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sábado, 10 de novembro de 2018

Pastor supera desafios e consegue evangelizar judeus e muçulmanos na Terra Santa

Evangelizar de forma direta, verbalmente, muitas vezes não é uma tarefa fácil para muitos cristãos que vivem em países como o nosso, no Brasil, onde a tolerância religiosa e a liberdade de expressão são respeitadas. 
Mas, o que dizer desse mesmo trabalho de evangelismo sendo feito em países como Israel, onde o ambiente cultural é marcado por conflitos armados entre grupos religiosos?
Conhecido também como a Terra Santa e o "centro do mundo", Israel é palco de um dos maiores conflitos históricos do planeta, entre judeus e muçulmanos. Os cristãos, portanto, possuem o desafio de conseguir anunciar o Evangelho de Jesus Cristo em meio a esse clima permanente de atrito religioso, caracterizado especialmente pelo radicalismo islâmico.
Quem tem conseguido fazer esse trabalho, usado pelo Espírito Santo de Deus, é o pastor Steven Khoury, que atua nesse campo missionário há 20 anos.
Segundo uma voluntária colombiana chamada Diná, até os judeus messiânicos, ou seja, que acreditam em Jesus Cristo como o Messias enviado por Deus, possuem dificuldade para evangelizar na Terra Santa, o que torna o trabalho de Steven um diferencial.
"Eles podem contar a seus amigos que creem em Jesus como Messias, mas não é uma evangelização como nos países latino-americanos, onde podem ir à uma praça e evangelizar. As pessoas não gostam disso aqui", disse ela em uma entrevista ao portal Guiame.
Via Gospel+

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Cientista judeu reconhece Jesus como Messias, após estudar o Novo Testamento

O renomado cientista James Tour foi impactado pelas conversas com os cristãos e passou a pesquisar mais sobre Jesus Cristo

A carreira do cientista James Tour é marcada por inúmeras conquistas. Ele está entre os 50 cientistas mais influentes do mundo, tem mais de 650 artigos acadêmicos publicados, 120 patentes e está envolvido em sete empresas com produtos de nanotecnologia e eletrônica molecular.

No entanto, sua maior realização não está no mundo da ciência. “Mais do que isso, o que mais tem significado para mim é ser um judeu que acredita que Jesus é o Messias”, declarou Tour em um vídeo do ministério One For Israel.
Tour cresceu em um bairro judeu nos arredores de Nova York, nos Estados Unidos, mas não se familiarizava com a religião. “Uma vez eu tentei conversar com um rabino, mas ele me ignorou. Havia pouca explicação para mim”, ele conta.
Quando estava cursando Química na Universidade de Syracuse, ele conheceu pessoas que se diziam ser “cristãos nascidos de novo”. “Achei esse termo estranho. O que é nascido de novo?”, questionou na época.
O termo começou a fazer sentido no lugar mais inusitado — uma lavanderia. Tour estava conversando com um homem que explicou que o “pecado” é o abismo que separa a humanidade de Deus.
“Eu olhei para ele e disse: ‘Eu não sou pecador. Eu nunca matei ninguém. Eu nunca roubei um banco. Como eu poderia ser um pecador?’”, Tour questionou. O homem citou Romanos 3:23, que diz: “Todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”.
“O judaísmo moderno nunca fala sobre pecado. Eu não me lembro de falar sobre o pecado em minha casa”, respondeu Tour, que ficou ainda mais impressionado quando soube que Jesus ensinou que até mesmo sentir desejo por outra mulher é adultério.
“Eu senti como se tivesse levado um soco no peito”, lembra Tour, que na época era viciado em pornografia. “De repente, algo que está escrito na Bíblia, dito por alguém que viveu 2 mil anos atrás, me fez perceber que era um pecador”.
Do arrependimento à mudança
Intrigado, Tour passou a pesquisar mais sobre a Bíblia e notou que não há perdão de pecados sem derramamento de sangue: no Antigo Testamento, foi estipulado o sacrifício de animais e, no Novo Testamento, Jesus era o Cordeiro da humanidade. “Comecei a perceber o quão judaico é o Novo Testamento”, afirma.
Em 7 de novembro de 1977, sozinho em seu quarto, Tour percebeu que Jesus é o Messias. “Eu disse: ‘Senhor, eu sou pecador. Me perdoe. Entre na minha vida’. Então, de repente, alguém estava no meu quarto. Eu estava de joelhos. Eu abri meus olhos. Jesus Cristo estava no meu quarto”, relata o cientista. “Eu não sentia medo, eu só chorava. A presença era tão gloriosa que eu não queria levantar. Esse incrível sentimento de perdão começou a vir sobre mim”.
Quando a família de Tour soube de sua profunda experiência com Jesus, o químico teve que enfrentar a rejeição — mas este não foi o fim da história. “Minha mãe leu a Bíblia cuidadosamente. Ela comparou o Antigo Testamento ao Novo e disse: ‘Deus nos alertou várias vezes’”, ele conta.
Quando sua mãe completou 72 anos, ela finalmente recebeu a revelação sobre quem é o Messias. Ela contou a novidade para o filho por telefone. “Jimmy, você não pode acreditar no que aconteceu. Eu estava lendo [a Bíblia] e isso me atingiu, a forma como Ele deu a vida. Eu creio agora. Jesus é o Filho de Deus”.
Fonte: CPAD News

