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segunda-feira, 31 de julho de 2023

‘Disney sexualiza crianças há décadas’, denuncia ativista pró-infância nos EUA


Melissa Henson está encorajando os pais a procurarem opções alternativas de programação para seus filhos.


Um grupo de monitoramento da mídia está contestando a declaração do CEO da Disney, Bob Iger, de que a empresa não sexualiza crianças. Eles também estão encorajando os pais a procurarem opções alternativas de programação para seus filhos.

Em uma entrevista ao The Christian Post, Melissa Henson, vice-presidente do Parents Television and Media Council, citou a afirmação de Iger de que a Disney não sexualiza crianças como evidência de que ele "claramente não está prestando muita atenção" ao conteúdo que sua empresa produz.

Apesar de a Disney ter sido alvo de críticas de pais e consumidores nos últimos anos devido à programação considerada inadequada para crianças, Henson disse ao CP que o problema existe há bastante tempo.

“Há décadas, os programas do Disney Channel voltados para pré-adolescentes enfatizavam relacionamentos românticos, embora o público-alvo seja de [crianças de] 8, 9, 10 [e] 11 anos”, disse ela.

Henson lamentou os esforços para introduzir um "elemento namorado, namorada" em programas dirigidos a pré-adolescentes, observando que "não é necessariamente o mais lembrado" para crianças nessa faixa etária.

Ela explicou que o conteúdo produzido pela Disney vai além do Disney Channel e engloba outros canais de propriedade da empresa, incluindo o FX.

Henson identificou "A Teacher", uma minissérie do FX que ela resumiu como documentando uma "relação ilícita" entre um professor e um aluno do ensino médio, e "Little Demon", uma série transmitida no FXX, propriedade da Disney, que foi criticada pelo grupo de defesa One Million Moms como uma promoção de "demônios, bruxas e feitiçaria" apresentando "violência explícita e nudez", como exemplos mais recentes de programas que sexualizam crianças.

Ela apontou esses programas como parte de uma "longa lista de conteúdos" produzidos pela Disney que sexualizam crianças.

O lado da Disney

Em entrevista recente à emissora CNBC, Iger recusou que “a noção de que a Disney está de alguma forma sexualizando crianças francamente é absurda e imprecisa”.

O comentário do CEO da empresa de entretenimento veio em resposta ao apresentador David Faber pedindo a Iger para abordar a condenação do governador da Flórida, Ron DeSantis, ao que ele descreveu como “conteúdo sexualizado” produzido pela corporação.

Mais de um ano após a empresa que opera o parque temático Walt Disney World na Flórida se manifestar contra um projeto de lei de direitos dos pais na educação, que recebeu o apelido crítico de "Não diga lei gay", o governador DeSantis sugere que a Disney sexualiza crianças.

Essa medida, sancionada por DeSantis no início do ano passado, proíbe os funcionários da escola de discutirem assuntos relacionados à orientação sexual e identidade de gênero com alunos do jardim de infância até a terceira série.

Em um comunicado de repúdio ao projeto de lei, o então CEO da Disney, Bob Chapek, comprometeu-se a aumentar o suporte financeiro a "grupos de defesa para combater legislações semelhantes em outros estados".

Pouco tempo depois, os legisladores da Flórida aprovaram uma medida com o objetivo de abolir o Reedy Creek Improvement District, descrito como um "distrito especial independente" que abrange a área da Disney World, e que o deputado estadual republicano da Flórida, Spencer Roach, apelidou de o "governo próprio" da Disney.

No início deste ano, DeSantis nomeou o Central Florida Tourism Oversight Board para substituir o Reedy Creek Improvement District.

Chapek avaliou a disputa de sua empresa com o governador da Flórida e candidato presidencial republicano em sua entrevista à CNBC sobre sua defesa contra a legislação. “A última coisa que desejo para a empresa é que seja arrastada para qualquer guerra cultural”, comentou.

Desmentindo o CEO da Disney

A entrevista de Iger com a CNBC ocorreu três meses depois que a Parents Television and Media Council liderou uma petição com mais de 10.000 assinaturas pedindo ao conselho de diretores da Disney que suspendesse a produção de conteúdo sexualmente explícito da empresa.

Simplesmente não é verdade o que Bob Iger disse”, proclamou vice-presidente do Parents Television and Media Council.

