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quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Degraus onde Jesus teria curado cego podem ter sido achados Jerusalém


Local de 2,7 mil anos, importante para cristãos e judeus, foi revelado por arqueólogos


Escavações recentes de arqueólogos, em Jerusalém, revelaram degraus inéditos no Tanque de Siloé, local de 2,7 mil anos onde Jesus teria curado um cego. De acordo com a Fox News, no último dia 7 de setembro, o lugar bíblico é apreciado por cristãos e judeus e a descoberta será aberta ao público em breve.


O Tanque de Siloé foi descoberto em 2004, durante obras de infraestrutura realizadas pela companhia de água Hagihon, que revelaram alguns degraus. Sob a supervisão dos professores Roni Reich e Eli Shukron, a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) lançou então uma pesquisa sobre o local. Os pesquisadores descobriram cerca de oito degraus nunca antes vistos. O perímetro norte, bem como uma pequena seção do perímetro leste do reservatório, também foram descobertos.


O tanque era parte de um sistema de água de Jerusalém do século 8 a.C., construído no reinado do rei Ezequias, conforme diz a Bíblia no segundo livro de Reis (20:20). Já em uma passagem do Evangelho de João, Jesus restaurou a visão de um homem cego de nascença supostamente neste local.


O Tanque de Siloé passou por diversas etapas de construção e atingiu o tamanho de 12,5 mil m². Uma pequena parte da piscina está aberta ao público há vários anos. Uma outra área continua sendo escavada para ser liberada aos poucos. A escavação total durará alguns anos.


 

Com informações: Revista Galileu (13.09.23) via CPAD News

terça-feira, 7 de março de 2023

Cenáculo de Jerusalém é irrompido de orações espontâneas



De acordo com relatos, alguns visitantes oravam em línguas celestiais e outros em sua própria língua, mas todos oravam



Quem visitou o cenáculo de Jerusalém, localizado no andar superior de um edifício no Monte Sião, no último dia 25 de fevereiro, testemunhou experiências marcantes com o Espírito Santo. O local, que é marcado por um dos momentos mais poderosos da história bíblica (Atos 2), foi irrompido de orações espontâneas por grupos de diversas nacionalidades.


O líder de adoração Ryan Delling, relatou em suas redes sociais que já esteve no Cenáculo muitas vezes ao longo dos anos, mas que algo diferente de tudo que ele já tinha visto aconteceu naquele dia.


"Normalmente, é bastante tranquilo com algumas músicas em grupo. Mas hoje, quatro grupos estavam lá de diferentes nações, incluindo Brasil, Gana, Estados Unidos, e Europa Oriental. Espontaneamente, todos estes grupos começaram a orar juntos em voz alta sem nenhuma música", descreveu ele.


Em vídeo, compartilhado pelo site de notícias God TV, Delling conta que as orações eram individuais para cada visitante. Alguns oravam em línguas celestiais e outros em sua própria língua, mas todos oravam.


"Estamos à beira do terceiro Grande Despertar na América e nas nações! Faça-o, Senhor”, afirmou o líder.


Um outro relato semelhante sobre o momento de adoração deste mesmo dia, também foi feito por um dos principais líderes de Patricia King, Robert Hotchkin.


"Este foi um movimento totalmente não planejado, orquestrado pelo Espírito Santo que surgiu do nada e continuou por bastante tempo. Várias línguas e muitos grupos de pessoas, mas todos clamando por um movimento e batismo do Espírito", revelou ele.


Com informações God TV via CPAD News



ASSISTA AQUI


quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Primeira-ministra britânica diz estar disposta a transferir embaixada para Jerusalém


A declaração foi feita em entrevista ao Jewish Chronicle, com sede em Londres, em agosto, quando também enfatizou que não há maior amigo do Reino Unido do que Israel.


A nova primeira-ministra britânica, Liz Truss declarou estar disposta a transferir embaixada de Tel Aviv para Jerusalém e que apoio do Reino Unido a Israel permanecerá.

Substituta de Boris Johnson, Truss também confirmou seu compromisso com a luta contra o antissemitismo e o apoio a Israel.

