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domingo, 16 de janeiro de 2022

Governo do Brasil lidera países em aliança internacional antiaborto


Com o fim do governo de Donald Trump nos EUA, o Brasil se tornou protagonista na luta global contra o aborto.

Os governos do Brasil e dos Estados Unidos passaram a liderar uma aliança internacional contra o aborto em 2020, na época encabeçada pela ministra Damares Alves e o ex-secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.

Com o fim do governo de Donald Trump nos EUA, o Brasil se tornou protagonista na luta global contra o aborto.

Com mais de um ano de existência, a aliança nasceu em 2020 com a assinatura da Declaração Consensual de Genebra, um acordo internacional firmado em parceria entre Brasil, EUA, Egito, Hungria, Indonésia e Uganda.

O acordo tem como um de seus pilares garantir que “em nenhum caso o aborto seja promovido como um método de planejamento familiar”. O documento já soma 36 países como signatários. A Rússia acaba de aderir a declaração.

Ao noticiar a liderança do Brasil na luta contra o aborto nesta quinta-feira (13), o jornal Folha de S. Paulo apresentou uma análise na coluna de Sônia Corrêa e Gustavo Huppes:

Sem considerar compromissos internacionais firmados pelo Brasil e contradizendo a definição constitucional do direito à vida, o Consenso de Genebra tem sido usado pelo governo como instrumento de promoção da agenda ultraconservadora comandada pela ministra Damares Alves”, afirmou a publicação.

O texto ainda defende que “a agenda antigênico e antiaborto” da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos atua “na contramão da história diplomática brasileira de defesa da igualdade de gênero e dos direitos sexuais e reprodutivos”.

Brasil na luta contra o aborto

Nesta sexta-feira (14), Damares considerou a análise da Folha uma “distorção macabra”. 

No passado, o Brasil saía por aí financiando obras para governos ditadores e de esquerda. Agora a gente sai pelo mundo defendendo os bebês no ventre materno”, ela afirmou nas redes sociais.

Acusam o presidente Jair Bolsonaro de genocida, mas é o time dele que está salvando vidas, em todo o mundo, do mais terrível de todos os crimes, que é matar uma criança enquanto ela dorme por meio do aborto”, acrescentou a ministra.

Damares declarou ainda, em letras garrafais, que o Brasil de fato assumiu o protagonismo mundial contra o aborto.

Estamos lutando contra o aborto. Somos também o país que mais vacina no mundo. O governo Bolsonaro se preocupa com a vida humana em todos os seus estágios, em todas as instâncias”, disse ela, em apoio ao presidente. “Ser uma das líderes na defesa da vida intrauterina no mundo é uma honra. Esta é a missão da minha vida e faz muito tempo.”

Fonte: Guiame

domingo, 10 de outubro de 2021

Comissão de Direitos Humanos condena ultrassom em evento pró-vida e recebe fortes críticas



A CIDH condenou a exposição pública de uma adolescente de 15 anos durante marcha “A favor da mulher e da vida”, realizada no México.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que se manifestou abertamente a favor da descriminalização do aborto em vários países, expressou em 6 de outubro sua "condenação" pela realização de uma ultrassonografia em uma mãe adolescente durante a marcha “A favor da mulher e da vida”, realizada no México.

Embora os organizadores da marcha tenham confirmado que a adolescente deu consentimento para a realização da ultrassonografia no evento, assim como seus pais, para a CIDH a “exposição pública do procedimento de saúde não atende ao interesse superior da adolescente”.

No dia 3 de outubro, por ocasião da marcha “A favor das mulheres e da vida”, que reuniu 300 mil pessoas na Cidade do México e cerca de um milhão em todo o país, um médico realizou uma ultrassonografia em Ana, uma adolescente de 15 anos com 38 semanas de gestação.

O vídeo de ultrassom desatou a ira dos promotores do aborto, que fizeram vários insultos e ameaças.

Ao mesmo tempo, o vídeo se tornou viral, atingindo cerca de 11 milhões de pessoas, com cerca de 2 milhões de visualizações.

Críticas à Comissão

A "condenação" da CIDH ao vídeo do ultrassom foi recebida com fortes críticas.

