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sábado, 4 de maio de 2019

Primeira igreja evangélica gay de Salvador é inaugurada neste sábado (04.05)


Por Me Salte Correio24horas
Uma igreja inclusiva comandada por pastores homossexuais. Assim foi fundada a denominação evangélica Igreja Cristã Contemporânea que neste sábado (4) inaugurará sua primeira sede própria em Salvador. A informação foi confirmada com exclusividade ao Me Salte nesta terça-feira (30) pelo pastor Marcos Gladstone, que é fundador da igreja no Brasil.
A estruturação da sede própria da igreja em Salvador vem sendo estruturada desde 2016. "Depois de longos 3 anos de missões em terras soteropolitanas se reunindo num espaço para eventos somente aos domingos, a maior denominação inclusiva do país, a Igreja Cristã Contemporânea inaugura sua primeira sede na Bahia. A Contemporânea é uma denominação evangélica que acolhe a todas as pessoas, sem preconceitos e faz uma releitura das passagens bíblicas que são usadas contra os homoafetivos", afirmou Gladstone ao Me Salte.
O culto de inaguração acontecerá,  às 19h, com a presença do fundador pastor Marcos Gladstone. A igreja ficará localizada na Avenida Mário Leal Ferreira, 103, Bonocô, Salvador. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2224-3910 ou pelo site www.igrejacontemporanea.com.br
Em março de 2017, o Me Salte acompanhou um  dos cultos especiais promovidos na capital baiana como preparação para a construção da sede própria;

Assista aqui:



Fonte: Nordestesou

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Livro que Bolsonaro mostrou no JN desconstrói ética familiar, diz pastor após análise

O livro Aparelho Sexual e Cia apresentado à maioria do público brasileiro por Jair Bolsonaro (PSL) durante sua entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, vem causando uma enorme discussão na sociedade. O pastor e escritor David Riker aproveitou a comoção em torno do tema e publicou um vídeo com uma análise do conteúdo do livro que é visto como um material de erotização infantil.
Riker, que é pastor da Igreja Missionária da Amazônia (IBMA) e líder do Ministério Ser, contextualiza o material apresentado no livro que estimula a descoberta sexual precoce e, de quebra, com alto grau de sutileza, derruba a autoridade familiar sobre questões ligadas à sexualidade.
"O livro diz assim: 'É um guia inusitado para crianças descoladas'. Aí já tem um problema, irmão. Como é que o livro, que é para criança, só que 'descolada'… O que é uma criança 'descolada'? Uma criança que está na agenda, rumando à revolução da agenda de desconstrução da família tradicional", introduziu o pastor.
"A primeira contradição do livro é a seguinte […] O índice diz que é para adolescentes […] na capa diz que é para crianças", apontou Riker, que questionou: "O que será que há de inusitado? E, inusitado para que tipo de criança?".
"Eu queria fazer algumas considerações, apontar algumas questões no livro… Antes de falar nisso, veja, há quem diga que esse livro nunca foi cogitado para estar na escola pública. Veja, se o MEC admitir a existência do tal do 'kit gay' – que na verdade, vale-se dizer, é apenas um apelido que foi dado a um conjunto de materiais que havia sido indicado como bibliografia para as escolas do Brasil – era melhor fechar a bodega", comentou, fazendo referência à polêmica suscitada após a entrevista do candidato à presidência pelo PSL.
"O MEC bolivariano das antigas certamente tinha uma agenda ideológica que em muitos aspectos confronta a ética e os princípios morais do povo brasileiro, que para desespero de muitos intelectuais de esquerda, é, em sua maioria, conservador e cristão", pontuou o pastor, aludindo ao período em que o Ministério da Educação esteve sob a administração do Partido dos Trabalhadores.
No livro, segundo David Riker, há estímulo para que as crianças aceitem o que se define como "mulher objeto", assim como à compreensão de que não haveria barreiras de idade para a prática sexual.
"Esse livro, em primeiro lugar, logo no início fala que o menino tem que ser um menino que vá atrás das mulheres, que conquiste as mulheres, [traz] dicas de paqueras, e coloca o estereótipo do menino meio safadinho, menino meio 'pra frente', sabe? Um menino que vai objetificando o corpo feminino", lamentou Riker. "Sempre você tem [ilustrações de meninos] olhando para a bunda das mulheres, pelo na genitália da mulher… Então é sempre esse menino atrevidinho".
"A educação brasileira é 'paulo-freiriana'. Ele [Paulo Freire], pensa a educação de cidadãos engajados politicamente, e aí, quando fala em sexualidade, você precisa sempre 'empoderar' as minorias, e 'desconstruir a heteronormatividade', a norma, porque 'a norma não existe porque é natural, ela existe porque como [o filósofo Michel] Foucault nos ensinou, é tudo um complô dos conservadores judaico-cristãos que querem controlar os nossos corpos e querem nos oprimir dizendo que a humanidade é hétero dependente'", criticou, com dose concentrada de sarcasmo.