Em agosto, a atual premiê deu entrevista ao Jewish Chronicle, com sede em Londres, enfatizando que não há maior amigo do Reino Unido do que Israel.

Ela chegou a sugerir durante a campanha dentro de seu partido que estaria aberta à transferência da embaixada britânica de Tel Aviv para Jerusalém, como os Estados Unidos fizeram no governo de Donald Trump.

Estado judeu

Truss falou ainda de suas relações próximas com o Estado judeu.

"Eu tinha muitos amigos judeus na escola", disse Truss, na época presidente da Universidade de Oxford Liberal Democrata, um partido de esquerda popular entre os judeus britânicos.

"Um amigo meu se mudou para Tel Aviv. Eu o vi recentemente quando estava em uma visita oficial."

Truss começou sua carreira na companhia petrolífera Shell, onde trabalhou sob as ordens de um judeu ortodoxo, lembra. Ele foi "o melhor chefe que já tive e foi uma grande influência para mim", acrescentou.

Ela alegou ter percebido que seu ex-chefe estava modelando os valores defendidos por seu partido político conservador. "comunidade judaica britânica está incrivelmente orgulhosa deste país e os conservadores também."

Antissemitismo

Ao falar sobre uma pesquisa do Jewish Chronicle que aponta um aumento acentuado nos incidentes antissemitas nas escolas britânicas, Truss disse: "Quero ver o flagelo do antissemitismo erradicado. Isso significa expulsá-lo de nossa cultura, começando pelas escolas".

A premiê britânica também disse que "não pode permitir que o Irã adquira armas nucleares".

Enquanto servia como secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Truss desafiou o banimento de Israel das Nações Unidas, garantindo o voto da Grã-Bretanha com Israel.

Fonte: Guiame

sábado, 16 de julho de 2022

Biden assina 'Declaração de Jerusalém', prometendo barrar armas nucleares do Irã


O presidente americano promete usar todo o poder dos EUA para impedir avanço nuclear do Irã.

A 'Declaração de Jerusalém' foi assinada nesta quinta-feira (14) pelo presidente dos EUA, Joe Biden, e o primeiro-ministro Yair Lapid em Jerusalém. No documento, os EUA prometeram usar "todos os elementos de seu poder nacional" para impedir que o Irã obtenha armas nucleares.

Os Estados Unidos enfatizam que parte integrante dessa promessa é o compromisso de nunca permitir que o Irã adquira uma arma nuclear e que está preparado para usar todos os elementos de seu poder nacional para garantir esse resultado”, diz o texto do comunicado, oficialmente conhecida como a Declaração Conjunta de Parceria Estratégica EUA-Israel de Jerusalém.

Os Estados Unidos afirmam ainda o compromisso de trabalhar em conjunto com outros parceiros para enfrentar a agressão e as atividades desestabilizadoras do Irã, sejam avançadas diretamente ou por meio de representantes e organizações terroristas como Hezbollah, Hamas e Jihad Islâmica Palestina”, afirmou o comunicado.

Os dois países também se “comprometem-se a continuar a discutir os desafios e oportunidades nas relações israelo-palestinas” e condenam o Hamas e os recentes ataques terroristas.

Dois Estados

Apesar do acordo, Biden “afirma seu apoio de longa data e consistente a uma solução de dois Estados e por avançar em direção a uma realidade na qual israelenses e palestinos possam desfrutar de medidas iguais de segurança, liberdade e prosperidade”.

Os Estados Unidos estão prontos para trabalhar com Israel, a Autoridade Palestina e as partes interessadas regionais em direção a esse objetivo”, diz a declaração.

Na política de Israel há divergência sobre o tema. Enquanto Lapid apoia a estrutura de dois Estados, ele lidera um governo provisório que inclui partidos de direita que se opõem ao Estado palestino. Desta forma, ele evitou expressar seu apoio à proposta desde que assumiu o cargo.

