Mostrando postagens com marcador LGBT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LGBT. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Tribunal decide que pais não podem impedir que filhos leiam livros com conteúdo LGBT nas escolas



Conforme um dos advogados das famílias, a decisão “contraria a liberdade dos pais, a inocência infantil e a decência humana básica”.



Afirmando não se tratar de um "direito fundamental", um tribunal federal em Maryland, nos EUA, decidiu na quinta-feira (24) que os pais não podem impedir que seus filhos leiam livros com conteúdo LGBT nas escolas do condado de Montgomery.

No caso "Tamer Mahmoud v. Monica B. McKnight", os pais procuraram restabelecer uma política que lhes permitiria impedir que seus filhos lessem e discutissem livros com personagens LGBT nas escolas primárias.

Os pais argumentaram que o conteúdo destes livros era uma forma de doutrinação que violava as crenças religiosas das suas famílias. O tribunal discordou.

A juíza Deborah L. Boardman, concluiu que o "direito do devido processo declarado dos pais de dirigir a educação de seus filhos, optando por não seguir um currículo de escola pública que entre em conflito com suas opiniões religiosas, não é um direito fundamental".

Sendo assim, a juíza negou o pedido dos pais de uma liminar que lhes permitiria cancelar a participação dos filhos quando as aulas começassem, em 28 de agosto.

Como tudo começou

A polêmica surgiu no ano passado, quando as Escolas Públicas do Condado de Montgomery (MCPS) introduziram mais de 22 novos livros com personagens LGBT nas salas de aula como parte de uma iniciativa de diversidade.

Inicialmente, o distrito escolar notificou os pais quando esses materiais seriam usados ​​nas aulas e permitiu-lhes que excluíssem seus filhos do ensino que envolvesse esses livros, como fazem com outras partes do currículo.

Mas em março, o distrito mudou a sua política e anunciou que os pais não teriam mais esse direito. Um grupo de famílias de diversas religiões processou, alegando que a política violava o direito da Primeira Emenda de orientar a instrução religiosa dos seus filhos.

Violação da liberdade dos pais

Eric Baxter, vice-presidente e conselheiro sênior da Becket — o escritório de advocacia que representa as famílias — disse que a decisão "contraria a liberdade dos pais, a inocência infantil e a decência humana básica".

"A decisão do tribunal é um ataque ao direito das crianças de serem orientadas pelos seus pais em questões complexas e delicadas relativas à sexualidade humana", disse.

Segundo ele, o Conselho Escolar deve deixar as crianças serem crianças e deixar os pais decidirem como e quando educar melhor os seus próprios filhos, de acordo com a sua religião e crenças.

Os livros LGBT adicionados ao currículo do distrito estão incluídos nas salas de aula da pré-escola à oitava série e apresentam referências a paradas do orgulho gay, transição de gênero e preferência de pronomes.


Fonte: Guia-me com informações de Fox News via Folha Gospel

terça-feira, 11 de julho de 2023

VÂNDALOS ATACAM TEMPLO DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM URUOCA-CE


A invasão na AD em Uruoca (CE) teria acontecido durante uma festa junina da cidade, como informa deputada do Partido Liberal (PL)

 

A deputada estadual, Dra. Silvana (PL-CE), denunciou que um grupo de pessoas ligadas a comunidade LGBT vandalizou um templo da Assembleia de Deus, em Uruoca- CE. A queixa foi apresentada durante o discurso da parlamentar, realizado na manhã desta terça feira (11), na Assembleia Legislativa do Estado e publicada no perfil que ela mantém numa rede social.




De acordo com a parlamentar, "um criminoso, repito, criminoso, subiu no muro da Assembleia de Deus Templo Central em Uruoca-CE, e profanou o nosso templo sagrado", afirma a Dra.


Conforme apuração, a invasão foi classificada pela deputada como vilipendio, porque adulterou letras de hinos e gestos obscenos foram realizados durante a invasão. Nas imagens, é possível ver pessoas escalando os portões do templo.


