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terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Kleber Lucas diz que hit do carnaval não sai da sua cabeça


No ano passado, Kleber Lucas causou polêmica ao afirmar que o hino da Harpa Cristã, “Alvo Mais Que a Neve”, tem conotação racista.


O cantor gospel e pastor Kleber Lucas disse que ainda não conseguiu tirar a música “Zona de Perigo”, de Léo Santana, da cabeça.

Essa foi uma declaração feita pelo próprio cantor gospel em um vídeo publicado nos Stories de seu Instagram.

Kleber ainda disse que não iria dançar para evitar polêmica, no entanto, a música que foi hit do Carnaval deste ano estava em sua cabeça, e na de muita gente.

De forma irônica, o cantor diz que tenta cantar um louvor, até “Alvo Mais Que a Neve”, mas não consegue. O vídeo, que é excluído automaticamente após 24 horas, foi salvo e compartilhado nas redes sociais.


No ano passado, Kleber Lucas causou polêmica ao afirmar que o hino da Harpa Cristã, “Alvo Mais Que a Neve”, tem conotação racista. Essa atitude gerou críticas e questionamentos sobre sua posição como líder religioso e sua postura em relação a questões sociais e raciais.

Segundo o cantor gospel, sua visão sobre a música é que, se algum cristão aceitar Jesus, ficará branco como a neve. Com isso, o músico lamentou que a música seja cantada por muitos brancos e negros com lágrimas nos olhos pelo fato de “ser uma canção lindíssima, de uma memória família e cúltica”.

No entanto, segundo ele, trata-se de um discurso “nefasto” e “de dominação”. “Porque o sangue de Jesus me torna branco. As ideias de embranquecimento estão no hino”, disse ele.

Fonte: Folha Gospel

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Kleber Lucas é criticado após foto com Pablo Vittar



Além de Kleber Lucas, na foto, está o cantor Leonardo Gonçalves


O pastor e cantor gospel Kleber Lucas foi um dos artistas convidados para cantar na posse de Lula neste domingo, 1º de janeiro, em Brasília.

Kleber vem provocando a comunidade evangélica desde a repercussão negativa que teve a sua declaração sobre o hino "Alvo Mais Que A Neve".

Desta vez, o cantor fez questão de publicar uma foto com a drag queen Pablo Vittar nos stories do seu Instagram e escreveu: "Mais alguém vê o ide de Jesus nessa foto ou só eu?".

Após a publicação, a foto passou a circular em grupos de WhatsApp e páginas de conteúdo cristão, e o artista foi muito criticado.

"Será que ele (Kleber), pregou para o Pablo como Jesus mandou?", escreveu um internauta.

"É ide pregai o evangelho, e não tirai uma self para lacrar", escreveu outro.

Além de Kleber Lucas, na foto, está o cantor Leonardo Gonçalves, que também se apresentou no Festival do Futuro, nome do evento da posse de Lula.

Quem também cantou na festa foi Clóvis Pinho, ex-vocalista do Preto no Branco, e o músico Duca Tambasco, integrante do Oficina G3.



Fonte: Fuxico Gospel via Folha Gospel

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

“Alvo Mais Que a Neve”: a história do hino que Kleber Lucas disse ser racista


O compositor Eden Reeder Latta era de Iowa, estado que se engajou na luta pelo abolicionismo.


Há mais de 140 anos, o hino "Alvo Mais que a Neve" vem sendo entoado por igrejas ao redor do mundo. Esta semana, porém, uma polêmica surgiu em torno da canção sobre uma suposta mensagem racista que a letra carrega.

A música, no entanto, foi composta por um autor de Iowa, estado que desempenhou um papel significativo durante a Guerra Civil Americana, marcada pela disputa pelo fim da escravidão nos Estados Unidos.

"Alvo Mais que a Neve" (em seu título original: "Blessed Be the Fountain") foi escrita por Eden Reeder Latta em 1881, com base no texto de Isaías 1:18: "Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão."

Nascido em Haw Patch, Indiana, Eden Reeder Latta era filho de um pastor metodista, de acordo com sua biografia no Hymnary.org, um banco de dados online hospedado pelo Instituto Calvino de Adoração Cristã e Biblioteca Etérea de Clássicos Cristãos da Calvin College.

Durante a Guerra Civil Americana, Eden pregou para a Igreja Metodista de Manchester, em Iowa, e outras congregações (possivelmente como um pregador itinerante preenchendo púlpitos vazios).

No estado de Iowa, ele ensinou nas escolas públicas de Manchester e, posteriormente, em Colesburg. Ele se mudou para Guttenberg na década de 1890 e continuou compondo para vários músicos importantes no meio cristão. Ele escreveu mais de 1.600 canções e hinos em sua vida.

"Alvo Mais Que a Neve" foi composta por Eden para o músico Henry Perkins, que fez os arranjos musicais na época.