O ministro da Defesa Benny Gantz (à dir.), apresenta ao presidente dos EUA Joe Biden a asa de um drone interceptado pelo sistema de defesa a laser Iron Beam, enquanto o primeiro-ministro Yair Lapid (à esq.) observa o Aeroporto Ben Gurion, 13 de julho de 2022. (Foto: Ariel Hermoni/Ministério da Defesa)

Durante a sessão de perguntas e respostas após os discursos dos líderes, o primeiro-ministro israelense foi provocado sobre sua opinião referente ao tema. Ele respondeu que ainda apoia a solução de dois Estados, mas evitou responder a uma pergunta sobre se ele avançaria na iniciativa se continuasse no cargo após as eleições de novembro.

Ainda assim, ambos os lados se comprometeram a fortalecer a economia palestina e melhorar a qualidade de vida dos palestinos. Biden deve se reunir com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, nesta sexta-feira (15).

Biden expressou seu apoio a uma solução de dois Estados ao falar após desembarcar no Aeroporto Ben Gurion na quarta-feira (13), no início de sua viagem de quatro dias a Israel, Cisjordânia e Arábia Saudita. No entanto, ele acrescentou: “Eu sei que não é [viável] no curto prazo”.

Laços inquebráveis

Apesar da posição do atual governo norte-americano sobre os dois Estados, a declaração reafirma “os laços inquebráveis ​​entre nossos dois países e o compromisso duradouro dos Estados Unidos com a segurança de Israel”.

Biden fez comentários semelhantes após sua reunião anterior com Lapid.

Os EUA também declararam que seus compromissos com Israel são “bipartidários e sacrossantos”, acrescentando ainda que são de grande importância para a segurança dos EUA.

A declaração contém um compromisso dos EUA de implementar integralmente os termos do histórico memorando de entendimento de US$ 38 bilhões e um reconhecimento de que um MOU (Memorando de Entendimento) subsequente deve refletir novas ameaças e circunstâncias.

Israel aprecia o compromisso dos EUA com o MOU e por fornecer mais US$ 1 bilhão acima dos níveis do MOU em financiamento suplementar de defesa antimísseis após o conflito de 2021”, dizia a declaração, referindo-se ao conflito do ano passado com grupos terroristas de Gaza.

Os dois lados também prometeram cooperação em “tecnologias de defesa de ponta, como sistemas de armas a laser de alta energia para defender os céus de Israel e, no futuro, de outros parceiros de segurança dos EUA e de Israel”.

Sobre os Acordos de Abraão, o comunicado afirma a importância dos acordos e do Fórum Negev, iniciado em Manama em junho.

Os Acordos de Abraão, uma declaração de paz conjunta assinada inicialmente em 15 de setembro de 2020, normalizou oficialmente as relações diplomáticas entre Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Israel.

Em dezembro de 2020, Marrocos e Israel assinaram um acordo de normalização, estabelecendo relações diplomáticas plenas. Então, em janeiro de 2021, o Sudão assinou os acordos, declarando simbolicamente sua intenção de avançar na normalização com Israel.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Tensão marca funeral de jornalista cristã morta com tiro em Jerusalém


Shireen Abu Aqleh, do canal Al Jazeera, foi atingida enquanto cobria operação militar

Acontece nesta nesta sexta-feira (13), sob tensões, o funeral da repórter palestina-americana Shireen Abu Aqleh, morta nesta quarta (11), enquanto cobria uma operação do exército israelense no campo de refugiados palestinos de Jenin, na Cisjordânia.

Antes do início ao funeral, centenas de pessoas se reuniram em frente ao hospital Saint Joseph, em Jerusalém, para acompanhar, em um trajeto a pé, a ida do caixão de Abu Akleh para a Igreja Ortodoxa Grega. A polícia israelense acompanhou o cortejo e bloqueios policiais foram montados na área.

Após conflitos com a população, a polícia decidiu que o transporte seria feito de carro. O corpo foi levado de volta ao hospital e depois transportado de carro, segundo a Al Jazeera.

Depois de velado, o corpo da jornalista, que era cristã e nascida em Jerusalém Leste, será sepultado próximo ao local onde seus pais estão enterrados, em um cemitério na área da Cidade Antiga de Jerusalém.