Segundo a parlamentar, ações junto a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Ceará serão tomadas porque o ato se configura como crime.


Esse episódio não foi o único a acontecer nos últimos anos. Em fevereiro de 2022, o vereador ligado ao PT, de Curitiba- PR, invadiu a Igreja Nossa Senhora do Rosário daquela cidade, enquanto em outro evento, em outubro do mesmo ano, militantes petistas invadiram o prédio da igreja de confissão luterana, em Santa Catarina.


Embora o artigo 208 do Código Penal assegura que é crime vilipendiar templos religiosos e/ou perturbar cerimonias religiosas, com possibilidade de pena de um a três anos ou multa, os ataques contra esse importante setor da sociedade vêm crescendo no país.



Fonte: Gazeta Metropolitana




ASSISTA AQUI



sexta-feira, 5 de maio de 2023

Exposição com “Jesus LGBT” no Parlamento Europeu recebe críticas



Uma foto parece mostrar Jesus cercado por discípulos vestindo trajes sadomasoquistas.


A exposição de uma série de fotografias intitulada “Jesus LGBT” no Parlamento Europeu em Bruxelas, na Bélgica, gerou críticas entre parlamentares nesta semana.

A mostra da sueca Elisabeth Ohlson retrata Jesus cercado por “discípulos sadomasoquistas” e dois homens em forma de cruz em uma cama. A exposição durou quatro dias e foi restrita a funcionários, parlamentares, políticos e pessoas com acesso ao prédio do Parlamento.

De acordo com Elisabeth Ohlson, ela foi convidada a exibir suas imagens pela eurodeputada sueca Malin Björk, do Partido de Esquerda da Suécia, que afirmou que todas as peças escolhidas pela fotógrafa para esta exibição têm um tema LGBT ou de direitos humanos inclusivos.

A exposição gerou críticas de eurodeputados do Parlamento Europeu que consideraram as obras desrespeitosas.

"O Parlamento Europeu tornou-se um lugar de impunidade para o lobby LGTBIQ+ com a cumplicidade de partidos de esquerda, populares e liberais", denunciou Jorge Buxadé, do partido de direita Vox da Espanha, no Twitter. A eurodeputada italiana, Maria Veronica Rossi, protestou contra a "falta de respeito para com milhões de crentes em toda a Europa".

Durante a exposição, Elisabeth Ohlson respondeu às críticas dizendo que "existem milhões de pinturas de artistas famosos de Jesus com pessoas homossexuais. Estas são apenas 12 fotos de Jesus amando os direitos LGBT. Não deveria ser tão assustador".

Segundo o jornal italiano Open, no início dos anos 2000, uma tentativa de exibir a mesma exposição no Parlamento Europeu foi recusada por ser considerada ofensiva. As obras foram expostas ao público pela primeira vez em 1999. Esta não é a primeira vez que uma obra da fotógrafa sueca causa polêmica por atacar o Cristianismo.

Em 2019, a Igreja Luterana de Sankt Pauli kyrka em Malmö, na Suécia, pendurou no altar uma pintura do Jardim do Éden, que mostrava Adão e Eva como dois homossexuais e uma pessoa trans.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 22 de junho de 2022

‘Não represento os evangélicos’, diz Leonardo Gonçalves ao cantar em igreja LGBT

O cantor Leonardo Gonçalves se apresentou em uma igreja LGBT e durante sua apresentação declarou que não representa os evangélicos. Em resposta, o pastor Anderson Silva e a vereadora Sonaira Fernandes pontuaram indícios de apostasia.

Um trecho da apresentação do cantor – que assumiu uma postura de ativista político de esquerda – traz um discurso em que os evangélicos são descritos como hostis ao movimento que gerou a igreja LGBT onde ele se apresentava:

Vocês estão me agradecendo por eu aceitar o convite porque vou sofrer críticas por estar aqui. Mas, o que – entre 1 bilhão de aspas – sofri ou sofro por estar aqui não chega a 1% da maneira como vocês foram tratados, e têm sido tratados. Eu não represento o povo evangélico”, disse o artista.

