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sábado, 3 de setembro de 2022

Em carta aberta, a Coalizão pelo Evangelho pede oração pelo Brasil


O ministério Coalizão pelo Evangelho reúne pastores e se posiciona contra o liberalismo teológico e desvios doutrinários

Pastores que integram a Coalizão pelo Evangelho, fizeram uma carta aberta sobre o papel do cristão diante das eleições e pediu para o povo interceder em favor do país.

O ministério Coalizão pelo Evangelho reúne pastores evangélicos e se posiciona contra o liberalismo teológico e desvios doutrinários, criticando tais posicionamentos com base nas escrituras.

Entre as lideranças que assinaram a carta aberta, estão os pastores Augustus Nicodemus, Franklin Ferreira, Jonas Madureira, Luiz Sayão entre outros.

Um convite à oração

A carta escrita por pastores e direcionadas á Igreja convoca o povo brasileiro a orar.

"Conclamamos para que a Igreja brasileira se coloque em contínua intercessão pelo país nas próximas semanas, até o fim dos pleitos em segundo turno, em jejum e oração, pedindo para que o Deus Uno e Trino, Criador e Redentor, por sua graça, ouça as preces que fazemos pelo nosso país", diz um trecho da carta.

"Devemos, assim, orar, em primeiro lugar, em ações de graças pelos 200 anos de Independência do Brasil, por vivermos em país sem guerras, com liberdade de religião e de crença, onde podemos pregar abertamente a Palavra de Deus," continuaram os pastores.

"Oremos também, em humilde postura de petição, para que o Senhor mantenha este um país livre e olhe com favor para o Seu povo, guardando-nos de todo mal, trazendo paz e prosperidade para a nação, a fim de vivermos vidas tranquilas e piedosas", acrescenta o texto.

"Quanto às eleições, oremos para que Deus livre o Brasil de maus políticos e governantes corruptos, para que as eleições sejam limpas e transparentes, e que tenhamos uma nação pacificada. Após as eleições, ore em favor dos candidatos eleitos, para que cumpram seus mandatos com sabedoria e pelo bem da população", diz a carta.

Princípios do Reino de Deus

"Apoie propostas que defendam a dignidade do ser humano e a vida em qualquer circunstância, desde sua concepção no ventre materno; Rejeite propostas com ênfases intervencionistas na esfera familiar, educacional, eclesiástica e artística; Repudie qualquer ideologia que se oponha aos princípios do Reino de Deus, isto é, à mensagem e aos ensinamentos da Bíblia", aconselharam.

Ao final da carta, os pastores se mostraram contrários a discussões que acirrem os ânimos.

"Ao indicar um candidato para amigos e familiares, faça-o com respeito às opiniões diversas, tendo em mente que, como cristãos, nossa esperança última está na consumação dos séculos, quando Jesus voltará para reinar," concluíram.

Fonte: Comunhão com informações da Coalizão pelo Evangelho via Folha Gospel

domingo, 4 de novembro de 2018

Pastor adverte Bolsonaro “para que não cresça a soberba” e deixe de honrar a Deus

Considerado "mito" por muitos e sem dúvida um fenômeno nas eleições presidenciais no Brasil em 2018, o agora Presidente da República Jair Messias Bolsonaro precisa lidar com um dos maiores desafios para qualquer ser humano, que é saber manter a humildade e não se deixar corromper diante do poder que lhe é dado por ocupar o cargo mais poderoso do país.
Pensando nisso e ciente de que a população evangélica foi a principal responsável por não apenas alavancar a sua candidatura, como, lado aos católicos, lhe eleger, o pastor presbiteriano Mauro Meister, membro do Conselho fundador do Coalizão pelo Evangelho no Brasil, publicou uma "Carta ao Presidente".
"O senhor foi eleito e, acredito, a mão de Deus o levou até onde estará a partir de 1º de janeiro de 2019", inicia a carta. Meister, considerado um dos grandes nomes da teologia reformada brasileira, lembra que Bolsonaro deve honrar seu slogan de campanha, "Deus acima de todos", e não se deixar levar pela soberba devido ao grande apoio popular.
"O que vimos foi algo inédito, foi um movimento popular que o apoiou de forma tão espontânea e tão crescente. Foi impressionante ver tudo isto", escreve Meister, ressaltando que um dos seus temores é que Bolsonaro "se esqueça que foi a mão de Deus que o levou até onde está".
"Não é incomum que aqueles que chegam ao poder se esqueçam disso, principalmente influenciados por aqueles que estão à sua volta, lhe dando conselhos. Que o slogan da sua campanha seja verdade no seu mandato: Deus acima de todos, inclusive do Presidente da República. Que Ele infunda temor no seu coração, para que não cresça a soberba", acrescenta.

