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sábado, 10 de novembro de 2018

Pastor supera desafios e consegue evangelizar judeus e muçulmanos na Terra Santa

Evangelizar de forma direta, verbalmente, muitas vezes não é uma tarefa fácil para muitos cristãos que vivem em países como o nosso, no Brasil, onde a tolerância religiosa e a liberdade de expressão são respeitadas. 
Mas, o que dizer desse mesmo trabalho de evangelismo sendo feito em países como Israel, onde o ambiente cultural é marcado por conflitos armados entre grupos religiosos?
Conhecido também como a Terra Santa e o "centro do mundo", Israel é palco de um dos maiores conflitos históricos do planeta, entre judeus e muçulmanos. Os cristãos, portanto, possuem o desafio de conseguir anunciar o Evangelho de Jesus Cristo em meio a esse clima permanente de atrito religioso, caracterizado especialmente pelo radicalismo islâmico.
Quem tem conseguido fazer esse trabalho, usado pelo Espírito Santo de Deus, é o pastor Steven Khoury, que atua nesse campo missionário há 20 anos.
Segundo uma voluntária colombiana chamada Diná, até os judeus messiânicos, ou seja, que acreditam em Jesus Cristo como o Messias enviado por Deus, possuem dificuldade para evangelizar na Terra Santa, o que torna o trabalho de Steven um diferencial.
"Eles podem contar a seus amigos que creem em Jesus como Messias, mas não é uma evangelização como nos países latino-americanos, onde podem ir à uma praça e evangelizar. As pessoas não gostam disso aqui", disse ela em uma entrevista ao portal Guiame.
Via Gospel+

sábado, 17 de dezembro de 2016

Expedição Bíblica à ISRAEL com o pr. Carlos Roberto e Sarah Virgínia - Saiba tudo aqui


Estou empreendendo uma Expedição Bíblica para ISRAEL, programada para o mês de Outubro de 2017.

Será uma semana ou seja, 07 (sete) dias em ISRAEL, mais um dia de ida e outro de volta, num total de 09 (nove) dias.

Registro meu convite e a minha satisfação em viajar para a Terra Santa com você.

Veja os locais que serão em ISRAEL
  • JERUSALÉM
  • VIA DOLOROSA
  • RIO JORDÃO
  • JERICÓ
  • BELÉM
  • MAR MORTO
  • CAFARNAUM
  • MAR DA GALILÉIA
  • CANÁ
  • NAZARÉ e mais

Primeiro dia:
Embarque em Guarulhos (sp) direto para Tel Aviv

Segundo dia:
  • Chegada em Tel Aviv
  • Traslado para o Hotel em Tiberíades (Galiléia) e pernoite

Terceiro e Quarto dias:
  • Kibutz Yadenit (para batismo e conhecer o Rio Jordão),
  • Mar da Galiléia com passeio de barco,
  • Monte das Bem-aventuranças,
  • Visita a Cafarnaum onde conheceremos a sinagoga de Jesus,
  • Casa de Pedro,
  • Monte Carmelo,

NAZARÉ
  • Casa de Jesus e Maria (Igreja da Anunciação)
  • Monte da precipitação,
  • Vale do Amargedon,

CANÁ DA GALILÉIA
  • Local do primeiro Milagre realizado por Jesus,
  • Onde está uma das talhas originais utilizado,por Jesus
Quinto, sexto e sétimo dia:

JERUSALÉM
  • Visitação à cidade velha de Jerusalém,
  • Porta de Jaffá,
  • Torre de Davi (externa),
  • Porta de Damasco,
  • Porta dos Leões,
  • Via dolorosa,
  • Prisão onde Jesus foi barbarizado,
  • Muro das Lamentações
  • Esplanada do Templo,
  • Túmulo de Davi,
  • Jardim do Túmulo,
  • Calvário,
  • Monte das Oliveiras,
  • Jardim do Getsêmani,
  • Cenáculo da última ceia,
  • Tanque de Betesda,
  • Túmulo e Casa do Profeta Samuel,
  • Túmulo Lázaro.
BELÉM
  • Igreja da Natividade
  • Campo dos Pastores
JERICÓ

  • Visita à Árvore de Zaqueu,
  • Monte das Tentações
  • Fonte do Profeta Elizeu
  • Ruínas da Jericó Antiga
  • Local original do Batismo de Jesus
  • Flutuação no Mar Morto
OITAVO DIA:
  • Casa de Simão curtidor,
  • Porto de Jope (Jonas)
  • Passeio pela orla de Tel Aviv e Jope
  • Traslado ao Aeroporto
NONO DIA:
  • Chegada ao Brasil - Aeroporto André Franco Montoro (Guarulhos)

VALORES:

Promoção até dia 20.12.2016

Preço congelado em R$ 9.300,00, parcelado com Uma Entrada de R$ 399,00 e mais 23 x R$ 399,00

