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quinta-feira, 30 de maio de 2019

Cristão sobrevive milagrosamente após ser queimado vivo três vezes pelo Estado Islâmico


Relato faz parte do documentário “Hearts and Hands: Iraq” que será lançado este ano.


Em entrevista para um documentário feito por Sean Feucht e Bethel Music, um cristão iraquiano conta que Jesus apareceu para ele duas vezes em seus sonhos quando foi preso pelo Estado Islâmico. Além de ter sofrido tortura, ele diz que sobreviveu após ter sido queimado vivo três vezes.

O homem, que não teve o nome revelado, faz parte da comunidade yazidi, povo massacrado por militantes do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) desde 2014. Ele conta que Jesus o resgatou da religião do seu povo para ser um cristão.

Feucht relata em entrevista à Fox News que "os yazidis foram realmente alvos do genocídio do ISIS. Eles foram estuprados, espancados, executados".

O músico, que também é missionário, explica que "o ISIS não queriam aprisioná-los, eles queriam matá-los, apagá-los do mapa."


O homem contou que foi queimado vivo três vezes pelo ISIS depois que descobriram que ele era um seguidor de Cristo. Ele disse que seu corpo 
"não ardeu" nenhuma vez quando foi preso e torturado pelos terroristas islâmicos radicais por dois meses.

"Ele falou comigo", compartilhou o cristão perseguido, referindo-se a Jesus em seus sonhos.

Feucht disse ao homem: "Jesus apareceu duas vezes para você em um sonho porque Ele ama você".

Ele conta que os membros do ISIS o encharcaram em 20 galões de gasolina. Mas apesar de ter sido queimado vivo, ele disse que inexplicavelmente sobreviveu ileso. Ele creditou sua sobrevivência a Jesus.

"Eles me atearam fogo, mas eu não queimei", disse ele.


Documentário


A história do cristão iraquiano faz parte do próximo documentário "Hearts and Hands: Iraq" (Corações e Mãos: Iraque), que deve ser lançado ainda este ano. Uma prévia será mostrada na conferência "Heaven Come", que acontece em agosto, em Los Angeles.

Feucht disse que procura mostrar a realidade dos cristãos perseguidos e ajudá-los em suas necessidades.

Seu grupo recentemente arrecadou mais de US$ 100.000 para distribuir alimentos, cobertores, colchões e outros materiais, além de oferecer aconselhamento sobre terapia de trauma e programas para crianças, ensinar música e orar com cristãos perseguidos na região onde o cristianismo floresceu, mas está quase extinto, de acordo com avaliação de líderes cristãos.

"Eu sinto que somos realmente chamados para os lugares mais perseguidos, fechados, escuros e marginalizados", disse Feucht.


Nos últimos 15 anos, o líder de adoração da Bethel Music foi para a Coreia do Norte, Índia, Afeganistão... "São alguns dos países mais fechados e lugares onde é ilegal ser cristão", explicou. Ele conta que nestes lugares viram e ouviram incríveis histórias de milagres.


Feucht disse que é encorajado pelo crescimento da igreja no Iraque, China e Índia, lugares onde a perseguição aos cristão é mais acentuada.

"Nossa equipe está no Iraque agora, e o Departamento de Estado dos EUA acabou de enviar uma notificação para que 'todos os americanos deixassem o Iraque' e todas as ONGs foram embora, mas nosso pessoal ainda está lá. Estávamos lá pelo ISIS. Nós estivemos lá, no pior dos piores", disse Feucht. "Todos achavam que éramos loucos. Quando todos estavam saindo, nós chegamos e, por causa disso, temos um próspero projeto lá".

Para Feucht, o trabalho missionário está no DNA de sua família, como filho de médicos missionários que o levaram em viagens a lugares remotos de pessoas não alcançadas, ele viu o que a maioria dos americanos cristãos, que representam apenas 5% da população cristã global, não consegue ver.

"Queremos redefinir missões para uma geração na qual somos os primeiros a responder. Essa é a essência do evangelho, entrar em lugares onde ninguém mais está disposto a ir", concluiu Feucht.

Fonte: Guiame


sábado, 6 de maio de 2017

Muçulmanos erguem cruz para convencer cristãos a voltar para Mossul


Um grupo de moradores de um bairro muçulmano de Mossul ergueu uma cruz ao lado de um mosteiro para convencer os cristãos que fugiram da cidade iraquiana devido à perseguição do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) a voltar.