O Parents Television and Media Council, uma “organização de pesquisa e educação sem fins lucrativos e apartidária que defende o entretenimento responsável” que busca “proteger crianças e famílias de sexo explícito, violência e palavrões na mídia”.

O grupo repetidamente tem levantado preocupações sobre a programação da Disney nos últimos anos.

Depois de dizer ao CP que eles “não receberam uma resposta” do conselho da Disney, Henson disse, “parte de mim se pergunta se esta declaração de Bob Iger foi uma tentativa de abordar as preocupações que levantamos naquela petição”.

Quando perguntada se a petição pode ter afetado a programação da empresa, Henson sugeriu que “pode ser muito cedo para dizer”.

Henson disse que seu conselho aos pais que assinam o Disney Plus ou outros serviços de streaming de propriedade da Disney é: “Se você tiver dúvidas sobre o conteúdo, abandone essa assinatura”.

Ela encorajou os pais a “redirecionar seus dólares de entretenimento” para outras empresas que ela promoveu como “boas alternativas”, incluindo Dove e Great American Family.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Marco Feliciano reage a conselheiro de Lula que ofendeu evangélicos



Membro do Conselhão disse que "maioria dos evangélicos é composta de pessoas ruins"


O pastor Marco Feliciano (PL-SP) usou suas redes sociais, nesta segunda-feira (29), para condenar a intolerância religiosa praticada por um membro do Conselhão do governo Lula (PT). O parlamentar divulgou um vídeo intitulado Membro do Conselhão de Lula ataca a maioria dos 60 milhões de evangélicos do Brasil, no qual exibe a publicação no Twitter do advogado Wilson Ramos Filho, em que ele pratica preconceito religioso contra os evangélicos.

Na postagem, Wilson faz seu comentário sobre uma publicação que ele compartilhou, extraída de um outro perfil. Trata-se de um vídeo em que Sergio Moro discursa na Marcha para Jesus, enaltecendo as virtudes de Deltan Dallagnol, apesar de não se considerar um “amigo próximo dele”. Esta negação de proximidade de Moro a Dallagnol irritou o advogado, que disparou contra os que professam a fé evangélica.

Esses sujeitos [Moro e Dallagnol] estimulam as pessoas decentes a ficarem cada vez mais crentofóbicas. Somente as pessoas intrinsecamente más ainda os apoiam. Não são todos, mas a maioria dos evangélicos é composta de pessoas ruins – declarou Wilson Ramos Filho.

Marco Feliciano condenou o posicionamento e revelou estar tomando medidas jurídicas para que esta violência contra os evangélicos não fique impune.

Esta afirmação que, salvo melhor juízo, a meu ver, se trata de crime de preconceito religioso, que pela interpretação do STF, se enquadra como crime semelhante ao de racismo. E como vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, eu levarei o assunto em nossa reunião amanhã e eu vou pedir para o nosso departamento jurídico tomar as devidas providências a respeito dessa postagem – disse.

Feliciano denunciou outras publicações nas quais vocifera a intolerância religiosa ostentada pelo membro do Conselhão de Lula. Após a cassação do mandato de deputado federal do ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, Wilson exibiu uma foto do parlamentar e mais uma vez afrontou a fé cristã.

De todos os deuses, o mais fraquinho é esse da Igreja Batista. Não conseguiu nem um ou dois votinhos divergentes no TSE. Apesar das orações do ficha suja e dos demais crentes na igreja dele, o lavajateiro foi cassado por unanimidade – comemorou em post eivado de intolerância religiosa.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Deputado do PSol vai ao MP contra pastor americano que pregou em evento da UMADEB




A pregação do pastor americano David Eldridge está dando o que falar. Após crítica de sites seculares contra seu sermão proferido durante evento da Umadeb neste feriado de carnaval.

Agora, deputados de esquerda ameaçaram ir ao MP denunciar o caso.

A pregação do pastor David deixou os evangélicos mais conservadores animados, pois não relativizou e foi na contramão do que se ouve em muitos púlpitos atualmente, a mensagem foi confrontadora.

David falou muito do inferno e do perigo que cristãos correm de ir para lá caso não se arrependam e busquem viver realmente uma vida de santidade.

"Assim como existe o céu, existe o inferno, e talvez você não acredite no inferno, mas o inferno acredita em você", alertou.

Perseguição

Diante da repercussão do caso, a esquerda já se levantou e o deputado distrital Fábio Felix (PSol) disse que vai pedir investigação do caso no Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT).

