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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Programa infantil exibe adultos nus para explicar sexualidade

Programa infantil exibe adultos nus para explicar sexualidade na Holanda

Um programa de TV voltado para crianças de 9 a 12 anos na Holanda tem causado muita polêmica. Com o nome de “Gewoon.Bloot.” (“Simplesmente.Nu.”), a atração visa explicar assuntos de sexualidade.

Para muitos, o projeto é “educativo” e “quebra tabus”, para outros trata-se de algo “nojento, vulgar e instigar pedofilia”.

O motivo de tanta polêmica é que cinco adultos aparecem nus no programa e são questionados sobre corpo, pele, cabelo, nádegas, seios, pênis, vagina, transgeneridade e peso.

Gewoon.Bloot” vai ao ar todo domingo, às 19h20, no bloco infantil da NPO Zapp.

A atração é idealizada pela Warner Bros em coprodução com a emissora pública NTR.

Fonte: JM Notícia

domingo, 2 de maio de 2021

Parlamentar cristã formalmente acusada por opiniões conservadoras sobre casamento e sexualidade

O Procurador-Geral da Finlândia acusou formalmente uma parlamentar cristã depois que ela expressou uma visão tradicional sobre casamento e sexualidade.

Päivi Räsänen, a ex-Ministra do Interior do país, é acusada de “discurso de ódio” por causa de seus comentários em um panfleto de 2004, um programa de TV de 2018 e um tweet recente.

Três acusações foram feitas contra Räsänen, cada uma delas com uma sentença de prisão de dois anos.

A política cristã de 61 anos foi interrogada pela primeira vez pela polícia em 2019, depois de criticar a Igreja Luterana Finlandesa – da qual ela é membro – por seu apoio oficial a um evento do Orgulho LGBT.

Após a decisão do Procurador-Geral de apresentar acusações formais, a parlamentar disse que não iria deixar de partilhar as suas opiniões.

Não posso aceitar que expressar minhas crenças religiosas possa significar prisão. Não me considero culpada de ameaçar, caluniar ou insultar ninguém”, disse ela.

Minhas declarações foram todas baseadas nos ensinamentos da Bíblia sobre casamento e sexualidade".

Defenderei meu direito de confessar minha fé, para que ninguém mais seja privado de seu direito à liberdade de religião e de expressão".

Eu mantenho a visão de que minhas expressões são legais e não devem ser censuradas. Não vou recuar de minhas opiniões. Não serei intimidada a esconder minha fé".

Quanto mais os cristãos se calam sobre temas polêmicos, mais estreito fica o espaço para a liberdade de expressão”.

Räsänen está sendo apoiada em seu caso pela Alliance Defending Freedom. O diretor executivo do grupo de defesa, Paul Coleman, disse que a decisão do Procurador-Geral teria um “efeito inibidor” sobre a liberdade de expressão.

A liberdade de expressão é uma das pedras angulares da democracia. A decisão do Procurador-Geral finlandês de apresentar essas acusações contra o Dr. Räsänen cria uma cultura de medo e censura”, disse ele.

É preocupante que tais casos estejam se tornando muito comuns em toda a Europa. Se funcionários públicos como Päivi Räsänen são criminalmente acusados ​​de expressar suas crenças profundas, isso cria um efeito assustador para o direito de todos de falar livremente.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Livro que Bolsonaro mostrou no JN desconstrói ética familiar, diz pastor após análise