"Não seja um mito"

Apesar de Bolsonaro não endossar muito o apelido de "mito" dado pelos eleitores,  o pastor Meister sabe que esse tipo de tratamento abre margem para o engrandecimento do ego e consequente queda humana diante do próprio orgulho. Com base nisso, provavelmente, o líder reformado também pediu que o Presidente seja apenas um homem.
"Não seja um mito. Seja um homem que teme não outros homens, mas ao soberano do universo", escreveu o pastor, que por fim adverte contra o uso indevido do bordão "bandido bom é bandido morto", em nome de Bolsonaro, para a promoção da violência. Meister recomenda cautela.
"Corremos o sério risco de usarem seu nome e ideias para o estabelecimento de violência e uso da própria maldade e crueldade. É sua responsabilidade estabelecer o tom do discurso e mostrar aos seus liderados o curso de ação legal, até mudando as leis necessárias, mas sem trazer convulsão social e violência gratuita ao meio de um povo já sofrido", acrescenta o pastor.
Fonte: Gospel+

domingo, 30 de setembro de 2018

“Carta Aberta” sobre eleições está sendo lida por diversos pastores nos púlpitos do país


O documento “Eleições 2018: Carta aberta à Igreja Brasileira”, assinado por cerca de 30 pastores influentes de várias denominações vem sendo lida nos púlpitos em igrejas de todo o país nos últimos domingos. Ela traz uma série de recomendações para os evangélicos antes da eleição de 7 de outubro.

Leia na íntegra a carta:

"Eleições 2018: Carta aberta à Igreja Brasileira" AQUI

O pastor presbiteriano Franklin Ferreira, um de seus idealizadores, publicou uma versão animada da Carta:

ASSISTA AQUI

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Líderes evangélicos divulgam “carta aberta à Igreja brasileira” sobre as eleições de 2018

"Que o SENHOR, o Deus Triúno, mude o coração daqueles que estão dispostos a votar em candidatos envolvidos em casos de corrupção, nem permita que estes sejam eleitos", pede o documento

