Mostrando postagens com marcador Donald Trump. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Donald Trump. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Israel e Hamas assinam acordo de paz; presidente israelense cita profecia de Jeremias



Após 2 anos de conflito, Israel e Hamas firmam a 1ª fase do acordo de paz que cessar-fogo prevê libertação de reféns.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quarta-feira (8) que Israel e o Hamas assinaram a primeira fase do acordo de paz para a Faixa de Gaza, que pode representar um passo decisivo rumo ao fim do conflito na região.

Segundo Trump, após intensas negociações no Egito, Israel e o Hamas concordaram com a primeira fase de um plano de paz proposto pelos EUA.

"Isso significa que todos os reféns serão libertados muito em breve, e Israel vai retirar suas tropas até uma linha acordada", informou Trump ao anunciar o acordo nas redes sociais.

Ele também destacou que "todas as partes" seriam tratadas de forma justa e descreveu o pacto como "os primeiros passos rumo à paz duradoura".

Para Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, o momento foi "um grande dia para Israel". Ele observou que seu governo se reunirá nesta quinta-feira (9) para aprovar o acordo e "trazer todos os nossos queridos reféns de volta para casa".

Já o Hamas, ao confirmar o anúncio, afirmou que o pacto "encerra a guerra em Gaza, garante a retirada completa das forças de ocupação, permite a entrada de ajuda humanitária e estabelece uma troca de prisioneiros".

Após a divulgação da notícia, Isaac Herzog, presidente de Israel, compartilhou no X: “Neste momento, o coração de Israel bate em uníssono com o dos reféns e suas famílias”.

Em seguida, o presidente citou a passagem bíblica descrita no livro de ‭‭Jeremias‬ ‭31‬:‭16‬-‭17‬, que diz: “Assim diz o Senhor: ‘Reprima a sua voz de choro e enxugue as lágrimas de seus olhos, porque o seu trabalho será recompensado’, diz o Senhor; ‘pois os seus filhos voltarão da terra do inimigo. Há esperança para o seu futuro’, diz o Senhor, ‘porque os seus filhos voltarão para a sua própria terra.’”

E destacou: “Eles retornarão da terra do inimigo e os filhos retornarão às suas fronteiras”.

O anúncio ocorre dois anos e dois dias após o ataque de 7 de outubro de 2023, quando militantes do Hamas invadiram o território israelense, matando cerca de 1.200 pessoas e fazendo 251 reféns. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva militar contra o grupo na Faixa de Gaza.

Entenda o acordado

Conforme a BBC News, o que foi firmado corresponde à primeira fase de um plano de paz anunciado pelo presidente Donald Trump na Casa Branca, na última semana, ao lado do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Desta vez, Trump teria demonstrado forte determinação em avançar com o acordo, utilizando a influência dos Estados Unidos para impulsionar o processo e garantir o envolvimento de todas as partes.

O Hamas também enfrentou intensa pressão internacional. Países árabes e muçulmanos manifestaram apoio à proposta americana, e as negociações contaram com a participação ativa do Egito, Catar e Turquia.

Como Israel e o Hamas não mantêm contato direto, as tratativas foram mediadas pelo enviado de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, pelo genro de Trump, Jared Kushner, e por representantes dos países envolvidos.

Próximos passos

Nesta quinta-feira (9), o governo de Israel deve votar o acordo. Caso seja aprovado, Israel iniciará a retirada gradual de suas tropas da Faixa de Gaza até a área definida no entendimento, segundo informou um alto funcionário da Casa Branca à emissora CBS News.

Ainda conforme a fonte, a retirada militar deve ocorrer em até 24 horas. Após essa etapa, começará uma contagem de 72 horas para que os terroristas do Hamas liberte os reféns que permanecem em cativeiro.

A expectativa é que a libertação dos primeiros reféns comece já na próxima segunda-feira (13).

Segundo o Canal 12 de Israel, em publicação no X (antigo Twitter), o presidente Donald Trump deve desembarcar em Israel no próximo domingo (12), a convite do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, para realizar um discurso no Parlamento israelense (Knesset).