Felix ameaçou protocolar reclamação contra o pastor no Ministério Público e fazer um BO na Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin).

"Discurso de ódio não é liberdade religiosa. É crime! […] O vídeo completo só agrava os absurdos que foram ditos. Além de condenar nosso afeto a um lugar ruim, subalterno, que precisa ser impedido de existir livremente nas ruas, o pastor também diz que homens que usam calças apertadas têm 'espírito homossexual'", escreveu.

O deputado criticou também afirmando que o evento teve apoio do governo local. "A LGBTfobia não pode ser relativizada, tampouco promovida pelo poder público."

Fábio Félix do Psol publicou em seu perfil no Instagram: 

"Nosso mandato vai denunciar ao Ministério Público e à Decrin as falas LGBTfóbicas feitas pelo pastor estadunidense David Eldridge aqui em Brasília.

O trecho do vídeo que está viralizando aconteceu no congresso de jovens das Assembleias de Deus, realizado no último domingo, no pavilhão do Parque da Cidade.

O vídeo completo só agrava os absurdos que foram ditos. Além de condenar nosso afeto a um lugar ruim, subalterno, que precisa ser impedido de existir livremente nas ruas, o pastor também diz que homens que usam calças apertadas têm "espírito homossexual".

Seria cômico, se não fosse a destilação de preconceitos através de estereótipos de gênero.

Para piorar, o evento que permitiu esse discurso de ódio contra LGBTI+ foi gratuito, realizado em um espaço administrado pelo GDF e contou com apoio do governo local.

A LGBTfobia não pode ser relativizada e tão pouco promovida pelo poder público."


Fonte: JM Notícia


MEU COMENTÁRIO:

O reverendo David Eldridge, pregou única e exclusivamente, simplesmente a Palavra de Deus, em tirar nem acrescentar absolutamente nada.

A Bíblia Sagrada diz:

"Com varão te não deitarás, como se fosse mulher: abominação é; nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele: confusão é. Com nenhuma destas coisas vos contamineis, porque em todas estas coisas se contaminaram as gentes que eu lanço fora de diante da vossa face. Pelo que a terra está contaminada; e eu visitarei sobre ela a sua iniquidade, e a terra vomitará os seus moradores. Porém vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e nenhuma dessas abominações fareis nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada. Para que a terra vos não vomite, havendo-a vós contaminado, como vomitou a gente que nela estava antes de vós. Porém qualquer que fizer alguma dessas abominações, as almas que as fizerem serão extirpadas do seu povo. Portanto, guardareis o meu mandado, não fazendo nenhum dos estatutos abomináveis que se fizeram antes de vós, e não vos contamineis com eles. Eu sou o Senhor , vosso Deus". - Levítico 18:22-30

"Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus". - 1 Coríntios 6:9,10

A perseguição começou e, devemos estar preparados pada resistir, afinal de contas foi Jesus quem disse:

"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar". - Mateus 24:35

Que Deus ajude nosso irmão e todos aqueles que tiverem que responder à essa denuncia anunciada. Que o nome do Senhor seja glorificado em todas as coisas.

Pr. Carlos Roberto Silva

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Ministério Público recomenda fim do Pai Nosso em escola após queixa de professora



A Promotoria acatou a queixa de uma professora e recomendou o fim das orações em uma escola de Rifaina (SP).


Ministério Público recomendou que uma escola municipal de Rifaina (SP) deixe de realizar atividades religiosas após uma queixa apresentada por uma professora.

Em uma representação, a docente relata que os alunos da EMEB João Etchebehere, de 5 a 10 anos, são chamados a orar o Pai Nosso com as professoras antes do início das aulas.

A autora da representação alegou que a escola se trata de um espaço público, que deve ser laico.

O MP acatou a queixa e recomendou o fim das orações na escola, sob a justificativa de que, embora ela seja alegadamente facultativa, é realizada com crianças, ou seja, sem plena capacidade de discernimento, informa o g1.

"É vedado aos entes federativos e seus órgãos estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança", argumentou o promotor de Justiça Alex Facciolo Pires.

A docente enviou um vídeo à Promotoria mostrando estudantes com as mãos em sinal de devoção e orando com as professoras.

Ela alegou ainda que houve constrangimento entre alunos de outras religiões. "Presenciei dois alunos serem expostos perante os demais por seus docentes justamente por expressarem que não compartilham da mesma fé", diz.