Um importante documento assinado por nomes como Augustus Nicodemus, Geremias Couto, Luiz Sayão, Valmir Nascimento Milomem e Jonas Madureira, entre outros, foi divulgado no site do projeto “Tu porém“. Intitulado como uma “Carta Aberta à Igreja Brasileira“, o documento recomenda, sem questões partidárias, qual deve ser a postura dos cristãos evangélicos do país durante esse processo eleitoral vivido atualmente em nossa nação.
Assinada por diversos líderes evangélicos do Brasil, a carta dirigida à nação brasileira é uma expressa recomendação aos crentes em geral sobre como lidar e decidir o voto nas próximas eleições. É uma mensagem de caráter pastoral, sem qualquer alusão a candidaturas específicas, gravitando apenas ao redor de princípios bíblicos que devem nortear a decisão do eleitor cristão. Recomendo fortemente a leitura.”, explicou o pastor Geremias Couto, um dos nomes responsáveis pelo documento.
Conteúdos
A carta recomenda principalmente que a “Igreja de Cristo no Brasil coloque-se em intercessão constante pelo País nas próximas semanas, até o fim dos pleitos em segundo turno, em jejum e oração, pedindo para que a Santíssima Trindade, por misericórdia, ouça” alguns pedidos elencados, como por exemplo, que Deus “conduza em suas campanhas os candidatos honestos, bem-intencionados, comprometidos com a transparência e a moralidade, com princípios virtuosos de vida em sociedade e com uma visão cristã de mundo, a fim de que estes consigam ser eleitos aos cargos a que concorrem”, ” frustre toda a tentativa de fraude no sistema eleitoral” e que também “não permita mais confusão e outros atos de violência, a fim de que essas eleições sejam concluídas pacificamente;”.
Há ainda na carta, além dos pedidos, certas recomendações aos seus leitores, como por exemplo, para que na escolha do candidato, “recomenda-se conhecer bem o seu caráter, ideias e a ideologia do partido”. Que os cristão rejeitem “candidatos com ênfases intervencionistas na esfera familiar, educacional, eclesiástica e artística” e que “repudiem qualquer ideologia que se oponha aos princípios do Reino de Deus, isto é, com a mensagem bíblica”.
Confira o documento na íntegra:
Por ocasião das celebrações dos 196 anos de Independência do Brasil neste mês de setembro e da proximidade das eleições de 2018, em que os brasileiros escolherão deputados estaduais e federais, senadores e governadores de seus estados, bem como a autoridade principal da nação, o presidente da República, para os próximos quatro anos, os pastores e líderes cristãos abaixo-assinados conclamam para que a Igreja de Cristo no Brasil coloque-se em intercessão constante pelo País nas próximas semanas, até o fim dos pleitos em segundo turno, em jejum e oração, pedindo para que a Santíssima Trindade, por misericórdia, ouça as nossas preces e venha a atender os seguintes pedidos:
1. Que o SENHOR, o Deus Triúno, conduza em suas campanhas os candidatos honestos, bem-intencionados, comprometidos com a transparência e a moralidade, com princípios virtuosos de vida em sociedade e com uma visão cristã de mundo, a fim de que estes consigam ser eleitos aos cargos a que concorrem;
2. Que o SENHOR, o Deus Triúno, mude o coração daqueles que estão dispostos a votar em candidatos envolvidos em casos de corrupção, nem permita que estes sejam eleitos;
3. Que o SENHOR, o Deus Triúno, refreie a representação de ideologias anticristãs em nossos parlamentos estaduais e no Congresso Nacional;
4. Que o SENHOR, o Deus Triúno, frustre toda a tentativa de fraude no sistema eleitoral;
5. Que o Senhor, o Deus Triúno, não permita mais confusão e outros atos de violência, a fim de que essas eleições sejam concluídas pacificamente;
6. Que o Senhor, o Deus Triúno, por meio da obra santificadora do Espírito Santo, traga um verdadeiro avivamento à sua Igreja no Brasil, provocando um grande e duradouro impacto cultural, moral e social, por meio de homens e mulheres que produzam frutos dignos de arrependimento.
Algumas recomendações:
a) Para a escolha de candidato, recomenda-se conhecer bem o seu caráter, ideias e a ideologia do partido;
b) Apoie propostas que defendam a dignidade do ser humano e a vida em qualquer circunstância, desde sua concepção no ventre materno;
c) Rejeite candidatos com ênfases intervencionistas na esfera familiar, educacional, eclesiástica e artística;