Um usuário destacou que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, dependente da Organização dos Estados Americanos (OEA), “não se pronuncia sobre o uso de crianças em marchas pró-morte, onde são levadas e expostas a atos de violência, vandalismo e linguagem obscena”.

Aí não se preocupam por todas essas crianças. Ou quando as levam em marchas gays onde há nudez e exposição a linguagem sexual”, disse.

Julia Regina de Cardenal, presidente de uma fundação pró-vida de El Salvador, escreveu: “A desprestigiada CIDH é ativista que promove o negócio do aborto, que explora e prejudica mulheres com gravidezes difíceis, matando seus filhos”.

 

Para o líder pró-vida, a CIDH busca evitar “mostrar o bebê em desenvolvimento porque matá-lo é um crime bárbaro contra um ser humano indefeso”.

Comissão é favor do aborto

A CIDH celebrou em 2017 a despenalização do aborto em alguns casos no Chile, pois considerava que abria caminho “para que os serviços de aborto legal e seguro sejam garantidos a todas as mulheres, crianças e adolescentes”.

Numa audiência que visava pressionar a Argentina a legalizar o aborto em 2018, a então presidente da CIDH, Margarette May Macaulay, afirmou que “as mulheres têm direito e autonomia para decidir sobre seus corpos e o Estado deve garantir esses direitos às mulheres, e em particular para meninas e jovens”.

No México, o aborto é um crime despenalizado apenas até 12 semanas de gestação em alguns estados e na Cidade do México.

No entanto, com base na polêmica Norma Oficial Mexicana NOM-046, meninas maiores de 12 anos podem solicitar diretamente o aborto em instituições de saúde sem a necessidade de nenhuma denúncia, mas apenas com um pedido garantindo sob juramento que a gravidez ocorreu em um abuso.

Em setembro deste ano, a Suprema Corte de Justiça da Nação, máximo órgão judicial do México com faculdades de Tribunal Constitucional, invalidou uma série de artigos no Código Penal do estado de Coahuila, abrindo a porta para a despenalização do aborto no país.

Proteção à vida

Nesse mesmo mês, a SCJN declarou inconstitucional a proteção à vida desde a concepção na Constituição de Sinaloa e invalidou um artigo da Lei Geral de Saúde que protegia a objeção de consciência dos profissionais de saúde, que os impedia de participar de abortos contra sua vontade.

Em diálogo com ACI Prensa, agência do grupo ACI, Rodrigo Iván Cortés, presidente da Frente Nacional pela Família (FNF), destacou a contradição na CIDH, já que “se escandalizam” com a ultrassonografia, quando ao mesmo tempo querem “que seja um direito fundamental tirar a vida de um ser humano inocente em sua etapa mais vulnerável”.

Chama a atenção que esta Comissão, que deveria velar pelos direitos humanos, não tenha prestado atenção ao que expressaram as 300 mil pessoas que estavam na Cidade do México, as 200 mil pessoas que estavam no estado de Jalisco, ou as cerca de um milhão de pessoas que em mais de 80 cidades levantaram a voz a favor do direito humano fundamental a viver”.

Direito de viver

O direito de viver, destacou, é "o direito humano sem o qual nenhum outro direito pode ser desfrutado".

O presidente da FNF também denunciou que tanto da CIDH quanto de outras áreas da OEA “o que querem impor é um pensamento único, que é a ideologia de gênero”.

E assim como eles querem chamar de 'direitos reprodutivos' matar um ser humano inocente, eles querem chamar a imposição da ideologia de gênero de 'direitos sexuais'”.

"Se escandalizam pelo ultrassom feito a uma menor grávida, mas não se escandalizam com esta imposição da ideologia de gênero, que implica promover e utilizar recursos públicos para amputar membros saudáveis de menores de idade sob o pretexto da ideologia de gênero”, criticou.

"Aqui vemos claramente uma contradição severa", disse ele. "E o que mais me preocupa: uma subversão muito forte das coisas".

Fonte: Guiame

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Uso de “pronomes errados” para transgêneros viola os direitos humanos, decide tribunal

Na última quarta-feira (29), o Tribunal de Direitos Humanos da Colúmbia Britânica — província canadense — decidiu a favor de Jessie Nelson, uma mulher trans que trabalhava num restaurante italiano. Ela processou seu ex-empregador, Buono Osteria, por ter usado “pronomes incorretos”.