A reação do público a primeira fase do acordo de paz

Parentes de reféns israelenses receberam o anúncio do acordo com esperança e aprovação. Eli Sharabi, que perdeu a esposa e os filhos no conflito e ainda aguarda a devolução do corpo de seu irmão, Yossi, retido pelo Hamas, compartilhou: “Alegria imensa, mal posso esperar para ver todos em casa”.

A mãe do refém Nimrod Cohen também expressou emoção nas redes sociais: “Meu filho, você está voltando para casa”.

Na Faixa de Gaza, houve comemorações após o anúncio. "Graças a Deus pelo cessar-fogo, pelo fim do derramamento de sangue e das mortes", disse Abdul Majeed abd Rabbo, morador da cidade de Khan Younis, no sul do território, à agência de notícias Reuters.

E acrescentou: “Não sou o único feliz; toda a Faixa de Gaza está feliz, todo o povo árabe, todo o mundo está feliz com o cessar-fogo e o fim do derramamento de sangue”.

Líderes internacionais também manifestaram apoio. O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, classificou o acordo como “um passo muito necessário rumo à paz” e pediu que todas as partes “respeitem os termos do plano”.

No Congresso dos Estados Unidos, parlamentares demonstraram cauteloso otimismo. “O primeiro passo foi dado, e todas as partes precisam garantir que isso leve a um fim duradouro da guerra”, declarou o senador Chris Coons, do Partido Democrata, em publicação no X.

O senador James Risch, do Partido Republicano e presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado, considerou o acordo bem-vindo e afirmou que aguarda conhecer os detalhes do plano.

Fonte: Guiame

sábado, 13 de setembro de 2025

Viúva de Charlie Kirk faz discurso comovente após morte do marido


Erika Kirk falou em manter trabalho de Charlie vivo e relatou primeiro contato com a filha após voltar para casa


Nesta sexta-feira (12), dois dias após o assassinato do comentarista conservador Charlie Kirk, durante um evento na universidade Utah Valley, sua esposa Erika Kirk fez sua primeira declaração pública. Em um pronunciamento emocionado de aproximadamente 16 minutos que foi antecedido por um momento de oração, ela agradeceu apoiadores e prometeu dar continuidade ao trabalho do marido.

– Vocês não têm ideia do fogo que acenderam dentro desta esposa, os gritos desta viúva vão ecoar ao redor do mundo como um grito de guerra – disse Erika.

Kirk, de 31 anos, foi baleado por um atirador identificado como Tyler Robinson enquanto discursava na última quarta-feira (10) na universidade Utah Valley. Ele deixou a esposa e dois filhos pequenos: um menino de um ano e uma menina de três anos. No discurso, Erika Kirk afirmou que não permitirá que o trabalho iniciado pelo marido seja interrompido.

– Para todos que ouvem esta noite em toda a América, o movimento que meu marido construiu não vai morrer. Não vai, eu me recuso a deixar isso acontecer… Todos nós vamos nos recusar a deixar isso acontecer. Ninguém jamais esquecerá o nome do meu marido, e eu vou ter certeza disso – declarou.

A viúva também fez um relato pessoal sobre o impacto da perda na família, no qual detalhou que foi questionada pela filha Gigi, de apenas três anos de idade, sobre a ausência do pai.

– Quando cheguei em casa ontem [quinta, 11] à noite, Gigi, nossa filha, simplesmente correu para os meus braços… e disse: “Mamãe, eu senti sua falta”. Eu disse: “Eu senti sua falta também, querida”. Ela perguntou: “Onde está o papai?” O que você diz a uma criança de 3 anos? Ela tem três anos. Eu disse: “Querida, papai te ama muito. Não se preocupe. Ele está em uma viagem de trabalho com Jesus para que ele possa pagar a conta dos seus mirtilos – disse, bastante emocionada.

Erika agradeceu aos socorristas e investigadores e fez um aceno especial ao presidente Donald Trump e ao vice-presidente JD Vance pelo apoio recebido.

– Senhor presidente, meu marido te amava, e ele sabia que você o amava também. Sua amizade foi incrível. Você o apoiou tão bem, assim como ele apoiou você – declarou.

Foi Trump quem anunciou ao mundo, na tarde da última quarta, a morte de Charlie. Em seu perfil na rede Truth Social, o presidente lamentou a morte e destacou que o comentarista era “lendário”.