O livro Aparelho Sexual e Cia apresentado à maioria do público brasileiro por Jair Bolsonaro (PSL) durante sua entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, vem causando uma enorme discussão na sociedade. O pastor e escritor David Riker aproveitou a comoção em torno do tema e publicou um vídeo com uma análise do conteúdo do livro que é visto como um material de erotização infantil.
Riker, que é pastor da Igreja Missionária da Amazônia (IBMA) e líder do Ministério Ser, contextualiza o material apresentado no livro que estimula a descoberta sexual precoce e, de quebra, com alto grau de sutileza, derruba a autoridade familiar sobre questões ligadas à sexualidade.
"O livro diz assim: 'É um guia inusitado para crianças descoladas'. Aí já tem um problema, irmão. Como é que o livro, que é para criança, só que 'descolada'… O que é uma criança 'descolada'? Uma criança que está na agenda, rumando à revolução da agenda de desconstrução da família tradicional", introduziu o pastor.
"A primeira contradição do livro é a seguinte […] O índice diz que é para adolescentes […] na capa diz que é para crianças", apontou Riker, que questionou: "O que será que há de inusitado? E, inusitado para que tipo de criança?".
"Eu queria fazer algumas considerações, apontar algumas questões no livro… Antes de falar nisso, veja, há quem diga que esse livro nunca foi cogitado para estar na escola pública. Veja, se o MEC admitir a existência do tal do 'kit gay' – que na verdade, vale-se dizer, é apenas um apelido que foi dado a um conjunto de materiais que havia sido indicado como bibliografia para as escolas do Brasil – era melhor fechar a bodega", comentou, fazendo referência à polêmica suscitada após a entrevista do candidato à presidência pelo PSL.
"O MEC bolivariano das antigas certamente tinha uma agenda ideológica que em muitos aspectos confronta a ética e os princípios morais do povo brasileiro, que para desespero de muitos intelectuais de esquerda, é, em sua maioria, conservador e cristão", pontuou o pastor, aludindo ao período em que o Ministério da Educação esteve sob a administração do Partido dos Trabalhadores.
No livro, segundo David Riker, há estímulo para que as crianças aceitem o que se define como "mulher objeto", assim como à compreensão de que não haveria barreiras de idade para a prática sexual.
"Esse livro, em primeiro lugar, logo no início fala que o menino tem que ser um menino que vá atrás das mulheres, que conquiste as mulheres, [traz] dicas de paqueras, e coloca o estereótipo do menino meio safadinho, menino meio 'pra frente', sabe? Um menino que vai objetificando o corpo feminino", lamentou Riker. "Sempre você tem [ilustrações de meninos] olhando para a bunda das mulheres, pelo na genitália da mulher… Então é sempre esse menino atrevidinho".
"A educação brasileira é 'paulo-freiriana'. Ele [Paulo Freire], pensa a educação de cidadãos engajados politicamente, e aí, quando fala em sexualidade, você precisa sempre 'empoderar' as minorias, e 'desconstruir a heteronormatividade', a norma, porque 'a norma não existe porque é natural, ela existe porque como [o filósofo Michel] Foucault nos ensinou, é tudo um complô dos conservadores judaico-cristãos que querem controlar os nossos corpos e querem nos oprimir dizendo que a humanidade é hétero dependente'", criticou, com dose concentrada de sarcasmo.

Distorções

Um desvio de realidade apontado na análise do pastor está na abordagem sobre o que é a descoberta da sexualidade: "Quando [o livro] fala de puberdade […] [coloca a] sexualidade como a grande questão da puberdade. Então, é um livro que acaba confundindo sexualidade – que é uma dimensão ampla de afeto, de desejo e prazer, de relacionamentos – com o ato sexual em si".
A abordagem da homossexualidade também é feita de forma a levar à compreensão de que a atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo não é algo diferente da relação entre pessoas de sexos opostos.
"Ele começa a ensinar, então, que menino gostar de outro menino… e ele pergunta: 'O que é normal? Todo mundo se faz essa pergunta e vai encontrar a resposta sabe onde? Ouvindo o seu coração'. O livro não tem nenhuma menção à ética familiar. O adolescente e as crianças 'descoladas' [termina por sugerir que] ela [criança] não está sob a tutela dos pais, não deve conversar com seus pais a partir das suas crenças, da sua história, das suas tradições, porque essas coisas são demonizadas [no livro]", constatou o pastor.
"Qual é a resposta? O que é puro na revolução? 'É o coração, é você olhar para o seu coração e se autodeterminar, porque não há propósito que anteceda sua existência'. Veja, isso tudo é um viés filosófico com o qual a maioria da população brasileira certamente não concorda", enfatizou.
Ao longo do vídeo, Riker refuta os argumentos que apontam o Estado laico como uma barreira para a objeção a partir de princípios e valores oriundos da religião: "A laicidade significa, teoricamente, que eu não posso impor a você o que eu creio, mas também você não pode desconstruir sistematicamente aquilo que a maioria da população crê. A laicidade coloca um limite para ambos", frisou.