As circunstâncias da morte de Shireen Abu Aqleh seguem obscuras. O canal Al Jazeera acusa as forças de Israel de ser a responsável pelos disparos que mataram a repórter “deliberadamente e a sangue frio”. O primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, por outro lado, nega que o exército tenha aberto fogo contra os profissionais de imprensa e diz que a correspondente provavelmente foi atingida por tiros palestinos.

Uma primeira autópsia foi realizada na Cisjordânia logo após sua morte, mas nenhuma conclusão final foi divulgada. A morte da repórter provocou uma onda de comoção nos territórios palestinos, onde suas reportagens são acompanhadas há mais de duas décadas.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Arqueólogos recriam piso do templo onde Jesus andou



O Evangelho de João descreve Jesus “caminhando no templo do pórtico de Salomão”.

Arqueólogos recriaram uma réplica do piso do antigo templo judaico em Jerusalém, onde Jesus caminhou. Seus pés pisaram sobre pedras lavradas, ladrilhos de tom de terra com desenhos geométricos, frios e desgastados pelo uso.

Com esse conhecimento, os arqueólogos e pedreiros israelenses, valendo-se ainda de relíquias e textos históricos, recriaram o piso sagrado para que ele possa ser visto hoje.

"Nós até fizemos os arranhões e todos os tipos de marcas que criaram a mesma aparência que costumava ser na época", disse o arqueólogo Assaf Avraham à Reuters perto da réplica de um metro quadrado de altura no Monte das Oliveiras, com vista para Cidade Velha de Jerusalém e locais sagrados.

De acordo com o Novo Testamento, Jesus foi ao templo ainda menino para peregrinar e estudar e, quando um pregador adulto, expulsou os cambistas com indignação. O Evangelho de João o descreve “caminhando no templo do pórtico de Salomão”.

O templo foi projetado pelo rei Herodes, assim como outras grandes estruturas na Judeia da era romana. Os ladrilhos remanescentes dessas ruínas mostraram aos arqueólogos quais materiais foram usados. Foi usado calcário trabalhado à mão e pedra do Mar Morto, bem como mármore importado - e que a incrustação tinha sido ornamentada no estilo “Opus Sectile”.

Flávio Josefo, historiador judeu do período, escreveu que os pátios dos templos eram “assentados com pedras de todos os tipos”, outra indicação de que os azulejos eram de várias cores e texturas.

Recriar o piso foi “um trabalho muito duro” que levou sete meses, disse Avi Tavisal, gerente da equipe de artesãos.

Mas foi muito interessante e fizemos de todo o coração”, disse ele. “Esperamos que isso seja algo que as pessoas possam vir, ver, tocar e sentir como era 2.000 anos atrás”.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Estudo comprova relatos bíblicos de sacrifícios de pombos nos templos da antiga Jerusalém

Segundo um estudo publicado na revista científica Bulletin of the American Schools of Oriental Research (ASOR), pássaros como pombos eram sacrificados na antiga Jerusalém em templos. A afirmação está em acordo com trechos bíblicos que reforçam a importância do animal na região.
Em Gênesis 8:10-11, por exemplo, temos: "[Noé] esperou ainda outros sete dias, e tornou a enviar a pomba fora da arca. E a pomba voltou a ele à tarde; e eis, arrancada, uma folha de oliveira no seu bico; e conheceu Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra".
Em Levíticos 5:7 diz: "Mas, se em sua mão não houver recurso para gado miúdo, então trará, para expiação da culpa que cometeu, ao SENHOR, duas rolinhas ou dois pombos; um para expiação do pecado, e o outro para holocausto".
Alguns especialistas, porém, eram céticos quanto ao uso do animal para sacrifícios. "Todos os animais que são definidos como sacrifícios na Bíblia são espécies domesticadas, enquanto pombos não são o que as pessoas pensam como domesticadas. Portanto, alguns estudiosos da Bíblia afirmaram que as pessoas naquela época não sacrificavam pombos, mas sim galinhas que eram domesticadas", explicou a arqueóloga Abra Spiciarich, da Universidade de Tel Aviv.