d) Repudie qualquer ideologia que se oponha aos princípios do Reino de Deus, isto é, com a mensagem bíblica;
e) Apoie candidatos que expressam compreender a função primordial do Estado em prover e promover justiça e segurança para seus cidadãos;
f) Por fim, ao indicar um candidato para amigos e familiares, faça-o com respeito às opiniões diferentes da sua, lembrando que, apesar de você acreditar na pessoa para quem está dando e pedindo voto, como cristãos, nossa esperança última de sociedade perfeita deve estar na consumação dos séculos, quando Jesus voltará para reinar com cetro de justiça.
Após as eleições,  ore em favor dos candidatos eleitos, para que cumpram seus mandatos com sabedoria e pelo bem da nação, lembrando-nos, oportunamente, das palavras do apóstolo Paulo a Timóteo: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito” (1Timóteo 2.1-2).
Ajude-nos a divulgar esse chamado à oração pelas eleições de 2018 compartilhando esta carta nas redes sociais e, se possível, peça autorização aos seus pastores para lê-la em sua igreja, seja no culto, escola dominical, pequenos grupos ou demais reuniões.
Que o SENHOR, nosso Deus, olhe com graça e misericórdia para o Brasil! Amém.
Pastores, professores, missionários e líderes que desejam integrar a lista de signatários, por favor envie seu nome completo, função e instituição para o e-mail teologiabrasileira@vidanova.com.br.
Augustus Nicodemus Lopes, pastor auxiliar na Primeira Igreja Presbiteriana de Recife.
Charles Grimm, presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil e professor.
Cleyton Gadelha, diretor da Escola Teológica Charles Spurgeon e pastor da Igreja Batista de Parquelândia.
Davi Charles Gomes, pastor da Igreja Presbiteriana Paulistana (SP).
Emilio Garofalo Neto, pastor da Igreja Presbiteriana Semear, Brasília.
Flávio de Paula Oliveira, pastor da Primeira Igreja Batista de Rosário do Sul (RS).
Franklin Ferreira, pastor da Igreja da Trindade (SJC-SP) e diretor-geral do Seminário Martin Bucer.
Geremias Couto, pastor emérito da Assembleia de Deus, Centro Missionário Cristão (Teresópolis, RJ).
Gleidson da Silva Costa, pastor titular da 1a Igreja Presbiteriana Renovada de Cuiabá e Presidente do Presbitério Oeste do Brasil da IPRB.
Hélder Cardin, reitor do Seminário Bíblico Palavra da Vida e pastor na Igreja Evangélica do Maracanã (Atibaia-SP).
Isaque Sicsú, pastor da Igreja Batista Urbana (SP).
Jean Regina, advogado especialista em Direito Religioso do VR Advogados, membro da Comunidade Evangélica Luterana Concórdia de Porto Alegre (RS).
Jonas Madureira, pastor da Igreja Batista da Palavra (SP) e professor no Seminário Martin Bucer.
Jonathan Silveira, membro na Igreja Batista da Palavra (SP), colaborador de Edições Vida Nova, fundador e editor do site Tuporém.
Luiz Sayão, pastor da Igreja Batista Nações Unidas em São Paulo e tradutor da Bíblia (NVI/Almeida 21).
Mauro Meister, pastor da Igreja Presbiteriana – Barra Funda (SP).
Paulo Júnior, diácono da Igreja Vintage180 (RS) e advogado.
Paulo Valle, pastor da Igreja Batista de Fé Reformada (Volta Redonda, RJ) e professor do Seminário Martin Bucer.
Renato Vargens, pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança de Niterói (RJ).
Rodrigo Majewski, presbítero, Assembleia de Deus Porto Alegre (RS), Procurador Federal.
Sérgio Queiroz, pastor da Igreja Batista Cidade Viva e Presidente da Fundação Cidade Viva.
Solano Portela, presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil e Administrador de Empresas
Thiago Rafael Vieira, advogado especialista em Direito Religioso do VR Advogados, conselheiro fiscal da Igreja Batista Filadélfia (RS).
Tiago J. Santos Filho, diretor de estudos avançados do Seminário Martin Bucer, editor-chefe da Editora Fiel e pastor na Igreja Batista da Graça (SJC-SP).
Thiago Silva de Oliveira, pastor da Igreja Evangélica Livre em Itapuama (Cabo-PE).
Thiago Velozo Titillo, pastor batista, escritor, e professor da rede estadual de ensino e dos Seminários Teológico Evangélico Peniel e Betel (RJ).
Valmir Nascimento Milomem Santos, Jurista, teólogo, escritor e ministro da Assembleia de Deus.
Valter Reggiani, pastor da Igreja Batista Reformada de São Paulo.
Warton Hertz de Oliveira, advogado da VR Advogados Associados e estagiário na equipe pastoral da Igreja Batista Esperança (Porto Alegre-RS).
Wilson Porte Jr., pastor da Igreja Batista Liberdade (Araraquara-SP).
Fonte: JM Notícia

