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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Haddad: ‘Bolsonaro representa ameaça à democracia’

Candidato do PT disse que seu Jair Bolsonaro tem feito declarações autoritárias

Nesta segunda-feira (22), o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, afirmou que seu adversário na disputa, Jair Bolsonaro ameaça a democracia. Ele comentou declarações feitas pelo candidato do PSL.
Haddad falou a jornalistas durante um evento de campanha em São Paulo. Ao comentar uma fala de Bolsonaro sobre realizar uma “faxina” no país e banir os “marginais vermelhos”, o petista explicou que seu adversário afirmar que “se ganhar as eleições não vai haver espaço para oposição no Brasil”.
Ou a gente acorda para esse problema esta semana, e bota de lado essa tradição autoritária que o Brasil sempre teve, mas que estava bem comportada até aqui, ou vamos correr riscos inclusive físicos (…) Se ele tem coragem de ameaçar a democracia antes das eleições, o que ele fará com o apoio dos eleitores? – questionou.
O candidato do PT também voltou a falar sobre a demora da Justiça Eleitoral em agir no caso das mensagens em massa enviadas pelo WhatsApp.
Se todo mundo sabe que houve fraude no primeiro turno com dinheiro sujo de caixa 2 para bombardear as redes sociais com mensagens falsas, o que está se esperando? – indagou.
Fonte: Pleno News

sábado, 20 de outubro de 2018

Igreja Presbiteriana do Brasil nega suposto apoio a Fernando Haddad em Nota Oficial


Na última quarta-feira (17), a Igreja Presbiteriana do Brasil publicou em sua página oficial do Facebook, uma nota de esclarecimento sobre o segundo turno das eleições. Após o Partido dos Trabalhadores divulgar a informação que lideranças da denominação protestante também estavam entre os pastores presentes em um evento, no qual Fernando Haddad falou a diversos líderes cristãos.

Segundo o partido informou à imprensa, estiveram no evento "representantes das igrejas Metodista, Luterana, Batista, Anglicana, Assembleia de Deus e Presbiteriana". Porém, a Igreja Presbiteriana do Brasil esclareceu em sua nota oficial que a Igreja Presbiteriana do Brasil não participou do evento e por isso não tem qualquer relação com o Partido dos Trabalhadores.

"Desde ontem (17/10), as redes sociais oficiais da IPB, receberam muitos questionamentos sobre a posição da igreja em relação ao segundo turno das eleições presidenciais, alegando que os meios de comunicação veicularam matéria sobre encontro de autoridades evangélicas com um dos candidatos à presidência da república e que haveria um suposto apoio da Igreja Presbiteriana do Brasil a este candidato", explicou o presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, Rev. Roberto Brasileiro, na nota.

"Esclarecemos que a Igreja Presbiteriana do Brasil não participou e nem mesmo foi convidada para participar do evento", acrescentou.

A nota também destacou que presença de um pastor em um evento político-partidário não configura uma representação da denominação.

"Dessa maneira, ainda que algum membro, oficial ou ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil declare publicamente seu voto ou participe de eventos realizados por políticos ou partidos, isso não representa a Igreja Presbiteriana do Brasil", escreveu o pastor.

Roberto Brasileiro finalizou sua nota oficial, convocando os cristãos a continuarem em oração pelo futuro do país.

"Conclamamos o povo Presbiteriano e todos os cristãos do nosso país a continuarem orando pelo futuro de nossa nação", disse.

Confira na imagem abaixo, a nota oficial emitida pela Igreja Presbiteriana do Brasil e assinada pelo Rev. Roberto Brasileiro:


Fonte: Guiame


sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Convenção Batista e Igreja Presbiteriana negam que estavam em encontro com Haddad

Pastores dessas denominações que estavam presentes, não estavam representando suas convenções

O candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) esteve nesta quarta-feira (17) reunido com pastores evangélicos em um hotel no centro da cidade de São Paulo.
Organizadores disseram que o petista se encontraria com lideranças da Igreja Batista, Igreja Presbiteriana e Assembleia de Deus.
Mas nesta quinta-feira, a Convenção Batista do Estado de São Paulo (CBESP) emitiu uma nota esclarecendo que não enviou representantes para o encontro e nega qualquer envolvimento com a “Frente de Evangélicos Pelo Estado de Direito”, que foram os organizadores da reunião.
"Os pastores batistas presentes no encontro, sejam como expositores, sejam os que foram citados, também não falam em nome da CBESP", diz a nota. O órgão também diz que "dentro do histórico e centenário modo batista de pensar, acreditamos que cada pessoa tem o direito de exercer sua escolha e voto conforme a sua consciência".
A Igreja Presbiteriana do Brasil, através do reverendo Augustus Nicodemus Lopes, também nega que tenha participado do evento ou que esteja apoiando Fernando Haddad.
"Somente para esclarecer, a presença de pastores presbiterianos num evento não representa a IPB. A nossa denominação se faz representar somente por seu presidente, reverendo Roberto Brasileiro, que não estava no evento. E mesmo assim, ele precisaria ter a autorização do Supremo Concílio da IPB para manifestar apoio da IPB a este ou aquele candidato", declarou Nicodemus Lopes.
Fonte: JM Notícia




quarta-feira, 17 de outubro de 2018

“Você não engana mais ninguém”, diz Silas Malafaia sobre carta de Haddad a evangélicos


Ao tomar conhecimento de que o candidato Fernando Haddad (PT) escreveu uma carta para entregar a líderes evangélicos nesta quarta-feira (17), o pastor Silas Malafaia usou o Twitter para ironizar a tentativa do Partido dos Trabalhadores d conquistar o voto dos evangélicos.
"Haddad é um um cara de pau! Fazer carta para evangélicos? Só kkkkkk cai fora comunista ! Você não engana mais ninguém, representa o maior esquema de corrupção da história do Brasil. Poste! Fantoche de Lula! Fora PT! Fora Haddad!", escreveu.
O pastor evangélico é um dos maiores críticos do PT e tem usado suas redes sociais para alertar os evangélicos sobre os projetos de lei que são contrários aos ensinamentos bíblicos. Para exemplificar,  Malafaia cita um deles:
"Desmascarando Haddad que quer enganar a evangélicos. Só um exemplo: O projeto de lei 5002/13 de autoria de Jean Wyllys e Érika Kokay do PT, permite crianças mudar de sexo sem consentimento dos pais. É apoiado pelo PT. Cínico! Farsante! O PT sempre apoiou a ideologia de gênero."
Para completar, o pastor ainda gravou um vídeo explicando porque um cristão não pode votar em Fernando Haddad.

Fonte: JM Notícia
Assista aqui:


Fernando Haddad se encontra com pastores em São Paulo, se apresenta como vítima e faz promessas

O candidato diz que desde 1989 inventam mentiras para colocarem cristãos contra o Partido dos Trabalhadores

Em busca dos votos dos evangélicos, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, se reuniu nesta quarta-feira (17) com pastores evangélicos de igrejas como Batista, Metodista, Presbiteriana, Assembleia de Deus e Anglicana.
Há de se considerar que os referidos líderes são de representatividade local e não representam qualquer denominação evangélica em nível nacional.
Ao lado esquerdo do presidenciável Fernando Haddad, pela foto se observa o Pr. Ariovaldo Ramos que sempre comanda tais ações para o PT, portanto apenas mais um fato criado para gerar notícia, mas sem qualquer novidade.
O encontro aconteceu em um hotel no centro da cidade de São Paulo e o candidato participou de um culto onde teve músicas, orações e pode ouvir alguns pastores declarar apoio ao seu projeto de governo.
Durante a reunião Haddad entregou a carta de compromisso onde se compromete a não legalizar o aborto, não taxar templos, não proibir cultos públicos, não distribuir kit gay nas escolas, dizendo que essas pautas não estão em seu programa de governo.
"Desde as eleições de 1989, o medo e a mentira são semeados entre o povo cristão contra candidatos do PT", disse Haddad. "Num país tão desigual quanto o Brasil, o único projeto que eu concebo é um projeto que garanta a mais ampla liberdade para as pessoas. Mais ampla e em todos os âmbitos. Liberdade de se expressar, liberdade de se organizar, liberdade de abraçar uma religião, liberdade de dizer o que pensa, de ser convencido e convencer", completou.
candidato petista defendeu o Estado laico e disse que o "Estado não pode ser propriedade de uma religião, tem que abraçar todas".
O ex-prefeito de São Paulo ainda assumiu um compromisso com os pastores de combater a desigualdade e oferecer oportunidades iguais. Para agradar o público, Haddad citou Deus e a distribuição de talentos.
"Deus distribuiu talento democraticamente. Todo mundo tem talento […] Mas se nós criarmos condições para que todos possam se desenvolver, você vai descobrir pianistas, médicos, engenheiros, advogados, artistas, cantores, compositores em cada um de nós, porque todo mundo nasceu com talento pra desenvolver", disse.
As palavras de Fernando Haddad são bonitas para os presentes ao evento, mas não mudaram em nada seu Programa de Governo, cuja elaboração teve a coordenação dele mesmo.
Com conteúdo do JM Notícia