Os moradores do bairro de El Arabi colocaram a cruz acima do morro onde fica o mosteiro de Mar Guergues (São Jorge, em árabe), na presença de cidadãos cristãos.

O EI costumava marcar os cristãos pintando as paredes a letra "N" de "Nusairi", que em árabe significa "cristão", para que os demais extremistas soubessem onde estavam.

O ativista civil Basem al Tai disse à Agência Efe que esta é a primeira iniciativa dos moradores para convidar os cristãos a voltar a suas áreas de origem, depois que o EI os expulsou de Mossul após ocupar a cidade, em 2014.

Tai esclareceu que hoje é o dia do mosteiro de São Jorge, que foi destruído pelo EI, e por isso mesmo a data foi escolhida para "expressar solidariedade aos irmãos cristãos".

Ele acrescentou que o ato de colocar a cruz desafia o EI.

"É para lembrar ao mundo seus atos criminosos", declarou.

Tai convidou os cristãos a voltar a suas casas porque são "o sal do Iraque". "Estamos preparando outros projetos e trabalharemos para o regresso de todas as famílias cristãs", garantiu.

O ativista, que lidera a ONG local Safinat Nuh (Arca de Noé) para a convivência pacífica, afirmou que os voluntários fazem várias conferências para que os cristãos recuperem a confiança que perderam depois de 2014.

Samer Ilyas, escritor cristão e um dos moradores da região, contou que esta idéia dos jovens muçulmanos foi "muito boa", pois no distrito vivia um grande número de cristãos.

"Estamos acostumados a este tipo de atitude de nossos irmãos muçulmanos, e isto também indica os bons habitantes que são e a autenticidade de seus atos", apontou.

Para ele, "a cidade sem cristãos é como a comida sem sabor".

Segundo o Ministério iraquiano de Deslocados e Migrações, pelo menos 2.063 deslocados iraquianos retornaram hoje a seus lares nos bairros do leste de Mossul. As forças governamentais expulsaram o EI da parte oriental da cidade em janeiro, depois de três meses de combates.

Publicado em EFE via Terra via Notícias Cristãs

Arqueólogos acham novas evidências da Torre de Babel


Museu Smithsonian apresenta na TV achado de peça do Iraque


Uma tabuleta de pedra, com mais de 2.500 anos, que fala sobre a Torre de Babel foi encontrada no Iraque. Ela faz parte de uma coleção particular, pertence ao empresário norueguês Martin Schøyen, que possui um acervo de mais de 13.000 manuscritos e peças antigas.
O professor Andrew George, do Instituto Smithsonian, uma das instituições mais respeitadas do mundo no estudo de antiguidades, apresentou esta semana o material pela primeira vez.
O arqueólogo escreveu em 2011 o livro "Inscrições Cuneiformes dos Reis", onde analisa o material da coleção de Schøyen. A tabuleta contém um desenho do rei Nabucodonosor II, que governou Babilônia há 2.500 anos, ao lado de um enorme zigurate – estrutura piramidal, que era dedicada ao deus Marduk.
O texto que acompanha a figura menciona a "torre", que os estudiosos acreditam ser uma referência inequívoca à Torre de Babel descrita na Bíblia. O mais provável é que Nabucodonosor II tenha restaurado ou reconstruído uma torre com os sete andares mostrados no desenho e uma grande escadaria. No topo, um local usado para observação das estrelas e realização de cerimônias religiosas.
Essa representação de Nabucodonosor é uma das quatro únicas no mundo. O professor George explica que as outros estão esculpidas em falésias no Líbano, em Wadi Brisa e em Shir es-Sanam. Destaca também que, dentre todas, a representação mais nítida está na tabuleta.
As ruínas de Babel se encontram em Hillah, no Iraque, cerca de 100 quilômetros ao sul de Bagdá. Há um sítio arqueológico que inclui um grande número de estruturas de edifícios. Foi encontrado o alicerce de um gigantesco zigurate.