Beijo e sexo

No livro, há uma espécie de tutorial para crianças sobre como proceder em seu primeiro "beijo de língua". O pastor leu as orientações e comentou que até as coisas mais simples são alvo de uma obsessão do livro em guiar os pequenos leitores: "São coisas que se aprende naturalmente, irmão, mas a galera tá querendo padronizar cartesianamente o beijo de língua para 'crianças descoladas'", alertou.
O estímulo ao sexo surge de forma clara e objetiva a certa altura do polêmico livro: "'Como a gente sabe que está à fim de transar? O corpo é que decide'. 'No dia que você estiver pronto para transar, você sente isso no corpo todo'. Quer dizer, é um cio, né? Uma cadela e um cachorro. Olha que 'legal', né? […] Aí aparece uma primeira imagem, do pessoal olhando enquanto um casal transa", disse o pastor, externando indignação.
Mais à frente, o livro "mostra um rapaz maior […] parece um pedófilo […] querendo mostrar uma sacanagem para a 'criança descolada', que realmente está desprotegida", e o pastor encerra a análise com uma constatação: "Em resumo: o livro é ruim. Independente se foi ou não para a escola", finalizou.

Fonte: Gospel+
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segunda-feira, 18 de junho de 2018

O desenvolvimento da sexualidade infantil e a ideologia de gênero

O DESENVOLVIMENTO DA SEXUALIDADE INFANTIL E A IDEOLOGIA DE GÊNERO 

A criança nasce com uma condição de vulnerabilidade psicológica e social, ela não sabe discernir carinho de caricia, ela a priori não sabe interpretar o que é sugestão, informação e comando; portanto, ela deve ser protegida dos abusos praticados no contexto social, artístico, cultural, familiar e educacional; cf. Mt. 19.14. Nos dias atuais percebemos uma avalanche de projetos progressistas, inclusive por meio do MEC que visam à liberação sexual incluindo a erotização na infância, existem até projetos de leis que visa autorizar a mudança de genitália em criança.

Há Movimentos internacionais para propagação do que eles chamam de “prazer sexual infantil”, ou seja, a legalização da pedofilia. Estamos diante de filosofias criadas por pessoas depravadas e desprovidas da graça de Deus para promover e corromper a sexualidade infantil; “como vimos recentemente no museu de artes moderna em São Paulo”; explorar a sexualidade infantil faz parte da “luta revolucionária” crida pelos filósofos marxista que atualmente estão escondido por detrás de uma falsa pedagogia e psicologia com sódicos intentos e propósitos contra as crianças.

O filosofo e ideólogo Karl Marx juntamente com Engels elaborou em 1848 o chamado “manifesto dos comunistas” sua principal proposta é a destruição da família, para eles a família tradicional era um grande inimigo que teria que ser destruída, na sequência Engels publica outro livro que reforça o pensamento de destruir a família monogâmica patriarcal; cf. Cl.2.8; 1Ts.5.21.

Do ponto de vista marxista o modelo de família tradicional Bíblico “pai, mãe e filhos” devem ser destruídas, desvalorizada; com base nestas filosofias surgiram os chamados movimentos sociais em defesa das chamadas “minoria” que atualmente propões a retirada da menção de pai ou mãe em registros escolares, veladamente o alvo é sem dúvida as crianças fazendo com que elas afastem da cultura familiar tradicional.

1. A Macabra Erotização Infantil:

Com o intuito de desconstruir a família monogâmica o sociólogo Herbert Marcuse propôs nos anos 50 do século passado a “liberação sexual” com base na teoria freudiana da “psicosexualidade” ele acreditava na “revolução” por meio de uma ideologia sexual liberal que consistia na liberação total dos prazeres sexuais incluídos a pedofilia, bestialismo, etc. Para Marcuse todo corpo precisa ser transformado em objeto de prazer para que aconteça a revolução psicossocial e a família monogâmica patriarcal é um grande entrave e precisa ser eliminada.