A igreja LGBT onde ele se apresentou é liderada por Lanna Holder e Rosania Rocha, que adotam uma interpretação das Escrituras que nega a reprovação à homossexualidade, a partir de uma conveniente distorção dos sentidos dos textos sobre o tema.

Nem mesmo o pastor Ed René Kivitz, que recentemente pediu uma “atualização” da Bíblia, negou que as Escrituras reprovam a homossexualidade. Como forma de contornar a contundência da Palavra contra os desvios LGBT, o líder da IBAB afirmou que os “dois ou três textos bíblicos” que reprovam o estilo de vida dos homossexuais são “insuficientes”.

Apostasia

Nesse contexto, o pastor Anderson Silva comentou as declarações do cantor observando que Leonardo Gonçalves “segue o desvio teológico liberal humanista como tantos outros artistas como Marcos Almeida, Jotta A, Priscila Alcântara e Os Arrais”.

Silva pontua que todos eles “possuem o direito de crer e desviarem para onde quiserem”, mas que deveriam ser coerentes com suas escolhas e abrir mão de sua principal fonte de receita: “Devolvam todo dinheiro que vocês fizeram nas costas da igreja evangélica que vocês desprezam”.

Sejam honrados!”, cobrou o pastor, acrescentando que vivemos um “tempo de apostasia”.

Agarre-se a fé, os dias são maus! Qualquer pastor evangélico que contratar ou convidar Leonardo Gonçalves estará traindo Jesus, a Bíblia e a verdade!”, finalizou Anderson Silva.

Já Sonaira Fernandes (Republicanos-SP), vereadora na capital paulista e membro da Assembleia de Deus, não escondeu sua frustração com a postura do artista: “Leonardo Gonçalves só esqueceu de mencionar as seletas páginas da Bíblia que diz que a igreja é exclusiva daqueles que confessam e abandonam seus pecados”.

Que saudade do Leonardo Gonçalves crente, que cantava GetsêmaniEle Vive, que cantava Sublime. Eu espero que um dia, Leonardo, você volte a ser crente”, acrescentou a vereadora.

Na legenda de sua publicação no Instagram, Sonaira enfatizou que a Igreja de Cristo segue fiel às Escrituras e não será influenciada por ventos de doutrina: “O povo de Deus não será enganado pelas ideologias modernas, o Evangelho de Cristo Jesus é glorioso e não aplaude nossos erros, ao contrário, pede que renunciemos aos nossos pecados. Leonardo Gonçalves abandonou a sã doutrina e está a serviço dos paradigmas da militância LGBT dentro da igreja cristã”.

Fonte: Gospel+

domingo, 27 de junho de 2021

Burger King usa crianças para defender LGBTs, gera polêmica e sofre onda de descurtidas


Rede de fast food Burger King fez campanha em homenagem à diversidade sexual

A rede de fast food Burger King voltou a causar polêmica nas redes após a divulgação de uma propaganda em que usa crianças para “ensinar” aos adultos o que é a comunidade LGBTQIA+.

O mote da campanha é a pergunta: “Não sabe explicar o que é LGBTQIA+ para as crianças? Aprenda com eles”.

Em seguida, a peça publicitária coloca crianças ao lado dos pais “explicando” a eles o que significa a sigla e o que elas acham sobre as pessoas que pertencem à esta comunidade.

É quando um menino gosta de um menino”, diz um garoto. Já uma menina afirma que a sigla significa que “todo mundo pode amar todo mundo”. Uma outra criança fala sobre a família: “eu nunca tive uma madrasta, só quando a mamãe falou pra mim que ela namorava com ela [madrasta], aí que eu percebi que eu tinha uma madrasta”.

A campanha, que foi ao ar nesta quarta-feira (23), já gerou uma onda de reações negativas.