Distorções

Um desvio de realidade apontado na análise do pastor está na abordagem sobre o que é a descoberta da sexualidade: "Quando [o livro] fala de puberdade […] [coloca a] sexualidade como a grande questão da puberdade. Então, é um livro que acaba confundindo sexualidade – que é uma dimensão ampla de afeto, de desejo e prazer, de relacionamentos – com o ato sexual em si".
A abordagem da homossexualidade também é feita de forma a levar à compreensão de que a atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo não é algo diferente da relação entre pessoas de sexos opostos.
"Ele começa a ensinar, então, que menino gostar de outro menino… e ele pergunta: 'O que é normal? Todo mundo se faz essa pergunta e vai encontrar a resposta sabe onde? Ouvindo o seu coração'. O livro não tem nenhuma menção à ética familiar. O adolescente e as crianças 'descoladas' [termina por sugerir que] ela [criança] não está sob a tutela dos pais, não deve conversar com seus pais a partir das suas crenças, da sua história, das suas tradições, porque essas coisas são demonizadas [no livro]", constatou o pastor.
"Qual é a resposta? O que é puro na revolução? 'É o coração, é você olhar para o seu coração e se autodeterminar, porque não há propósito que anteceda sua existência'. Veja, isso tudo é um viés filosófico com o qual a maioria da população brasileira certamente não concorda", enfatizou.
Ao longo do vídeo, Riker refuta os argumentos que apontam o Estado laico como uma barreira para a objeção a partir de princípios e valores oriundos da religião: "A laicidade significa, teoricamente, que eu não posso impor a você o que eu creio, mas também você não pode desconstruir sistematicamente aquilo que a maioria da população crê. A laicidade coloca um limite para ambos", frisou.

Beijo e sexo

No livro, há uma espécie de tutorial para crianças sobre como proceder em seu primeiro "beijo de língua". O pastor leu as orientações e comentou que até as coisas mais simples são alvo de uma obsessão do livro em guiar os pequenos leitores: "São coisas que se aprende naturalmente, irmão, mas a galera tá querendo padronizar cartesianamente o beijo de língua para 'crianças descoladas'", alertou.
O estímulo ao sexo surge de forma clara e objetiva a certa altura do polêmico livro: "'Como a gente sabe que está à fim de transar? O corpo é que decide'. 'No dia que você estiver pronto para transar, você sente isso no corpo todo'. Quer dizer, é um cio, né? Uma cadela e um cachorro. Olha que 'legal', né? […] Aí aparece uma primeira imagem, do pessoal olhando enquanto um casal transa", disse o pastor, externando indignação.
Mais à frente, o livro "mostra um rapaz maior […] parece um pedófilo […] querendo mostrar uma sacanagem para a 'criança descolada', que realmente está desprotegida", e o pastor encerra a análise com uma constatação: "Em resumo: o livro é ruim. Independente se foi ou não para a escola", finalizou.

Fonte: Gospel+
ASSISTA AQUI

terça-feira, 7 de agosto de 2018

E se fosse o contrário? Eles querem respeito ofendendo 178 milhões de cristãos - Por Marisa Lobo



O transformista pernambucano Johhny Hooker causou indignação popular ao dizer que 'Jesus é travesti'.


Não sei o que mais é preciso para a sociedade e principalmente as igrejas cristãs entenderem o que realmente estamos enfrentando. Ouvir de pessoas ignorantes e alheias a fé alguns absurdos no meio da rua, dentro de algum estabelecimento ou mesmo dentro de casa, não é o mesmo que assistir famosos, gente com acesso à informação, utilizando o dinheiro público para ofender abertamente a fé de 178 milhões de cristãos no Brasil.