– O Grande, e até mesmo lendário, Charlie Kirk, está morto. Ninguém entendeu ou teve o coração da juventude nos Estados Unidos da América melhor do que Charlie. Ele era amado e admirado por todos, especialmente eu, e agora ele não está mais conosco. Meus sentimentos e os de Melania vão para sua linda esposa Erika e família. Charlie, nós te amamos! – escreveu Trump.

Ex-jogadora de basquete e Miss Arizona USA, Erika Kirk é doutoranda em estudos bíblicos na Liberty University, fundadora da marca de roupas cristãs Proclaim, apresentadora do podcast Midweek Rise Up e dirige duas organizações sem fins lucrativos. Ela era uma presença constante ao lado do marido nos eventos que ele participava.

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 15 de julho de 2024

Líderes cristãos reagem à tentativa de assassinato de Donald Trump




Pastores e líderes evangélicos dos EUA se manifestaram após a tentativa frustrada de assassinar o ex-presidente.


O ex-presidente Donald Trump recebeu alta do hospital na noite de sábado, horas depois de uma tentativa de assassinato contra ele ter causado a morte de um participante de um comício de campanha e ferido gravemente outros dois.

Nas primeiras horas da manhã de domingo, o FBI disse que o atirador que tentou assassinar o ex-presidente era Thomas Crooks, de 20 anos, de Bethel Park, Pensilvânia. Ele foi morto pelo Serviço Secreto, disse o Chefe de Comunicações Anthony Guglielmi em uma declaração no sábado.

Confira abaixo o que disseram pastores e líderes evangélicos dos EUA que se manifestaram após a tentativa frustrada de assassinar o ex-presidente.

Ed Young

Ed Young, pastor sênior da Fellowship Church em Grapevine, Texas, disse em uma postagem no X:

"Oramos por nosso país. Não importa suas inclinações ou crenças políticas, não resolvemos nossas diferenças na América com atos de violência. Oramos por paz e proteção sobre nossa nação. Deus abençoe a América. Oramos fervorosamente para que esta nação se volte para ti, Senhor, para a tua verdade e para a tua liderança. Por favor, orem pela família do espectador inocente que foi morto e pelos outros feridos."

Ralph Reed

Ralph Reed, fundador e presidente da Faith & Freedom Coalition, uma organização de políticas públicas pró-família, repreendeu o The Washington Post por atacar cristãos evangélicos no mesmo dia em que houve uma tentativa de assassinato do ex-presidente e provável candidato presidencial republicano.

"O @washingtonpost publica um artigo alegando que cristãos evangélicos que apoiam Trump são extremistas propensos à violência no mesmo dia em que alguém tenta assassinar o presidente Trump. Realmente patético e constrangedor para o WaPo."

Em uma postagem anterior, minutos após o tiroteio, Reed escreveu: "Orando pelo presidente Trump. Por favor, orem."

Franklin Graham

"Agradeço a Deus que o ex-presidente @realDonaldTrump esteja vivo", escreveu Franklin Graham acima de uma imagem mostrando sangue escorrendo pelo lado direito do rosto do ex-presidente Donald Trump depois que uma bala perfurou sua orelha direita durante uma tentativa de assassinato.

Graham acrescentou que estava orando pelo homem que foi assassinado pelo atirador no comício da Pensilvânia e pelos que ficaram feridos.

"Nossas orações também estão com os outros feridos no protesto de hoje e com a família do indivíduo que foi morto", escreveu ele.

Jim Daly

Em uma declaração compartilhada com o The Christian Post no sábado, o presidente da Focus on the Family, Jim Daly, expressou gratidão pelo fato de o ex-presidente Donald Trump ter sobrevivido ao tiroteio e não ter ficado gravemente ferido.

"Estamos gratos que o presidente Trump não tenha ficado gravemente ferido no trágico tiroteio em um comício de campanha na Pensilvânia esta tarde. Estamos orando fervorosamente pelo Sr. Trump e sua família e pelos entes queridos do espectador que foi morto — e pedimos aos nossos companheiros cristãos que clamem ao nosso Deus poderoso e misericordioso para confortar todos os afetados".