A pesquisadora liderou uma equipe que descobriu diversos restos mortais de pássaros em 19 pontos específicos de Jerusalém. Eles foram encontrados principalmente em locais próximos ao Monte do Templo, entre o período do Primeiro Templo ou da Idade do Ferro II, entre 1.000 e 586 a.C.
Como foram desenterrados em pontos que estavam ligados à religião, e estavam quase ausentes em áreas habitadas por indivíduos comuns, Spiciarich acredita que isso confirme as histórias bíblicas de uso de pombos para sacrifício.
"Isso realmente mostra uma fronteira sobre como se usavam os animais, um tópico sobre o qual aprendemos também em outros textos, como Flávio Josefo [historiador] e o Novo Testamento. A história é refletida nos textos e na arqueologia", concluiu a arqueóloga.
Fonte: Aventuras na História – UOL via Folha Gospel

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Transferência da embaixada para Jerusalém deve acontecer até 2021, diz Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro voltou a tocar no assunto da transferência da Embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, afirmando que isso deve ser executado até o ano de 2021.

Apesar de o comentário ter sido feito no mês de dezembro (2019), durante uma entrevista concedida ao pastor Silas Malafaia (ADVEC), o conteúdo só foi divulgado nesta segunda-feira, 3.

Na entrevista, Bolsonaro explicou que durante viagem ao Oriente Médio, no mês de outubro (2019), falou com lideranças locais sobre a transferência da Embaixada do Brasil em Israel e a reação delas foi positiva.

"O sentimento que eu tenho. todas essas conversas foram no reservado, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes, entre outros, só o intérprete ali. 'Olha, a situação é essa'. Só teve uma que achou que ficou meio assim, mas deu sinal verde. Os outros chefes de Estado todos falaram que é uma questão interna do Brasil. Então estamos caminhando para isso. Não vou dizer 2020, no máximo 2021, se Deus quiser, vai nascer sem atritos", disse Bolsonaro.

No ano passado, Bolsonaro já havia decidido criar provisoriamente, um escritório de negócios em Jerusalém. Porém, sabia que a cobrança dos brasileiros favoráveis a Israel - em grande parte, evangélicos - não iria cessar até que a mudança da embaixada para Jerusalém fosse efetivada, assim como Estados Unidos fizeram.

"O comércio hoje em dia não tem ideologia. Você vai deixar de comprar do Brasil por uma questão dessa? Vai comprar de outro país? Vai aumentar o preço pro lado de lá e nós não estamos afrontando, Malafaia, estamos conversando, Malafaia. É um convencimento. Pode ter certeza que você será o primeiro a saber e será convidado para esse ato. Se Deus quiser, não vai demorar a acontecer", afirmou o presidente.

Fonte: Guiame


Clique no vídeo abaixo para conferir a primeira parte da entrevista, publicada por Silas Malafaia:



quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Construção do terceiro templo em Jerusalém “cumprirá profecia bíblica”, dizem pastores


Estudiosos da Escatologia apontam nas Escrituras que o evento prenunciará a volta de Cristo.


As teorias bíblicas defendidas por diversos pastores e estudiosos mostram que a construção do Terceiro Temploem Jerusalém, anunciará o fim do mundo.

De acordo com alguns, a própria escatologia judaica sobre o fim dos tempos afirma que o Templo Sagrado se erguerá do chão antes dos dias profetizados pelo Apocalipse.

Discussões sobre a aproximação do fim dos tempos foram iniciadas mais profundamente em novembro de 2018 em resposta a uma carta escrita pela assembleia judaica de rabinos conhecida como Sinédrio.

Na época, Jerusalém estava se preparando para eleger o novo prefeito e o Sinédrio instou os dois candidatos, Ofer Berkovich e Moshe Lion, a reconstruir o templo. O vencedor da eleição foi Lion.

O tema é levantado frequentemente, mas quando surgem situações como guerras e doenças capazes de afetar grande parte da humanidade, como o coronavírus, os debates aumentam. No entanto, a maioria concorda que será a reconstrução do templo que mostrará se a Terra está ou não perto do fim.

