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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O Dilúvio e a Arca de Noé podem ser comprovados, segundo cientista brasileiro


O mestre em ciências Everton Alves diz que é possível comprovar os relatos bíblicos com evidências científicas.


Embora a existência do Dilúvio e da Arca de Noé sejam contestadas por estudiosos adeptos ao evolucionismo, um cientista brasileiro ressaltou que é possível comprovar os relatos bíblicos com evidências científicas.

O mestre em ciências Everton Alves, membro da Sociedade Brasileira do Design Inteligente e da Sociedade Criacionista Brasileira, explica o Dilúvio com base na Teoria das Hidroplacas, proposta pelo engenheiro norte-americano Walter Brown, em 1980.

Os eventos que descrevem a teoria das hidroplacas são divididos em quatro etapas: fase de ruptura, fase de inundação, fase da deriva continental e fase de acomodação.

De maneira geral, Alves explicou que a água que existia na zona de transição da Terra estava submetida a muita pressão e provocou a movimentação das placas tectônicas. A partir do Dilúvio, as placas foram remodeladas e houve o surgimento da Pangeia.

Everton lembra que, segundo uma pesquisa publicada pela Revista Science em 2016, o planeta Terra tem uma reserva subterrânea de água três vezes maior que os oceanos. "Foi encontrada água quente e salgada no poço mais profundo da Terra", disse ele durante o Encontro Nacional de Universitários.

Onde foi parar toda a água do Dilúvio? Everton explica que, antes do dilúvio, a superfície do planeta Terra era relativamente plana. "Antes do Dilúvio, as montanhas não eram tão altas como hoje e os mares também não eram tão profundos", esclarece.

Diante desta constatação científica, ele esclarece que a água do Dilúvio foi espalhada pelos mares que hoje  vemos na superfície da Terra. "A maior parte recuou para as zonas mais profundas das trincheiras oceânicas e vales, como a Fossa das Marianas, no Oceano Pacífico", explica.

Construção da Arca de Noé

O cientista observa que Deus deu instruções de engenharia naval a Noé, conforme descrito em Gênesis 6. "Muitas construções do passado não se podem reproduzir com a tecnologia de hoje, como os zigurates e as pirâmides", disse ele, fazendo relação com a Arca.

Everton Alves durante o Encontro Nacional de Universitários.
(Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

Everton lembra que cientistas da Universidade de Leicester calcularam dimensões descritas na Bíblia para a construção da Arca de Noé e descobriram que ela não poderia navegar, mas sim flutuar com segurança devido sua forma retangular, que tinha capacidade para acomodar perfeitamente todas as espécies.


"O que está relatado na Bíblia definitivamente funciona", concluiu o pesquisador Thomas Morris.

Além disso, Everton afirma que algumas mudanças ocorreram na Terra após o Dilúvio. "Antes havia uniformidade de temperatura; todo o planeta era uma grande estufa. Cientistas encontraram evidências que provam que a Antártida, por exemplo, já foi um paraíso tropical", explica.

O cientista ainda comenta que antes do Dilúvio, havia mais oxigênio que hoje. "Cientistas comprovaram que há supostos 67 milhões de anos, a atmosfera da Terra continha 50% a mais de oxigênio", aponta.

Além disso,  o ser humano era maior em estatura e mais longevo. "Isso deixou de acontecer devido a vários fatores como concentração de oxigênio, aumento da radiação solar e radioatividade".