Entre os comentários, muitos internautas citavam versículos da Bíblia.

Jesus deixou bem claro – Mateus 18:6 – Mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar. Abram seus olhos! – dizia um comentário com cerca de 4 mil curtidas.

Em outros, um usuário criticava a rede por colocar crianças para falar sobre o tema da diversidade sexual.

Respeitar qualquer ser humano é uma obrigação, agora fazer isso com crianças é forçar a barra demais da conta, é lamentável! Deus tenha misericórdia dos nossos pequeninos! – escreveu uma mulher.

Com informações Pleno News

domingo, 25 de abril de 2021

Deputada Marta Costa sofre ataques nas redes sociais após PL contra propagandas infantis com diversidade sexual


Projeto 504/2020 proíbe a publicidade de material que contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual

deputada estadual Marta Costa (PSD), de São Paulo, tem enfrentado várias críticas em suas redes sociais após a divulgação na imprensa do PL 504/2021.

O texto que já passou pelas comissões da Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) e seria votado no plenário nesta quinta-feira (22) tem gerado polêmica com a comunidade LGBTQ+.

O projeto proíbe a publicidade, através de qualquer veículo de comunicação e mídia de material que contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual relacionados a crianças no Estado.

Várias associações pró movimento LGBT, partidos de esquerda, a Bancada Feminista do PSOL de São Paulo, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial e outras entidades enviaram nota de repúdio contra o texto e contra Marta Costa.

Nas redes sociais da deputada encontramos várias mensagens de ódio. Muitas delas contra a religião de Marta Costa que é evangélica, filha do pastor José Wellington Bezerra da Costa.

Marta Costa engraçado que seu amor pelas crianças é tão grande que o objetivo é apagar os direitos dos Lgbt's somente, pois fazer um movimento contra dos abusos sexuais que líderes religiosos causam nas mesmas sempre ficam debaixo dos panos. O combate à pedofilia sim deveria uma luta e não fazer com os direitos humanos de todos sejam cassados. DESOCUPADA”, escreveu um internauta.

O sonho de vocês é nos ver novamente marginalizados, visto como sujos, má influência, só por ser quem somos. Isso é maldade, vocês são maus. Mas não vão conseguir, na história várias vezes tentaram fazer isso com minorias e falharam, e vai falhar cada vez mais, mesmo que sempre existam pessoas ruins como você, que tentem”, escreveu outro usuário do Facebook.

Outra internauta escreveu: “Então crianças não tem capacidade para compreender que existem pessoas diferentes, mas tem para compreender uma religião? Se houvesse um projeto visando proibir a propaganda do conteúdo da igreja para crianças, usando o argumento de que a exposição prematura aos dogmas de uma religião cuja história é manchada de sangue desde a idade média até a imposição do medo da punição divina nos dias atuais, você acharia que é uma articulação de intolerância religiosa? Deveria, porque seria mesmo. E é exatamente o que a PL504 é: intolerante, discriminatória e um ataque aos direitos humanos”.

Outro internauta foi mais longe e desejou a morte de Marta Costa: “Uma dessas aí o corona vírus poderia ter levado, infelizmente não levou, que pena. Espero que logo algo pior leve, gente assim tá aqui só pra gastar o ar dos outros”.

Entre os ataques encontramos mensagens que diz que Marta Costa, provavelmente por ser cristã, é “mente doente” e que não deveria ter espaço no poder público.

Veja:

Empresas de propaganda também se manifestam

As empresas de propaganda também está contra o PL 504/2020 e muitas agências já se uniram criando a campanha #PropagandaPelaDiversidade.

Marcas de diversos segmentos também estão usando as redes sociais para se posicionarem contra o texto.

Além disso, a ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) se manifestou “totalmente contrária ao PL por entender que fere os princípios básicos da publicidade e as garantias constitucionais de liberdade de expressão e liberdade econômica, além de comprometer a promoção da igualdade, pluralismo e combate ao preconceito”.