A professora também alega que apresentou sua queixa aos gestores da escola, mas foi informada de que esta tem sido uma prática da escola há muitos anos.

"Busquei expor a situação quanto à laicidade do espaço público para a secretária da educação, e como resposta recebi a informação que essa prática ocorre há muitos anos e não mudariam, e caso necessário fariam uma intervenção com os pais (abaixo assinado ou autorização)."

Promotoria recomenda o fim das orações

Com a denúncia da professora, o Ministério Público enviou um ofício à escola.

Por sua vez, a instituição de ensino confirmou que a oração do Pai Nosso com os alunos acontece desde sua fundação, há mais de 25 anos, mas sempre de forma facultativa. Além disso, nenhum pai reclamou da prática.

No entanto, a Promotoria reforçou que "as instituições públicas devem adotar uma posição neutra no campo religioso, buscar a imparcialidade nesses assuntos e não apoiar ou discriminar qualquer religião."

"O fato de nenhum pai ou mãe de aluno ter reclamado do posicionamento da escola é irrelevante", disse o promotor, em despacho emitido em 8 de dezembro.

A promotoria deu prazo de 15 dias para a escola se manifestar e recomendou o fim de todas as atividades ou elementos religiosos entre os alunos da rede municipal.

Fonte: Guia-me com informações de G1 via Folha Gospel

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

TSE multa Bolsonaro por visita a evento da CGADB em Cuiabá



A decisão foi tomada com votos de Lewandowski, Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia e Benedito Gonçalves


Por 4 votos a 3, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou uma denúncia apresentada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) contra o presidente Jair Bolsonaro e sua participação na Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) que aconteceu em abril na cidade de Cuiabá (MT).

A relatora da ação foi a ministra Maria Claudia Bucchianeri que entendeu que não houve menção a expressões como “vote em mim” ou “me eleja”, descartando o pedido explícito de voto, o que configuraria campanha eleitoral antecipada.

Todavia, o ministro Ricardo Lewandowski votou contra o relatório e disse que mesmo não configurando como propaganda pré-eleitoral, a participação de Bolsonaro tanto na 45ª AGO da CGADB, quanto na motociata que aconteceu antes do evento, teve discursos que enfatizaram a manutenção dele na Presidência da República. Votaram a favor de Lewandowski os ministros Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia e Benedito Gonçalves.

Sendo assim, foi aplicado uma multa por “propaganda extemporânea negativa” no valor de R$ 5 mil.

Fonte: JM Notícia

quarta-feira, 6 de julho de 2022

Capelão anglicano denunciado ao programa de combate ao terrorismo por não ceder à doutrinação LGBT

Ele foi denunciado ao programa antiterrorismo do governo britânico como um extremista violento em potencial


Um capelão anglicano que foi demitido e denunciado a um programa antiterrorismo por pregar doutrina cristã sobre ética sexual durante um culto na capela, por estar alertando sobre as ideologias totalitárias em ação ativamente no Ocidente.

Em uma sessão de discussão na Cúpula Internacional de Liberdade Religiosa, um painel sobre "perseguição educada" – reunido pela The Heritage Foundation, uma instituição conservadora, descreveu como o aborto secular e ativistas de gênero estão destruindo as liberdades estimadas nos países que historicamente defenderam a liberdade religiosa. Muitas vezes, a perseguição religiosa é sancionada pelo Estado.

Esse chamado tipo de hostilidade educada é frequentemente experimentado por praticantes de religiões que aderem a visões mais tradicionais sobre a vida humana, o casamento e a realidade material do sexo biológico.

Em suas observações, o Rev. Bernard Randall contou como, há pouco mais de três anos, ele, como capelão ordenado, foi denunciado às autoridades e investigado como parte de uma investigação antiterrorismo do governo por defender a ética sexual cristã durante um culto na capela em uma escola da Igreja da Inglaterra.

A escola convidou a ativista LGBT Elly Barnes, fundadora da Educate & Celebrate, uma instituição de caridade educacional LGBT, para uma sessão de treinamento de funcionários para apresentar um novo currículo sob o pretexto de educação anti-bullying, disse ele, observando que ninguém se opõe à proteção dos alunos. No entanto, ele logo descobriu que havia aspectos desse treinamento que não eram sobre bullying, mas a doutrinação da ideologia LGBT. Foi tão longe que, a certa altura, os treinadores fizeram a equipe gritar sobre a necessidade de "esmagar a heteronormatividade".

