Ainda não é tarde, façamos algo!Para depois não precisar dizer:Nada fizemos, por isso é tarde demais.
sexta-feira, 8 de julho de 2022
É JÁ HORA DE DESPERTARMOS DO SONO - Um alerta à Igreja brasileira
quinta-feira, 12 de maio de 2022
A IGREJA TEM O DIREITO E O DEVER DE ORIENTAR POLITICAMENTE OS FIÉIS
A IGREJA TEM O DIREITO E O DEVER DE ORIENTAR POLITICAMENTE OS FIÉIS
Em tempos de pleito eleitoral, é comum as discordâncias sobre a participação opinativa da Igreja nas campanhas, e para tanto, qualquer que seja a atitude dos seus líderes, merecerá a crítica de quem não concorde.
Dentro da minha trajetória, já presenciei crítica à Igreja pela boa relação com os governantes nos tempos do chamado "Regime Militar", mais tarde, por abrir as portas democraticamente para todos os seguimentos da política, ser pechada como "omissa", ou de forma pejorativa "acender uma vela para Deus e outra para o diabo".
Mais tarde, já em tempos dos governos da esquerda, "de se vender pelas benesses oferecidas", e hoje, por "se render" a um governo que, muito embora tenha sido eleito democraticamente, segundo seus críticos, flerta com atos anti-democráticos.
Fica claro que, qualquer que seja a atitude, a Igreja sofrerá a crítica de quem pensa diferente.
Antes de qualquer coisa, vale lembrar que já há muito tempo, muitos ministros evangélicos se esquivam de instruir politicamente seus membros, com a premissa de que não foram chamados para tal feito e que esse tema seria polêmico demais para ser debatido nas igrejas. Além disso, ainda pesa contra o assunto, o argumento de que pastores que se interessam por política geralmente se sujeitam ao sistema por interesses próprios, atitude condenada por Deus - Isaías 1:23
Registro ainda que, pessoalmente, sou contra qualquer favorecimento, benesse ou barganha, como cargos no governo, dinheiro legal ou ilegal, moral, imoral ou amoral, rachadinhas, etc..., que possa justificar qualquer tendência política, seja na individualidade ou da coletividade.
Por conta dessas questões, é que há no meio evangélico, divergências quanto à participação da igreja, tendo em vista as dificuldades morais vindas a público, sobre a política no Brasil e, por isso mesmo deve a Igreja como instituição, ou através de seus líderes, se abster de tais atitudes reprováveis.
O que está em voga neste momento é, se essa discussão se estende também, no que tange, a saber, se é ético ou não, o pastor orientar seus fiéis quanto ao voto nesse ou naquele candidato.
Na verdade é quase consenso entre os líderes sensatos, na atualidade, que já passou da hora de os pastores perceberem a necessidade de discernir os limites estabelecidos quanto à preservação do compromisso da igreja com sua missão de pregar o evangelho e, ao mesmo tempo, com seu dever de contribuir politicamente para que sempre haja garantias constitucionais de que a missão da proclamação do evangelho com total liberdade por parte da igreja, jamais seja impedida.
Verdade é que no século 21 o dever do pastor para com os fiéis já não se atém apenas ao altar e ao gabinete pastoral, ele se completa na medida em que se move e se expande para fora dos intramuros denominacionais, atingindo desta forma a vida social e política.
Com efeito, o sacerdote dos dias atuais além do seu chamado a apascentar, tem uma árdua tarefa para com seus fiéis, com relação a instruí-los politicamente até ao ponto de os mesmos estarem preparados para tomadas de decisões conscientes sobre seus deveres quanto à sua cidadania.
Em tempo, não se deve ignorar que há mais de trinta anos as academias públicas e muitas das academias seculares particulares têm investido pesadamente na formação política de jovens que, antes mesmo da conclusão do curso, já se tornam simpáticos às pautas ideológicas contradizentes com a cultura cristã. Muitos desses jovens eram cristãos, e portanto, membros das Igrejas.
Repiso que essa cultura só pode ser mudada se houver empenho e fôlego suficientes na liderança evangélica, para desenvolver algum tipo de projeto de curto ou médio prazo sobre conscientização política dos fiéis. E para que essa concepção errônea seja mudada, antes, é preciso haver uma mudança radical quanto à importância de inculcar na mente dos fiéis o saber político, bem como na mente de boa parte da liderança.