O vídeo que circulou nas redes sociais e causou indignação na população, onde o transformista pernambucano Johnny Hooker chamou Jesus Cristo de "travesti" e de "bicha", puxando o coro de alguns ousados na platéia, demonstra claramente o quanto nós, cristãos, sofremos perseguição ideológica, sendo ofendidos publicamente por conta da nossa fé, enquanto eles, os que se consideram paladinos da "verdade", da "tolerância" e da "diversidade", se sentem livres para nos agredir moralmente, vilipendiar nossos símbolos religiosos e ainda achar que estão no direito de fazer essas coisas.


Tudo isso simplesmente porque não aceitaram o impedimento de uma peça que também tem como propósito ofender a fé cristã, onde Jesus é retratado como um travesti. Qualquer pessoa em sã consciência e com um mínimo de conhecimento da Bíblia sabe quem é Jesus Cristo para os cristãos. A nossa fé em Cristo é fruto do que a Bíblia declara sobre Ele, que é o Filho de Deus, o Messias prometido, o Salvador, o Ungido de Deus que veio entregar sua vida por amor de todos nós, pecadores.

Esse Jesus que a Bíblia fala a respeito possui uma identidade própria, sendo ele mesmo Deus, como crêem os cristãos. E como Deus, Ele rejeita o pecado e abomina o mal. Chamar Cristo de travesti e bicha são ofensas a fé dos cristãos porque a Bíblia não atribui esses comportamentos a pessoa de Jesus. Pelo contrário, ela considera pecado a prática sexual entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim, dizer que Jesus Cristo é "bicha" é ir de encontro à santidade do Senhor e cometer a violação do artigo 280 do Código Penal, que tipifica como crime o escárnio de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa.

Mas, e se fosse o contrário? Se algum de nós, líderes e personalidades cristãs, falássemos algum xingamento contra essas pessoas que usam o discurso dos "direitos humanos" para se protegerem atrás de ONGs e movimentos? Eu, Marisa Lobo, já sofri ameaças, perseguição e processos judiciais por muito menos. Por simplesmente dizer uma opinião sobre sexualidade baseada em meu conhecimento científico, algo muito diferente de uma ofensa gratuita com a clara pretensão de provocar.

Quando ativistas da "Marcha das Vadias" quebraram imagens católicas na Jornada Mundial da Juventude, organizada pela Igreja Católica em julho de 2013, profanando os símbolos religiosos com seus órgãos genitais ao ar livre, diante de homens, mulheres e crianças, a maior parte da mídia ficou calada. Silêncio total! O movimento LGBT e partidos de esquerda não se manifestaram. Eles fingiram que nenhum absurdo havia acontecido. Não está sendo diferente agora. Onde está a indignação dos cristãos de esquerda? Ou será que o Cristo deles é outro e não o que a Bíblia descreve? Onde estão às manifestações de repúdio desses que dizem lutar pelo respeito às religiões? Onde estão os protestos nas ruas e manchetes de jornais acusando o tal "cantor" de intolerância religiosa?

São dois pesos e duas medidas, mas para quem já vem há anos na luta contra esse ativismo ideológico nada disso é surpresa. Sabemos como eles são alienados, pobres de espírito e carentes de atenção, como crianças mimadas, necessitando principalmente de salvação espiritual, algo que só Deus pode dar através da sua misericórdia e graça imerecida. O que nós podemos fazer é continuar testemunhando quem somos, trazendo a memória que "em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos". (2 Coríntios 4:8-10).

Por Marisa Lobo - Psicóloga, especialista em Direitos Humanos e autora de livros, como "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".

Fonte: Guiame

sábado, 4 de agosto de 2018

ONU declara apoio a cantor que chamou Jesus de “travesti” em show


Johnny Hooker afirmou que “Jesus é travesti” no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em Pernambuco.


A Organização das Nações Unidas no Brasil‏ (ONU) declarou seu apoio ao cantor Johnny Hooker na quarta-feira (1), depois que o artista foi denunciado por afirmar que “Jesus é travesti” em um show polêmico no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em Pernambuco.

“Usando a arte para sensibilizar a sociedade sobre os direitos das pessoas LGBTI, o cantor Johnny Hooker é Campeão da Igualdade da Campanha Livres e Iguais no Brasil”, disse a organização no Twitter, com uma foto do artista e a frase: “Em solidariedade a Johnny Hooker, contra os ataques de ódio e discriminação”.

