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segunda-feira, 29 de abril de 2019

Ex-muçulmana evangeliza judeus em sinagoga: “Seu Messias mudou meu coração”


Depois de crescer sendo ensinada a odiar Israel, uma mulher deixou o Islã e passou a pregar o Evangelho para judeus.


Devido a divergências políticas e religiosas, muçulmanos e judeus têm se colocado em lados opostos por toda a história. No entanto, uma mulher que deixou o Islã para se tornar seguidora de Cristo passou a enxergar os israelenses com outro olhar.

Ana (nome fictício por razões de segurança) causou uma grande comoção quando se dirigiu a uma congregação israelense usando uma burca, com apenas uma pequena abertura nos olhos.

"Eu nasci e cresci em um país muçulmano. A palavra 'judeu' foi incutida em mim como uma palavra ruim, um palavrão. O judeu não deveria existir... Eles deveriam ser mortos. Eu nunca pensei em questionar o porquê", contou em vídeo ao ministério One For Israel.

Ana se lembrou de uma ocasião em que uma multidão se aglomerou em público. "Eu estava com meu pai e fomos empurrados para a frente. Eu vi uma mulher amarrada, sentada em uma caixa. Um homem pegou uma espada e decapitou a mulher. Minhas pernas tremiam, meu coração batia rápido, e meu pai disse: 'Se você não ouvir nossos ensinamentos, isso acontecerá com você um dia'".

Mesmo seguindo as tradições islâmicas, Ana não conseguia lidar com os problemas de sua vida através da crença. "Eu era uma pessoa quebrada. No meu tempo de oração eu levantava as minhas mãos e clamava a Alá por ajuda. 'Por favor, ajude meu pai a parar de bater na minha mãe. Por favor, ajude meu pai a parar de me bater'. Mas nenhuma ajuda vinha", lembra.

Anos mais tarde, sua família se mudou para os Estados Unidos, mas Ana continuou emocionalmente abalada. "Quando minha avó morreu de um ataque cardíaco, fiquei arrasada. Eu perdi minha melhor amiga. Eu estava muito machucada, clamando por ajuda. Uma mulher chamada Paula me perguntou se eu estava bem e comecei a chorar. Então ela me abraçou e disse: 'Você gostaria de ir à igreja comigo?'".

"Quando entrei nesta igreja, senti amor e aceitação dessas pessoas como nunca antes. Pela primeira vez na minha vida, ouvi uma mensagem da Bíblia. Foi sobre Yeshua (Jesus), quando Ele leu no rolo do profeta Isaías: 'O Espírito do Senhor está sobre mim. Ele me ungiu para pregar o Evangelho aos pobres, para curar os de coração quebrantado, dar vista aos cegos e proclamar liberdade aos cativos'", afirmou.

Ana lembra que esta foi a primeira vez que ouviu palavras de liberdade e cura. "Eu estava cega com tanto ódio em meu coração e estava desesperada para ser libertada. Eu sabia que a decisão de deixar o Islã era grande. Mas eu estava desesperada para conhecer um Deus vivo", contou.

"No dia em que entreguei minha vida para me tornar uma seguidora de Jesus, eu disse: 'Deus, me perdoe. Eu não sabia que odiava o seu povo'", disse Ana. E tirando a burca, ela anunciou à congregação: "Agora eu não preciso mais disso. Eu amo o povo judeu, porque é o Deus deles e o Messias que estou seguindo e Ele me disse para amá-los. Este é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, e a nação de Israel é a batida do coração de Deus".

Ana disse ainda que hoje prega o Evangelho para sobreviventes do Holocausto. "Eu nunca tinha ouvido falar do Holocausto e agora me encontro com sobreviventes do Holocausto. Eu ouço suas histórias e compartilho as minhas com eles, dizendo: 'Seu Messias mudou meu coração. Ele me resgatou e trouxe alegria em minha vida novamente. Eu sou uma mulher abençoada'".

Fonte: Guiame

sábado, 10 de março de 2018

Como vivem os judeus que são seguidores de Jesus em Israel - SAIBA AQUI


Os judeus messiânicos ainda são um grupo pequeno em Israel, mas a cada ano vêm crescendo.