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Pastores na Venezuela pedem ajuda e comparam Maduro a Hitler


Os pastores Moisés Betancourt, Jesús Pinto, Carlos Vielma e Elías Hernández divulgaram uma "Carta Aberta", onde pedem para que os cristãos de todo o mundo orem pela Venezuela. O texto dos pastores ganhou repercussão em várias mídias em espanhol pelo tom pesado das críticas.
"Nós, pastores cristãos pela graça de Deus em Caracas, Venezuela, pedimos aos conservos em todo o mundo que sejam nossa voz diante do Pai e diante deste mundo. O que está acontecendo nessa nação não tem precedentes históricos. Na era moderna, apenas Adolf Hitler, demonstrou tamanha crueldade", inicia o documento.
Eles listam uma série de problemas que vêm enfrentando no país, a maioria deles amplamente divulgados pela imprensa.
"É muito doloroso observar com impotência a morte contínua e constante de seres humanos.   Parte nosso coração e tentamos fazer todo o possível para ajudar a todos! Essas mortes ocorrem principalmente por causa da escassez de alimentos. Estamos em um país onde inúmeras pessoas morrem de fome (principalmente crianças). É doloroso ver as pessoas procurando nas lixeiras algo para comer! Esse nunca foi o desejo de nosso Senhor!", denunciam os pastores.
A carta fala também que os venezuelanos têm testemunhado um aumento "da perseguição, do desaparecimento e a execução de pessoas, entre outros pecados que estamos constantemente vendo… de todos que se atrevem a levantar a sua voz para reclamar do governo".
Embora não exista uma perseguição declarada aos evangélicos na Venezuela, eles dizem que há pastores sendo ameaçados. Eles encerram pedindo que sua mensagem seja divulgada para que o mundo saiba o que ocorre no país e clamando pela intercessão dos cristãos de todo o mundo em favor da Venezuela.
Clique aqui e leia o documento na íntegra.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Carta de Campina Grande é apresentada a uma multidão de mais de 12 mil pessoas na 19ª VINACC



Pastores e teólogos que participaram como preletores da 19ª Consciência Cristã, na cidade de Campina Grande, na Paraíba, apresentaram ao público de mais de 12 mil pessoas que lotaram o Parque do Povo, a “Carta de Campina Grande”. 

O documento que foi redigido pelos palestrantes do encontro e lido pelo pastor Renato Vargens, remete às doutrinas elementares da Reforma Protestante: Sola Fide, Sola Gratia, Solo Christus, Sola Scriptura e Soli Deo Glória, doutrinas que infelizmente jazem esquecidas por muitos movimentos que, embora se autoproclamem evangélicos, tem se afastado cada vez mais das Escrituras. 

Em comemoração dos 500 anos da Reforma Protestante, a Consciência Cristã fez questão de reafirmar estes pontos doutrinários sobre os quais o próprio evento e a sua instituição mantenedora, a VINACC, estão fundamentados. 
À seguir, reproduzimos a carta na integra: 


“Há 500 anos, em 31 de outubro de 1517, o monge alemão, Martinho Lutero afixou às portas do castelo de Wittenberg as suas 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja, iniciando com tal ato a Reforma Protestante.
Hoje, quinhentos anos depois, a igreja evangélica brasileira tem enfrentado crises, lutas e desafios, como também o surgimento de heresias e graves desvios teológicos. Como se não bastasse, por fatores diversos, constatamos que uma parcela significativa do evangelicalismo brasileiro tem abandonado o compromisso com o evangelho ensinado por Cristo, proporcionando com isso um claro e real afastamento das doutrinas defendidas pelos reformadores.
Para piorar a situação, os últimos anos têm sido marcados pela ação de lobos ferozes, que mediante ensinos espúrios têm induzido o povo de Deus a erros crassos, comercializando a fé, vendendo o evangelho e negando a Cristo.
Diante disto, nós, membros da igreja de Jesus Cristo, participantes do 19º Encontro para a Consciência Cristã, além de repudiarmos aqueles que tem feito da igreja um negócio, celebramos a comunhão que desfrutamos como povo de Deus, unidos ao redor do evangelho de Cristo, e afirmamos:

1. Que a Escritura é a inerrante Palavra de Deus, além de única fonte de revelação divina, como também única para constranger a consciência. Afirmamos também que a Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e que ela é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado. Negamos também que qualquer concílio ou líder religioso possa constranger a consciência de um crente, e que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação doutrinária.