Esta filosofia macabra tem como objetivo principal a desconstrução da sexualidade infantil proibindo todo tipo de restrições moral e incentivando a masturbação, sexo anal, oral e incesto, e a participação em eventos de artes eróticas; lamentavelmente percebe-se que a partir de 2004 o MEC vem inserido no contexto da educação fundamental inclusive aprovando nos livros didáticos e incentivando temas que expõe a sexualidade adulta para crianças; o que incita e insinua a erotização infantil, cf. 101.3-4; a exposição de crianças a material pornográfico causa traumas psicoemocionais e psiquiátricos, e muitos deles irreparáveis, como por exemplo, transtorno de personalidade borderline.

Os pais precisam estar atentos e acompanhar de perto o processo educativo de seus filhos, haja vista a erotização infantil e a pedofilia são instrumentos malignos que querem encucar uma psicoeducação sexual nas crianças; isso os libertinos falam que e a “quebra de tabu”. A erotização infanto-juvenil faz parte do pacote de maldades que as ideologias política de esquerda chamam de marco civilizatório.

Pesquisas recentes no campo da psicologia mostram danos irreparáveis na vida das crianças que tiveram contatos com o mundo erótico, consequentemente foram erotizadas e tiveram iniciação sexual precoce; lamentavelmente os ditos movimentos sociais, partidos políticos, as artes, a mídia tem estimulados a erotização infantil, a pedofilia e a prática sexual precoce. Diante de tamanhas aberrações que tem violado a privacidade e o direito da criança torna-se indispensável à Igreja agir por meio de sua agência educadora EBD criando conteúdo mínimo para preservar a dignidade humana infantil, principalmente no âmbito de sua formação psicológica da educação sexual dirigida com responsabilidade e espiritualidade; cf. 1Tm. 3.15.

Atualmente percebe-se que as crianças estão muito expostas a estímulos sexuais que a erotiza precossimente criando a “síndrome da puberdade” e suas comorbidade; a uma exposição pornográfica por meio da literatura, música, artes, filme, e nos programas infantis da televisão com o intuito de arrebatar as crianças. As crianças são influenciadas e estimuladas e muitas vezes induzidas a vivenciar a prática sexual e ao consumo da pornografia; por meio da música elas são influenciadas ao erotismo prática que é absolutamente incompatível com a sua idade e consequentemente a prática sexual precoce; as chamadas “políticas públicas” com o intuito de preservar as DSTs, tem sido um estimulo à erotização infantil; a distribuição de livretos e preservativos para crianças nas Escolas é uma estimulação aberta e direta a prática sexual na infância e adolescência.
2. Os Movimentos Sociais:

A sociedade promíscua e alheias aos princípios bíblicos estão se movimentando, já existem movimentos internacionais para a legalização da relação sexual de adulto com criança, esses movimentos trabalha no que diz respeito ao direito da criança, alegando que elas têm o direito ao “prazer sexual” isso é ideia de pedófilo; cf. 2Tm.3.13.

No Brasil essas ideias são defendidas por um professor doutor em antropologia de uma renomada Universidade Federal, em sua visão promiscua menino e menina tem o direito de decidir sobre e a que tempo deve manter relações sexuais com os adultos. A Holanda é um dos países mais liberais do mundo em termos de liberdade sexual, lá já existe até partido político constituído para legalizar a pedofilia, em pais como Alemanha o Ministério de proteção à família instituiu diretrizes inerentes à valorização feminina para tanto é sugerido aos pais estimular o clitóris das meninas a partir dos três anos de idade; e no Brasil não é diferente em diversas escolas materiais didáticos são distribuídos com o intuído de estimular as crianças a se masturbarem, cf. 1Jo.5.19. “Os pais precisam fica atentos que os movimentos sociais sempre partem de uma causa justa para emplacarem seus intentos malignos”

2.1. O Ativismo Gay:

É um movimento internacional que abarca um conjunto de instituições e de pessoas ideologicamente aparelhadas às quais apresentam uma pauta progressista de interesse próprio, na verdade, esse movimento é ideológico de cunho político que visa incentivar as crianças a prática da homossexualidade a começar pelo ensino infantil e a erotização é o caminho para que elas se tornem homossexuais; eles usam pressupostos legítimos para alcançar seus intentos perversos é a mesma artimanha usada por satanás no Edem; Gn. 3.1; Ef. 6.11.