Jesus Cristo é reconhecido como Messias por mais de 350 mil judeus pelo mundo que são chamados de "messiânicos". Em Israel, esse grupo é muito menor — estimativas indicam que a comunidade messiânica é formada por 10 a 20 mil judeus.

Embora o movimento messiânico tenha tido seu início através dos apóstolos de Jesus, o judaísmo messiânico moderno passou a ter mais relevância a partir do século XIX. No entanto, o surgimento de judeus messiânicos na Terra Santa se deu apenas a partir da criação do Estado de Israel, em 1948.

"Somente depois que o Estado de Israel foi criado, alguns poucos judeus, de alguma maneira, tiveram acesso ao Novo Testamento e viram que Jesus era judeu e Messias. Isso aconteceu somente com a revelação do Espírito Santo. Ninguém os evangelizou”, disse a colombiana Diná, voluntária em um kibutz de judeus messiânicos, em entrevista ao Portal Guiame durante viagem a Israel realizada em parceria com a operadora MontanaTur.

Diná vive na comunidade comunitária Yad-Hashmona, localizada nas montanhas da Judeia, onde judeus e gentios compartilham sua fé em Jesus e nas Escrituras — tanto o Antigo como o Novo Testamento.

Ela conta que, a princípio, os judeus messiânicos foram assimilados ao cristianismo gentílico, perdendo sua identidade judaica. Com o passar do tempo, o grupo foi resgatando suas origens e voltou a celebrar as tradições judaicas, após compreenderem que Jesus também estava inserido nesse contexto.

"Eles são muito similares a nós, cristãos, em seu dia a dia, em sua fé e em sua teologia. Mas eles procuram guardar as festividades da Torá, como o Shabat (dia do descanso). Entre eles também há diferentes correntes e interpretações, mas basicamente muito similares aos cristãos", conta Diná.

Por causa de sua fé em Jesus, os messiânicos não são reconhecidos como judeus pelo governo de Israel para efeitos da "aliá" (imigração de judeus a Israel). A Lei do Retorno apenas considera aptos à "aliá" os filhos ou netos de judeus que não sigam crenças e costumes estranhos ao judaísmo, como é o caso do cristianismo.

Os judeus messiânicos também têm limitações quando o assunto é evangelismo em Israel. "Eles podem contar a seus amigos que creem em Jesus como Messias, mas não é uma evangelização como nos países latino-americanos, onde podem ir à uma praça e evangelizar. As pessoas não gostam disso aqui", revela Diná.

O Portal Guiame visitou Israel em parceria com a operadora de viagens MontanaTur. Para ter acesso aos pacotes promocionais e pagamentos facilitados rumo à Israel, acesse: www.montanatur.com.br.

Fonte: Guiame

terça-feira, 4 de abril de 2017

Israel: menina evangeliza colegas de classe judeus e diz a eles que “Jesus é o Messias”