2. Que a salvação do pecador se dá única e exclusivamente pela obra mediatória de Cristo Jesus na cruz. Afirmamos também que Cristo não cometeu pecado e que sua morte, expiação e ressurreição por si só são suficientes para nossa justificação, redenção e reconciliação com Deus. Além disso, negamos que o evangelho possa ser pregado sem a proclamação da obra substitutiva de Cristo, bem como seja possível alguém ser salvo fora de nosso Salvador.

3. Que ao sermos salvos por Cristo somos resgatados da ira de Deus unicamente por sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, concedendo-nos fé e arrependimento, libertando-nos de nossa servidão do pecado e erguendo-nos da morte espiritual para a vida espiritual. Negamos também que a salvação seja possível mediante ações ou obras humanas, como também afirmamos que acreditamos que métodos ou estratégias humanas por si só não podem realizar a transformação do pecador.

4. Que a justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Afirmamos também que a justificação, a retidão de Cristo, nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.

5. Que como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela ocorre para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Afirmamos também que como cristãos devemos viver perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente. Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou confundirmos a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a autoestima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.

Assim, confiantes na graça de Deus, assumimos este compromisso diante de Deus e de seu povo de perseverar nessa fé, colocá-la em prática e ensiná-la com todo empenho, para vermos em nossa nação brasileira um poderoso progresso do evangelho de Cristo”.

Fonte:  Notícias Cristãs 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Dilma envia carta a evangélicos pedindo oração “contra o golpe”


Durante a campanha eleitoral de 2010, a então candidata Dilma Rousseff teve ao seu lado várias lideranças evangélicas, incluindo vários políticos. Logo depois de vencer as eleições, a maioria desses deputados e senadores romperam com ela e com o PT quando o verdadeiro plano de governo foi revelado. Quatro anos depois, a maioria deles estava na oposição e hoje são ferrenhos defensores do impeachment.

Um grupo menos expressivo de líderes, liderado pelo pastor e escritor Ariovaldo Ramos, formaram a “Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito”. Segundo eles mesmos, trata-se de uma iniciativa de diversas igrejas e denominações para defender a democracia e, no caso, a volta de Dilma ao poder.

Na noite desta quinta-feira (25), eles realizaram o ato “Tempo de oração a favor a democracia”   no vão livre do Masp, na Avenida Paulista. Segundo Ramos, o julgamento da presidente por crimes de responsabilidade é um “mal que atenta contra o bem da nação”.

A escolha da data foi para coincidir com o dia em que o Senado iniciou a última etapa do julgamento do processo de impeachment. Para o pastor, tudo não passa de um erro, pois não existe motivo para a denúncia.

Fazendo eco ao que tem dito desde o início, para ele o processo iniciado na Câmara e com supervisão do Supremo Tribunal Federal, “atenta contra a democracia, contra um projeto de emancipação do pobre, do negro, da mulher, do indígena, do quilombola, de todos que estão à margem da sociedade brasileira”.

A presidente afastada, enviou uma carta aberta para os evangélicos. “Agradeço de coração pelas orações de vocês e de cristãos de todo o país… Sei que vocês não oram apenas por mim, mas clamam pelo restabelecimento da ordem democrática, um valor que está acima de todos nós. Mas a vitória sobre o golpe implica bem mais que isso”, escreveu.

Sem mencionar as dezenas de testemunhos de empreiteiros, políticos, dirigentes da Petrobras e empresários que citaram seu nome nas delações tornadas públicas, Dilma afirma que é inocente.

Nunca fui acusada de ato de desonestidade nem como cidadã nem como servidora pública”, sublinhou. Também evita mencionar os casos de corrupção relacionados aos seus dois mandatos e o tempo que foi ministra de Lula. Limitou-se a dizer que contava com o apoio de todos: “Levarei comigo as orações e os votos de vocês no Senado, quando defenderei a democracia”.

Missão Integral

Ariovaldo Ramos é escritor e conferencista.  Foi um dos líderes da SEPAL e presidiu a missão Visão Mundial. Em sua atuação política, foi conselheiro de Lula no primeiro mandato. Nos últimos meses tem sido um crítico constante das ações da Lava Jato e vem coordenando esforços para que outros líderes evangélicos, em especial os que defendem a Teologia da Missão Integral se unam a ele em favor do governo do Partido dos Trabalhadores.

