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quarta-feira, 22 de maio de 2024

Espanha, Irlanda e Noruega reconhecem o Estado da Palestina




Reconhecimento oficial dos três países de um Estado Palestino independente entrará em vigor na terça-feira (28)



A Noruega, a Espanha e a Irlanda anunciaram o reconhecimento de um Estado Palestino independente nesta quarta-feira (22). Foi a primeira vez desde o início da guerra entre Israel e o Hamas em 7 de outubro.


Os primeiros-ministros da Espanha, Pedro Sánchez, e da Irlanda, Simon Harris, e o ministro das Relações Exteriores da Noruega, Espen Barth Eide, disseram que formalizarão o reconhecimento na próxima terça-feira (28).


A decisão conjunta foi tomada depois de a Assembleia Geral da ONU ter aprovado, no início do mês, uma resolução que abre caminho para o reconhecimento da Palestina como Estado membro da organização — atualmente, a Palestina tem status de “Estado Observador Permanente”. Segundo os premiês da Espanha e da Irlanda e o ministro da Noruega, o anúncio dos três países pode gerar também uma onda de novos reconhecimentos.


O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, afirmou que a decisão de reconhecer um Estado Palestino “minou o direito de Israel à autodefesa e os esforços para devolver os 128 reféns detidos pelo Hamas em Gaza”.


No último dia 10, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução que abre caminho para que a Palestina se torne membro das Nações Unidas e concede “novos direitos e privilégios” aos palestinos.


O texto pede que o Conselho de Segurança da ONU aprove que a Palestina se torne o 194º membro das Nações Unidas. Até o momento, sem contar Irlanda, Espanha e Noruega, 143 membros da ONU reconhecem a existência do Estado Palestino, incluindo o Brasil.

 

Com informações: G1 (22.05.24) via CPAD News

terça-feira, 20 de março de 2018

Igreja enfrenta ameaças após exibir filme cristão sobre homossexualidade


O filme exibido na Igreja Batista da Irlanda do Norte mostra pessoas que venceram a homossexualidade.

Depois de trabalhar em um filme que retrata a história de pessoas que venceram a homossexualidade, o pastor de uma igreja da Irlanda do Norte sofreu ameaças violentas nas mídias sociais.

O filme "Voices of the Silenced" ("Vozes dos Silenciados", em tradução livre) foi estreado na última terça-feira (13) na Igreja Batista de Ballynahinch, no Condado de Down. A obra mostra que homossexuais podem "escolher ou não viver sua homossexualidade".

Um pouco antes do início da exibição, cerca de 30 manifestantes se reuniram fora da igreja para protestar contra o filme. Junto com o grupo também estava Emma Rogan, que é membro da Assembleia Legislativa e representante do partido de esquerda Sinn Féin.

O pastor Rodney Stout disse que apoia o direito dos manifestantes à liberdade de expressão, mas se opõe à "violência extrema" expressa nas ameaças que recebeu pelas mídias sociais.

"Eu saí e recebi os manifestantes — estou totalmente de acordo com o direito deles de estarem lá. Alguns estavam bravos, mas vários deles concordaram que tínhamos o direito de exibir o filme. Perguntei a eles se algum grupo minoritário deveria ter o direito de ser ouvido reprimido, e eles disseram que não", conta o pastor.

No entanto, Stout disse que outros indivíduos "usaram ameaças de violência extrema para tentar impedir que o filme seja exibido", por meio das mídias sociais. "As pessoas estavam tentando provocar controvérsias contra nós", avalia.

"Não me arrependo de permitir que o filme seja exibido na igreja, de modo algum. Eu não acho que alguém deveria se render às ameaças", comenta. "Não tenho medo da minha segurança nem das pessoas que usam o edifício da igreja, tenho mais medo pelo desserviço que isso causou à comunidade gay".

Fonte: Guiame
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