Greg Laurie

Greg Laurie, pastor e fundador das igrejas Harvest na Califórnia e no Havaí, também compartilhou uma imagem de sangue escorrendo pela bochecha direita do ex-presidente Donald Trump após uma tentativa de assassinato em que uma bala perfurou sua orelha direita.

"Esta é uma foto de @realDonaldTrump logo após ele ter sido baleado hoje. Esta foi uma tentativa de assassinato do 45º presidente dos Estados Unidos", escreveu Laurie. "É hora de nós, como nação, orarmos, independentemente de nossa filiação política. Deus poupou Donald Trump hoje."

Johnnie Moore

O líder evangélico americano, Rev. Johnnie Moore, que é presidente do Congresso de Líderes Cristãos e foi nomeado duas vezes comissário da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional, orou pela proteção de Deus para todos os líderes dos EUA. 

"Que Deus proteja a América e todos os nossos líderes. Graças a Deus o presidente Trump sobreviveu a esse ato de pura maldade", ele escreveu no X.

Jack Graham

O pastor sênior Jack Graham, da Igreja Prestonwood em Plano, Texas, louvou a Deus pela sobrevivência do ex-presidente Donald Trump e pediu união entre os americanos. 

"Que Deus seja glorificado nesta tragédia e triunfe contra todos os inimigos das trevas. Em um momento como este, não somos democratas ou republicanos. Somos americanos rezando contra as obras malignas das trevas", Graham compartilhou nas redes sociais.


Folha Gospel com informações de The Christian Post

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Trump ou Netanyahu? Evangélicos americanos apoiam Israel, mas há sinais de mudança

Treze especialistas avaliam nova pesquisa, posterior ao conflito de Gaza, que mostra solidariedade para com o Estado judeu, mas um aumento da preferência por palestinos entre evangélicos mais jovens e que não são brancos.


A discussão pública entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu, quem os evangélicos americanos apoiariam? Uma nova pesquisa sugere que pode ser o israelense.

E, coincidentemente, os resultados da pesquisa foram lançados logo após os comentários explosivos de Trump.Realizada logo após o conflito de Gaza, em maio do ano passado, a pesquisa também revela uma lacuna geracional substancial no nível de apoio a Israel e uma falta de impacto dos pastores em seus púlpitos.

Em trechos de uma entrevista divulgada recentemente, o ex-presidente criticou o ex-primeiro-ministro [de Israel] por sua declaração parabenizando Joe Biden, após as eleições de 2020.

"Ninguém fez mais por Bibi. E eu gostava de Bibi. Ainda gosto de Bibi", afirmou Trump em uma crítica severa repleta de palavras de baixo calão, na qual usou o apelido de Netanyahu. "Mas eu também gosto de lealdade [...] Bibi poderia ter ficado quieto. Ele cometeu um erro terrível."

Netanyahu respondeu com elogios a Trump. Mas, ao sinalizar uma amizade com Joe Biden, ele também honrou a parceria de longa data entre Estados Unidos e Israel.

Durante sua presidência, Trump transferiu a embaixada americana para Jerusalém, reconheceu a soberania israelense sobre as Colinas de Golan e negociou com cinco nações de maioria muçulmana para normalizar as relações com o Estado judeu.

Evangélicos americanos juntaram-se a Netanyahu em agradecimento. Segundo um questionário online, que pesquisou um painel multiétnico de aproximadamente 1 mil cristãos que se identificam como evangélicos ou "nascidos de novo", 35% deles dizem que se tornaram mais favoráveis a Israel por causa das políticas de Trump. Apenas 11% apoiaram mais os palestinos, enquanto 53% não tiveram nenhuma mudança.

E, no geral, 68% dos evangélicos americanos acreditam que o povo judeu hoje tem direito ao território de Israel, em virtude da aliança que Deus fez com Abraão, que "permanece intacta hoje". (Cerca de 23% dizem que não sabem.)

Continue lendo em CRISTIANISMO HOJE

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Pregador que “profetizou” reeleição de Trump, diz que está recebendo ameaças de morte e pede perdão

Jeremiah Johnson, do Ministério Jeremiah Johnson, disse que está recebendo ameaças de morte de cristãos depois de se desculpar com seus seguidores por “profetizar incorretamente” que o presidente Donald Trump ganharia um segundo mandato.