Evangelizar não é tarefa fácil, apesar de ser uma ordenança de Jesus a todos que o aceitam como Salvador. E mesmo sendo difícil, uma menina judia resolveu compartilhar o Messias com seus colegas de classe, e sua coragem se transformou em notícia ao redor do mundo.
A criança é filha de uma judia messiânica, que acredita que Jesus Cristo é o Messias prometido ao povo judeu. Durante uma aula no final do mês passado, ela afirmou aos colegas que “Yeshua é o Messias”, de acordo com informações do Kehila News Israel.
A audácia da menina, que estuda no jardim de infância, causou alvoroço na cidade de Ma’ale Adumim, vizinha a Jerusalém. A mãe de um dos colegas de classe da jovem evangelista queixou-se com a direção da escola, e afirmou em entrevista à emissora Canal 7 que permitir tal declaração “uma hipocrisia para com a religião judaica e para com o jardim de infância em si”.
Como a polêmica já estava instalada, dois rabinos da cidade recomendaram à mãe insatisfeita que trocasse seu filho de escola, e ela deu entrada nos papéis para isso. Em seguida, a judia ortodoxa passou a compartilhar sua indignação em um grupo de pais de alunos nas redes sociais, mas foi excluída pela professora que havia permitido à aluna compartilhar seu ponto de vista.
A mãe da menina, identificada apenas como M., adotou uma postura conciliatória e se retratou com os pais das demais crianças, além de ter defendido a educadora: “A professora merece nossa admiração em nível profissional e pessoal”, disse.
“Se alguém tiver algum questionamento, entre em contato comigo e deixe a professora de fora. Nossos filhos estão nesta escola há vários anos e nunca tivemos nenhum problema. Eu entendo que, como pais, queremos proteger nossos filhos, mas nenhum de nós tinha a intenção de ferir ninguém. Eu respeito completamente a lei religiosa, nós temos muitos amigos judeus fora desta classe”, acrescentou a judia messiânica.
M. afirmou ao portal Kehila News Israel que acredita que diante dos conflitos, os cristãos israelenses precisam manter-se dando exemplo e firmes em sua fé, para evitar problemas: “Devemos permanecer com total confiança em nossa fé, mas eu sou da opinião — é assim que eu ensino aos meus filhos — que é necessário conter nossas palavras e mostrar o amor de Deus que está em nós, através de nosso comportamento e nossas ações”.
“Eu também acho que as pessoas devem nos conhecer por nossos frutos, para que vejam as boas obras e glorifiquem o Pai que está nos céus”, afirmou, referindo-se à passagem bíblica de Mateus 5:16. “Quando surge uma situação em que não temos culpa, como aconteceu no jardim de infância, não devemos ser rápidos em responder, mas devemos defender firmemente nossos direitos, se necessário”, acrescentou.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Policiais de Israel preparam esquema de segurança para vinda do Messias

Chefe do departamento de polícia de Israel afirmou acreditar que poderá haver muito “tumulto”



O comissário Roni Alsheikh, Chefe do Departamento de Polícia de Israel, anunciou semana passada que as forças policiais estão se preparando para a chegada do Messias. Para isso, precisaram montar um esquema de segurança.
“Nós, da polícia, estamos muito envolvidos em assegurar os mitzvot (mandamentos Bíblicos) entre o homem e seu próximo. Quando o Messias vier, todo mundo vai querer chegar perto dele e isso pode criar muito tumulto”, explicou o comissário ao site Breaking Israel News.
Ao descrever o papel importante da polícia quando ocorrer a vinda do Messias, Alsheikh, explicou: “não estamos apenas ocupados com a aplicação da lei, também estamos tentando adotar medidas preventivas para mostrar consideração para os nossos cidadãos.
A missão da polícia israelense é pautada pela exigência bíblica de “amar o seu próximo”. “Não há dúvida de que a felicidade e o serviço a Deus aproximará a todos [os cidadãos]”, asseverou.
Ele encerrou dizendo que “Em breve, se Deus quiser, precisaremos começar a preparar as operações de segurança necessárias pois o Messias terá chegado”.
Fonte: Gospel Prime

sábado, 15 de outubro de 2016

Rabinos contemporâneos a Jesus registraram a chegada do Messias, diz estudioso judeu