Nesta quinta, o cantor agradeceu o apoio da ONU, declarando que ambos estão “juntos nessa caminhada”. Por outro lado, a maioria dos seguidores da organização questionaram a defesa do discurso do artista que, de acordo com a notícia-crime apresentada na Polícia Civil, ofende a fé cristã.

Johnny Hooker recebeu da ONU o título de campeão da igualdade da campanha “Livres & Iguais”, promovida pela organização em defesa dos direitos da comunidade LGBTI. A nomeação foi realizada no dia 17 de maio, na sede das Nações Unidas em Brasília.

No último sábado (28), o cantor se posicionou contra a proibição da peça com Jesus transexual no FIG e fez um discurso ofensivo em sua apresentação.

“E eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim, p*! A arte é para o futuro. Esses fundamentalistas não vão passar. Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia no c*”, disse o cantor no palco.

Na segunda-feira (30), o advogado Jethro Ferreira fez o comunicado do crime à Polícia Civil com base no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, que diz que quem “pratica, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” está sujeito a uma pena de reclusão de um a três anos e multa.

“As pessoas que professam a fé cristã tem a pessoa de Jesus Cristo como uma pessoa do sexo masculino, heterossexual, segundo a Bíblia Sagrada, que é o livro que contém os ensinamentos cristãos. Qualquer afirmativa diferente desses dogmas é considerada uma ofensa à fé cristã”, disse Ferreira no documento.

O advogado solicitou que a polícia interrogue o cantor e que, caso ele não se apresente às autoridades, seja decretada a prisão preventiva do artista.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Johnny Hooker é denunciado após dizer que “Jesus é travesti” em show polêmico


O transformista Johnny Hooker afirmou que Jesus é bicha em defesa de uma peça que apresenta Jesus transexual.


O cantor e transformista Johnny Hooker afirmou que "Jesus é travesti" em um show polêmico no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em Pernambuco, no último sábado (28). Diante de sua declaração, o discurso foi apresentado na Polícia Civil por ser considerado uma ofensa à fé cristã.

Na apresentação, o artista se posicionou contra a proibição da peça com Jesus transexual no FIG, que enfrentou uma longa batalha jurídica para tentar fazer parte da programação do festival. Desde então, o discurso ofensivo do cantor vem movimentando as redes sociais.

"E eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim...! A arte é para o futuro. Esses fundamentalistas não vão passar. Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia...*", disse o cantor no palco.

Na segunda-feira (30), o advogado Jethro Ferreira fez o comunicado do crime à Polícia Civil com base no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, que diz que quem "pratica, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional" está sujeito a uma pena de reclusão de um a três anos e multa.

"As pessoas que professam a fé cristã tem a pessoa de Jesus Cristo como uma pessoa do sexo masculino, heterossexual, segundo a Bíblia Sagrada, que é o livro que contém os ensinamentos cristãos. Qualquer afirmativa diferente desses dogmas é considerada uma ofensa à fé cristã", disse Ferreira no documento.

A notícia-crime também apresenta o artigo 280 do Código Penal, que afirma que "escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa, impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso, vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso" pode resultar uma detenção de um mês a um ano ou multa.

Segundo o jornal O Globo, para o advogado não há dúvidas que Johnny Hooker praticou as infrações listadas na queixa criminal. Ele ainda pede a instauração de um inquérito policial, um delegado especial para prosseguir com o caso e a realização de perícia dos materiais audiovisuais do show existentes na internet.

O advogado solicitou que a polícia interrogue o cantor e que, caso ele não se apresente às autoridades, seja decretada a prisão preventiva do artista. O documento ainda pede que a polícia ouça como testemunha três autoridades religiosas do estado e a cantora Daniela Mercury, que também apoiou a peça com Jesus travesti e fez um discurso polêmico no festival.
Repercussão

Johnny Hooker usou o Twitter no domingo (29) para comentar a repercussão de seu discurso após a apresentação. "O que me deixa mais absolutamente estarrecido nessa história é a quantidade de gente que acha que travesti não é gente, ser humano igual a eles. O mundo é muito sombrio e a humanidade vive nas trevas mesmo. Não passarão".

Por outro lado, o artista foi repudiado até mesmo pelo prefeito Izaías Régis (PTB), que disse que o evento acabou se tornando um "festival do inferno" em vez do "inverno".