Jessie alegou ter sido discriminada quando seus ex-empregadores usavam intencionalmente os apelidos de gênero, como “querida”, por exemplo. A funcionária, porém, disse que não é binária (quem se identifica por masculino ou feminino), e sim, de “gênero fluído” (pessoa de identidade sexual variável).

O Tribunal canadense decidiu que o restaurante demitiu injustamente a funcionária e exigiu que a empresa usasse pronomes não binários com Jessie, além de conceder a ela uma indenização de 30 mil dólares.

Entenda o caso

De acordo com o Christian Post, Jessie foi demitida “porque estava sendo muito militante” na questão de ser identificada como não-binária. Ao procurar por justiça após a demissão, ela foi apoiada no tribunal por Devyn Cousineau, autor do parecer, que concluiu que “a recusa em usar os pronomes preferidos de Jessie equivalia à discriminação”.

Todos os colaboradores têm direito a um ambiente de trabalho livre de discriminação. Os funcionários trans têm direito ao reconhecimento e ao respeito por sua identidade e expressão de gênero. Isso começa com o uso de seus nomes e pronomes corretamente”, escreveu Cousineau.

Como um nome, os pronomes são uma parte fundamental da identidade de uma pessoa. Eles são a principal forma de as pessoas se identificarem. Usar pronomes corretos comunica que vemos e respeitamos uma pessoa por quem ela é”, continuou.

Restrição à liberdade de expressão

O tribunal ordenou que Buono Osteria implementasse uma política formal de pronomes, bem como diversidade obrigatória e treinamento de inclusão para todos os gerentes e funcionários. O restaurante, em nome dos “infratores” deverá indenizar Jessie por danos morais, conforme a CBC News.

A advogada de Jessie, Adrienne Smith, comemorou a decisão e disse que “isso mostrou que os pronomes corretos para pessoas trans não são opcionais”.

Também ordeno à Buono Osteria que implemente treinamentos obrigatórios para todos os funcionários e gestores sobre direitos humanos no trabalho. Este treinamento não deve ser inferior a duas horas”, disse o juiz.

Tanner Hnidey, um escritor cristão de Alberta, escreveu uma coluna em seu site denunciando a decisão como uma rejeição à verdade objetiva e uma restrição perturbadora à liberdade de expressão.

Uma coisa é a pessoa pensar que é de um gênero diferente do que realmente é. Isso é como alguém acreditar que é plural quando na realidade é singular”, escreveu Hnidey.

Outra coisa é nos forçar a acreditar no que o outro acredita; coagindo-nos a dizer o que os outros querem que digamos. E isso é precisamente o que o Tribunal de Direitos Humanos decidiu”, ele concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de CBN News via Folha Gospel

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Ministério de Damares Alves lançará app para crianças denunciarem abuso sexual

Uma iniciativa do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, a pedido do presidente Jair Bolsonaro, pretende facilitar o acesso de crianças a um canal de denúncia por abusos sexuais e/ou violência. O anúncio foi feito pela ministra Damares Alves.
"Nenhuma criança ficará para trás. Neste período de pandemia, precisamos dar ainda mais ferramentas para que elas solicitem socorro. Denuncie você também", escreveu Damares Alves em sua conta no Twitter.
A proposta envolve a criação de um aplicativo para smartphones e tablets para que crianças e adolescentes possam denunciar casos de abusos sexuais e de espancamentos e torturas na família.
O alerta para a iniciativa veio de uma queda nas denúncias relacionadas a esses crimes após o confinamento determinado pelas autoridades estaduais e municipais como tentativa de conter a pandemia.
"A ferramenta será lúdica e bastante interativa. O objetivo é ajudar o público infanto-juvenil a romper o muro do silêncio, barreira essa tantas vezes presente nos contextos de violência", comentou o titular da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA/MMFDH), Maurício Cunha, segundo informações do portal Gazeta Brasil.
"As nossas crianças e adolescentes estão sofrendo sozinhos agora. Durante a pandemia, não está sendo possível contar com espaços que possibilitavam a realização das denúncias, como as escolas. Por isso, a nossa preocupação em desenvolver ações que combatam as violações intrafamiliares", acrescentou Cunha.
Mais de 35 mil denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes foram recebidas pelo Disque 100 nos últimos dois anos, e desde março – quando se iniciaram as suspensões das aulas – houve queda de 18% na média de denúncias de pornografia infantil, abuso sexual e exploração sexual.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Advogados não conseguiram afastar a ministra Damares Alves por liminar