O ativismo gay visa à desconstrução da família tradicional, da sexualidade sadia, alegando que a criança nasce com o sexo “neutro” baseados na teoria sociológica da construção social sobre o pressuposto da famigerada ideologia de gênero. A ideologia da ausência do sexo, afirmam que o gênero feminino e masculino são construções sociais e culturais e que o individuo pode escolher se quer ser homem ou mulher, ou adotar mais de um gênero. Biológica e cientificamente não existe sexo neutro e nem um terceiro sexo. A verdade cientifica é: Os seres humanos nascem geneticamente macho cromossomos (XY) ou fêmea cromossomos (XX). O individuo pode adquirir comportamento ou aprender voluntário ou por imposição contrária ao sexo biológico o que caracteriza uma grave violação as leis de Deus. Cf. 1Co.6.10-11; Rm. 1.27, e é fator gerador de conflitos, emocionais, sexuais, espiritual, psicológicos. 

Eles se aproveitam da vulnerabilidade psicológica das crianças para imporem seus intentos, quem discordar de suas práticas comportamentais são taxados de conservador, reacionário, homofóbico, fascista, golpista etc.. Nem precisa ser do meio educativo para perceber uma clara influência do ativismo gay no processo educacional brasileiro que incentiva a atividade sexual precoce; isso esta muito clara no Guia Escolar produzido pelo MEC onde mostra o prazer sexual a masturbação sendo fundamental nas Escolas infantil; isso vai contra a honra e viola a dignidade da criança; isso precisa ser combatido fortemente por todos nós; cf. Gn. 1.27.

3. O Desenvolvimento da Sexualidade Infantil

A criança nasce com o sexo definido biologicamente; porém, ela esta inserida em um determinado contexto sociofamiliar e sofre influência no desenvolvimento de sua sexualidade; o padrão de sexualidade é inata e biológica, porém, o comportamento sexual pode ser aprendido.

3.1. Família: A Base da Educação Sexual.
A educação sexual começa na família que é a primeira agência socializadora e formadora do comportamento sexual da criança. O comportamento sexual é desenvolvido a partir da cultura familiar; a sexualidade sadia quanto doentia tem sua originalidade no contexto familiar; os valores são aprendidos em família, conceitos de moralidade cristã, verdade, fé, costumes etc. A partir da cultura familiar a criança constrói a sua visão de mundo. A visão que temos sobre sexualidade geralmente parte de heranças socioculturais impostas ou aprendidas no contexto familiar. 

A aprendizagem do comportamento sexual começa, sobretudo na primeira infância, Freud postulava que o processo da aprendizagem sexual começa na infância. Crianças oriundas de famílias desestruturadas tem forte tendência a ter conflitos sexuais. A partir da concepção começa as influências da aprendizagem, inicia na imaginação paterna ou materna, vai ser uma menina? Ou um menino? Os pais são os referenciais nesta construção, são os modelos, “Não pode haver inversão dos papeis” “Meninos brincam de bola, cavalo, luta... meninas de boneca, rosa, cozinha etc”

A - A Formação da Identidade Sexual:
A identidade sexual é o padrão de características sexuais biológicas de uma pessoa inclui os cromossomos, genitália externa e interna, composição hormonal, gônadas e características sexuais secundárias. No desenvolvimento da criança tais aspectos formam um padrão coeso, que não deixa dúvidas quanto a sua sexualidade. 

B - Identidade de Gênero:
A identidade de gênero é a formação sexual que acontece na primeira infância, a criança forma a sua identidade sexual, a partir dos modelos que lhes são apresentados; elas já devem ter as suas convicções “sou homem” ou “sou mulher”. O sexo é definido geneticamente “biológico”, o comportamento sexual é aprendido sobre tudo na primeira infância.