Johnson pediu desculpas a seus seguidores através de um comunicado publicado no site do seu ministério.

“Gostaria de me arrepender por profetizar incorretamente que Donald Trump ganharia um segundo mandato como Presidente dos Estados Unidos. Recuso-me a culpar os santos e dizer: ‘Isso não aconteceu porque eles não oraram o suficiente’. Nem vou proclamar, ‘Donald Trump realmente venceu, então eu estava certo, mas agora foi roubado dele’”, disse Johnson em um comunicado.

“Eu quero me desculpar especificamente com qualquer crente em quem eu agora causei dúvida em potencial sobre a voz de Deus e Sua habilidade de falar ao Seu povo. Como ser humano, perdi o que Deus estava dizendo; no entanto, tenha certeza de que o próprio Deus NÃO é um mentiroso e Sua Palavra escrita deve ser sempre o fundamento e a fonte de nossas vidas como cristãos. ”

Após a publicação do comunicado, Johnson, que também criticou os cristãos por sua idolatria ao presidente, disse que começou a receber ameaças de morte.

Johnson revelou em um comunicado no Facebook, no domingo, que os ataques mostraram a ele que “partes do movimento profético / carismático são muito MAIS DOENTES do que eu poderia ter sonhado.”

“Nas últimas 72 horas, recebi várias ameaças de morte e milhares e milhares de e-mails de cristãos dizendo as coisas mais desagradáveis ​​e vulgares que já ouvi sobre minha família e ministério. Fui rotulado de covarde, traidor, traidor do Espírito Santo e xingado pelo menos 500 vezes. Perdemos parceiros de ministério a cada hora”, disse o líder dos Ministérios Jeremiah Johnson.

“Tenho ficado pasmo com a enxurrada de teorias de conspiração contínuas sendo enviadas a cada minuto em nosso caminho e com o ódio puro sendo liberado. Para minha grande dor de cabeça, estou convencido de que partes do movimento profético / carismático são muito MAIS DOENTES do que eu jamais poderia ter sonhado”, explicou ele.

“Sinceramente, nunca percebi como milhares e milhares de santos ficam absolutamente excitados e furiosos com Donald Trump. É assustador! Está cheio de idolatria! Se eu ajudei a sustentar essa ideologia em relação a ele, precisarei me arrepender novamente e agitar ainda mais o inferno.”

O pedido de desculpas de Johnson aconteceu após a condenação generalizada e crescente do presidente, que pediu a seus partidários uma manifestação fora do Capitólio. Cinco pessoas morreram depois que centenas romperam as barricadas e invadiram o edifício do Capitólio. A polícia atirou e matou uma mulher desarmada enquanto ela tentava entrar na Câmara, três outras morreram na emergências de saúde e um policial do Capitólio morreu na quinta-feira após sofrer ferimentos enquanto enfrentava os tumultos.

No momento dos distúrbios, os legisladores estavam em processo de certificação eleitoral e foram obrigados a parar. A confirmação da vitória do presidente eleito Joe Biden foi confirmada pelo Congresso na manhã de quinta-feira, depois que o vice-presidente Mike Pence e os legisladores se reuniram novamente.

No último domingo, Johnson disse que estava “além de aliviado pelo fato de o presidente Trump ser apenas uma missão por uma temporada e nunca um mandato”.

“O avivamento nunca depende de quem está sentado na Casa Branca, mas sim de quem está no Trono no Céu. Vou continuar a pregar a Cruz e o poder da ressurreição. Vou continuar a ajudar a preparar a Noiva para encontrar nosso Noivo”, observou ele.

“Ao entrarmos em 2021, espere que eu esteja mais comprometido com o evangelho e fazendo discípulos do que nunca. Pela graça de Deus, andarei com mais humildade e arrependimento do que nunca. Vou aprender com meus erros e buscar a correção de líderes piedosos sempre.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

terça-feira, 13 de outubro de 2020

“Eu acredito no poder da oração”, diz juíza indicada por Trump em audiência no Senado


Se aprovada pelo Senado americano, Amy Coney Barrett seria a quinta mulher a servir na corte superior.

Os tribunais americanos têm um papel limitado na sociedade e não se destinam a "consertar todos os erros", disse Amy Coney Barrett, indicada à Suprema Corte, na segunda-feira (12) durante sua declaração de abertura ao Comitê Judiciário do Senado dos EUA.