sábado, 10 de março de 2018

Como vivem os judeus que são seguidores de Jesus em Israel - SAIBA AQUI


Os judeus messiânicos ainda são um grupo pequeno em Israel, mas a cada ano vêm crescendo.


Jesus Cristo é reconhecido como Messias por mais de 350 mil judeus pelo mundo que são chamados de "messiânicos". Em Israel, esse grupo é muito menor — estimativas indicam que a comunidade messiânica é formada por 10 a 20 mil judeus.

Embora o movimento messiânico tenha tido seu início através dos apóstolos de Jesus, o judaísmo messiânico moderno passou a ter mais relevância a partir do século XIX. No entanto, o surgimento de judeus messiânicos na Terra Santa se deu apenas a partir da criação do Estado de Israel, em 1948.

"Somente depois que o Estado de Israel foi criado, alguns poucos judeus, de alguma maneira, tiveram acesso ao Novo Testamento e viram que Jesus era judeu e Messias. Isso aconteceu somente com a revelação do Espírito Santo. Ninguém os evangelizou”, disse a colombiana Diná, voluntária em um kibutz de judeus messiânicos, em entrevista ao Portal Guiame durante viagem a Israel realizada em parceria com a operadora MontanaTur.

Diná vive na comunidade comunitária Yad-Hashmona, localizada nas montanhas da Judeia, onde judeus e gentios compartilham sua fé em Jesus e nas Escrituras — tanto o Antigo como o Novo Testamento.

Ela conta que, a princípio, os judeus messiânicos foram assimilados ao cristianismo gentílico, perdendo sua identidade judaica. Com o passar do tempo, o grupo foi resgatando suas origens e voltou a celebrar as tradições judaicas, após compreenderem que Jesus também estava inserido nesse contexto.

"Eles são muito similares a nós, cristãos, em seu dia a dia, em sua fé e em sua teologia. Mas eles procuram guardar as festividades da Torá, como o Shabat (dia do descanso). Entre eles também há diferentes correntes e interpretações, mas basicamente muito similares aos cristãos", conta Diná.

Por causa de sua fé em Jesus, os messiânicos não são reconhecidos como judeus pelo governo de Israel para efeitos da "aliá" (imigração de judeus a Israel). A Lei do Retorno apenas considera aptos à "aliá" os filhos ou netos de judeus que não sigam crenças e costumes estranhos ao judaísmo, como é o caso do cristianismo.

Os judeus messiânicos também têm limitações quando o assunto é evangelismo em Israel. "Eles podem contar a seus amigos que creem em Jesus como Messias, mas não é uma evangelização como nos países latino-americanos, onde podem ir à uma praça e evangelizar. As pessoas não gostam disso aqui", revela Diná.

O Portal Guiame visitou Israel em parceria com a operadora de viagens MontanaTur. Para ter acesso aos pacotes promocionais e pagamentos facilitados rumo à Israel, acesse: www.montanatur.com.br.

Fonte: Guiame

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