Haddad escreve carta a evangélicos na tentativa de conter avanço de Bolsonaro entre religiosos


O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, escreveu uma carta nesta terça-feira (16), com a ajuda de Gilberto Carvalho, ex-ministro e ex-chefe de gabinete de Lula , dirigida a religiosos para tentar conter o avanço do adversário Jair Bolsonaro entre evangélicos.

Haddad tem dito ser alvo de fake news nas redes sociais e pela campanha de Jair Bolsonaro, que atribui ao petista a divulgação do que ficou conhecido como "kit gay". Na época, a atuação da bancada evangélica foi decisiva para que o material fosse descartado pela presidente Dilma Rousseff.

Nesta terça, o Tribunal Superior Eleitoral mandou o candidato do PSL retirar esses vídeos da internet. "Kit Gay" é nome popular com que ficou conhecido o "Kit contra a homofobia" (nome oficial), que na verdade promovia o homossexualismo. Na verdade "Kit Gay" ou "Kit contra a homofobia" são a mesma coisa.

Segundo as últimas pesquisas, Bolsonaro tem ampla vantagem entre os religiosos, principalmente com evangélicos. Haddad tem seu melhor desempenho entre católicos mas, mesmo assim, perde para Bolsonaro.

Fernando Haddad age como se ninguém tivesse lido seu plano de governo, cuja elaboração foi coordenada por ele mesmo, ou por outro lado se ninguém tivesse vivido as mazelas do governo do seu partido, bem como as lutas ideológicas travadas durante 14 anos.