Contudo, os relatos por escrito sobre o local são raros. A tabuleta apresentada por Andrew George é a única conhecida com uma representação gráfica. Durante muito tempo pesquisadores usaram esse argumento para afirmar que o relato bíblico seria apenas uma “lenda”.
Contudo, uma tabuleta de argila com escrita cuneiforme –  datada de 2500 a. C. – foi encontrada no Iraque e traduzida em 1872. Ela traz um relato controvertido que parece ser um paralelo à história bíblica da Torre de Babel: "…seu coração se tornou mal… Babilônia submeteu os pequenos e os grandes. Ele (uma divindade) confundiu seus idiomas… o seu lugar forte, que por muitos dias eles edificaram, numa só noite ele trouxe abaixo."
Outro texto cuneiforme, produzido em cerca de 2200 a. C. e publicado em 1968, faz menção de uma época em que havia “harmonia de idiomas em toda Suméria” e os cidadãos "adoravam ao deus Enlil numa só língua… o deus Enki, senhor da abundância… e o líder dos deuses… mudou a linguagem na sua boca e trouxe confusão a eles. Até então, a linguagem dos homens era apenas uma."
O texto de Gênesis 11 fala sobre uma torre construída pelos descendentes de Noé, com a intenção de eternizar seus nomes. Sua pretensão é que ela fosse tão alta que alcançasse o céu.
Isso foi visto como uma afronta por Deus que, para castigá-los, confundiu as suas línguas e os espalhou por toda a Terra.

Fonte: Gospel Prime
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sábado, 22 de abril de 2017

Pastor visita maior cidade cristã no Iraque, destruída pelo Estado Islâmico, e encontra apenas 7 famílias


A destruição causada pelo Estado Islâmico no norte do Iraque vai além da destruição de templos, e o pastor Franklin Graham, que dirige uma organização missionária e humanitária, visitou a cidade de Qaraqosh para conferir de perto a extensão da perseguição religiosa.
Qaraqosh era considerada a maior cidade cristã do Iraque, ao lado de Mosul, e agora, apenas sete famílias cristãs restaram no local. O controle da área já foi retomado pelo exército iraquiano, e uma força-tarefa da entidade Samaritan’s Purse, liderada por Graham, tem prestado assistência médica aos feridos que ficaram na região.
"Ontem nós fomos à cidade de Qaraqosh, no Iraque, que costumava ser o lar de cerca de 50 mil cristãos que foram forçados a fugir para salvar suas vidas em 2014. Agora apenas um punhado, cerca de 7 famílias, permanecem", escreveu Graham em sua página no Facebook.
"Eu visitei uma igreja que tinha sido queimada e destruída pelo Estado Islâmico e me encontrei com o pastor. Incrivelmente, nas cinzas e detritos, descobrimos uma de nossas caixas de sapato enviada pela operação de Natal da Samaritan’s Purse, que havia sido dada a uma criança lá em algum momento. Eu não pude deixar de me perguntar onde a criança que recebeu esta caixa está hoje", acrescentou.
Graham viajou acompanhado da jornalista Greta Van Susteren, da NBC News. Eles visitaram um templo queimado pelos extremistas muçulmanos, que de acordo com testemunhas, usavam metralhadoras para atirar nas cruzes da parede e fizeram do púlpito um alvo para o treinamento.
O pastor Franklin Graham disse ter encontrado páginas carbonizadas da Bíblia: "Eu peguei uma página que continha João 20:27 – ‘Então ele (Jesus) disse a Tomé: ‘Coloque seu dedo aqui, e veja minhas mãos, e estende a mão e coloque-a em meu lado'", relembrou.
De acordo com informações do portal The Christian Post, o Estado Islâmico transformou uma série de templos cristãos no norte do Iraque em centros de treinamentos para os extremistas, câmaras de tortura e outras atividades terroristas.
Em um dos locais, o pastor se deparou com uma mensagem dos extremistas: "‘Vocês amam a vida, nós amamos a morte’. Outro slogan que eles escreveram foi: ‘Viemos beber seu sangue'", narrou Graham.
"Uma coisa é destruir os prédios, estes podem ser reconstruídos, mas a Igreja agora está sendo perseguida e aqui está um grande exemplo do que está acontecendo com a Igreja", afirmou o pastor, expressando preocupação.
Um dos médicos enviados pela Samaritan’s Purse ao Iraque, Dr. Kent Brantly, comentou a necessidade das vítimas em conhecer uma expressão de amor: "São pessoas como você e eu. Eles não fizeram nada para merecer isso e precisam conhecer o amor, a graça e a misericórdia de nosso Senhor, Jesus Cristo, assim como você e eu, e eles precisam ser apresentados à compaixão, como você e eu".
Confira, no vídeo abaixo, imagens da destruição causada pelo Estado Islâmico e do trabalho missionário e humanitário da Samaritan’s Purse:
Fonte: Gospel+
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