"Como prefeito da cidade, venho aqui em defesa dos cristãos de Garanhuns. Nós presenciamos e ouvimos cenas de horrores, que não poderiam acontecer num festival que traz para nós um ensinamento da coisa mais bonita do mundo, que é a cultura", declarou.

O discurso de Johnny Hooker foi em defesa da peça "O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu", protagonizado pela atriz transexual Renata Carvalho. 

O espetáculo foi proibido de ser apresentado no festival pernambucano por ordem do prefeito Izaías Régis, após proibições em cidades como Jundiaí (SP), Salvador (BA), Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro (RJ).

"Não tenho nada contra pessoas trans e LGBT, não sou homofóbico, mas o limite de respeito tem que existir, não pode incentivar crianças e adolescentes", disse o prefeito ao portal Leiajá.

"A família cristã de Garanhuns pede a mim que não permita a peça no Centro Cultural, e não vou permitir".

Fonte: Guiame

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Cantor diz que “Jesus é travesti, sim” e Danilo Gentili responde: “Não sabe o que diz”


O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) em 2018 foi marcado por agressões gratuitas dos artistas aos cristãos brasileiros. Manifestações de ativistas e artistas, como Daniela Mercury, ganharam destaque na grande mídia, mas o cantor e transformista pernambucano Johnny Hooker foi além, fazendo coro sobre Jesus ser travesti.
"Jesus é travesti sim, Jesus é bicha sim", disse o cantor no palco do FIG, e em seguida, proferindo palavrões e entoando palavras de ordem: "Hi, hi, hi, Jesus é travesti". Os ataques foram motivados pelas polêmicas envolvendo a encenação da peça O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu.
A manifestação do artista durante o evento repercutiu nas redes sociais de forma intensa, com comentários de reprovação por boa parte dos internautas, mas também apoio da parte dos entusiastas do pensamento progressista.
O comediante e apresentador Danilo Gentili usou o Twitter para opinar sobre o episódio, destacando a parcialidade da imprensa na repercussão de casos como o de Johnny Hooker, que ofendeu a fé de milhões de brasileiros e não foi alvo de matérias na grande mídia.
"Penso que o único que tem o dever pessoal de dar o devido respeito a Jesus é aquele que de fato o conhece e crê. Ué, se a pessoa não conhece, não crê, ela nem sabe o que diz. Além do mais, em uma sociedade livre a pessoa tem o direto de FALAR o que quiser sobre religião. Deixa o cara!", introduziu, expressando desprezo pela manifestação do artista pernambucano.
"Pergunto agora: se diferente desse cara que tá histericamente discursando sério, chamando Jesus de travecão, fosse eu falando jocosamente pra não ser levado a sério, zuando religiões afros ou árabes… eu gozaria do silêncio dos jornalistas ou seria massacrado nas manchetes?", questionou. "Intolerante, xenófago, discurso de ódio, desrespeitoso, do mal, mau caráter, polêmico, 'cacem o patrocínio dele'… esses adjetivos jornalistas brasileiros só usam de forma muito seletiva", acrescentou.
"É cada dia mais escancarado que a militância podrona tomou o lugar do bom jornalismo. É por isso que o comediante que permitir ser regulado por manchetinha de jornal ou por tapinhas nas costas da classe artística vai é afundar com eles. As pessoas estão percebendo toda ********** por trás desse 'povo do bem' e estão rejeitando tudo isso cada vez", concluiu Gentili, que por diversas vezes declarou-se cristão e revelou ter sido criado em uma Igreja Batista.
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 19 de março de 2018

Igreja espalha pelo Rio de Janeiro que Jesus voltará em 2070

Fiéis da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo são acusados de  espalhar intolerância religiosa pela cidade

A Bíblia diz que somente Deus sabe o dia da Segunda Vinda de Jesus, mas membros da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo, do Rio de Janeiro, estão pixando a cidade anunciando a volta de Cristo para 2070.
A inscrição feita em muros, postes e calçadas da cidade diz: “Bíblia sim, Constituição não. Jesus voltará em 2070”.
Segundo notícias da imprensa, o grupo já gastou mais de 2 mil tubos de tinta spray para sair espalhando essa mensagem pelo Rio.
A denominação, que é liderada pelo pastor Tupirani da Hora Lores, é conhecida no Rio de Janeiro por seus eventos polêmicos.
Em agosto do ano passado essa mesma igreja criou uma passeata contra os muçulmanos, chamando-os de "assassinos", "pedófilos" e "terroristas". Tupirani foi preso em 2009 pelo crime de intolerância religiosa, e hoje ele usa o termo "templo pós prisão" como slogan.
Quanto as pichações que são consideradas ilegais, o líder religioso declara não ter medo da justiça e diz que se apagarem as mensagens, eles as escreverão novamente. "Não estamos escondendo nada. Se apagarem, picharemos de novo. Se nos prenderem, quem tiver solto vai continuar”.