Veja a íntegra da carta:
"Quero me dirigir diretamente ao povo evangélico neste momento tão decisivo da vida de nosso Brasil, cujo futuro será decidido democraticamente nas urnas do próximo dia 28.
Para estar no segundo turno, tive que vencer uma agressiva campanha baseada em mentiras, preconceitos e especulações massivamente espalhadas pelo Whatsapp e outras redes sociais, contra mim e minha família.
"Estas seis coisas o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos." (Provérbios 6:16-19)
Desde as eleições de 1989, o medo e a mentira são semeados entre o povo cristão contra candidatos do PT. Comunismo, ideologia de gênero, aborto, incesto, fechamento de Igrejas, perseguição aos fiéis, proibição do culto: tudo o que atribuem ao meu futuro governo foi usado antes contra Lula e Dilma. As peças veiculadas, de baixo nível, agridem a inteligência das pessoas de boa vontade, que não se movem pelo ódio e pela descrença.
"Ó Deus, a quem louvo, não fiques indiferente, pois homens ímpios e falsos, dizem calúnias contra mim, e falam mentiras a meu respeito."  (Salmos 109:1-2). Que provas tenho a oferecer para desmentir quem usa meios tão baixos para enganar, fraudar a vontade popular?
Minha vida, em primeiro lugar: sou cristão, venho de família religiosa desde meu avô, que trouxe sua fé do Líbano quando migrou para o Brasil para construir vida melhor para sua família. Sou casado há 30 anos com a mesma mulher, Ana Estela, minha companheira de jornada que criou comigo dois filhos, nos valores que aprendemos com nossos pais. Sou professor, passaram por minhas mãos milhares de jovens com os quais aprendi e ensinei meus sonhos de um Brasil digno e soberano.
Minha vida pública, em segundo lugar: minha atuação, como Ministro da Educação e como Prefeito de São Paulo, fala por mim. Abri as portas da educação para os mais pobres, das creches – nas quais o governo federal passou a investir pesadamente em minha gestão – à Universidade. Antes do Pro-Uni, do FIES sem fiador, do ENEM, da criação de vagas em instituições públicas e gratuitas de ensino e das cotas raciais, o ensino superior era inacessível para jovens negros, trabalhadores e da periferia. Busquei humanizar a metrópole que me foi confiada, buscando inovações para ampliar os direitos, à moradia, à mobilidade urbana, ao meio ambiente sadio, à convivência fraterna.
Sempre contei, no MEC ou na Prefeitura de São Paulo, com a parceria com todas as denominações religiosas. Tratei a todas de forma igualitária. Os governos Lula e Dilma, bem como nossos governos estaduais e municipais, sempre reconheceram dois pilares do Estado democrático: é laico e, como tal, não privilegia nem discrimina ninguém em razão de sua religiosidade. Nenhuma Igreja foi perseguida, o direito de culto sempre foi assegurado, a liberdade de expressão também.
Nenhum dos nossos governos encaminhou ao Congresso leis inexistentes pelas quais nos atacam: a legalização do aborto, o kit gay, a taxação de templos, a proibição de culto público, a escolha de sexo pelas crianças e outras propostas, pelas quais nos acusam desde 1989, nunca foram efetivadas em tantos anos de governo. Também não constam de meu programa de governo.
“Acautelai-vos quanto aos falsos profetas. Eles se aproximam de vós disfarçados de ovelhas, mas no seu íntimo são como lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. É possível alguém colher uvas de um espinheiro ou figos das ervas daninhas? Assim sendo, toda árvore boa produz bons frutos, mas a árvore ruim dá frutos ruins.” (Mateus 7:15-17).
Os frutos que quero legar ao Brasil como Presidente são a justiça e a paz. Emprego para milhões de desempregados e desempregadas poderem sustentar com dignidade suas famílias. Salário justo, com direitos que foram eliminados pelo atual governo e que serão trazidos de volta com a anulação da reforma trabalhista, e o direito à aposentadoria, ameaçado pela reforma da Previdência apoiada pelo atual governo e meu adversário. “Aprendei a fazer o bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas.” (Isaías 1:17)
Quero governar o Brasil com diálogo e democracia, com a participação de todos e todas que se disponham a doar de seu tempo e talentos na construção do bem comum. Um governo que promova a cultura da paz, que impeça a violência, que nunca use da tortura e da guerra civil como bandeiras políticas. Que una novamente a Nação brasileira, para que volte a ser vista com esperança pelos mais pobres e com respeito pela comunidade internacional.
Apresento-me, pois, diante dos irmãos e irmãs das mais variadas denominações cristãs, com a sinceridade e honestidade que sempre presidiram minha vida e meus atos. A Deus, clamo como o salmista: “guia-me com a tua verdade e ensina-me, pois tu és Deus, meu Salvador, e a minha esperança está em ti o tempo todo.” (Salmos 25:5). E a vocês, peço justiça, a justa apreciação de meus propósitos e o voto para concretizar essas intenções num governo que traga o Brasil aos caminhos da justiça, da concórdia e da paz.
Por Fernando Haddad

Haddad sobre Cid Gomes: ‘Coisa meio acalorada, mas ele é meu amigo’

O candidato do PT à Presidência nas eleições 2018, Fernando Haddad, classificou como uma “coisa meio acalorada” minimizou as críticas feitas pelo senador eleito do Ceará Cid Gomes (PDT) na noite desta segunda-feira, 16. “Uma coisa meio acalorada, não vou ficar comentando isso até porque eu tenho uma amizade com o Cid, ele fez elogios à minha pessoa”, disse Haddad a jornalistas na manhã desta terça-feira. Em uma discussão, Cid Gomes disse que o PT perderá eleição se não fizer mea-culpa e chamou a militância petista de “babaca”.
O petista declarou que preferia ver o lado “positivo” das declarações do pedetista e que a amizade entre os dois continuaria a mesma. Haddad disputa o segundo turno da eleição presidencial com o candidato Jair Bolsonaro, do PSL. Levantamento feito pelo Ibope divulgado pouco antes do discurso de Cid Gomes mostrou que Bolsonaro lidera a pesquisa com 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad. O Ibope ouviu 2.506 pessoas, entre 13 e 14 de outubro. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-01112/2018. O nível de confiança é de 95%.
Assim como o candidato do PT, o coordenador de sua campanha, Jaques Wagner, afirmou que o desabafo de Cid foi feito “no calor da campanha”. Senador eleito pela Bahia, Wagner declarou que aposta em um apoio da sociedade para conter Bolsonaro – uma sinalização de que não conta mais com a construção de uma “frente democrática” com outros partidos. Anteriormente, o próprio presidenciável petista e aliados já defenderam formar uma frente contra o deputado federal.
Cid Gomes se envolveu em uma discussão com apoiadores do PT durante ato a favor de Haddad, na noite de segunda-feira em Fortaleza. Em vídeo que circula nas redes sociais, Cid faz elogios a Haddad, mas cobra do PT que faça um mea-culpa para conquistar o apoio do eleitorado.
Tem de pedir desculpas, tem de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira”, disse o senador eleito, sendo interrompido por pessoas da plateia.
É sim, é? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir um mea-culpa, não admitir os erros que cometeu, isso é para perder a eleição e é benfeito. É benfeito perder a eleição”, afirmou Gomes durante o ato.
Os apoiadores petistas responderam com vaias e entoaram “Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”. Foi quando o senador recém-eleito e ex-governador do estado disse: “Lula tá preso, babaca”. “Isso é o PT. E o PT desse jeito merece perder.
(com Estadão Conteúdo) via VEJA

