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quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Justiça reconhece viúva de Rina como presidente da Bola de Neve




Pastora Denise Seixas ocupava o cargo de vice-presidente


A Justiça de São Paulo (TJ-SP) reconheceu a pastora Denise Seixas, viúva de Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, mais conhecido como apóstolo Rina, como a nova presidente da Igreja Bola de Neve. A decisão foi proferida na última quinta-feira (12).

O apóstolo Rina foi o fundador da Bola de Neve, e Denise ocupava o cargo de vice-presidente. O regulamento interno da Igreja prevê que o vice assuma no caso de falecimento do presidente.

De acordo com advogado da pastora, Anderson Albuquerque, ela esteve na liderança da Igreja desde o falecimento do marido, mesmo com contestações internas.

O advogado alega também que a diretoria da instituição religiosa vinha tentando, de forma indevida, se apropriar da presidência desde a morte do apóstolo.

Conforme a decisão judicial, a diretoria da Igreja não pode mais realizar nenhum ato em nome da congregação, sob pena de crime de desobediência e outras penalidades.

O apóstolo Rina faleceu no dia 17 de novembro após sofrer um acidente de moto na Rodovia Dom Pedro I, em Campinas (SP). Ele foi socorrido e levado ao Hospital das Clínicas da Unicamp, com fratura na clavícula, sofrendo uma parada cardíaca em seguida.

De acordo com o boletim médico, o fundador da Bola de Neve recebeu massagem de reanimação por 50 minutos antes de ir a óbito.


Fonte: Pleno News


quarta-feira, 22 de maio de 2024

Espanha, Irlanda e Noruega reconhecem o Estado da Palestina




Reconhecimento oficial dos três países de um Estado Palestino independente entrará em vigor na terça-feira (28)



A Noruega, a Espanha e a Irlanda anunciaram o reconhecimento de um Estado Palestino independente nesta quarta-feira (22). Foi a primeira vez desde o início da guerra entre Israel e o Hamas em 7 de outubro.


Os primeiros-ministros da Espanha, Pedro Sánchez, e da Irlanda, Simon Harris, e o ministro das Relações Exteriores da Noruega, Espen Barth Eide, disseram que formalizarão o reconhecimento na próxima terça-feira (28).


A decisão conjunta foi tomada depois de a Assembleia Geral da ONU ter aprovado, no início do mês, uma resolução que abre caminho para o reconhecimento da Palestina como Estado membro da organização — atualmente, a Palestina tem status de “Estado Observador Permanente”. Segundo os premiês da Espanha e da Irlanda e o ministro da Noruega, o anúncio dos três países pode gerar também uma onda de novos reconhecimentos.


O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, afirmou que a decisão de reconhecer um Estado Palestino “minou o direito de Israel à autodefesa e os esforços para devolver os 128 reféns detidos pelo Hamas em Gaza”.


No último dia 10, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução que abre caminho para que a Palestina se torne membro das Nações Unidas e concede “novos direitos e privilégios” aos palestinos.


O texto pede que o Conselho de Segurança da ONU aprove que a Palestina se torne o 194º membro das Nações Unidas. Até o momento, sem contar Irlanda, Espanha e Noruega, 143 membros da ONU reconhecem a existência do Estado Palestino, incluindo o Brasil.

 

Com informações: G1 (22.05.24) via CPAD News

terça-feira, 28 de março de 2023

Autor da música “Joquebede” pede perdão a igreja: “Agi por impulso”



Mensagem do cantor e compositor Israel Santos fala sobre amadurecimento e responsabilidades


O cantor e compositor Israel Santos, autor da música "Joquebede", escreveu uma nota em suas redes sociais pedindo perdão pelas coisas que fez no passado.

No texto, ele cita que cometeu erros e que os reconhece, mas vem a público pedir perdão para as pessoas que se sentiram ofendidas.

O autor não revela ao certo sobre o que trata a carta, mas internautas comentaram sobre um curso de como falar em línguas que Israel Santos lançou há alguns anos. Outros falam sobre falsas revelações que ele, que se apresenta como pastor, já fez nas redes sociais e nas igrejas por onde ministra. Israel promete gravar um vídeo sobre o assunto.