Fonte: Guiame

sábado, 27 de maio de 2017

Parque temático cristão erguerá Torre de Babel

Réplicas são a maior atração do Ark Encounter, que defende o criacionismo


O ministério cristão Answers in Genesis (AiG), que faz uma defesa apaixonada do criacionismo e da Bíblia, abriu recentemente seu parque temático Ark Encounter [Encontro com a Arca], Williamstown, Kentucky (EUA). Conforme sugere o nome, a principal atração é uma réplica da Arca de Noé, que segue minuciosamente o relato bíblico de Gênesis.
Ao custo de US$ 120 milhões, a embarcação possui cinco andares de altura e seu comprimento equivale ao de um campo de futebol. Mais do que um “parque de diversões gospel”, ele é vizinho do Museu da Criação, ambos são recheados de personagens bíblicos e animais animatronic, que se movimentam de modo natural, iguais aos que estão nos parques da Disney.
O objetivo era atrair mais de um milhão de visitantes no primeiro ano, conta Ken Ham, apologeta idealizador do parque e líder do Answers in Genesis.
Aos 65 anos de idade, ele e seus parceiros, Mike Zovath e Mark Looy, anunciam que dentro de 10 anos terão no parque uma réplica perfeita de uma aldeia israelense da época de Jesus e uma Torre de Babel, além de uma atração que replicará as 10 pragas do Egito, descritas em Êxodo.
Conforme o AiG, tudo que há no parque foi projetado para atrair crentes e não-crentes e esclarecer o que a Bíblia diz, em especial no livro de Gênesis, o mais atacado pelos críticos ao cristianismo.
“Como você alcança o público em geral de uma maneira mais fácil?”, pondera Ham em entrevista ao jornal Washington Post, “Por que não podemos usar o mesmo tipo de atrações que as pessoas pagam para ver nos parques da Disney ou da Universal Studios?”
As crenças defendidas pelo AiG são chamadas de “literalismo”, e não são unanimidade entre os cristãos. Segundo uma leitura literal da Bíblia, a Terra teria cerca de 6000 anos de idade. Ao contrário dos cientistas que dizem que seriam 4,5 bilhões de anos.
Dentro da apologética, defesa da fé cristã, Ham é um debatedor contumaz, tendo levado a questão do criacionismo a muitos níveis dentro dos EUA, incluindo a necessidade de ensiná-lo na sala de aula.
Ele é professor de ciências e já escreveu ou foi coautor de quase 60 livros. Seu argumento principal é que a Bíblia é uma narrativa histórica e que Gênesis revela “toda a mensagem do evangelho.” Ele acredita que os dinossauros viveram no planeta ao lado dos seres humanos e que o dilúvio bíblico foi universal.
Contudo, reconhece que suas opiniões são contestadas por muitas correntes teológicas e científicas. “Obviamente, somos uma minoria. Mas só porque uma maioria acredita em algo não significa que é certo. As pessoas amam a escuridão, não a luz por causa da natureza pecaminosa do homem.”
Mesmo em minoria, Ham orgulhosamente aponta para o fato que seu parque não dependeu de dinheiro público, mas foi financiada pela contribuição de 42.000 cristãos. “A doação média foi de US$ 230”, diz ele, embora alguns milhões foram dados como isenções de impostos e taxas, além de incentivos da prefeitura de Willamstown.
Com população de menos de 4.000, o perfil da cidade mudou após a inauguração do parque. O parque emprega cerca de 900 pessoas, incluindo 350 trabalhadores sazonais, para o verão.

Uma atração nova a cada ano

Mike Zovath, militar aposentado e um dos líderes do AiG, explica que “[o Ark Encouter] nos dá oportunidade de mostrar as pessoas coisas que nunca aprenderão em suas igrejas, ver algo que mudará sua percepção da Bíblia e obter algumas informações que poderiam apontá-los no direção da eternidade”.
Ele acredita que toda a iniciativa serve como um grande local para evangelização. O ministério contratou profissionais com ampla experiencia em parques temáticos. “Deus nos forneceu algumas pessoas incrivelmente talentosas”, comemora.
Entre elas está Patrick Marsh, vice-presidente de design de atrações, ele trabalhou no parque da Universal Studios e acredita que “se você quer atrair as pessoas, precisa oferecer-lhes algo no nível da Disney. As crianças estão muito acostumadas a atrações de alta qualidade”.
Kem Ham acredita que por isso mesmo, cerca de um terço dos visitantes do Ark Encounter não compartilhe de suas crenças, mas visitam o local mesmo assim. “Não é raro encontrar alguém que diga: Eu não sou cristão ou Sou ateu. Mas o comentário que mais ouvimos é: “Você realmente apresenta a sua mensagem muito boa”.
Em julho o parque completa um ano de existência e pretende inaugurar um restaurante de 800 assentos no convés superior da arca. O parque temático bíblico, com 80 estruturas diferentes, ainda está sendo construído. Seus fundadores esperam abrir uma nova atração a cada ano. Eles acreditam que conseguirão atrair o dobro de visitantes em seu segundo ano de operação. Só isso garantirá o financiamento de seus projetos futuros.
Fonte: Gospel Prime

sábado, 13 de maio de 2017

Rede Record prepara novela sobre a criação do mundo e a Arca de Noé


Com o nome provisório de `Gênesis´, a novela da TV RECORD deve ser lançada em 2018, contando histórias como a de Adão e Eva e o grande dilúvio


