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terça-feira, 7 de agosto de 2018

E se fosse o contrário? Eles querem respeito ofendendo 178 milhões de cristãos - Por Marisa Lobo



O transformista pernambucano Johhny Hooker causou indignação popular ao dizer que 'Jesus é travesti'.


Não sei o que mais é preciso para a sociedade e principalmente as igrejas cristãs entenderem o que realmente estamos enfrentando. Ouvir de pessoas ignorantes e alheias a fé alguns absurdos no meio da rua, dentro de algum estabelecimento ou mesmo dentro de casa, não é o mesmo que assistir famosos, gente com acesso à informação, utilizando o dinheiro público para ofender abertamente a fé de 178 milhões de cristãos no Brasil.

O vídeo que circulou nas redes sociais e causou indignação na população, onde o transformista pernambucano Johnny Hooker chamou Jesus Cristo de "travesti" e de "bicha", puxando o coro de alguns ousados na platéia, demonstra claramente o quanto nós, cristãos, sofremos perseguição ideológica, sendo ofendidos publicamente por conta da nossa fé, enquanto eles, os que se consideram paladinos da "verdade", da "tolerância" e da "diversidade", se sentem livres para nos agredir moralmente, vilipendiar nossos símbolos religiosos e ainda achar que estão no direito de fazer essas coisas.


Tudo isso simplesmente porque não aceitaram o impedimento de uma peça que também tem como propósito ofender a fé cristã, onde Jesus é retratado como um travesti. Qualquer pessoa em sã consciência e com um mínimo de conhecimento da Bíblia sabe quem é Jesus Cristo para os cristãos. A nossa fé em Cristo é fruto do que a Bíblia declara sobre Ele, que é o Filho de Deus, o Messias prometido, o Salvador, o Ungido de Deus que veio entregar sua vida por amor de todos nós, pecadores.

Esse Jesus que a Bíblia fala a respeito possui uma identidade própria, sendo ele mesmo Deus, como crêem os cristãos. E como Deus, Ele rejeita o pecado e abomina o mal. Chamar Cristo de travesti e bicha são ofensas a fé dos cristãos porque a Bíblia não atribui esses comportamentos a pessoa de Jesus. Pelo contrário, ela considera pecado a prática sexual entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim, dizer que Jesus Cristo é "bicha" é ir de encontro à santidade do Senhor e cometer a violação do artigo 280 do Código Penal, que tipifica como crime o escárnio de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa.

Mas, e se fosse o contrário? Se algum de nós, líderes e personalidades cristãs, falássemos algum xingamento contra essas pessoas que usam o discurso dos "direitos humanos" para se protegerem atrás de ONGs e movimentos? Eu, Marisa Lobo, já sofri ameaças, perseguição e processos judiciais por muito menos. Por simplesmente dizer uma opinião sobre sexualidade baseada em meu conhecimento científico, algo muito diferente de uma ofensa gratuita com a clara pretensão de provocar.

Quando ativistas da "Marcha das Vadias" quebraram imagens católicas na Jornada Mundial da Juventude, organizada pela Igreja Católica em julho de 2013, profanando os símbolos religiosos com seus órgãos genitais ao ar livre, diante de homens, mulheres e crianças, a maior parte da mídia ficou calada. Silêncio total! O movimento LGBT e partidos de esquerda não se manifestaram. Eles fingiram que nenhum absurdo havia acontecido. Não está sendo diferente agora. Onde está a indignação dos cristãos de esquerda? Ou será que o Cristo deles é outro e não o que a Bíblia descreve? Onde estão às manifestações de repúdio desses que dizem lutar pelo respeito às religiões? Onde estão os protestos nas ruas e manchetes de jornais acusando o tal "cantor" de intolerância religiosa?

São dois pesos e duas medidas, mas para quem já vem há anos na luta contra esse ativismo ideológico nada disso é surpresa. Sabemos como eles são alienados, pobres de espírito e carentes de atenção, como crianças mimadas, necessitando principalmente de salvação espiritual, algo que só Deus pode dar através da sua misericórdia e graça imerecida. O que nós podemos fazer é continuar testemunhando quem somos, trazendo a memória que "em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos". (2 Coríntios 4:8-10).

Por Marisa Lobo - Psicóloga, especialista em Direitos Humanos e autora de livros, como "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".

Fonte: Guiame

sábado, 4 de agosto de 2018

ONU declara apoio a cantor que chamou Jesus de “travesti” em show


Johnny Hooker afirmou que “Jesus é travesti” no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em Pernambuco.


A Organização das Nações Unidas no Brasil‏ (ONU) declarou seu apoio ao cantor Johnny Hooker na quarta-feira (1), depois que o artista foi denunciado por afirmar que “Jesus é travesti” em um show polêmico no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em Pernambuco.

“Usando a arte para sensibilizar a sociedade sobre os direitos das pessoas LGBTI, o cantor Johnny Hooker é Campeão da Igualdade da Campanha Livres e Iguais no Brasil”, disse a organização no Twitter, com uma foto do artista e a frase: “Em solidariedade a Johnny Hooker, contra os ataques de ódio e discriminação”.