Esta realidade é clara, já que a Igreja de Jesus não pode e nem deve dar-se ao luxo de agir hipoteticamente sobre sua parcela contributiva para o bem da sociedade em que a comunidade está inserida, sob pena de fazer o mundo cambalear por conta de tamanha omissão. Posto que, o debate em pauta faça parte da Igreja atual, ela está profundamente envolvida. Isto é dito para deixar claro que a condução de uma nação não se dá pelo agente eleito apenas, antes, é conduzida pela sociedade organizada que com responsabilidade democrática e consciência política, dita as regras por meio de pressões e cobranças legais a todas as instituições, sejam públicas ou até mesmo privadas quando houver necessidade.
Como cristãos, temos a mente de Cristo, isso deve nos facilitar a enxergar que alguns parlamentares políticos anticristãos, movidos por grande aversão e com o objetivo de atacar a fé cristã, unem-se a governantes que se colocam distantes do cristianismo, quando estes últimos, perseguem a Igreja, por defender um Estado comprometido com os valores deferidos por Deus através da Escritura Sagrada. É o caso de alguns candidatos ao pleito da próxima eleição. Só isso já deve ser suficiente para que a igreja e seus líderes evangélicos percebam o que está em questão: a liberdade religiosa ou, a possível falta dela.
A igreja tem o dever de resistir a esta filosofia inimiga do cristianismo e do povo em geral, a começar por combater e desconstruir a retórica maquiavélica de que a ética cristã desequilibra o poder do Estado, tendo em vista ser a igreja a principal instituição que coopera para o bem e para a ordem na sociedade, é também seu papel pressionar e se afastar de políticos que insistem neste modelo.
Por fim, nestes desafios iminentes, está a luta constante contra bandeiras erguidas em oposição à família tradicional e aos valores cristãos. Logo, urge que a bancada evangélica aumente para que haja maiores chances de garantir a liberdade religiosa e a defesa destes conhecidos valores.
Antes, a luta dessas bandeiras anticristãs, era feita de forma muito velada, mas agora está tudo muito claro através dos discursos dos candidatos e seus defensores. Tais postulantes, por mais que queiram esconder ou maquiar suas reais intenções, não conseguem, já que suas bases provocam que falem e se comprometam claramente com a ideologia que defendem. A questão não é mais simplesmente de política partidária, mas de ideologia. Na verdade vivemos uma verdadeira guerra, sem armas bélicas, mas espiritual - Efésios 6:12
Portanto, em primeira instância, a liderança da igreja evangélica brasileira não deve se omitir de participar do debate político, bem como da decisão de orientar seus fiéis quanto ao delicado contexto político atual, tendo como sua principal missão salvar a família do novo modelo secularista de sociedade que busca se despontar, isto deve ser questão vital para a igreja evangélica, ela deve estar disposta a salvar as famílias dos vilões produzidos por este novo modelo de sociedade apresentado. E isso só será possível pelo voto quantitativo, daí a importância fundamental de líderes e pastores orientar a membresia para o voto consciente e responsável no que tange ao delicado momento político brasileiro. O apóstolo Tiago nos ensina que, aquele que sabe fazer o bem, não o faz está em pecado. Tiago 4:17
Após a eleição e apuração, estaremos sujeitos às autoridades constituídas, nos limite da lei e, pessoalmente, da nossa fé em Cristo, pela qual ainda teremos o dever de orar por elas e pelo Brasil.
Porém agora, na condição de cidadãos brasileiros, temos também o direito democrático de nos manifestar e o dever cristão de orientar o nosso próximo, lógicamente, com toda a ética, respeito e educação e, finalmente, votar correto.
No Brasil voto é obrigatório, portanto nós na condição de cristãos obedientes à Palavra de Deus, temos a obrigação de votar, afinal de contas Jesus disse: "Dai a César o que de César e a Deus o que é de Deus" - Mateus 22:21
O apóstolo Paulo nos orienta: "Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus". - 1 Coríntios 10:31. Nesse "outra qualquer coisa" está incluso também o ato de escolha dos candidatos, conscientização e o voto propriamente dito.