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

FHC rejeita voto em Bolsonaro e apoio imediato a Haddad

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que não irá votar no candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, e nem dar apoio ao candidato do PT, Fernando Haddad. A declaração foi dada em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo deste domingo (14).
Para o ex-presidente, é preciso primeiro ouvir as propostas do candidato do PT antes de tomar uma decisão sobre seu voto.
Com que autoridade moral o PT diz: ou me apoia ou é de direita? (…) Não vou no embalo. Não me venha pedir posição abstrata moral (…) Quero ouvir primeiro. Não sei o que vão fazer com o Brasil. O Bolsonaro pelas razões políticas está excluído. O outro eu quero ver o que ele vai dizer – explicou.
No dia 9, o PSDB decidiu que não iria apoiar nenhum dos candidatos no segundo turno e nem integrar o governo de qualquer um que seja eleito.
Fonte: Pleno News

domingo, 14 de outubro de 2018

Lideranças evangélicas gravam vídeo em apoio a Fernando Haddad

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"Irmãs e irmãos, é com satisfação que eu saúdo a todos com a graça de nosso senhor Jesus Cristo" Saulo Baptista, membro do Evangélicos pela Justiça

"Eu quero dizer que nessas eleições estou apoiando Haddad e explico": Pastor Jair Alves

"Estarei e estou com Haddad porque acredito que tem dois projetos em disputa nessas eleições, e só um deles se identifica com o Evangelho de Jesus, o evangelho de amor". Pastora Odja Barros

"Foi um grande ministro da educação, um grande prefeito de sp e é mentira tudo o que dizem sobre ele, que vai derrubar igrejas" Pastor Júlio Borges

"Apoio Haddad porque quero o fim deste discurso de ódio no coração das pessoas" Pastor Jair Alves

"Pelas causas sociais, pelas politicas publicas, onde o órfão, a viúva, o necessitado, o menos favorecido é alcançado. O índio, o negro são respeitados, e as mulheres.  Que nessa eleição a gente vá votar em paz,  contra o ódio e a tortura.” Vote 13, que Deus abençoe essa nação." Pastor João Batista

"Representando justiça, igualdade, atitude fraterna. Por isso, meu voto é Fernando Haddad, é 13, é PT". Pastora Edna

ASSISTAM AO VÍDEO



sábado, 13 de outubro de 2018

Edir Macedo que já apoiou o PT agora é chamado de "charlatão" por Fernando Haddad


Petista atacou líder evangélico, que apoia Bolsonaro, após participar de missa católica em São Paulo; IURD afirma que PT assalta estatais e cofres públicos

Fernando Haddad, candidato do PT à Presidência da República, subiu o tom contra seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), e aliados do capitão reformado.
Após participar de uma missa em uma igreja católica no Jardim Ângela, zona sul de São Paulo, o petista classificou como "fome de dinheiro" o apoio dado ao candidato pelo bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da TV Record. Haddad também o chamou o religioso de "charlatão".
"Sabe o que é o Bolsonaro? Ele é o casamento do neoliberalismo desalmado, representado pelo Paulo Guedes, […] com o fundamentalismo charlatão do Edir Macedo. Isso é o Bolsonaro", disse.
"Sabe o que está por trás dessa aliança [entre Bolsonaro e Edir Macedo]? Em latim chama 'auri sacra fames': fome de dinheiro. Só pensam em dinheiro"
Fernando Haddad, candidato à Presidência pelo PT
Haddad e a candidata a vice de sua chapa, Manuela D’Ávila, participaram da missa para celebrar o dia de Nossa Senhora Aparecida. O petista tem se aproximado de católicos, uma vez que Bolsonaro é apoiado por líderes de igrejas evangélicas e possui o amparo da chamada "bancada da Bíblia" no Congresso.
Na quinta-feira, 11, Haddad se encontrou com Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A instituição, que não declarou apoio oficial ao petista, pediu para que eleitores escolham, neste segundo turno, candidatos comprometidos com a democracia.