Fonte: JM Notícia

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Mãe expõe “criança trans” de 6 anos em rede social para lucrar com o ativismo LGBT

Uma reportagem de um dos jornais mais antigos do Brasil, a Gazeta do Povo, que possui mais de 100 anos de atuação, expôs o caso perturbador de uma mãe que estaria expondo a própria filha de 6 anos como um “menino trans”, a fim de lucrar através da sua imagem em uma rede social.

A conta foi criada pela mãe, que é lésbica, no Instagram, mas com a repercussão da reportagem o perfil da criança foi apagado. Vale destacar que além do possível abuso infantil (psicológico) da mãe contra a própria filha, a rede social não permite que menores de 13 anos tenham contas em sua plataforma.

Segundo a Gazeta do Povo, o perfil da criança supostamente “trans” foi criado quando ela tinha 5 anos. Na linha do tempo o jornal obteve algumas publicações. Em uma delas está escrito, como se fosse a criança. “Eu estou muito feliz, muito obrigado para todes”.

A intenção da mãe da criança, segundo o jornal, era lucrar com a exposição da filha como um “menino trans”, obtendo o apoio do ativismo LGBT através de seguidores. O lucro surge conforme a capacidade de influência dos perfis diante do número de seguidores, quando possíveis anunciantes se interessam, assim como pela fama gerada na rede.

Segundo a Gazeta, a “criança nasceu menina – e, biologicamente, continua sendo uma menina. Uma menina que, criada por um casal lésbico que milita na causa LGBT, passou a se identificar como um menino e se transformou, ao mesmo tempo, em um outdoor para causas ideológicas radicais e uma fonte de renda”.

Em outra publicação, a criança aparece em uma foto com a seguinte legenda, postada pela mãe: “Esse dia jamais posso esquecer. Você tinha dois anos e deixei você usar a cuequinha do seu irmão”.

Não bastando o nível de manipulação psicológica explícita no caso, a mãe da criança disse em outra postagem que a filha iria iniciar o processo de bloqueio da sua puberdade (desenvolvimento natural do corpo conforme o seu sexo biológico) aos oito anos.

“Para um menino trans, a puberdade começa com 8 anos de idade, e assim então a gente vai começar com o bloqueador”, escreveu a mulher. “Ele começou a transição dele um mês antes da pandemia”.

Não existem crianças trans”

Recentemente a psicóloga Marisa Lobo, autora de vários livros sobre a ideologia de gênero, confrontou o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, após a veiculação de uma propaganda com o logo da Prefeitura promovendo a existência de “crianças trans”.

Segundo Marisa, não existem crianças trans, mas sim crianças com “disforia de gênero”, um transtorno de ordem psiquiátrica que diz respeito ao desenvolvimento da identidade sexual. Em sua conta no Facebook, a psicóloga publicou uma nota refutando a Prefeitura da sua cidade, veja abaixo:

RESPOSTA AO PREFEITO RAFAEL GRECA SOBRE POSTAGEM QUE AFIRMA A EXISTÊNCIA DE CRIANÇAS TRANS.

Sr. prefeito, crianças não podem ser usadas para lacração ideológica. NÃO EXISTEM CRIANÇAS TRANS, senhor Rafael Greca! Existem crianças com “disforia de gênero” que devem ser tratadas com respeito, mas sem promoção, pois é muito difícil o diagnóstico. Só na adolescência que esse conflito tem poder de resolução.

As crianças são inocentes, passam por fases, gostos, mudam de ideias o tempo todo, são extremamente influenciáveis, o que nos faz ter a necessidade de prudência com qualquer diagnóstico, prognóstico e tratamento, pois podem estar apenas passando por conflitos, uma confusão, uma fase, um trauma, etc.

A criança, senhor prefeito, deve ser protegida e não usada como objeto de desejo do adulto, sendo exposta a mentiras inventadas por uma militância. Criança não poderia ser usada como moeda de troca para uso de ideologias políticas de adultos.