A Igreja na condição de "organismo espiritual", não precisa de politica, mas como "Instituição ou organização religiosa", depende das leis, e portanto daqueles que as fazem, executam e julgam. Nesse caso, nossa opinião só tem valor na hora do voto, senão fizermos valer isso, quando é que ela valerá.
Deus faz a Sua parte, mas não vota, portanto, somos nós os representantes de Deus na hora do voto.
Assim como aqueles que nos contrapõem o fazem, orientando e divulgando para os seus o que julgam interessante, nós também o podemos fazer, a diferença é que eles o fazem nos seus territórios de atuação, e nós no nosso.
"O Senhor desfaz o conselho das nações; quebranta os intentos dos povos. O conselho do Senhor permanece para sempre; os intentos do seu coração, de geração em geração. Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor , e o povo que ele escolheu para a sua herança". - Salmos 33:10-12
Soli Dei Glória
Pr. Carlos Roberto Silva
- Pastor da AD Cubatão (SP)
- Presidente da COMADESPE (Convenção dos Ministros das AD's no Estado de SP e Outros)
- Relator do Conselho de Doutrina da CGADB (Convenção Geral das AD's no Brasil)
- Presidente Internacional da AD Gedeones Missioneros no Paraguay
- Coordenador do MCCP (Movimento Cristão de Conscientização Política) no Litoral Paulista
Bibliografia: Igreja e Politica - José Verneques
sexta-feira, 4 de março de 2022
MCCP realiza em Cubatão (SP) Fórum Regional para a Baixada Santista
AD Cubatão (SP) recebe Forum do MCC para a Baixada Santista em seu templo sede
O MCCP - Movimento Cristão de Conscientização Política, realizou Fórum Regional na Baixada Santista, no Templo Sede da AD Cubatão (SP), situado à Rua Assembleia de Deus, 251 - Centro - Cubatão (SP), em 19.02.2022, tendo como anfitrião, o Pr. Carlos Roberto Silva e sua equipe de trabalho.
O evento que teve a Direção Geral do Dinho, Presidente Nacional do MCCP, constou de palestras de conscientização, interatividade entre os participantes, e compartilhamento de testemunhos e atitudes que corroboram com a manutenção da família tradicional, contra a legalização do aborto, a ideologia de gênero, sobre o Direito da Criança e Adolescente, além da luta pela manutenção da liberdade de expressão e da liberdade religiosa.
Participaram vários líderes religiosos, autoridades eclesiásticas de Cubatão, líderes da COMADESPE, além de autoridades civis, na esfera dos três poderes constituídos no Brasil.
O encerramento aconteceu com Culto de Celebração, às 19,30h, com oração, momento de louvor e a ministração da Palavra de Deus pelo Pr. Jessé Sobral de Piracicaba (SP).
Na parte musical, participaram o Grupo de Louvor da AD Cubatão, além do cantor Marquinhos Gomes de Brasília.
O Pr. André Bueno, Diretor Executivo do MCCP fez uma avaliação resumo do evento:
ASSISTA AQUI O RESUMO
sábado, 27 de maio de 2017
JUGO DESIGUAL - CRENTE PODE NAMORAR COM INCRÉDULO?
Em primeira instância me parece que nessa questão, a postura relativista e democrática da Igreja em nada ajudou.
Começamos a suportar o fato, achando que o crente ganharia o descrente para Jesus, e por fim, salvo raríssimas exceções, perdemos gente boa para o mundo, e olhe lá se não foi com um casamento já acabado, envergonhando assim o evangelho.
Antes de registrar mais detalhes sobre o assunto observando minha experiência pastoral, quero reviver o conselho ministrado pelo Apóstolo Paulo à Igreja de Corinto:
Exortação à santidade
Ó coríntios, a nossa boca está aberta para vós, o nosso coração está dilatado. Não estais estreitados em nós; mas estais estreitados nos vossos próprios afetos. Ora, em recompensa disso (falo como a filhos), dilatai-vos também vós. Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso. 2º Coríntios 6: 11-18.
Analisemos que o apóstolo exorta a Igreja sobre esse assunto, tratando-o como uma questão de santidade, senão observe o título da passagem.
Vejamos que o apóstolo Pedro ao tratar do mesmo tema, coloca a OBEDIENCIA como uma espécie de ante sala da santidade, senão vejamos:
Exortação à santidade
Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo, como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. I Pedro 1: 15,16.