Leia a nota na íntegra:

"COMUNICADO

Sou o cantor Israel Santos, se você acompanha meu trabalho certamente já ouviu falar muita coisa sobre mim. Os erros que cometi não tenho nenhum problema em reconhecer e pedir perdão. Tanto a Deus quanto as pessoas que ofendi ou se sentiram ofendidas.

A paz do Senhor Jesus!

Pelo tempo de menino, fiz coisas que ia contra alguns princípios bíblicos, hoje a vida me trouxe maturidade, eu sou pai, casado e tenho responsabilidades, diferentes da época em que infelizmente por falta de direcionamento agi por impulso, este é o último video que gravo referente a este assunto, algumas coisas que você vê por aí fazem parte do passado."

Fonte: Folha Gospel e Pleno News

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Justiça da França autoriza pai trans a ser reconhecido como mãe da filha


O homem biológico se tornou o primeiro transexual a ser aceito como filiação materna no país.

A Justiça da França autorizou um pai transexual, de 52 anos, a ser reconhecido legalmente como mãe da filha. O homem biológico, Claire (nome fictício), entrou com uma longa batalha judicial pela permissão, após não ser autorizado a se registrar como mãe no nascimento da criança, em 2014. 

Na época, o pai já possuía documentos o identificando no gênero feminino, porém como ele ainda não havia realizado a cirurgia de transição de sexo, seu pedido foi negado.

A decisão a favor de Claire foi dada pelo Tribunal de Apelação de Toulouse na última quarta-feira (9), de acordo com a imprensa local. O pai se tornou o primeiro trans a ser aceito como mãe na França.

"O Tribunal de Apelação de Toulouse autoriza a menção na certidão de nascimento da criança, do marido que se tornou mulher como mãe", afirma o documento.

O caso permitiu duas filiações maternas na certidão, já que a esposa do homem havia sido registrada como mãe no nascimento da menina, agora com oito anos. 

Crianças precisam de um pai e uma mãe

Após ouvir vários testemunhos de crianças, especialistas chegaram à conclusão de que a ciência estava realmente certa — as crianças se desenvolvem melhor em todos os aspectos da vida quando são criadas por um pai e uma mãe.

Mark Regnerus, um sociólogo e professor da Universidade do Texas, em Austin, é pesquisador nos campos de comportamento sexual, dinâmica de relacionamento e religião. 

Uma de suas pesquisas e conclusões “detonaram uma bomba atômica de fúria política”. Ele apenas confirmou, em 2012, que a falta de um pai e uma mãe prejudica as crianças a longo prazo. “O sinal de igual era um logotipo fofo, mas a matemática não era igual”, ele disse.

Seus estudos apontaram para alguns problemas específicos de crianças criadas por pessoas do mesmo sexo: necessidade de terapia, vitimização sexual, depressão, apegos e dependências, uso de maconha e comportamento criminoso.

Testemunhos de filhos criados por pessoas do mesmo sexo

Duas coisas aconteceram desde o estudo de 2012, feito por Regnerus — mais cientistas sociais trabalharam no tema. E as crianças começaram a postar os gritos de seus corações, de forma online. Elas declaram o desejo por um pai e uma mãe biológicos. 

As pesquisas e suas conclusões contribuem com esse desejo, mostrando que dois pais ou duas mães não é o ideal para a formação da família. Pelo menos 20 crianças que foram criadas por pessoas do mesmo sexo, foram selecionadas aleatoriamente e seus depoimentos foram colhidos.

Esses resultados se alinham com o que as ciências sociais já estabeleceram sobre o desenvolvimento infantil, a saber, os três alimentos básicos da dieta sócio emocional de uma criança: o amor da mãe, o amor do pai e a estabilidade”, escreveu Katy Faust, autora do assunto e que foi criada pela mãe lésbica e sua parceira. 

Enquanto a multidão política busca controlar a narrativa e reprimir a verdadeira ciência, outro problema surgiu para a agenda dos pais gays. As crianças estão começando a expressar sua dor.