O comportamento sexual conflitante com o sexo biológico; o caracteriza um desvio de comportamento e de finalidade sexual, e todo desviou de comportamento sexual é pecado e gera traumas psicoemocionais. A Bíblia registra diversos desvios de comportamos sexuais, cf. Ex.20.14; Dt.22.22.27; Pv.7.7-23; “Portanto, a presença dos pais é fundamental na formação da sexualidade ou do comportamento sexual dos filhos” cf. Pv.22.6

C - Papéis de Gênero:
Os papéis de gênero masculino ou feminino são biologicamente estabelecidos no nascimento, cf. Gn. 1.27-28; mas, o indivíduo pode adquirir comportamento contrário ao principio original e Bíblico; que caracteriza uma grave violação as leis de Deus, Cf. Rm 1.26-27; 1 Co.6.10-11; “A pessoa podem aprender papeis diferentes”. “Os pais devem ensinar aos filhos os verdadeiros papeis, menino brinca com cavalo, bola, bicicleta etc.., menina com boneca, flores, casinha etc.” “A educação sexual deve ser ministrada pela família e pela Igreja. A Escola secular distorce completamente o sentido da sexualidade, deturpa os valores sexuais, e ensinam a liberdade sexual; cabe então o cristão se basear-se na Bíblia para orientar os seus filhos sexualmente”.

A sexualidade infantil vai paulatinamente sendo desenvolvida de acordo com as etapas da maturação sexual, ou seja, o amadurecimento dos órgãos e das estruturas sexuais, biológica, psicológicas e comportamentais, falar em desejo sexual para criança e expô-las em evento erótico é uma afronta à inteligência e a Bíblia; não existe atividade sexual sem a presença de hormônios sexuais, portanto, o desejo sexual só vai ser despertado, aflorado, quando a criança tornar púbere, a puberdade é um indicio de que a maturação sexual esta acontecendo os hormônios sexuais estão em plena circulação, e a criança deixa a fase da latência.

Artigo publicado originalmente no Jornal Mensageiro da Paz da Editora CPAD - Edição Junho 2018.

Mauricio Brito
É Pastor, membro da AD Jaru (RO),
Secretario do Conselho de Educação e Cultura da CEMADERON,
Graduado em Pedagogia, Filosofia, Teologia, e Psicologia, Professor Universitário e escritor.
Contatos:
Telefone: 69-92244161

domingo, 8 de abril de 2018

Ceará distribui para crianças Cartilha que ensina a usar preservativos


O material produzido pelo Ministério da Saúde teria o objetivo de orientar sobre a prevenção do HPV.


Na última quarta-feira (04), a Assembleia Legislativa foi palco de uma discussão ferrenha sobre a distribuição de uma cartilha de prevenção contra o HPV.

A deputada Dra. Silvana (MDB) cobrou, já durante o primeiro expediente da sessão plenária do dia na Assembleia Legislativa, que a prefeitura de de Capistrano tomasse uma atitude sobre o conteúdo da cartilha distribuída do Ministério da Saúde, que estava sendo distribuída para crianças, alertando que o material contém imagens impróprias para o público infantil e que é de responsabilidade da gestão municipal proteger as crianças, evitando também a sexualização precoce delas.

A Dra. Silvana informou que conversou com educadores da cidade de Capistrano (CE) para se informar melhor sobre a situação e repassou a denúncia para o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB/CE). Este, por sua vez, prometeu entrar em contato com o Ministério da Saúde, responsável pelo material.

"Temos que cobrar uma atitude do Ministério da Saúde, mas também da Prefeitura de Capistrano, pois não é só porque o Ministério mandou distribuir esse material que a Prefeitura é obrigada a concordar com o conteúdo dele", disse a deputada.

As imagens - apontadas por Silvana como impróprias para menores - ensinam passo a passo sobre como usar preservativos para relações sexuais.

"É nosso dever proteger a inocência da infância, permitindo que as nossas crianças sejam crianças", acrescentou a parlamentar.
O deputado Danniel Oliveira (MDB) destacou como positiva a postura de Dra. Silvana com relação a temas como este e ressaltou o erro grave que é a sexualização precoce das crianças.

"Não podemos tirar a inocência das nossas crianças, temos que preservar a idade delas e deixar que elas sejam crianças, sem qualquer ideia de sexualidade", assinalou.

A deputada também com o apoio do senador Magno Malta, que gravou um vídeo, ressaltando a gravidade desta denúncia.

Fonte:Guiame


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