PREÇO À VISTA: Consulte-nos

INCLUSO
  • Passagens aéreas,
  • Diárias em hotel categoria turística com café da manhã e Jantar
  • Ingressos para os locais visitados,
  • Traslados em ônibus privado com ar condicionado,
  • Guia Turístico falando em português,
  • Taxa de embarque imigratória,
  • Kit de viagem personalidade.
NÃO INCLUSO
  • Almoço no traslado e roteiro,
  • Bebidas e Consumo extra nos hotéis,
  • ítens de ordem pessoal
  • Outros serviços não incluso neste pacote
  • Gratificações e Gorjetas (U$ 50,00 por pessoa)
CONTATOS:
Ev. Will Nascimento
  • (13) 33612738
  • (13) 974102908
  • (13) 997630561

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Número recorde de judeus brasileiros voltaram para Israel em 2016

Crise aumenta fluxo migratório em ISRAEL

O jornal Times of Israel deu destaque ao número recorde de judeus brasileiros imigrando para o Estado judeu. A imigração para Israel, ou aliá, a partir do Brasil mais do que dobrou nos últimos anos, de 191 em 2011 para mais de 700 este ano. Para efeitos de comparação, o crescimento médio da aliá da América Latina, no mesmo período, foi de apenas 7%.
Agora a Folha de São Paulo mostra a motivação deles não é o antissemitismo enfrentado por judeus em muitos outros países, mas a opção de escaparem da crise atual e, sobretudo, da violência urbana.
A Agência Judaica, órgão ligado ao governo israelense que atua como facilitadora do processo de emigração, indica que até o final deste ano 700 judeus brasileiros terão se mudado para Israel.
Esse é um número recorde, sendo mais do que o triplo da média anual. Revital Poleg, representante da Agência Judaica no Brasil, explica que entre os principais fatores estão a questão religiosa e o desejo de oferecer uma vida melhor para suas famílias.
“Acho que muitos tinham essa ideia e a situação econômica apenas os empurrou a tomar essa decisão”, acredita Poleg. Contudo, muitos compreendem que existe uma motivação espiritual para que os judeus voltem para sua terra, relatadas nas profecias de Isaías (11:11-12) e Ezequiel (11:17)
Mês passado, o empresário David Zeitouni, 37, saiu com a esposa e o filho de 10 anos de Campinas, em São Paulo, para viver em Ashdod, a 30 km de Tel Aviv. “A situação política chegou num ponto que não dava mais para aguentar tanta patifaria”, desabafa.
O governo de Israel oferece aos novos cidadãos israelense uma ajuda que inclui curso de hebraico e seis meses de assistência médica gratuita.

Profecia cumprida

Nos últimos anos, o número de judeus que fazem a aliá (palavra hebraica que significa “subir”) está aumentando significativa. Seja por causa do antissemitismo na Europa ou para fugir de conflitos armados.
No ano passado, o maior índice foi imigrantes originários da Ucrânia (26%) e da França (25%). A grande surpresa foi a aliá de 9000 etíopes. Segundo a tradição, os judeus vivem na Etiópia há 3000 anos, desde a época do reinado de Salomão.
Até hoje, mais de 15 mil judeus brasileiros já emigraram para Israel.
Para os estudiosos de profecias, é significativo que esses números aumentem tanto num ano em que os rabinos vem falando repetidas vezes que a chegada do Messias se aproxima. O rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, tem pedido que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.
Fonte: Gospel Prime

sábado, 14 de maio de 2016

Agência Judaica revela Recorde de imigração de brasileiros para Israel


Representante da Agência Judaica no Brasil exalta valores democráticos em entrevista ao R7.

O atual momento político e econômico vivido pelo Brasil tem contribuído de forma decisiva para o grande aumento de imigração de brasileiros judeus para Israel. Até 2013, o máximo de brasileiros que iam morar no país judaico foi de 220 por ano. Já em 2014, a quantidade aumentou 40%, chegando a 290 imigrantes e atingiu um pico, inédito nas últimas décadas, de 77% em 2015, quando 496 brasileiros se mudaram para Israel. Em 2016 o ritmo segue o mesmo e não será surpresa se novo recorde for batido no fim do ano, atingindo o número de mil imigrantes.

Em entrevista exclusiva para o R7, Revital Poleg, representante da Agência Judaica no Brasil, órgão do Estado de Israel, fala sobre esses números e sobre o papel da entidade, tão ou mais importante para as comunidades judaicas do mundo inteiro como consulados ou embaixadas.

Tendo sido assessora do ex-primeiro-ministro Shimon Peres e ex-chefe de gabinete do presidente do Parlamento (Knesset), Revital também ressalta a importância dos valores democráticos para qualquer país.