"Isso é algo muito além de não intimidar as pessoas", disse Randall.

O grupo LGBT também ensinou aos funcionários que existem nove características protegidas pela lei britânica, entre elas "gênero" e "identidade de gênero". Mas isso não é verdade, enfatizou Randall, observando que o movimento trans coagiu o público a acreditar em tais alegações.

Como o objetivo do material curricular Educar e Celebrar é "incorporar gênero, identidade de gênero e orientação sexual na estrutura de sua organização", os alunos pediram a Randall que abordasse o assunto em um culto na capela.

Depois de fazer isso, ele foi sumariamente demitido da escola por má conduta grave e denunciado ao programa de combate ao terrorismo depois de dizer aos alunos, de 11 a 17 anos, que eles não eram obrigados a "aceitar uma ideologia da qual discordam". Ele também disse aos alunos que eles poderiam se decidir sobre identidade de gênero e sexualidade.

Randall acrescentou que os alunos podem optar por adotar o pensamento dos ativistas LGBT ou aderir à ética sexual cristã – que o casamento é apenas entre um homem e uma mulher e que o sexo está confinado a esse contexto. Mais importante ainda, ele aconselhou os alunos a mostrar respeito por aqueles que discordam.

"Fui convocado para o que só posso descrever como um interrogatório pela liderança sênior", disse ele. "Fui suspenso. E fui demitido por má conduta grave por fazer meu trabalho de acordo com a descrição do trabalho."

Randall também foi denunciado ao Serviços de Proteção Infantil e a um programa antiterrorismo do governo britânico como um extremista violento em potencial.

"Gostaria de pensar que sou um tipo razoavelmente moderado de sujeito", disse ele, reiterando como deixou em aberto a questão de acreditar nas reivindicações dos ativistas LGBT em seus comentários na capela.

Mas sua demissão e ser denunciado à força-tarefa antiterrorista do governo foi um momento revelador que mostra até que ponto a administração da escola chegou ao outro extremo.

Ele agora está processando a escola por discriminação religiosa, mas observou o quão surpreendente é que ele tenha que tomar uma ação legal contra uma instituição da Igreja da Inglaterra, por proclamar crenças cristãs em um sermão durante um culto na capela. Desde então, o Christian Legal Center o representa.

Falando da relevância da cimeira internacional sobre liberdade religiosa, o capelão anglicano salientou que a liberdade de religião inclui a liberdade da religião. A ideologia progressista marxista no trabalho funciona muito como uma religião e as pessoas deveriam estar livres disso se assim o desejarem.

"Se os países ocidentais não podem proteger seus próprios grupos religiosos da discriminação, não há absolutamente nenhuma razão para que possamos apontar o dedo para os outros países" que estão violando a liberdade religiosa, pois eles podem dizer ao Ocidente: "Você não está levando isso a sério, então por que deveríamos?" ele disse.

Quando perguntado pelo The Christian Post por que os ideólogos de gênero nem mesmo permitem um desacordo, Randall apontou para suas raízes filosóficas.

"Parece-me que se você olhar para as origens marxistas desse tipo de coisa, o que está acontecendo é que eles estão se opondo ao que consideram religião – o ópio das massas – esse tipo de falsa consciência, e que só temos que nos educar para a verdadeira consciência", disse ele.

"Mas qualquer um que diga 'Ah, não, estou muito feliz com minhas ideias religiosas, estou muito feliz com essa consciência que já tenho' é uma ameaça real a todo o conjunto de conceitos. Eles são uma ameaça à ideia de que o que todo mundo acredita é falso e os marxistas nos levarão a essa nova e maravilhosa utopia esclarecida".

"E eles não podem tolerar esse tipo de ameaça. É um sistema muito totalitário", acrescentou.

O que Randall experimentou três anos atrás na Inglaterra é o que ele e outros chamam de "totalitarismo brando", enquanto o que as pessoas sofrem na China é "totalitarismo duro".

"Mas a diferença entre eles não é tanto quanto gostaríamos de pensar", enfatizou.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

sábado, 2 de julho de 2022

Professora denuncia demissão por discordar de ideologia de gênero em escola do ES


Sentindo-se indignada, Deivilane Costa Carvalho usou as redes sociais para desabafar e denunciar a perseguição sofrida.