Foi indeferido o pedido liminar de uma ação popular ajuizada na última terça-feira (12), por dois advogados de Campo Grande (MS) na Justiça Federal, os quais pediam o afastamento imediato da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.
No último dia 14, o Juiz da 4ª Vara Federal de Campo Grande, Bruno Cezar da Cunha Teixeira, indeferiu o pedido liminar indicando que concretamente não havia provas da alegada violação da moralidade administrativa.
Em apertada síntese, os autores populares ajuizaram esta ação popular pedindo o afastamento imediato da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, sob o argumento que a ministra praticou diversos "atos incompatíveis com a moralidade administrativa, a ética e o decoro exigidos para o cargo", que foram revelados pela imprensa e ofendem o artigo 37 da Constituição Federal.
Os motivos para justificar o controle judicial do ato administrativo que nomeou a Ministra Damares Alves foram:
  • Ter supostamente declarado ser "mestre em educação e em direito constitucional e direito da família" em palestra, sem possuir formalmente tais títulos;
  • Ter supostamente adotado a indígena Kajutiti Lulu Kamayurá sem permissão da família, segundo reportagem da revista Época;
  • Ter supostamente proferido declarações "mendazes" a respeito de assuntos diversos, que segundo os autores populares, Damares "vem demonstrando fazer da mentira uma forma de adquirir autoridade perante seus ouvintes";
Para justificar o pedido de afastamento da ministra, os autores populares citam como "precedente" as ações populares que atacaram o ato que nomeou indevidamente como Ministra do Trabalho, Cristiane Brasil.
Entretanto, conforme petição intercorrente que protocolei nos autos dessa Ação Popular absurda, eles desconsideram o fato de que naquele caso, Cristiane foi condenada pela Justiça do Trabalho por não pagar um antigo funcionário que era seu motorista e trabalhava 15 horas por dia.
Foi por isso que, após sua nomeação pelo Presidente Michel Temer, o Movimento dos Advogados Trabalhistas Independentes impetrou diversas ações na Justiça Federal em que pediu a suspensão liminar da sua nomeação em atenção à moralidade administrativa.
Em outras palavras, nota-se que naquele caso havia prova evidente da lesividade à moralidade administrativa, a qual não se verifica de plano na ação destes advogados contra a ministra Damares.
Sabemos que nos últimos três anos, o Brasil enfrentou sucessivas controvérsias sobre a nomeação de Ministros de Estado. Por exemplo, em março de 2016, quando da nomeação do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para a Casa Civil pela então Presidente Dilma, foram impetrados os Mandados de Segurança no 34.070 e no 34.071 no STF.
Ao decidir cautelar e monocraticamente os processos, o Ministro Relator Gilmar Mendes suspendeu a eficácia do ato de nomeação, sendo que após fazer considerações sobre desvio de poder e ofensa à moralidade, afirmou que o objetivo perseguido era deslocar para o Supremo o foro das ações em trâmite na Justiça Federal de Curitiba que tinham como réu o ex-Presidente Lula, o que impediria a sua prisão na chamada Operação “Lava Jato” e implicaria obstrução das medidas judiciais cabíveis.
No caso Lula, os áudios das intercepções telefônicas realizadas com autorização judicial, elas revelavam de plano o desvio de poder e a ofensa à moralidade, razão pela qual foi acertada a decisão que impediu a nomeação de Lula como Ministro da Casa Civil.
Ou seja, isso significa que é possível sim que o cidadão recorra ao judiciário para afastar ministrados do estado nomeados indevidamente, contudo, percebemos que este não é o caso da ministra Damares.
Sobre a acusação dela ter declarado ser "mestre em educação e em direito constitucional e direito da família" em palestra, sem possuir formalmente tais títulos, Damares já afirmou publicamente que seu título tem relação com o dom ministerial de mestre, um dos dons dados pelo Espírito Santo à igreja, o qual encontra-se disposto nas escrituras em Romanos 12:6-8; 1Coríntios 12:28; Efésios 4:1-12.
Damares disse que "diferentemente do mestre secular, que precisa ir a uma universidade para fazer mestrado, nas igrejas cristãs é chamado mestre todo aquele que é dedicado ao ensino bíblico" (Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/01/sem-diploma-damares-ja-se-apresentou-como-mestre-em-educacao-e-direito.shtml>. Acessado em 13/02/2019.
Nota-se portanto que sua fala foi tirada do contexto, visto que o vídeo utilizado como "prova da mentira", ao se identificar como mestre, isso ela fez dentro de uma palestra realizada numa igreja em Mato Grosso do Sul em 2013, com o tema "O Cristão Diante de Novos Desafios"; Logo, parece que faltou aos seus interlocutores da imprensa, bem como aos autores desta ação popular, o conhecimento básico de que o próprio Jesus era chamado de mestre, sem que não há notícias de que o mesmo tenha frequentado alguma escola rabínica na época, para que pudesse ostentar esse título.
