem sigo seu exemplo.

    Prefiro o exemplo de João Batista que pagou o preço da repreensão aos governantes e não o da covardia.

    A igreja tem sim, por mais que alguns a neguem por conveniência, grande
    Responsabilidade social e política.

    O aplicativo da Bíblia foi banido na China e Cristãos lá são torturados e perseguidos; a Bolívia teve que lutar contra leis que proibiam a pregação do Evangelho; na Índia e países de
    Governos islâmicos o Evangelho é proibido, igrejas são queimadas e cristãos assassinados.

    Está bem claro qual espectro político se opõe sistematicamente ao Nosso Senhor Jesus e aqueles que o servem.

    É uma clara traição à Cristo apoiar aqueles que praticam ou consentem com os que praticam esses pecados e ataques contra nosso Salvador e seus ensinos.

    Hoje estou mais feliz ainda por pertencer aos quadros da COMADESPE e ser pastoreado pelo senhor.

    Retaliações virão, mas o Senhor Jesus estará ao seu lado, meu Pastor.

    Deus te abençoe e te proteja.

    Dr. Samuel Eduardo Bezerra Filho
    Pastor Presidente da AD Antioquia em Pindamonhagaba

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  8. Vale lembrar que, como disse Kuyper, não há um espaço no universo que Deus não reivindique como seu. Por outro lado, as metáforas do sal e da luz, no Sermão do Monte, implicam em que todos os espaços sejam ocupados pelos cristãos, inclusive na política. É lá que se definem os rumos de um país.

    Dito isto, entre as missões pastorais está, sim, a responsabilidade de orientar os fiéis a bem exercerem a cidadania com consciência e lucidez quanto à prática do voto.

    É mais do que claro para quem quer enxergar que as forças contra Deus se organizam, não só no Brasil, mas em todo o mundo, para ter nas mãos o poder que legitime as suas ações com a restrição de nossas liberdades, inclusive de culto, com a implantação de uma cultura paganizada, onde os valores morais nada signifiquem, colocando-nos contra a parede e tirando o nosso direito até de pregar o evangelho completo.

    No que depender de nós, é nosso dever orientar e sermos um muro de contenção contra o avanço do mal.

    Grande abraço!

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Pastor Carlos Roberto Silva
Point Rhema

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