“Os tribunais têm a responsabilidade vital de fazer cumprir o estado de direito, que é fundamental para uma sociedade livre”, disse Barrett.

“Mas os tribunais não foram projetados para resolver todos os problemas ou corrigir todos os erros de nossa vida pública. As decisões políticas e os julgamentos de valor do governo devem ser feitos pelos ramos políticos eleitos e responsáveis ​​perante o povo. O público não deve esperar que os tribunais o façam, e os tribunais não devem julgar. Essa é a abordagem que me esforcei para seguir como juíza do Sétimo Circuito.”

Barrett foi indicada pelo presidente Donald Trump para substituir a falecida Ruth Bader Ginsburg, que serviu 27 anos na corte e morreu em 18 de setembro. Se confirmada, Barrett seria a quinta mulher a servir na corte superior, mas a primeira mãe de crianças em idade escolar servir.

A candidata agradeceu aos americanos por seu incentivo e orações.

Barrett, 48, foi confirmada para o Tribunal de Apelações do Sétimo Circuito dos EUA em 2017 depois de atuar como professora de direito na Universidade de Notre Dame. Ela e o marido, Jesse, têm sete filhos.

Decisões

“Em todos os casos, considerei cuidadosamente os argumentos apresentados pelas partes, discuti as questões com meus colegas no tribunal e fiz o máximo para alcançar o resultado exigido pela lei, quaisquer que sejam minhas preferências”, disse Barrett.

“Tento estar ciente de que, embora meu tribunal decida milhares de casos por ano, cada caso é o mais importante para os litigantes envolvidos. Afinal, os casos não são como estatutos, que muitas vezes recebem os nomes de seus autores. Os casos são nomeados de acordo com as partes que têm a ganhar ou perder no mundo real, geralmente por meio de sua liberdade ou meio de vida”.

“Quando escrevo uma opinião resolvendo um caso”, acrescentou ela. “Eu li cada palavra da perspectiva da parte perdedora. Eu me pergunto como eu veria a decisão se um de meus filhos fosse a parte contra a qual eu estava governando: Mesmo que eu não gostasse do resultado, eu entenderia que a decisão foi razoavelmente fundamentada e fundamentada na lei? Esse é o padrão que estabeleço para mim mesmo em todos os casos, e é o padrão que seguirei enquanto for juíza em qualquer tribunal”.

Barrett, que serviu como escrivã do falecido juiz Antonin Scalia, disse que o "raciocínio" em suas opiniões a "moldou". Scalia, que morreu em 2016, era a justiça favorita de muitos conservadores.

“Sua filosofia judicial era direta: um juiz deve aplicar a lei como está escrita, não como ela gostaria que fosse”, disse ela. “Às vezes, essa abordagem significava alcançar resultados que ele não gostava. Mas, como ele disse em uma de suas opiniões mais conhecidas, isso é o que significa dizer que temos um governo de leis, e não de homens. O juiz Scalia me ensinou mais do que apenas direito. Ele era dedicado à família, decidido em suas crenças e sem medo de críticas. E ao embarcar em minha própria carreira jurídica, resolvi manter a mesma perspectiva.”

Barrett diz que não queria que sua carreira jurídica "consumisse tudo" em sua vida.

“Isso contribui para uma vida superficial e insatisfatória”, disse ela. “Trabalhei muito como advogada e professora; eu devia isso aos meus clientes, meus alunos e a mim mesma. Mas nunca deixei a lei definir minha identidade ou atrapalhar o resto da minha vida.”

Barrett também agradeceu aos americanos por seu incentivo.

“Gostaria de agradecer aos muitos americanos de todas as esferas da vida que enviaram mensagens de apoio durante a minha indicação. Acredito no poder da oração e é edificante ouvir que tantas pessoas estão orando por mim”, disse Barrett. 

“Estou ansioso para responder às perguntas do comitê nos próximos dias. E se eu tiver a sorte de ser confirmado, prometo cumprir fiel e imparcialmente minhas obrigações para com o povo americano como juiz associado da Suprema Corte”.