O judaísmo aguarda até hoje a chegada do Messias como alguém que, resumidamente, ajude o povo judeu a reconstruir o reino de Israel e derrotar seus inimigos. No entanto, de acordo com o messiânico Jonathan Cahn, rabinos contemporâneos a Jesus o reconheceram como o Messias.
Em uma entrevista concedida ao programa It’s Supernatural (“é sobrenatural”, em tradução livre) Jonathan Cahn afirmou que há casos de rabinos que registraram acontecimentos inexplicáveis no Templo de Jerusalém e associaram isso à chegada do Messias.
Cahn é rabino messiânico e um especialista em escritos antigos dos líderes religiosos judeus. Recentemente, ele publicou “O Livro dos Mistérios”, título que se tornou best-seller nos Estados Unidos e apresenta grande parte do conhecimento acumulado por ele durante seus anos de pesquisa.
De acordo com Cahn, os rabinos registraram em seus escritos que as manifestações sobrenaturais no Templo – como portas abrindo sozinhas – despertaram uma inquietude nas pessoas, que tentavam fechá-las, mas elas voltavam a se abrir.
Na entrevista, ele afirmou que há outros registros sobre a percepção dos rabinos a respeito da chegada do Messias: “Na verdade, em um dos livros chamado ‘Sinédrio de todas as coisas’, eles preveem em qual momento o Messias deveria passar por aqui e que ele sairia da Terra no ano 30 d. C. Está nos escritos rabínicos. Não há nada como isto na história. Isso realmente prova que o Messias está além de qualquer coisa”, afirmou Cahn.
Nos registros, as menções às ocorrências sobrenaturais tornam difícil a negativa de que algo realmente extraordinário aconteceu em Israel ao mesmo tempo em que Jesus Cristo esteve por lá e desempenhou seu ministério.
“Os escritos falam sobre o cordão vermelho que se tornou branco em meados do ano 30 d. C.”, citou Cahn, explicando que na tradição judaica acredita-se que o cordão só se tornaria branco quando Deus aceitasse o sacrifício de Yom Kippur. “De repente, algo cósmico aconteceu no Yom Kippur. Quando? Apenas no tempo de Jesus, Yeshua, que morreu pelos nossos pecados”, frisou.
Ao final da entrevista, o rabino messiânico afirmou que acontecimentos registrados na Bíblia como parte do princípio dos tempos estão ligados aos eventos que anteciparão o fim: “A maneira como Deus irá terminar esta era será a maneira como Ele começou esta era. O que havia no começo, haverá no final. É dessa maneira que Deus faz. Você vê Israel no início do mundo, você vê Israel no final. Você viu Jerusalém e vê Jerusalém novamente. Você vê judeus crentes [em Jesus no início da fé cristã], você vê crentes judeus no final. Você vê perseguição no início, você verá perseguição no final. Você vê o livro de Atos no início, e verá o livro dos Atos no final. Você vai ver um derramamento do Espírito”, concluiu.
Fonte: Gospel+

domingo, 8 de maio de 2016

Proeminentes rabinos israelitas estão convencidos que a chegada do Messias é eminente



Dois proeminentes líderes religiosos judeus reuniram-se recentemente para uma conversa muito importante, de facto tão importante que se tornou manchete na imprensa mundial.

O rabino Moshe Sternbuch, vice-presidente do tribunal rabínico e líder dos Edah HaChareidis em Jerusalém, fez uma rara visita ao rabino Chaim Kanievsky, na casa deste, em Bnei Barak.

Estes dois rabinos são das figuras mais proeminentes da Torah (Palavra) nos dias de hoje. As conversas tidas entre esses dois homens têm um enormíssimo significado, e o site hebraico Kikar Shabbat gravou o diálogo entre esses dois famosos rabinos.

A maior parte da conversa girou à volta das expectativas relacionadas com a vinda do Messias. Segundo o registo, ambos claramente acreditam que tal pode acontecer literalmente a qualquer momento.

O rabino Kanievsky afirmou que são esperadas tribulações. "São os dias antes do Messias" - explicou.

O rabino Sternbuch anuiu. "No final dos dias, aqueles que temem a Deus desesperarão e as suas mãos se soltarão de lutarem na guerra de Deus contra os pecadores, e não haverá ninguém em quem confiar, senão em Deus" - disse, acrescentando: "Temos de trazer o Messias."

"NO ANO APÓS O SHEMITAH, O FILHO DE DAVID VIRÁ"


O rabino Kanievsky respondeu que o Messias deverá estar chegando num futuro muito próximo. Citou ainda o Talmude (Megillah 17b), dizendo: "No ano após o shemitah, o Filho de David virá."

O ano depois do shemitah no calendário judaico termina neste próximo Outubro, por isso, as expectativas messiânicas em Israel serão altas até essa altura.

Ao mesmo tempo que estas expectativas são afirmadas pelos rabinos, as convulsões mundiais à volta da Terra de Israel sucedem-se, com o aproximar de uma provável resolução das Nações Unidas "forçando" à divisão da Terra entre judeus e árabes.

A Bíblia diz-nos que os conflitos finais da humanidade girarão à volta de Israel, e é isso que os nossos olhos presenciam diariamente.

Resta-nos esperar em fé e confiança o cumprimento final das promessas de Deus para o Seu povo!

Publicado em Shalom Israel via Notícias Cristãs
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