Berço do Estado de Israel, a Agência Judaica foi fundada em 1929, quando o país estava sob o mandato britânico e, na ocasião, já que ainda não havia um Estado, tinha o papel de administradora de questões judaicas, inclusive as políticas e econômicas. Vários líderes de Israel já a chefiaram, como o ex-primeiro-ministro David Ben-Gurion. Com a proclamação do Estado de Israel, que completa 68 anos no sábado (14), a Agência passou a ter um papel essencialmente comunitário. 

R7 – Qual é o papel da Agência Judaica junto a Israel e às comunidades judaicas do mundo inteiro?

Revital Poleg - A Agência Judaica é um órgão do Estado de Israel e trabalha no mundo todo com as comunidades judaicas locais. Não procuramos pessoas para fazer a chamada aliá (imigração para Israel), facilitamos a quem quiser. O papel Agência Judaica, sempre em integração com outras entidades judaicas, é trabalhar com os judeus dentro e fora de Israel para garantir a continuidade do Estado e isso passa por alimentar a ligação com o Estado de Israel, ter experiências no país, ajudar os interessados a conhecerem Israel e que Israel, e seus jovens, conheçam as comunidades do mundo que são uma só coisa. 

R7 – Organizar a imigração de judeus para Israel é o principal objetivo da Agência?

RP - Não há um objetivo específico de imigração, você pode ser judeu no Brasil por toda a sua vida, ótimo para nós e para Israel: um bom brasileiro e judeu, um bom americano e judeu e assim por diante. A pessoa estar interessada em morar em Israel é uma decisão pessoal não estamos aqui para convencer ninguém. Mas se há o interesse, nosso papel é facilitar e dar a assistência necessária para que isso aconteça. 

R7 – Que tipo de apoio o Estado de Israel, por meio da Agência Judaica, dá àqueles que vão morar no país?

RP - O Estado dá uma ajuda básica para o começo do caminho, que não é para resolver todas as necessidades da pessoa. Israel é definido como a casa do povo judeu e por esse motivo ajudamos e facilitamos a chegada no começo, mas depois as pessoas têm de encontrar trabalho, emprego, estudar dependendo da idade. Se for opção da pessoa ela pode no começo ir para um centro de absorção com custo subsidiado por seis meses. 

R7 – Quais os critérios de ajuda para cada imigrante?

RP - Os critérios para cada um variam de acordo com a idade, número de pessoas, etc. Isto é definido lá em Israel. Em geral há uma assistência financeira modesta no começo e também há ajuda burocrática. Também damos apoio para o aprendizado do hebraico, até a pessoa começar a entender melhor a língua e o ambiente. Israel sempre diz: Bem-vindo, vamos facilitar os primeiros passos mas o resto é com você. Israel é um país de imigrantes, não é só de agora, e foi desta maneira que se constituiu. 

R7 – Como a Agência tem visto o crescimento do número de imigrantes brasileiros para Israel?

RP - A imigração de brasileiros é muito apreciada em Israel e contribui com o país devido à qualidade dos que chegam. Ultimamente houve um aumento de brasileiros indo para Israel, é fato. Temos de entender que é uma decisão pessoal e que há vários motivos para situações de imigração. Cada pessoa e família tem um motivo diferente. Às vezes surgem circunstâncias que ajudam a pessoa a tomar uma decisão que estava na cabeça há algum tempo. Claro que a atual crise brasileira acabou contribuindo de alguma maneira para isso. Estamos tendo mais trabalho, mas estamos aqui para isso. 

R7 – Qual a ligação do judaísmo e do Estado de Israel com a democracia?

RP - Para a Agência Judaica a democracia israelense é ligada a valores democráticos que são universais e buscamos passar isso aos jovens com atividades que simulam, por exemplo, uma sessão do Knesset (Parlamento). No judaísmo, sem que eu fale como autoridade religiosa, há muito de democracia. Na bíblia há passagens que falam de valores como “ama o teu próximo como a ti mesmo”. Não são valores somente judaicos, mas começaram com o judaísmo e valem para todo o ser humano. Também está escrito “não faça para os outros o que não queres que te façam”, nesta mesma linha. Na Guemará (livro de leis judaicas), se fala que a bíblia tem 70 caras, o que mostra muitas maneiras de analisar os temas, de praticar a vida religiosa e cultural do judaísmo, mostrando um pluralismo legítimo. Isso justamente é a democracia e são valores judaicos e democráticos. 

R7 – Qual a importância dos evangélicos para o Estado de Israel?

RP - Os evangélicos são amigos de Israel e como amigos são muito importantes. Ajudam a divulgar o nome de Israel de uma maneira positiva pelo mundo afora e apreciamos muito esta amizade, que nos ajuda em nosso objetivo de nos relacionar com o mundo de uma maneira respeitosa e democrática. 


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