Com informações: JM Notícias

terça-feira, 6 de março de 2018

“Igreja dos cachaceiros” promove culto em bares

Quando pensamos que já vimos de tudo, sempre aparece alguma coisa pra nos surpreender.
Acredite se quiser mas um pastor de uma igreja na África do Sul esta usando bebidas alcoólicas para atrair membros para sua igreja. De acordo com o site Gospel Mais, o Pastor Tsietsi Makiti, do Ministério Internacional Igreja Gabola, começou a fazer cultos em um bar no início deste ano e, segundo explica, já reúne mais de 500 membros na sua denominação.
Durante as celebrações dos cultos é comum escutar os membros e obreiros da Igreja de Gabola dizerem "amém" ou "aleluia" enquanto "viram o caneco".
Em entrevista ao jornal Sulafricano Daily Sun, Makiti explicou que consagra as bebidas durante os cultos e que não vê problemas em suas ovelhas beberem.
"Se Deus estivesse em nossos bares, veríamos o crime ser reduzido, o amor e o respeito serem divulgados. As pessoas que bebem cerveja e whisky são mais felizes e pacíficas. Isso significa que elas estão vivendo debaixo da sombra de Deus", justifica o líder religioso de 52 anos.
Outro de seus argumentos é que o primeiro milagre de Jesus foi transformar água em vinho e que aquilo trouxe alegria a todos, sendo este um dos aspectos da mensagem cristã.
Em sua página no Facebook, o Ministério Internacional Igreja Gabola, tenta convencer as pessoas a se filiarem ao ministério argumentando que as demais denominações discriminam quem bebe. "A Igreja Gabola acomoda todos aqueles que são rejeitados por outras igreja porque fumam ou bebem", postou a igreja em mensagem nas Redes Sociais.
MEU COMENTÁRIO:
Simplesmente É O FIM

segunda-feira, 5 de março de 2018

Pastor admite que fala com árvores, fadas e pratica bruxaria



Sacerdote anglicano afirma que "Jesus Cristo é o chefe dos druidas".


O druidismo era a antiga religião dos celtas, que tem como princípio básico a adoração das forças da natureza, ou animismo. Essa prática pagã continua sendo praticada em diferentes partes do mundo, embora seja chamada por outros nomes como wicca ou simplesmente bruxaria, uma vez que inclui a invocação de espíritos e o uso de "poções mágicas".

O pastor anglicano Shawn Sanford Beck, de Saskatchewan, Canadá, acaba de lançar um livro chamado "Christian Animism", onde afirma que é possível conciliar o cristianismo com o paganismo. Citando Columba de Iona, monge irlandês que levou o cristianismo para a Escócia, dispara: "Jesus Cristo é o chefe dos druidas".

Há 15 anos ele cuida de uma igreja anglicana, dá aulas no seminário enquanto "pratica magia, estuda as runas e fala com árvores e fadas da floresta". Dizendo ser um "druida", ele afirma que durante quase trinta anos lida com um intenso "diálogo inter-religioso interno" e que agora está pronto para mostrar como as duas coisas podem andar juntas.

"Minha teologia é cristã, mas minha cosmologia é pagã", resume. Sanford Beck diz que foi criado numa fazenda e sempre teve um profundo amor pela terra e grande respeito pelo aspecto místico da natureza.

Na adolescência passou a frequentar uma igreja anglicana e anos depois decidiu se tornar um pastor. Trabalhou durante anos como capelão em uma comunidade indígena, onde via os xamãs em ação. Relata ainda que sempre foi fascinado pela cultura e pela mitologia celta.