Samantha Wiessing cresceu com dois pais gays até os oito anos de idade. “Eu nem sabia que existia tal coisa como mãe até assistir a ‘The Land Before Time at School’. Meu cérebro de cinco anos não conseguia entender por que eu não tinha a mãe que de repente queria desesperadamente. Eu senti a perda. Eu senti o buraco”, ela explicou.

À medida que crescia, tentei preencher esse vazio com tias, amigas lésbicas de meu pai e professoras. Lembro-me de perguntar à minha professora da primeira série se eu poderia chamá-la de mãe”, continuou.

Eu fazia essa pergunta a qualquer mulher que me mostrasse algum amor e carinho. Foi instintivo. Eu ansiava pelo amor de uma mãe, embora fosse muito amada por meus dois pais gays”, admitiu. 

Atualmente, Samantha trabalha como diretora de desenvolvimento da Them Before Us. Ela espera ajudar outras crianças a evitar a devastação que sentiu quando criança.

Eu sou uma garota de 15 anos e tenho duas mães. Elas são maravilhosas, mas ainda assim, eu quero um pai. Não estou dizendo que sou contra o casamento gay ou a paternidade gay. Eu só quero um pai, e me sinto mal por dizer isso”, desabafa a garota.

O dia dos pais é horrível”, escreveu outra adolescente. “Minha mãe pensa que representa a sociedade, mas na verdade é só ela. Eu a amo, mas ela fala sobre gêneros como se eles não importassem na hora de criar os filhos”, explicou.

Eu quero saber quem é meu pai. Eu preciso conhecê-lo. Eu preciso me relacionar com ele e fazer coisas de pai e filha. Ele é metade de quem eu sou. Somos de carne e osso. Ele está literalmente no meu DNA. Por que as pessoas não entendem isso?”, questionou.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Governo do Maranhão doa instrumentos musicais a igrejas: “Reconhecemos a cultura evangélica”


Vinte igrejas evangélicas de São Luís receberam kits musicais através do Programa Maranhão Musical.

Nesta terça-feira (16), 20 igrejas evangélicas de São Luís, capital do Maranhão, receberam kits de instrumentos musicais através do Programa Maranhão Musical, uma iniciativa do governo do estado. 

Cada kit é composto por teclado, contrabaixo, bateria, violão, guitarra e microfone. Desde 2018, o Programa Maranhão Musical distribui equipamentos musicais para bandas municipais, escolas e agora igrejas.

A entrega dos kits musicais foi realizada numa cerimônia com o governador Flávio Dino no Palácio dos Leões, em São Luís. Segundo Dino, a doação de instrumentos musicais às igrejas destaca a importância da cultura cristã evangélica nas manifestações culturais do estado maranhense. 

Nós estamos doando esses equipamentos musicais que servem para esse momento fundamental da fé religiosa e, também, para exercício dessa forma de cultura no nosso estado. Nosso governo é laico, mas ser laico não significa ser antireligioso. Governo laico apoia as igrejas e é isso que nós estamos fazendo nesse momento”, afirmou Flávio Dino.


(Foto: Nael Reis/Governo do Maranhão).

Na cerimônia, o secretário de Relações Institucionais, Enos Ferreira, declarou que ao fomentar a cultura nas igrejas, o estado está investindo na formação de novos talentos. “Quem acompanha os grandes concursos de artistas nacionais vai saber que boa parte dos grandes artistas nasceu nas igrejas. Esse reconhecimento do Governo do Maranhão da cultura cristã é o reconhecimento de um segmento que é muito forte na música”, ressaltou Enos. 

Já o secretário de Cultura, Anderson Lindoso, lembrou que o Programa Maranhão Musical promove a inclusão através da música em igrejas localizadas em comunidades de vulnerabilidade social.

Muitos dos nossos músicos surgem nas igrejas, sejam evangélicas ou católicas, daí a importância de investirmos nesse programa. Investir entregando esses instrumentos para que esses jovens, muitos de comunidades carentes, tenham esses equipamentos para estudar, tocar, e fazer o seu bom uso e trazer resultados para a sociedade”, disse Lindoso.