Atualmente exibindo a novela "O Rico e o Lázaro", no horário das 20h30, a Record já está com outros roteiros bíblicos na espera para novas produções.
Na sequência desta atual virá "Apocalipse" - escrita por Vivian de Oliveira - e depois algumas histórias do livro de Gênesis, como a criação do mundo e a Arca de Noé (dilúvio) também estão nesta lista.
Segundo a coluna "Zappinga novela que aborda o primeiro livro da Bíblia está provisoriamente com este mesmo nome ("Gênesis"), porém ainda pode ser alterado.
A produção que irá retratar histórias do livro de Gênesis tem estreia prevista para 2018.
Efeitos especiais também devem ser bastante utilizados nesta novela para encenar milagres, como foi o caso do sucesso de audiência "Os Dez mandamentos". Desta vez, os recursos gráficos devem servir para mostrar a agitação das águas no dilúvio e a construção da grande arca.
Atualmente, a novela "Apocalipse" ainda está tendo seus últimos detalhes definidos, mas a partir do segundo semestre deste ano (2017), a emissora já deve se dedicar à pré-produção de "Gênesis".
Por enquanto, estão sendo definidas as pendências da novela "Apocalipse", mas a partir do segundo semestre deste ano, a Record se voltará para a pré-produção da substituta.
Fonte: CPAD News

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Réplica da Arca de Noé chegará ao Brasil no dia 22 de agosto e visitará o porto de Santos


Expectativa é de que a réplica permaneça no País de dois a quatro anos com o objetivo de que ela seja vista em portos das cidades de Fortaleza, Rio de Janeiro, Manaus, Belém, Recife, Salvador, Vitória, Santos, Florianópolis e Porto Alegre

Uma réplica da Arca de Noé chegará ao Brasil no dia 22 de agosto deste ano. O projeto do construtor holandês Johan Huibers, que já foi noticiado anteriormente pelo Portal Guiame, é um verdadeiro museu da história bíblica que mede 29 metros de largura, 125 metros de comprimento e 23 metros de altura.
De acordo com o site oficial, a Arca pesa 2,5 mil toneladas e foi construída com base nas medidas registradas no relato bíblico de Gênesis capítulo 6 e versículo 15.
Segundo o site Notícias Adventistas, a expectativa dos construtores da Arca e mantenedores do projeto chamado “Ark of Noah” é de que a réplica permaneça no País de dois a quatro anos. O objetivo é que durante esse tempo, ela seja vista em portos das cidades de Fortaleza, Rio de Janeiro, Manaus, Belém, Recife, Salvador, Vitória, Santos, Florianópolis e Porto Alegre.
O holandês Ralph Sijl, diretor de operações do projeto e responsável, entre outras ações, pela logística da ida da réplica a outros locais, revelou mais detalhes da vinda da arca para o Brasil para a Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN).
“Johan Huibers, o carpinteiro que construiu a Arca, escreveu um livro sobre ela. Em resumo, diz que, em um sonho, ele viu o norte da Holanda sendo inundado. Pouco tempo depois, durante a leitura de um livro de figuras para crianças que retrata animais entrando na Arca de Noé, ele recebeu o pensamento de construir uma réplica”, explicou.
“Queremos mostrar ao mundo que há esperança, há um julgamento vindouro, há salvação para todos por meio de Jesus Cristo”, diz ele sobre o objetivo principal do projeto. Ele ainda informa que a Arca já viajou para outras partes do mundo, mas foi uma primeira versão que mede a metade do tamanho da Arca atual. “Sonhamos e planejamos levar a Arca para diferentes portos no Brasil e na América do Sul”, pontuou.
Custo da viagem
Segundo Ralph, o transporte tem um custo de 1,5 milhão de dólares. “Para evitar esses altos custos de transporte no futuro, nós pretendemos comprar uma barca enorme: 900 mil dólares. Então, precisamos de um total de 2,4 milhões de dólares”.
O diretor de operações também foi questionado sobre o que ele espera que as pessoas entendam quando virem a construção. Ele responde: “Esperamos que elas vejam a grandeza do nosso Deus, a Bíblia ganhar vida e torná-la tangível”.
Para finalizar, Ralph responde como a sua fé o ajudou a criar ou fazer parte do projeto. “Foi a única fonte. Sem fé, não podemos acreditar, e sem fé, não há esperança. A fé e a esperança em Cristo nos dão o desejo e a vontade de compartilhar o evangelho”, ressaltou.
Fonte: CPAD News