Os dois primeiros templos sagrados de Jerusalém foram construídos no Monte do Templo da cidade séculos atrás, mas foram destruídos pelos babilônios e pelos romanos, respectivamente.

O Templo Sagrado desempenha um papel crucial na tradição judaica e é um ator central nas profecias descritas no livro do Apocalipse, de acordo com diversos estudiosos sobre o tema.

Um deles é o Pr. Paul Begley, que afirmou que os sinais do fim dos tempos estão se concretizando. Para ele, alguns fatos mostram que "não há dúvida sobre isso. Jesus de Nazaré, o salvador do mundo, vai voltar."

Paul Begley acredita que estamos vivendo o fim dos tempos.
(Foto: Reprodução/Paul Begley)

O pastor chegou a alegar com entusiasmo que agora estamos vivendo "nos últimos dias".

Outro pastor que estuda o tema é Irvin Baxter, dos Ministérios EndTime. Para ele, o terceiro Templo Sagrado será reconstruído nos últimos sete anos da existência mundial.

O pregador do dia do juízo final disse que isso acontecerá nos primeiros três anos do fim dos tempos e será o "sinal mais visível" do fim dos tempos finalmente chegando.

"Quando essa pedra fundamental for lançada no Monte do Templo, todas as redes na Terra estarão transmitindo esse incrível evento", disse Baxter.

Rick Brinegar e Dave Robbins, do Ministério do Tempo do Fim, disseram: "A Bíblia profetiza, em muitos lugares, que um Terceiro Templo será construído em um futuro próximo".

No livro Império mundial e o retorno de Jesus Cristo, de 2017, o autor Simon Downing escreveu: "O dispensacionalismo também acomoda em seus ensinamentos a crença de que os judeus devem reconstruir seu templo".

"A construção do 'Terceiro Templo' está, portanto, no coração do dispensacionalismo; embora reconheça que a Besta a profanará antes da vinda de Cristo e do Milênio”, diz.

"Muitos artefatos e vasos do Terceiro Templo já estão sendo preparados para os sacrifícios sangrentos dos animais que ocorrerão naquele Templo", explica.

Escrituras
Reivindicações de profecia bíblica a respeito do Terceiro Templo também estão ligadas a Jeremias 33.

O Dr. David R. Reagan, dos Ministérios Cordeiro e Leão, também diz: "O apóstolo Paulo menciona isso quando declara que o 'homem da iniquidade' profana o templo ao entrar nele e se declarar Deus, 2 Tessalonicenses 2:3-4".

Em seu livro Quando o Terceiro Templo é construído, o autor Nicklas Arthur escreveu: "Que alívio saber que, apesar de não haver escapatória do rapto, podemos apenas superar o tempo em que todos os santos da história estavam sujeitos. Alguns viveram e morreram em relativa paz, alguns sofreram privações e outros foram torturados e martirizados".

Há, no entanto, aqueles que reivindicam o fim do mundo não podem ser previstos a partir das sagradas escrituras.

Segundo o BibleInfo.com, a Bíblia declara de maneira definitiva que a data do retorno de Jesus não é conhecida. Mateus 24:36 diz: "Mas naquele dia ou hora ninguém sabe, nem mesmo os anjos no céu, nem o Filho, mas apenas o Pai."

O que acontecerá com o Terceiro Templo nos últimos dias?

De acordo com o livro do Apocalipse 6:12-17, a Segunda Vinda de Cristo resultará na destruição final do templo.

Um grande terremoto dividirá o terreno sob Jerusalém e as montanhas e ilhas serão deslocadas.

O que a Bíblia diz sobre o fim do mundo?

Ninguém sabe a hora ou data do apocalipse, mas o Livro do Apocalipse da Bíblia descreve os eventos que acontecerão no final dos tempos.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Arqueólogos identificam rua 'perdida' em Jerusalém construída por Pôncio Pilatos



Uma rua descoberta por arqueólogos em Jerusalém indicam algumas características do governo do Pôncio Pilatos no período de Cristo.