Professora de português, Deivilane da Costa Carvalho perdeu o emprego na escola municipal EMEF Álvaro Armeloni, em Cariacica, interior do Espírito Santo. Ela diz que sua demissão aconteceu por não aceitar a ideologia de gênero apregoada no local.

Segundo informa o jornal da Cidade, Deivilane lecionava para crianças de 9 a 14 anos, quando foi chamada na Secretaria Municipal de Educação e foi sumariamente desligada do cargo. A causa alegada foi insubordinação à direção da escola.

Sentindo-se indignada, a professora usou as redes sociais para desabafar e denunciar a perseguição sofrida.

Jamais desrespeitei o corpo acadêmico e a direção. A minha posição contrária a uma política de doutrinação no ambiente escolar, que envolve ideologia de gênero, é o real motivo acobertado por aqueles que pediram minha demissão. A diretoria me viu como uma ameaça ao que eles estão implantando no colégio”, lamentou.

Em sua página do Instagram, a professora publicou uma foto na sala de aula com a descrição de dois versículos bíblicos:

Se o mundo vos aborrece, sabei que, primeiro do que a vós, aborreceu a mim.” João 15:18

"Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis." Romanos 12:14

Doutrinação

Deivilane foi dispensada de suas funções mesmo com investigação do Ministério Público que apura denúncias de doutrinação existente na escola. A professora acredita que a direção do colégio pensa que foi ela quem iniciou o processo junto ao MP e por isso se vingou.

Após tomar conhecimento da apuração do MP, a direção da escola vinha me tratando de forma diferente dos demais profissionais. Fui perseguida e punida com a demissão, por apenas me posicionar contra a usurpação dos direitos dos pais de educar. A escola estava entrando em um campo que foge da sua função. Aluno vem para a escola para aprender as disciplinas e não ser ideologizado”, explicou.

Apoio da família

Os familiares dos estudantes fizeram um vídeo mostrando o momento da partida da professora, que recebeu um abraço coletivo dos alunos, em sua homenagem.

O vídeo viralizou nas redes sociais, embora a prefeitura de Cariacica e a direção da escola negam que a docente foi perseguida.

De acordo com informações do jornal Cidade, em uma rápida caminhada pelas dependências do colégio é possível ver vários cartazes, bandeiras e símbolos em apoio ao movimento LGBTQIA+.

Apesar de o vídeo mostrar o contrário, o secretário municipal de educação, José Roberto Martins Aguiar, afirma que Deivilane foi demitida porque não tinha boa convivência com as crianças.

A professora Deivilane não soube conquistar os estudantes; ela mantinha um relacionamento conflituoso com os gestores da escola e com os demais professores, professoras e estudantes. Por isso rescindimos o contrato com a profissional, o que é um direito do município”, declarou.

Assista a despedida da professora:


Fonte: Guiame

domingo, 26 de junho de 2022

Igreja Presbiteriana se manifesta sobre o Pr. Milton Ribeiro e as investigações no MEC - VEJA AQUI


Com relação ao caso da investigação que apura possíveis atos de corrupção passiva no MEC - Ministério da Educação e Cultura do Brasil, com suposto envolvimento do Ex-Ministro da pasta, o reverendo Milton Ribeiro, que além de atuar como pastor titular da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração na cidade de Santos (SP), também preside o Presbitério daquela denominação na Região da Baixada Santista.

Hoje, domingo - 26.06.2022, foi publicada "NOTA DE ESCLARECIMENTO" pela Comissão Executiva do Presbitério de Santos – CE/PRST no blog da instituição, com parecer oficial sobre o caso:


"Estimados Conselhos e pastores:
Fazemos lembrar que diante de Herodes Jesus manteve-se em silêncio, ainda que “de muitos modos o interrogava” (Lc. 23.9). Isso nos conduz a considerar que jamais convém à liberdade de expressão configurar como importunação, obrigação ou coerção. Contudo, servimo-nos dela como dever, para assegurar às igrejas jurisdicionadas à assistência da voz presbiteral, que ecoa como grito para espantar os lobos ou como canção para alentar seus corações, desde 1977. 
Recentemente, ficamos imensamente comovidos, quando um dos nossos membros e presidente desta organização religiosa, o reverendo Milton Ribeiro, teve sua prisão preventiva decretada e executada, sob alegação de autoria de crimes cometidos na gestão do Ministério da Educação e Cultura do Brasil (MEC), para a qual foi nomeado ministro, pelo excelentíssimo senhor presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, em data de 10 de julho de 2020.