Ele se define como um "cristopagão" e lembra que há várias cerimônias e festas no calendário litúrgico da igreja que possuem raízes no paganismo. Sanford Beck acredita que a Igreja, como um todo, deveria valorizar mais a natureza e não ignorar a "magia" do cotidiano.

Na verdade, trabalha para convencer os novos pastores de que as duas coisas "podem andar juntas". Embora saiba que nem todos os teólogos concordem com sua abordagem, não recebeu qualquer represália da liderança da Igreja Anglicana.

Publicado originalmente em CBC via GP e Notícias Cristãs

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

MEC homologa resolução que permite que transexuais e travestis usem o nome social nas escolas do Brasil




Com a nova norma, estudantes vão poder pedir que a matrícula e as listas de presença usem seus nomes sociais, e não o que consta no RG.


O ministro da Educação, Mendonça Filho, homologou nesta quarta-feira (17) o uso de nome social nas escolas de educação básica de todo o Brasil. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do Ministério da Educação na tarde desta quarta.

A nova norma, que havia sido aprovada em setembro de 2017 pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), e aguardava a homologação pelo MEC para entrar em vigor.

Com a mudança, que vale para todas as escolas de educação básica, os estudantes poderão solicitar que as escolas usem seus nomes sociais, e não os que constam no RG, em documentos de identificação, listas de presença e outros documentos oficiais escolares.

Se o ou a estudante tiver mais de 18 anos, ele ou ela poderá fazer o pedido diretamente. No caso de estudantes com menos de 18 anos, o pedido deve ser feito pelo pai, a mãe ou a pessoa responsável.

De acordo com o MEC, durante o evento, Mendonça Filho afirmou que a regulamentação do nome social para travestis e transexuais na educação básica "representa um princípio elementar do respeito as diferenças, do respeito à pessoa humana". Ele disse ainda que a mudança faz parte do combate do MEC ao preconceito e ao bullying, e afirmou que esse "é um passo relevante para o princípio do respeito às diferenças e o combate aos preconceitos".

Respeito às diferenças

Ainda segundo o ministro, a reunião em que foi feita a homologação da nova norma contou com a presença de ativistas do movimento LGBTI, incluindo Luma Nogueira de Andrade, que foi a primeira travesti do Brasil a conquistar um título de doutorado e hoje é professora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).

Na nota divulgada pelo MEC nesta quarta, Luma celebrou a mudança. "O nome ser negado significa o não acesso aos espaços educacionais. Portanto, se trata de um direito fundamental que é a educação. Tenho que ter o mesmo acesso à escola como todas as pessoas neste país, considerando as minhas singularidades", explicou ela.

"O lema fundamental da educação é a inclusão. Não é incluir despindo as diferenças. Pelo contrário. É incluir aceitando e respeitando as diferenças. Para respeitar e tratar bem as pessoas trans é necessário, primeiro, o respeito à sua identificação, que é o nome. O nome pelo qual eu me identifico é o nome pelo qual eu existo." - Luma Nogueira de Andrade (professora da Unilab)

Em nota divulgada nesta quarta, o MEC afirma que a resolução "busca propagar o respeito à identidade de gênero e minimizar estatísticas de violência e abandono da escola em função de bullying, assédio, constrangimento e preconceitos", e que "o texto determina ainda que as escolas de educação básica brasileiras, na elaboração e implementação de suas propostas curriculares e projetos pedagógicos, assegurem diretrizes e práticas com o objetivo de combate a quaisquer formas de discriminação em função de orientação sexual e identidade de gênero de estudantes, professores, gestores, funcionários e respectivos familiares".

Fonte G1

MEU COMENTÁRIO:

Infelizmente o Congresso nacional está desmoralizado. Temos visto a luta da bancada que se diz evangélica, em conjunto coma bancada católica, em contrapor, no sentido de barrar a onda liberalista que denigre e destrói os princípios da família cristã, que são respeitados pela maioria dos brasileiros, no entanto, o governo finge que os apóia, aborta os absurdos no âmbito do legislativo, afaga com visitas nas igrejas, bem como recebe os grandes líderes  nos palácios, mas por outro lado, libera os tecnocratas para cumprirem a sua missão, na calada da noite e nos gabinetes, através de normas internas e resoluções, das quais não podemos escapar.

O caminho do liberalismo do Brasil é irreversível e se não acordarmos, logo poderemos ser surpreendidos como a Bolívia.

ACORDA BRASIL!

Oremos!
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