Como se sabe, mestre, muito antes de ser um título acadêmico, ele é um dom dado pelo Espírito Santo que permite que alguém transmita de forma eficaz as verdades da Bíblia para outras pessoas, sendo que considerado o conceito teológico da Graça Comum, percebe-se que até mesmo não-cristãos, receberam de Deus o denominado dom de mestre, o qual consiste na capacidade única de instruir claramente e comunicar conhecimento, o qual, independente da área de atuação, ele encontra seu perfeito propósito quando tal conhecimento é transmitido para manifestar a glória de Deus aos seres humanos.
Além disso, sobre mentir sobre o próprio currículo, situação muito mais grave ocorreu em 2004 e 2006, quando a então Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, compareceu no programa no Programa Roda Viva da Tv Cultura. Nos dois o jornalista Paulo Markun lê o currículo falso de Dilma Rousseff, sendo que ela ouve sem mover um músculo.
Posteriormente descobriu-se que, na Plataforma Lattes do CNPq, que abriga currículos de professores universitários e pesquisadores de pós-graduação, o currículo de Dilma Rousseff registrava um mestrado e um doutorado em economia. Informações falsas, pois Dilma Rousseff não concluiu o mestrado, nem defendeu sua dissertação, não concluiu o doutorado, nem defendeu tese.
Sobre a acusação de que Damares supostamente adotou a indígena Kajutiti Lulu Kamayurá sem permissão da família, nota-se que tanto a ministra quanto Lulu — hoje com 20 anos — já desmentiram a informação, assegurando que a garota não foi levada à força da aldeia. “Foi amor à primeira vista. Ela se apaixonou por mim e depois eu por ela. O resto é tudo mentira”, disse a índia.
A reportagem da revista Época diz trazer depoimentos de índios da aldeia Kamayurá, no norte do Mato Grosso, de onde Lulu saiu ainda criança. Porém, a índia afirma que a publicação da revista com os depoimentos faz parte de uma ação com finalidades políticas.
Em entrevista para a UOL, Lulu explicou que se lembra de ter deixado a aldeia aos seis anos para fazer um tratamento dentário em Brasília, com autorização de seus pais biológicos. Ela partiu em uma viagem de barco até a cidade Canarana e embarcou em um ônibus para Brasília, onde ficou hospedada na casa da missionária Márcia Suzuki, que desenvolvia um trabalho voluntário na aldeia. Foi na casa de Márcia que a menina conheceu Damares.
Lulu contou ainda que Damares se "apaixonou" por ela e, após conseguir autorização de seus pais, a levou para casa. Como era muito nova, não conseguir apontar as datas com precisão por si só, durante a entrevista. Porém destacou que não foi algo repentino. A mudança para casa de Damares teria ocorrido três anos após sua chegada à capital federal. Além de Lulu, dois de seus irmãos também foram para Brasília e os pais os visitavam constantemente.
Além disso, sobre a acusação da ministra ter proferido declarações "mendazes" a respeito de assuntos diversos, dentre eles a masturbação de crianças na Holanda, que segundo os autores populares, Damares "vem demonstrando fazer da mentira uma forma de adquirir autoridade perante seus ouvintes", sobre isso nota-se que a denúncia da Damares sobre os bebês serem masturbados na Holanda, ela se baseou numa matéria do jornal O Estado de São Paulo, de 8 de julho de 2004, que noticia, na verdade, o processo de contratação da ONG para desenvolver um projeto para "ensinar os educadores municipais a lidar com temas como ereção e masturbação infantil, entre crianças de 0 a 5 anos".
Portanto, além disso não ser uma invenção da ministra, percebe-se que Damares estava em 2013 dentro de uma igreja emitindo sua opinião sobre o processo de contratação desta ONG na Holanda, logo, não é plausível que ela seja agora punida com afastamento do cargo.
Definitivamente ninguém é obrigado a concordar com as opiniões pessoais da ministra Damares, a qual considera esse processo de contração um absurdo, contudo, buscar tutela jurídica baseado tão somente em divergências ideológicas ou de visão de mundo, tal motivo não nos parece justo sob o ponto de vista do Estado Democrático de Direito, sendo abominável alguém querer transformar o judiciário numa espécie de patrulha política com a finalidade de afastar do cargo aqueles que divergimos politicamente.
Portanto, conforme me manifestei no caso concreto em defesa da ministra Damares, vejo que o ato que a nomeou como Ministra de Estado, ele é perfeito e livre de qualquer vício, não havendo portanto qualquer motivo que justifique seu afastamento, quer seja liminar, quer seja definitivo.
O processo nº 5000992-29.2019.4.03.6000 ainda permanece tramitando na 4a Vara Federal de Campo Grande, por isso, em que pese termos obtido essa primeira vitória, sempre que puder esteja em oração, pois a esquerda política no Brasil tentará de tudo para interromper aquilo que Deus iniciou no país.
OBS: Até a finalização deste artigo a maioria dos órgãos de imprensa nada noticiaram sobre o indeferimento do pedido liminar. 
Leia aqui na íntegra a petição interiormente que protocolei em defesa da ministra Damares: https://www.dropbox.com/s/sfhk9dstprtsdui/peticaoIntercorrente.pdf?dl=0
Leia aqui na íntegra a decisão que indeferiu o pedido de afastamento liminar da ministra Damares: https://www.dropbox.com/s/zizm6en1o2w73v3/indeferimento-liminar-damares-TRF3.pdf?dl=0
Belo Horizonte, 15/02/2019
Mariel Márley Marra
Fonte: Gospel+