Fonte: Guiame

domingo, 20 de setembro de 2020

Carta com substância tóxica mortal foi enviada a Trump e interceptada antes de chegar à Casa Branca

Um pacote contendo a substância tóxica ricina e endereçado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi interceptado pela polícia no início desta semana, de acordo com dois policiais. A agência de notícias Reuters apurou que o envelope foi enviado do Canadá.  

Dois testes foram feitos para confirmar a presença de ricina. Toda a correspondência enviada à Casa Branca é classificada e filtrada em uma instalação externa.

Questionado pela Reuters, o FBI disse que a agência e “parceiros do Serviço Secreto dos Estados Unidos e do Serviço de Inspeção Postal dos Estados Unidos estão investigando uma carta suspeita recebida em uma instalação de correio do governo dos Estados Unidos. No momento, não há nenhuma ameaça à segurança pública”.

O Serviço Secreto também está investigando o assunto.

A ricina é um composto altamente tóxico extraído da mamona e que é usada por terroristas. Se ingerido, causa náuseas, vômitos e sangramento interno do estômago e intestino, seguido de insuficiência hepática, baço e rins, e morte por colapso do sistema circulatório.

A CNN entrou em contato com a Casa Branca e o Serviço Secreto, mas eles ainda não retornaram.

Créditos: CNN Brasil via Terra Brasil

segunda-feira, 22 de junho de 2020

“Querem prender os que vão à igreja, mas não os que queimam igrejas”, diz Trump

O candidato à reeleição alertou os norte-americanos contra a permissão da "esquerda radical" para controlar o país através do candidato presidencial democrata Joe Biden

Neste sábado (20), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump falou contra a hipocrisia de seus opositores por apoiarem os protestos do Black Lives Matter que queima igrejas.
Ao mesmo tempo, esses mesmos opositores pediam a prisão de quem quer ir para a igreja. Trump está em campanha para reeleição e discursava em Tulsa, no estado de Oklahoma.
"Joe Biden e os democratas querem processar os americanos por irem à igreja, mas não por queimarem uma igreja", disse o presidente republicano.
"Eles acreditam que você pode se revoltar, vandalizar e destruir, mas você não pode participar de uma manifestação pacífica e pró-América", continuou ele destacando o padrão duplo dos democratas.
"Eles querem punir seu pensamento, mas não os crimes violentos", declarou Trump. "Joe Biden se rendeu ao seu partido e à multidão de esquerda. Ele não tem controle. Alguém honestamente acha que ele controla esses maníacos radicais?", questionou.
O candidato à reeleição alertou os norte-americanos contra a permissão da "esquerda radical" para controlar o país através do candidato presidencial democrata Joe Biden.
"A escolha em 2020 é muito simples", disse. "Você quer se curvar diante da multidão de esquerda ou quer se levantar alto e orgulhoso como os americanos?", perguntou.
Na visão de Donald Trump, a "esquerda enlouquecida" está tentando vandalizar a história dos EUA. Ele se refere a onda de ataques e destruição de grandes símbolos da história feita pelos grupos antifascistas e antirracistas que estão praticando atentados em vários pontos do país nas últimas semanas.
Ataques à história
Na Califórnia, na sexta-feira, manifestantes derrubaram uma estátua do padre Junipero Serra no Golden Gate Park, em São Francisco. Serra era um missionário da Espanha que viajou para o México na década de 1700 para compartilhar o Evangelho. Eles também destruíram uma estátua de Ulysses S. Grant, um republicano que ajudou a derrotar os confederados e a vencer a Guerra Civil. Grant foi eleito mais tarde como o 18º presidente dos Estados Unidos.
Na noite de quinta-feira, manifestantes em Portland, Oregon, derrubaram uma estátua de George Washington, o primeiro presidente do país, e colocaram uma bandeira dos EUA no topo da cabeça da estátua e a incendiaram. Depois que a estátua caiu no chão, outra bandeira dos EUA foi incendiada e urinada.
Em resposta, o presidente disse: "Não estamos em conformidade, é por isso que estamos aqui, na verdade. Essa campanha cruel de censura e exclusão viola tudo o que consideramos querido como americanos. Eles querem demolir nossa herança para poder impor seu novo regime repressivo em seu lugar", completou.
Com informações Infowars e Christian Post via JM Notícia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...