Não há o que se questionar. Obedecemos a Palavra ou estamos fora dela e não alcançamos a santidade.
Os tempos modernos trouxeram certa frouxidão na aplicação das disciplinas na Igreja. Isso favoreceu o relativismo e, como conseqüência surgiram os maus resultados na vida das ovelhas.
O que parece ser cômodo agora, ou seja, deixar que os crentes façam o que bem entendem, no afã de não contestá-los ou entristecê-los, com certeza trará sérios transtornos e prejuízos para eles mesmos no amanhã.
A Bíblia diz:
Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é bem-aventurado. Provérbios 9: 18.
Quando a Igreja tratava esse assunto como uma questão de santidade e, portanto com severidade, qualquer jovem que insistisse em namorar com alguém de fora após ser aconselhado, ficava automaticamente suspenso da comunhão e de qualquer participação, mesmo as mais simples como cantar em grupos oficiais. Isso acontecia como disciplina corretiva. Quem tivesse maior interesse nas coisas de Deus, se consertava e ficava no seu lugar esperando no Senhor.
A partir do momento em que relativizamos o assunto, entendendo que cada caso é um caso, passamos a conviver com verdadeiros engodos no seio da Igreja.
Muitos, para não passarem a vergonha de não poderem ter suas cerimônias religiosas celebradas no templo, simularam conversões, batismos e até outras atitudes de seus futuros cônjuges, apenas “para inglês ver”. Depois de algum tempo, o que sobrou foi apenas a triste realidade dos fatos. Escândalos, separações e até mesmos jovens nascidos e criados no Evangelho, desviando-se dos caminhos do Senhor para manterem seus casamentos. Uma verdadeira miséria de caráter espiritual. O que começa errado, normalmente termina também errado.
JUGO DESIGUAL ALÉM DOS HORIZONTES DA FÉ.
Quando Paulo se refere ao JUGO DESIGUAL na questão da fé, deixa implícito que JUGO DESIGUAL é JUGO DESIGUAL em qualquer situação. Na condição de orientador espiritual, o apóstolo estava ensinando sobre o que lhe era pertinente, no entanto, o tema JUGO DESIGUAL, ultrapassa os horizontes da fé.
Ainda que entenda que nem todas as variantes deste assunto sejam uma tese concluída como o é no caso da fé, ainda assim considero essencial que jovens ou pessoas que pretendem se casar considerem com carinho as diversas situações possíveis de JUGO DESIGUAL. As mesmas poderão trazer sérias conseqüências futuras ao casamento, senão o próprio fim da relação conjugal.
A guisa de colaboração, registro algumas diferenças que podem ser problema até mesmo quando ambos confessam a mesma fé, como por exemplo: Condição financeira, cultura, grau de educação, currículo familiar, divergências ministeriais, diferença na idade e outras mais.
Quaisquer diferenças que possam trazer problemas são uma espécie de JUGO DESIGUAL, que deve ser colocado na mesa e na balança antes do casamento. É necessária uma conversa franca e aberta. Não se pode simplesmente “empurrar com a barriga”.
No início do relacionamento, tudo é tolerável, porém, o JUGO DESIGUAL nos casos que acima citei, não há como se resolver simplesmente com atração física. Com o passar do tempo, é natural que a química relacional se estabilize, e aí esse tipo de JUGO DESIGUAL só pode ser tolerado com muito AMOR. É necessário conviver com as diferenças. Por isso a hora de pesar os prós e os contras é exatamente antes do casamento.
Quanto à questão da fé não há o que se discutir.
A Bíblia diz:
NÃO.
E quem desobedece a Palavra de Deus em qualquer questão está em pecado.
Com carinho pastoral, no amor do Mestre,
Pr. Carlos Roberto
Publicado originalmente em 10.10.2008
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Consciência política: o papel do Pastor e da Igreja
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Consciência política: o papel do Pastor e da Igreja - Point Rhema |
O papel do pastor na conscientização política da Igreja
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
CADÊ O MEU MENTOR?

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
CARNAVAL: EVANGELIZAÇÃO NO SAMBÓDROMO - TÔ FORA