Ministra Damares Alves destaca papel fundamental das igrejas em Brumadinho

A tragédia ocorrida em Brumadinho, com o rompimento de mais uma barragem da Vale em 25 de janeiro passado, continua causando sofrimento e comoção ao Brasil. Visando amenizar a dor das pessoas que perderam amigos e parentes, várias igrejas evangélicas tiveram a iniciativa de prestar auxílio às vítimas, oferecendo seus templos como espaços para a defesa civil do município, algo que não passou despercebido pelo governo.
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, por exemplo, esteve em Brumadinho recentemente para avaliar medidas do governo e cobrar responsabilidade da Vale pela tragédia. Na prefeitura do município, a ministra também destacou o papel das igrejas e pediu atenção para os templos religiosos, de todas às religiões.
"Estamos sendo duros com a Vale, que isso fique bem claro", disse Damares. "O governo federal está acompanhando de perto e esse ministério vai acompanhar os desdobramentos e as cobranças serão feitas".
Maria da Conceição Lima dos Santos, presidente do Conselho de Pastores Evangélicos de Brumadinho, explicou como tem sido a atuação das igrejas locais, não apenas no âmbito social, mas também espiritual, prestando suporte aos familiares das vítimas.
"O apoio das igrejas tem sido amplo, além de ações sociais com arrecadações de roupas, remédios e água, há um grande envolvimento de apoio espiritual, com visitas a casas e orações", disse ela.
Damares Alves também lembrou das comunidades indígenas atingidas pela tragédia, especificamente os pataxós. Ela, que possui histórico de defesa dos direitos humanos da população indígena, disse que essa população não será esquecida.
"Foi um momento de muita emoção o encontro com os membros das comunidades quilombolas e com o povo indígena pataxó, que foram alcançados com o rompimento da barragem", destacou Damares, segundo informações do UOL.
"Vamos acompanhar as iniciativas de acolhimento e reparação de danos aos povos tradicionais, vítimas da tragédia. Não houve vítimas fatais, porém, os indígenas estão sendo afetados, considerando que o rio foi contaminado e eles dependem dele para sobreviver", conclui a ministra.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Advogados pedem à Justiça Federal afastamento imediato de Damares Alves