O Pastor Diogo Maia, da Igreja da Lagoinha de São Luís, foi um dos beneficiados e comentou que a doação será importante para o período de reabertura de sua congregação. “Nós entendemos o momento que nós atravessamos. Esse agora é o momento de adorar a Deus e o kit vai proporcionar essa adoração, essa alegria dentro da igreja”, afirmou o pastor.

Fonte: Guiame


sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Igreja Batista, excluída da Convenção por batizar gays, é reconhecida Patrimônio Material e Imaterial


A Igreja Batista do Pinheiro, em Maceió, recebeu da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) o reconhecimento de Patrimônio Material e Imaterial do Estado. O título foi publicado no Diário Oficial Eletrônico de quarta-feira (6).

Com cultos realizados aos domingos, a igreja segue viva dentro do Pinheiro, que se tornou praticamente um bairro fantasma por causa da desocupação de imóveis provocada pelo processo de afundamento do solo na região.

A igreja foi a primeira na cidade a fechar por causa da pandemia e a última a abrir. No mês de julho deste ano, os cultos voltaram de forma presencial, mas as transmissões pela internet continuaram. O pastor Wellington Santos conta como tem sido esse trabalho de resistência dentro do Pinheiro.

Não tem sido fácil, mas estamos aqui seguindo com os trabalhos. Não dá para ter culto à noite, por exemplo, as pessoas se sentem muito inseguras. O bairro está completamente desocupado, um cemitério, mas seguimos aqui lutando e resistindo até o fim”, diz o pastor da IBP.

O pastor comemora o reconhecimento de patrimônio imaterial e ressalta a luta da igreja para combater o preconceito e a disseminação do ódio.

Temos muita história para guardar na memória, principalmente a luta que a gente vem travando pelos direitos da mulher, contra a LGBTfobia, contra o racismo. É possível ser igreja e lutar para ser algo além de um discurso. As pessoas vão lembrar que houve uma igreja evangélica que disse não ao ódio”, ressaltou o pastor.

O trabalho de acolhimento aos grupos minoritários não é de hoje. Em 2016, a Igreja Batista do Pinheiro chegou a ser excluída da Convenção Batista Brasileira (CBB) por realizar o batismo de membros assumidamente homossexuais.

Apesar das críticas, a luta continua, assim como a esperança em dias melhores.

Não sabemos como vai ficar a nossa situação, mas podemos garantir que vamos lutar até o fim. Somos uma comunidade de fé e vamos seguir resistindo”, garantiu o pastor.

Exclusão da CBB

A Igreja Batista do Pinheiro (IBP), em Maceió, foi excluída da Convenção Batista Brasileira (CBB) por realizar, desde fevereiro de 2016, o batismo de membros assumidamente homossexuais.

O batismo de homossexuais passou a ser praticado pela IBP após uma assembleia extraordinária que contou com a maioria dos votos dos membros.

No documento, publicado no perfil da CBB no Facebook, eles afirmam que a igreja de Maceió fere a constituição da convenção e a palavra de Deus.

A diretoria da CBB entende que a Igreja Batista do Pinheiro tem seu direito à autonomia (…), mas ao tomar isoladamente esta decisão, desconsiderou o espírito cooperativo e participante entre as igrejas batistas e expôs a denominação diante de uma situação desconfortável perante à mídia como se agora os batistas aceitassem livremente como membros de suas igrejas pessoas homoafetivas”, diz trecho da declaração.