Esse Concílio dispõe de dispositivo para aplicar penalidade aos membros faltosos, de conformidade com a Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil (CI/IPB) e seu Código de Disciplina (CD/IPB), desde que ocorra uma sentença eclesiástica. 
No entanto, a prisão preventiva do reverendo Milton Ribeiro, não possui elementos que justifique a abertura de processo regular com vista à sentença eclesiástica, pois não possui caráter condenatório, haja visto a ausência de julgamento do processo e sentença pronunciada.

Sob o condicionamento dessa situação, o PRST vê-se apenas em condição de emitir juízo sobre a seriedade, competência e caráter moral do reverendo Milton Ribeiro: que recebeu educação cristã em uma de nossas igrejas e por ela foi encaminhado ao Presbitério, como aspirante ao sagrado ministério; que concluída sua candidatura, foi licenciado e ordenado ao ministério; que exerce seu pastorado na mesma igreja, onde é reeleito, democraticamente, desde 1994; que possui a postura de homem de família, dada a sua educação sob o cuidado de uma professora e servidora pública e de um homem de bem e trabalhador; que também se tornou construtor, com cuidado e respeito, de uma família, como seguindo um legado, ao lado de sua esposa, com quem providenciou as suas duas filhas as devidas oportunidades de afeto, educação e futuro; que semanalmente visita sua mãe, professora aposentada e idosa, com providência de mantimento e, muitas vezes, fazendo a refeição dela; e que, desde 1994, reeleito anualmente, tem presidido o PRST, oportunizando que sua capacidade administrativa se tornasse um inegável fator de implantação de igrejas e de boa condução do Concílio, devido a sua coerência, honestidade e humanidade.

Não nos compete sentenciar. Havendo acolhimento de denúncia, oportunidade ao direito de defesa e nulidade da apelação, o julgamento deste Concílio, na função de tribunal, emitirá a devida sentença a qualquer faltoso. A presunção e a suspeita não exercem influência no tribunal, onde a justiça é amiga da inocência. O juiz, o promotor, o advogado e os elementos documentais que validam a denúncia não se chamam “presunção” ou “suspeita”. Se assim fosse, a tirania do preconceito e da discriminação estaria sentada na cátedra dos tribunais. E o inocente veria sua honra à mercê dos ditames do bel-prazer ou da ludicidade do bem-me-quer ou malmequer, em uma flor sem defesa.

Assim posto, temos plena certeza e esperança de que as provas do processo se apresentarão, na devida instância, favoráveis à inocência do reverendo Milton Ribeiro, como também oportunizará que noticiemos que seu serviço na gestão do MEC contribuiu significativamente para a promoção da educação da Nação.

Cumpre-nos, finalmente, orientar aos Conselhos das igrejas jurisdicionadas ao PRST e aos pastores membros desse Concílio, que mantenham a ordem e o respeito entre a membresia e usem de bom-senso e de cordialidade no trato dessa questão, convictos de que Deus fará, como expressou o salmista, a “graça e a verdade” se encontrarem, e a “justiça e a paz” se beijarem (Sl. 85.10). 
Nessa condição, não se terá o inocente por culpado, nem o delituoso sem dolo. E nem ocasião à perturbação e à contenta para que tumultuem a comunhão cristã.

Que Deus nos ajude e nos livre do mal, encaminhe o reverendo Milton Ribeiro e a sua família à tranquilidade e mantenha os líderes e membros de nossas igrejas vigilantes do bem e da bondade.

Santos/SP, 26 de junho de 2022.

Comissão Executiva do Presbitério de Santos – CE/PRST"

Em suma, a nota de esclarecimento deixa clara a confiança do Presbitério de Santos na "presunção de inocência" do Rev. Milton Ribeiro, e sua postura de aguardar a finalização das investigações com as devidas apurações, quando então poderá atuar na função julgadora do Concílio, se houver necessidade, e, em caso de confirmação da sua inocência, o Concílio trará a público as informações da prestação de serviços do Rev. Milton Ribeiro em sua gestão à frente do MEC, e o quanto contribuiu significativamente para a promoção da educação da Nação.

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