Uma ação popular está pedindo que Damares Alves seja afastada do cargo de ministra Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.


Uma ação popular ajuizada na última terça-feira (12), por dois advogados de Campo Grande (MS) na Justiça Federal está pedindo o afastamento imediato da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. O caso está na 4ª Vara Federal de Campo Grande.

José Belga Trad e Fábio Martins Neri Brandão alegam no texto da ação que a ministra praticou vários "atos incompatíveis com a moralidade administrativa, a ética e o decoro exigidos para o cargo". Os advogados se baseiam em matérias publicadas pela imprensa recentemente, que supostamente ofenderiam o artigo 37 da Constituição Federal.

De acordo com a ação, Damares "vem demonstrando fazer da mentira uma forma de adquirir autoridade perante seus ouvintes, tornando-se, portanto, perigosa para o exercício do cargo de ministra da Família e Direitos Humanos, já que esse modo de agir de todo censurável pode vir a se tornar uma política de estado".

Para justificar a solicitação do afastamento imediato, os advogados citam como exemplo, uma reportagem da Revista Época, que acusa Damares Alves de ter "raptado" uma criança indígena. Porém a matéria já foi desmentida, não só pela própria indígena adotada (hoje com 21 anos), mas também pelos pais da moça.

Desmentido

Tanto os pais, como a própria Lulu desmentiram a reportagem da revista Época e relataram que a moça passou a morar com Damares em total acordo com a família.

"Foi amor à primeira vista. Ela se apaixonou por mim e depois eu por ela. O resto é tudo mentira", disse a jovem índia.

Já o pai da moça destacou que as acusações contra Damares surpreenderam e ele e sua mulher, porque Lulu foi levada da aldeia com autorização dos pais.

"Ficamos assustados com as mentiras espalhadas. Damares é nossa amiga. Nós autorizamos ela cuidar dela. Lulu vive com Damares com o nosso aval. Nunca fomos impedidos de ver nossa filha, ao contrário. Todos nós somos uma família", disse Piracumã Kamayurá.

Ele ainda disse que a revista Época não teve autorização para usar a imagem da vó de Lulu na capa de sua edição para exibir a reportagem sobre o suposto "rapto" da menina.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Damares Alves, Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos concede entrevista ao Canal CPAD - ASSISTA AQUI

Damares Alves - UMA PASTORA NO MINISTÉRIO DA MULHER, FAMÍLIA E DIREITOS HUMANOS.


No vídeo abaixo, a nova Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos concede entrevista ao canal CPAD.

Dentre outras coisas, Damares fala de propostas para que o Estado dê mais atenção aos aos índios, ao nascituro e outros povos que no cenário brasileiro não gozam de especial atenção do governo.

A Ministra que é declaradamente cristã, filha de missionários, seu pai pastor pentecostal, já pertenceu à Igreja do Evangelho Quadrangular,  e hoje faz pare como pastora na Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, faz com que muitos olhos estejam voltados para a ela, para sua postura e certamente qualquer deslize será alvo de intensa crítica.

Aos cristãos brasileiros cabe orar por Damares; orar por todas as autoridades constituídas para que exerçam suas atribuições dentro dos padrões legais e com honestidade. Desejar o insucesso e olhar para todos os cristãos no governo com desconfiança é indesejável, desnecessário e prejudicial.

Sem depositar nossa confiança no homem, creiamos que de alguma forma Deus pode usar as pessoas investidas em cargos políticos relevantes para o bem geral da nação.

Com informações Canal CPAD e Blog do JP

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