Um abaixo assinado proposto por ele no movimento “Missão na Íntegra” teve apoio de cerca de 500 líderes.  Além de defender Dilma e Lula nas redes sociais, o pastor faz campanha para Luiz Erundina (PSOL) para a prefeitura de São Paulo.
Fonte: Gospel Prime

Veja a carta na íntegra






sexta-feira, 18 de março de 2016

Lula diz em CARTA ABERTA que respeita o STF e que espera justiça


Creio nas instituições democráticas, na relação independente e harmônica entre os Poderes da República, conforme estabelecido na Constituição Federal.

Dos membros do Poder Judiciário espero, como todos os brasileiros, isenção e firmeza para distribuir a Justiça, garantir o cumprimento da lei  e o respeito inarredável ao estado de direito.

Creio também nos critérios de impessoalidade, imparcialidade e equilíbrio que norteiam os magistrados incumbidos desta nobre missão.

Por acreditar nas instituições e nas pessoas que as encarnam, recorri ao Supremo Tribunal Federal sempre que necessário, e especialmente nestas últimas semanas, para garantir direitos e prerrogativas que não me  alcançam exclusivamente, mas a cada cidadão e a toda a sociedade.

Nos oito anos em que exerci a presidência da República, por decisão soberana do povo – fonte primeira e insubstituível do exercício do poder na democracia – tive oportunidade de demonstrar apreço e respeito pelo Judiciário.

Não o fiz apenas por palavras, mas mantendo uma relação cotidiana de respeito, diálogo e cooperação; na prática, que é o critério mais justo da verdade.

Em meu governo, quando o Supremo Tribunal Federal considerou-se afrontado pela suspeita de que seu então presidente teria sido vítima de escuta telefônica, não me perdi em considerações sobre a origem ou a veracidade das evidências apresentadas.

Naquela ocasião, apresentei de pleno a resposta que me pareceu adequada para​ preservar a dignidade da Suprema Corte e para que as suspeitas fossem livremente investigadas e se chegasse à verdade dos fatos.

Agi daquela forma não apenas ​porque teriam sido expostas a intimidade e as opiniões dos interlocutores.

Agi por respeito à instituição do Judiciário e porque me pareceu também a atitude adequada diante das res​ponsabilidades que me haviam sido confiadas pelo povo brasileiro.

Nas últimas semanas, como todos sabem, é a minha intimidade, de minha esposa e meus filhos, dos meus companheiros de trabalho que tem sido violentada por meio de vazamentos ilegais de informações que deveriam estar sob a guarda da Justiça.

Sob o manto de processos conhecidos primeiro pela imprensa e só depois pelos direta e legalmente interessados, foram praticados atos injustificáveis de violência contra minha pessoa e e minha família.

Nesta situação extrema, em que me foram subtraídos direitos fundamentais por agentes do estado, externei minha inconformidade em conversas pessoais, que jamais teriam ultrapassado os limites da confidencialidade, se não fossem expostas publicamente por uma decisão judicial que ofende a lei e o direito.

Não espero que ministros e ministras da Suprema Corte compartilhem minhas posições pessoais e políticas.

Mas não me conformo que, neste episódio, palavras extraídas ilegalmente de conversas pessoais, protegidas pelo Artigo 5o. da Constituição, tornem-se objeto de juízos derrogatórios ​sobre meu caráter.

Não me conformo que palavras ditas em particular sejam tratadas como ofensa pública, antes de se proceder a um exame imparcial, isento e corajoso do levantamento ilegal do sigilo das informações. Não me conformo que o juízo personalíssimo de valor​ se sobreponha ao direito.

Não tive acesso a grandes ​estudos formais, como sabem os brasileiros. Não sou doutor, letrado, jurisconsulto. Mas sei, como todo ser humano, distinguir o certo do errado; o justo do injusto.

Os tristes e vergonhosos episódios das últimas semanas não me farão descrer da instituição do Poder Judiciário. Nem me farão perder a esperança no discernimento, no equilíbrio e no senso de proporção de ministros e ministras da Suprema Corte.

Justiça, simplesmente justiça, é o que espero, para mim e para todos, na vigência plena do estado de direito democrático.
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