Nesta quinta, o cantor agradeceu o apoio da ONU, declarando que ambos estão “juntos nessa caminhada”. Por outro lado, a maioria dos seguidores da organização questionaram a defesa do discurso do artista que, de acordo com a notícia-crime apresentada na Polícia Civil, ofende a fé cristã.

Johnny Hooker recebeu da ONU o título de campeão da igualdade da campanha “Livres & Iguais”, promovida pela organização em defesa dos direitos da comunidade LGBTI. A nomeação foi realizada no dia 17 de maio, na sede das Nações Unidas em Brasília.

No último sábado (28), o cantor se posicionou contra a proibição da peça com Jesus transexual no FIG e fez um discurso ofensivo em sua apresentação.

“E eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim, p*! A arte é para o futuro. Esses fundamentalistas não vão passar. Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia no c*”, disse o cantor no palco.

Na segunda-feira (30), o advogado Jethro Ferreira fez o comunicado do crime à Polícia Civil com base no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, que diz que quem “pratica, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” está sujeito a uma pena de reclusão de um a três anos e multa.

“As pessoas que professam a fé cristã tem a pessoa de Jesus Cristo como uma pessoa do sexo masculino, heterossexual, segundo a Bíblia Sagrada, que é o livro que contém os ensinamentos cristãos. Qualquer afirmativa diferente desses dogmas é considerada uma ofensa à fé cristã”, disse Ferreira no documento.

O advogado solicitou que a polícia interrogue o cantor e que, caso ele não se apresente às autoridades, seja decretada a prisão preventiva do artista.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Johnny Hooker é denunciado após dizer que “Jesus é travesti” em show polêmico


O transformista Johnny Hooker afirmou que Jesus é bicha em defesa de uma peça que apresenta Jesus transexual.


O cantor e transformista Johnny Hooker afirmou que "Jesus é travesti" em um show polêmico no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em Pernambuco, no último sábado (28). Diante de sua declaração, o discurso foi apresentado na Polícia Civil por ser considerado uma ofensa à fé cristã.

Na apresentação, o artista se posicionou contra a proibição da peça com Jesus transexual no FIG, que enfrentou uma longa batalha jurídica para tentar fazer parte da programação do festival. Desde então, o discurso ofensivo do cantor vem movimentando as redes sociais.

"E eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim...! A arte é para o futuro. Esses fundamentalistas não vão passar. Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia...*", disse o cantor no palco.

Na segunda-feira (30), o advogado Jethro Ferreira fez o comunicado do crime à Polícia Civil com base no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, que diz que quem "pratica, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional" está sujeito a uma pena de reclusão de um a três anos e multa.

"As pessoas que professam a fé cristã tem a pessoa de Jesus Cristo como uma pessoa do sexo masculino, heterossexual, segundo a Bíblia Sagrada, que é o livro que contém os ensinamentos cristãos. Qualquer afirmativa diferente desses dogmas é considerada uma ofensa à fé cristã", disse Ferreira no documento.

A notícia-crime também apresenta o artigo 280 do Código Penal, que afirma que "escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa, impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso, vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso" pode resultar uma detenção de um mês a um ano ou multa.

Segundo o jornal O Globo, para o advogado não há dúvidas que Johnny Hooker praticou as infrações listadas na queixa criminal. Ele ainda pede a instauração de um inquérito policial, um delegado especial para prosseguir com o caso e a realização de perícia dos materiais audiovisuais do show existentes na internet.

O advogado solicitou que a polícia interrogue o cantor e que, caso ele não se apresente às autoridades, seja decretada a prisão preventiva do artista. O documento ainda pede que a polícia ouça como testemunha três autoridades religiosas do estado e a cantora Daniela Mercury, que também apoiou a peça com Jesus travesti e fez um discurso polêmico no festival.
Repercussão

Johnny Hooker usou o Twitter no domingo (29) para comentar a repercussão de seu discurso após a apresentação. "O que me deixa mais absolutamente estarrecido nessa história é a quantidade de gente que acha que travesti não é gente, ser humano igual a eles. O mundo é muito sombrio e a humanidade vive nas trevas mesmo. Não passarão".

Por outro lado, o artista foi repudiado até mesmo pelo prefeito Izaías Régis (PTB), que disse que o evento acabou se tornando um "festival do inferno" em vez do "inverno".

"Como prefeito da cidade, venho aqui em defesa dos cristãos de Garanhuns. Nós presenciamos e ouvimos cenas de horrores, que não poderiam acontecer num festival que traz para nós um ensinamento da coisa mais bonita do mundo, que é a cultura", declarou.

O discurso de Johnny Hooker foi em defesa da peça "O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu", protagonizado pela atriz transexual Renata Carvalho. 

O espetáculo foi proibido de ser apresentado no festival pernambucano por ordem do prefeito Izaías Régis, após proibições em cidades como Jundiaí (SP), Salvador (BA), Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro (RJ).

"Não tenho nada contra pessoas trans e LGBT, não sou homofóbico, mas o limite de respeito tem que existir, não pode incentivar crianças e adolescentes", disse o prefeito ao portal Leiajá.

"A família cristã de Garanhuns pede a mim que não permita a peça no Centro Cultural, e não vou permitir".

Fonte: Guiame
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