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Réplica em tamanho real da Arca de Noé visitará Santos, Fortaleza e Rio de Janeiro


O navio, também conhecido como `Arca de Johan´, deverá visitar ainda San Diego, Long Beach, San Francisco e Seattle em sua passagem pelos EUA

Quatro anos após o carpinteiro holandês Johan Huibers completar a sua réplica totalmente funcional e em grande escala da Arca de Noé, agora o navio está programado para viajar por 5 mil milhas ao longo do Oceano Atlântico da Holanda para Brasil. O projeto seguiu as medições bíblicas encontradas no livro de Gênesis.
A Fundação “Arca de Noé”, um grupo com sede em Pasadena, Califórnia, está levantando fundos para financiar a viagem, que se desenvolverá durante o verão de 2016. Uma viagem que será transmitida ao vivo para o mundo ver, como as velas do navio apontadas para as cidades de Fortaleza e Rio de Janeiro.
A Arca de Noé, deve permanecer no Brasil de dois a quatro anos. Durante este tempo ela deverá ser transportada para vários portos, além de Fortaleza e Rio (já mencionados), Manaus, Belém, Recife, Salvador, Vitória, Santos-Guarujá, Florianópolis e Porto Alegre. Em cada porto, os visitantes poderão ir a bordo, visitar a arca com exposições e aprender a história de Noé e os ensinamentos de Cristo. Em cada porto, a coordenação da Fundação deverá fazer um trabalho com as comunidades locais para trazer as famílias carentes e órfãos para visitar o projeto de graça. Este compromisso é possível por meio de doações que estão sendo feitas no site oficial.
O navio, também conhecido como "Arca de Johan", deverá visitar também San Diego, Long Beach, San Francisco e Seattle quando ele for fazer sua passagem pelos Estados Unidos.
O objetivo é levantar fundos para criar o projeto “Arca da Esperança”, com centros educativos pelo Brasil que irão ajudar a educar e fornecer suporte para os mais desfavorecidos, de acordo com um comunicado de imprensa.
"A Arca é uma réplica enorme que também é informativa e cultural, um centro de eventos bíblico e interativo", explica o comunicado. "A Arca de Noé fornece uma experiência judaico-cristã, baseada na Bíblia para jovens e idosos".
O navio pesa cerca de 2.500 toneladas, mede 95 pés por 75,5 pés de altura e 410 pés de comprimento e pode acomodar 5.000 pessoas. Ele já esteve em plena exibição desde 2012, com os visitantes da Holanda, além de proporcionar uma experiência interativa, bíblica e temática.
Huibers decidiu construir uma réplica em tamanho natural da Arca de Noé, depois de embarcar em projetos de ajuda a Bósnia, Albânia e Etiópia e supostamente depois de ter um sonho que oficialmente o levou a começar a planejar e construir o navio.
"Em 33 anos, a ideia construção do carpinteiro Johan Huibers surgiu quando ele sonhou que uma tempestade com maré feroz inundou toda a província de Nood-Holland na Holanda", diz uma descrição no site da fundação. "Esse sonho marca o início de uma aventura emocionante em que Johan superou obstáculos aparentemente intransponíveis para alcançar seu objetivo final; a construção de uma réplica da Arca de Noé!".
Esse sonho, que ele descreveu como um pesadelo em uma entrevista com a Associated Press por volta de 2012, ajudou a acender a faísca que acendeu o projeto. "Eu quero fazer as pessoas questionarem, para que eles possam ir em busca de respostas e finalmente, encontrar a salvação através de Deus e da vida eterna", disse Huibers.
Fonte: CPAD News
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