Infelizmente o senhor se rendeu à ideologia de gênero, coisa que em época de campanha (passada) dizia não concordar. Tenho vídeo do senhor dizendo na igreja Batista ser contra a ideologia de gênero… ser um absurdo tratar crianças com essas “ideias” . O que mudou? Passou a eleição? era só uma estratégia para enganar os “crentes”?

O Senhor é um negacionista? Nega a ciência para dar ouvidos a militantes ativistas somente, mas não é isso que repudia? Faça isso com adultos, eles já estão formados e têm o direito de ser o que quiserem, mas às crianças senhor prefeito, ainda estão em formação! Elas não podem ser usadas para essa “lacração”. Não vamos aceitar, tudo tem limites!

Se essa mãe quer tratar seu filho como trans, problema e direito dela. Agora, a Prefeitura não pode interferir de forma ideológica para fazer caminhar uma agenda globalista inconsequente que não poupa os inocentes. Menos estado na vida das pessoas. Não podemos ser pautados como uma minoria quer como sociedade.

Toda criança tem a probabilidade de desenvolver características psicológicas do sexo a que pertence. infelizmente a lacração, a imposição, a militância LGBTQ+ estão tirando essa verdade científica de muitas crianças, usando um conflito, uma disforia transitória como bandeira, fixando algo que pode ser mudado naturalmente. Deveria ser crime!

(Marisa Lobo - autora de 12 livros, 3 deles sobre diversidade de gênero e ideologia de gênero)

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Bispo católico critica nova Campanha da Fraternidade com temática LGBT

Bispo Dom Adair José aproveitou o ensejo para criticar a teologia da libertação

O bispo católico da diocese de Formosa, em Goiás, dom Adair José, criticou a iniciativa a Campanha da Fraternidade 2021, por apresentar como temática questões relacionadas a agenda LGBT. O líder religioso pediu alertou aos fiéis que as pautas “nada tem a ver” com a  cristã.

Não fiquemos escutando coisas que não tem nada a ver com a nossa fé. Toda essa confusão com campanha da fraternidade… esquece isso! Isso não tem a menor importância para nós. Ele basta. É Cristo. Aqueles que querem velejar contra a doutrina da Igreja não terão as suas empreitadas bem-sucedidas. Quem está fora do rumo, quem não segue a Sagrada Escritura, a tradição e o magistério ordinário da Igreja bate com a cabeça no muro – afirmou o bispo durante a homilia”, disse.

A Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) decidiu incluir no texto-base da Campanha da Fraternidade 2021 o movimento LGBT, além de “questões de gênero”. O tema de 2021 é “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor”, e tem como lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef. 2.14).

O texto-base deste ano, na página 33, item 68, usa termos como “discurso de ódio”, “fundamentalismo religioso”, “vozes contra o reconhecimento dos direitos”, além de um trecho dedicado exclusivamente a agenda LGBT.

A CNBB também utiliza dados do “Grupo Gay da Bahia” para falar sobre homicídios de homossexuais no Brasil.

Dom Adair José destacou que a teologia da libertação, que busca promover o socialismo através dos Evangelhos de Cristo, não tem dado frutos e impede as pessoas de se apegarem à “espiritualidade viva”.

A teologia da libertação não tem dado frutos, e muita gente teima nisso e perde tempo pq não descobre a beleza do sagrado, de uma espiritualidade viva, e fica apegada às coisas passageiras desse mundo, sem olhar para o alto. Olhemos para Deus", finalizou o clérigo.

Por

 Michael Caceres

Fonte: Gospel Prime

Assista aqui:

domingo, 7 de fevereiro de 2021

CNBB inclui ideologia de gênero e LGBT na Campanha da Fraternidade


Em texto-base da campanha de 2021, entidade inclui temáticas e expressões próprios da narrativa esquerdista e anticristã.


A Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) incluiu no texto-base da Campanha da Fraternidade de 2021 o “movimento LGBTQI+” e as “questões de gênero”.

Com o tema “Cristo é a nossa paz: o que era dividido fez uma unidade”, a CNBB adere na Campanha deste ano a narrativa de grupos esquerdistas e anticristãos.

No texto-base deste ano, na página 33, item 68, a CNBB utiliza termos utilizados pela militância de esquerda, como “discurso de ódio”, “fundamentalismo religioso”, “vozes contra o reconhecimento dos direitos” e o principal, um trecho dedicado exclusivamente ao chamado “movimento LGBTQ+”. 

A CNBB utilizou dados da associação “Grupo Gay da Bahia” apresentados no Atlas da Violência 2020, no ano de 2018, para falar sobre homicídios de homossexuais no país.

De acordo com os bispos, “estes homicídios são efeitos do discurso de ódio, do fundamentalismo religioso, de vozes contra o reconhecimento dos direitos das populações LGBTQI+ e de outros grupos perseguidos e vulneráveis.”

Fonte: JM Notícia

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Repúdio ao livro infantil LGBT de Xuxa é publicado pela ALERJ

Uma moção de repúdio ao anúncio de livro com conteúdo LGBT para o público infantil, feito pela apresentadora Xuxa Meneghel, foi publicada nesta quinta-feira (06/08) no Diário Oficial da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A Proposta é da deputada estadual Rosane Felix (PSD).
Presidente da Comissão de Assuntos da Criança, do Adolescente e do Idoso, Rosane considera absurda a justificativa de Xuxa de que o assunto será apresentado de uma maneira "para que as crianças possam entender que o amor é mais importante".
Através da moção, a deputada deixa registrado o seu repúdio e indignação: "Estão tentando acabar com a inocência das nossas crianças. Já não basta a pedofilia, a exploração sexual infantil? Deixem nossas crianças em paz!"
Rosane Felix enfatiza que a liberdade de expressão não pode ser usada como desculpa para expor conteúdos inadequados para menores de idade.
"É necessário ter ética, respeito e responsabilidade. A criança ainda está em formação e por não possuir a maturidade necessária para determinados assuntos, deve estar protegida de qualquer conteúdo inapropriado a sua faixa etária. Criança não tem que ser induzida a pensar em sexo ou sexualidade, precocemente", afirma Rosane Felix.
A deputada diz ainda que a formação dos valores e princípios morais da criança é atribuição da família. "A autora deixa claro a sua intenção de doutrinar as crianças através do livro, o que é um desrespeito às famílias que pensam de maneira diferente dela", conclui.
Sobre o livro
A apresentadora Xuxa Meneghel está no centro de uma polêmica após afirmar durante uma live que pretende lançar um livro com conteúdo LGBT para o público infantil.
Na justificativa dada por Xuxa, o conteúdo colocaria o assunto de maneira lúdica "para que as crianças possam entender que o amor é mais importante".
"Fiz esse livro pensando em tudo o que a gente está passando, tanto preconceito, tanta discriminação, tanta gente julgando as pessoas pelas suas escolhas, condições ou vontades. Aí eu tentei colocar de uma maneira lúdica, bonita. Para que as crianças possam entender que o amor é mais importante do que qualquer coisa", afirmou.

A obra, segundo Xuxa, seria baseada na história de uma personagem chamada Maia. A garota seria uma menina arco-íris, que tem duas mães, afilhada da personagem de Meneghel. As publicações, segundo ela, devem ser lançadas pela Editora Globo.
Xuxa Meneghel revelou que irá doar 50% do lucro das vendas do livro infantil com temática LGBT à ONG evangélica Aldeia Nissi. O projeto, que faz parte da Cia de Teatro brasileira Jeová Nissi, acolhe e educa crianças em Angola, no continente africano.
Fonte: Alerj – Assessoria de imprensa e Pleno News via Folha Gospel
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...