Fonte: G1 via Folha Gospel

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Justiça reconhece vínculo de emprego entre pastor e igreja evangélica

A terceira turma do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) reconheceu o vinculo de trabalho entre um pastor e a Igreja Mundial do Poder de Deus em Manaus (AM).
Por maioria de votos, o colegiado entendeu que as provas dos autos confirmam o preenchimento de todos os requisitos definidos na CLT: pessoalidade, onerosidade, não eventualidade e subordinação. Em decorrência do julgamento de 2º grau, foi reformada a sentença que havia considerado tratar-se de prestação de serviço voluntário.
Após o trânsito em julgado, a igreja evangélica deverá efetuar a anotação da carteira de trabalho na função de pastor e salário de R$ 3 mil, além de pagar ao reclamante as verbas rescisórias relativas ao período reconhecido (janeiro de 2014 a fevereiro de 2018) e comprovar o recolhimento do FGTS.
No entendimento jurídico, o fato de ter assinado contrato de trabalho voluntário não pode prevalecer sobre a lei trabalhista. 
Em decorrência do julgamento de 2º grau, foi reformada a sentença que havia considerado tratar-se de prestação de serviço voluntário. Ainda cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Em seu recurso, o autor insistiu na alegação de que havia um contrato de emprego entre as partes, sustentando que o fato de ter assinado contrato de trabalho voluntário não pode prevalecer sobre a lei trabalhista. 
Ao relatar o processo, a desembargadora Maria de Fátima Neves Lopes explicou que a legislação consolidada define o conceito de empregado como toda pessoa física que presta pessoalmente serviços não eventuais para outrem, sob dependência econômica e subordinação hierárquica (arts. 2º e 3º, da CLT). 
"Assim, o vínculo de emprego, para os efeitos da legislação trabalhista, pressupõe a prestação de trabalho não eventual, compatível com a finalidade da empresa, pagamento de salário e subordinação jurídica", detalhou em seu voto, durante a sessão de julgamento.
A relatora destacou que é da parte autora o ônus da prova dos fatos constitutivos de seu direito, cabendo à parte reclamada provar os fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito alegado.
Como a reclamada admitiu a existência da prestação de serviços, invocando a ocorrência de trabalho voluntário, chamou para si o ônus da prova desse fato impeditivo do direito do demandante, mas não conseguiu convencer os julgadores sobre a ocorrência de uma relação diversa à de emprego. 
Primazia da realidade
Para a análise do tipo de prestação de serviço, a fim de se configurar ou não o vínculo empregatício, a magistrada salientou que é imprescindível a análise dos fatos que permeiam a relação estabelecida entre as partes, independentemente da interpretação que os pactuantes deram ao acordo celebrado. 
O posicionamento, segundo a assessoria, baseia-se no princípio da primazia da realidade, segundo o qual, em caso de discordância entre o que ocorre na prática e o que emerge dos documentos ou acordos, deve-se dar preferência ao que se sucede no terreno dos fatos.

Pagamento mensal
O Tribunal rejeitou a alegação da reclamada de que o pastor prestava trabalho voluntário e que o pagamento mensal referia-se a ressarcimento de despesas.
Apesar de a Lei 9.608/1998 prever, em seu art. 3º, a possibilidade de o prestador de serviço voluntário ser ressarcido pelas despesas que comprovadamente realizar no desempenho das atividades voluntárias, os julgadores entenderam que o pagamento fixo mensal ao pastor, confessado pelo preposto da igreja em audiência, independentemente dos gastos realizados no desempenho de suas atividades, descaracteriza o ressarcimento alegado.
Fonte: Em Tempo e Toda Hora via Folha Gospel

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Brasil reconhece Guaidó como presidente da Venezuela

Bolsonaro compartilhou nota oficial do Ministério das Relações Exteriores

Nesta quarta-feira (23), o Ministério das Relações Exteriores brasileiro emitiu uma nota informando que o governo Jair Bolsonaro reconhece o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaidó, como presidente interino do país.
Após apoio do líder americano, Donald Trump, que pediu que os demais governantes apoiasse o fim de Nicolás Maduro no poder, o presidente brasileiro também se manifestou nas redes sociais. Segundo o site O Antagonista, Bolsonaro teria declarado, em Davos, que iria na mesma decisão dos Estados Unidos.
Juan Guaidó Foto: Reprodução
O Brasil é um dos países que não reconhecem a legitimidade do novo mandato de Maduro, que tomou posse no último dia 10 de janeiro. Diante do posicionamento de diversos países, incluindo a União Europeia, Nicolás alegou que é alvo de uma tentativa de golpe.
Leia a nota oficial, na íntegra:
"O Senhor Juan Guaidó, Presidente da Assembleia Nacional venezuelana, assumiu hoje, 23/01, as funções de Presidente Encarregado da Venezuela, de acordo com a Constituição daquele país, tal como avalizado pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).
O Brasil reconhece o Senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela.
O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela."
Publicações de Bolsonaro Foto: Reprodução
Fonte: Pleno News