Arqueólogos identificaram uma grande rua em Jerusalém, construída pelo governador romano Pôncio Pilatos, conhecido por permitir a crucificação de Jesus Cristo.


Com 600 metros de comprimento, a rua teria conectado a Piscina de Siloé — onde era possível tomar banho e obter água fresca — ao Monte do Templo, o lugar mais sagrado do judaísmo. A rua era provavelmente usada por antigos peregrinos a caminho do Monte, segundo os pesquisadores. 


As evidências arqueológicas de Pôncio Pilatos são limitadas e a descoberta indica algumas características do governador da Judeia, disseram os pesquisadores em um artigo publicado recentemente na revista "Tel Aviv: Journal of the Institute of Archaeology of Tel Aviv University".

O fato de Pilatos ter construído uma rua que teria ajudado as pessoas a chegar ao Monte do Templo sugere que ele não era tão egoísta e insensível à religião quanto afirmam os escritores antigos, afirmam os pesquisadores.

Os estudiosos sabem há muito tempo da existência da rua, que é escavada por arqueólogos desde o século 19. O que os arqueólogos não sabiam até agora era quando precisamente a rua foi construída.

Para descobrir, arqueólogos da Autoridade de Antiguidades de Israel e da Universidade de Tel Aviv cavaram embaixo da rua, alcançando áreas que foram fechadas pela argamassa da via.

Eles encontraram dezenas de moedas datando de 30 a 31 d.C., época em que os registros históricos mostram que Pôncio Pilatos era prefeito da Judeia. A ausência de moedas nos anos posteriores indica que a construção foi feita em seu governo, apontam os pesquisadores.

(Foto: Tel Aviv: Journal of the Institute of Archaeology of Tel Aviv University)


Uma rua descoberta por arqueólogos em Jerusalém indicam algumas características do governo do Pôncio Pilatos no período de Cristo.


Registros históricos e relatos bíblicos retratam Pôncio Pilatos como uma figura negativa. Além de ordenar a crucificação de Jesus, ele confiscou o dinheiro de um tesouro sagrado para construir um aqueduto, violou as leis religiosas judaicas e espancou pessoas que protestavam contra suas ações.

A descoberta da rua construída por Pilatos, ligando os peregrinos ao Monte do Templo, sugere que seu governo não tenha sido "caracterizado exclusivamente por interesse próprio e corrupção", observaram os pesquisadores.

A rua pode ter sido construída para ajudar a aliviar as tensões entre Pilatos e os judeus, bem como para promover suas habilidades como governador, disse o principal autor do estudo, Nahshon Szanton, arqueólogo da Autoridade de Antiguidades de Israel.

"A importância desta rua é evidente por suas dimensões e também pela qualidade de sua construção, que sem dúvida exigia uma força de trabalho expansiva que incluía trabalhadores e artesãos qualificados", escreveram os pesquisadores, observando que a rua tem pelo menos 8 metros de largura e exigiu 10.000 toneladas de rochas calcárias na construção.

Reação dos estudiosos

Arqueólogos não envolvidos na pesquisa aplaudiram o trabalho. "Sobre a data, não há disputa", disse Dan Bahat, ex-arqueólogo-chefe de Jerusalém, à Live Science.

Ele observou que a rua provavelmente existia como uma estrada de terra antes de Pilatos decidir pavimentá-la. Bahat enfatizou que essa rua teria sido usada para mais do que peregrinação. "Era uma rua da cidade e não destinada ao uso dos peregrinos", disse ele.

Ronny Reich, um arqueólogo aposentado que escavou a rua no passado, também concordou que as novas evidências mostram que a rua foi construída durante o período em que Pilatos era governador da Judeia.

Hillel Geva, diretor da Sociedade de Exploração de Israel, disse que há uma chance de a rua ter sido construída por um governante posterior da Judeia, "mas se for o caso, deveríamos encontrar moedas pós-Pilatos embaixo da rua". Até agora, nenhuma moeda que data depois de Pilatos foi encontrada.

Fonte: Guiame
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