Repúdio da Igreja Universal

A Igreja Universal respondeu a Haddad. Por meio de uma nota de repúdio, publicada em sua página na internet, a instituição afirmou que as declarações são caluniosas e preconceituosas.
"Com sua fala criminosa, o ex-prefeito de São Paulo desrespeita não apenas os mais de sete milhões de adeptos da Universal apenas no Brasil, mas todos os brasileiros católicos e evangélicos que não querem a volta ao poder de um partido político que tem como projeto a destruição dos valores cristãos, como a família, a honra e a decência."
A IURD lembrou do apoio que Edir Macedo prestou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à ex-presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2006 e 2010. "O apoio era muito bem-vindo. Agora, quando o líder espiritual da Universal declara que seu candidato é Jair Bolsonaro, o Bispo Macedo deve ser ofendido de forma leviana?"
"O candidato responderá na Justiça pelo ódio religioso que tenta espalhar e por suas calúnias"
Igreja Universal do Reino de Deus, em nota   
A Universal afirma que Haddad tenta incitar uma guerra religiosa ao fazer as declarações dentro de uma igreja. Também diz que quem é charlatão é o petista.
"Charlatão é o candidato que mente para o povo para ser eleito. Fome de dinheiro tem o partido político que assalta estatais e os cofres públicos para sustentar uma estrutura que a Justiça definiu como 'organização criminosa'."
Por fim, a IURD se defende ao dizer que seus programas sociais atenderam nove milhões de brasileiros, em 2017. "Moradores de rua, viciados em drogas, presidiários e seus familiares, mulheres vítimas de violência doméstica, idosos abandonados, policiais militares oprimidos, jovens da periferia das grandes cidades, empresários falidos. Toda essa assistência é prestada a custo zero aos cofres públicos."
Fonte: VEJA

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad estão no 2º turno


Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) se enfrentarão no segundo turno da eleição presidencial no dia 28 de outubro. Ao saber do resultado, o primeiro colocado, Jair Bolsonaro, comemorou em uma transmissão ao vivo.

– Não tínhamos grandes personalidades nem grandes aparatos. Tínhamos sim bons políticos e sempre esteve ao nosso lado o povo, o cidadão. A verdade estava acima de tudo. Tendo Deus como líder, sempre orando e buscando maneiras de melhorar, nós trilhamos até aqui. Não deixa de ser uma grande vitória para quem não tinha tempo de televisão, um partido ainda muito pequeno, não tinha fundo partidário e comigo ainda hospitalizado por aproximadamente mais 30 dias. Meu agradecimento é a todos os brasileiros – declarou.

Com 100% das urnas apuradas no país, Bolsonaro tem 49.274.006 votos (46,03%) e Haddad está com 31.332.770 votos (29,28%).
Jair Bolsonaro (PSL): 49.274.008 votos // 46,03%
Fernando Haddad (PT): 31.332.770 votos // 29,27%
Ciro Gomes (PDT): 13.343.478 votos // 12,47%
Geraldo Alckmin (PSDB): 5.095.906 votos // 4,76%
João Amoêdo (NOVO): 2.679.590 votos // 2,50%
Cabo Daciolo (PATRI): 1.348.229 votos // 1,26%
Henrique Meirelles (MDB): 1.288.880 votos // 1,20%
Marina Silva (REDE): 1.069.501 votos // 1,00%
Alvaro Dias (PODE): 859.560 votos // 0,80%
Guilherme Boulos (PSOL): 617.099 votos // 0,58%
Vera (PSTU): 55.756 votos // 0,05%
Eymael (DC): 41.705 votos // 0,04%
João Goulart Filho (PPL): 30.174 votos // 0,03%
Fonte: Pleno News
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