quinta-feira, 22 de março de 2018

Mark Zuckerberg reconhece responsabilidade do Facebook e admite erros


O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, rompeu o silêncio nessa quarta-feira (21) sobre o escândalo do uso de dados pessoais em sua rede social, assegurando que a companhia cometeu "erros" e deve fazer mais para resolver o problema.
"Temos a responsabilidade de proteger seus dados e se não pudemos, não merecemos servi-los", escreveu em seu mural Zuckerberg no primeiro que fez após o escândalo vir à tona.
"As medidas mais importantes para isto não ocorrer de novo foram tomadas há anos, mas também cometemos erros e há mais por fazer", acrescentou.
Zuckerberg se disse "responsável do que acontece" no Facebook e prometeu oferecer aos usuários uma melhor utilização de seus dados pessoais.
Em outra entrevista, concedida à CNN, Zuckerberg reconheceu que ocorreu "um abuso de confiança muito grave". "Nossa responsabilidade é a de evitar que isto volte a acontecer".
Sua chefe de operações (COO), Sheryl Sandberg, ecoou os comentários de Zuckerberg. "Sabemos que isso foi uma grande violação à confiança das pessoas e sinto muitíssimo que não tenhamos feito mais para lidar com isso", lamentou em comunicado.
O Facebook está no meio de uma tempestade, depois que a empresa de análise de dados Cambridge Analytica (CA) foi acusada de ter obtido sem consentimento dados de 50 milhões de usuários para elaborar um programa que permite prever a votação dos eleitores, com o qual influenciou a campanha presidencial de Donald Trump em 2016.
A rede ABC informou que o procurador especial Robert Mueller, que investiga se houve conluio entre Rússia e a equipe de campanha de Trump, revisa o papel da CA nas eleições
Citando fontes anônimas, a ABC afirmou que vários especialistas digitais que trabalharam para a campanha de Trump se reuniram a portas fechadas com a equipe do procurador.
A CA argumenta que não usou a informação do Facebook na campanha.
O psicólogo que desenvolveu o aplicativo que serviu à Cambridge Analytica para obter os dados dos usuários para fins eleitorais disse nesta quarta-feira que o mesmo era legal e se ajustava aos termos de uso.
Aleksandr Kogan, professor de psicologia da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, lamentou, em declarações à BBC, que tanto o Facebook quanto a Cambridge Analytica o estejam usando como "bode expiatório", ao culpá-lo de uso ilegal de dados pessoais.
"Minha opinião é que estou sendo usado basicamente como bode expiatório", defendeu-se Kogan, no centro de um escândalo que custou ao Facebook uma desvalorização de 7% na bolsa de Nova York em três dias – nesta quarta-feira, seus papéis recuperaram 2%, após perder 9%.
"Honestamente, pensava que agíssemos de forma apropriada, achava que fazíamos algo normal", avaliou o psicólogo, nascido na Moldávia e criado na Rússia até que sua família se mudou para os Estados Unidos quando ele tinha 7 anos, segundo dados biográficos citados pelo "Varsity", um jornal de Cambridge.
Este pesquisador desenvolveu um aplicativo denominado "This is Your Digital Life" (Esta é a sua vida digital).
Tratava-se de uma das centenas de pesquisas aparentemente inofensivas que circulam no Facebook e em outras redes sociais, do tipo "Que Pokemon é você?" ou "Quais são as palavras que você mais usa?".
Cerco ao Facebook
O caso alavancou um movimento de debandada do Facebook, uma iniciativa que recebeu o apoio, nesta quarta-feira, de um dos fundadores do WhatsApp.
Fonte: Correio Braziliense via Verdade Gospel
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