Iowa, um estado abolicionista

Um dos abolicionistas da escravidão mais conhecidos dos EUA, John Brown, era evangélico e teve uma grande atuação em Iowa, a terra de Eden Reeder Latta.

Suas viagens por Iowa destacaram a importância do estado na "Underground Railroad" — as rotas secretas e casas seguras que ajudaram os escravos a escapar para a liberdade no século 19.

O autor brasileiro Gutierres Fernandes Siqueira comentou sobre o momento histórico quando Eden Reeder Latta era pregador.

"O hino 'Alvo mais que a neve' foi escrito pelo metodista Eden Reeder Latta (1839-1915). Ele foi pregador itinerante durante a Guerra Civil Americana em New Hampshire. Para quem conhece um pouco dos EUA, sabe que no século 19 essa região era o centro do abolicionismo", disse Gutierres nesta quarta-feira (14) no Twitter.

Gutierres destacou ainda que Latta "nada tem a ver com os batistas sulistas — berço do supremacismo branco odiendo. A tradição dele era outra e a região que ele morava e pregava lutou pela abolição."

A polêmica de Kleber Lucas

O cantor Kleber Lucas voltou a causar polêmica nas redes sociais esta semana, ao compartilhar um trecho de sua participação no Mídia Ninja. Na conversa, onde ele aparece sendo entrevistado pelo cantor Caetano Veloso, o pastor da Batista Soul fala sobre o racismo, e diz que o hino "Alvo Mais Que a Neve", da Harpa Cristã, é de uma conotação racista.

Segundo o cantor gospel, sua visão sobre a música é que, se algum cristão aceitar Jesus, ficará branco como a neve. Com isso, o músico lamentou que a música seja cantada por muitos brancos e negros com lágrimas nos olhos pelo fato de "ser uma canção lindíssima, de uma memória família e cúltica".

No entanto, segundo ele, trata-se de um discurso "nefasto" e "de dominação". "Porque o sangue de Jesus me torna branco. As ideias de embranquecimento estão no hino", disse ele.

Para Kleber Lucas, "há um distanciamento, um caminho a ser percorrido". Ele ainda explicou, com base nele mesmo, que o Brasil precisa de uma "teologia preta", que segundo ele, chegou no País recentemente e foi deixado de lado pela Igreja. Ele citou, por exemplo, os ensinamentos de James Cone, um teólogo americano conhecido por sua defesa da teologia negra e da teologia da libertação negra.

Hino vira trend na web

Após a declaração polêmica do cantor gospel e pastor progressista Kleber Lucas, que classificou a música como racista, em uma entrevista com o cantor Caetano Veloso, anônimos e famosos do meio evangélicos fizeram com que o hino da Harpa Cristã, "Alvo Mais Que a Neve", virasse trend nas redes sociais.

O ex-diretor da Sony Music, Maurício Soares, até brincou com a situação, dizendo que, se o compositor da música ganhasse direitos autorais, teria um fim de ano bem especial, pois ela está sendo executada sem moderação.


Fonte: Guia-me via Folha Gospel

Leonardo Gonçalves sai em defesa de Kleber Lucas e critica a música “O Nosso General é Cristo”


"pra alguém, por exemplo, que foi torturado por um general, como você acha que soa cantar “o nosso general é Cristo”?", questionou o cantor.

O cantor Leonardo Gonçalves saiu em defesa do cantor e pastor Kleber Lucas, que voltou a causar polêmica nas redes sociais ao compartilhar um trecho de sua participação no Mídia Ninja, onde ele aparece sendo entrevistado pelo cantor Caetano Veloso, o pastor da Batista Soul fala sobre o racismo, e diz que o hino “Alvo Mais Que a Neve”, da Harpa Cristã, é de uma conotação racista.

"é evidente q qdo david usou essa analogia no salmo 51 n tinha essa conotação. igualmente evidente é q hj é IMPOSSÍVEL dissociar essa analogia das teologias de domínio e opressão q legitimizaram a escravidão transatlântica do povo preto e a colonização do continente africano.", disse o cantor Leonardo Gonçalves, que também participou da entrevista do Mídia Ninja junto com Kleber Lucas.

"ok… tentei dizer algo complexo em um único tweet e embora eu ache q está tudo lá, vou tentar desdobrar um pouco começando com o mais óbvio: NINGUÉM disse q os txts da Bíblia q utilizam a metáfora de "alvo" e “neve” etc são txt racistas. muito menos q os autores são racistas.", continuou o cantor que publicou diversos outros twittes para defender Kleber Lucas.

Em um de seus twittes, o cantor Leonardo Gonçalves deu sua visão sobre canções cristãs que, segundo ele, com o passar dos anos perderam os sentidos originais e falou que o corinho "O Nosso General é Cristo" pode não ser bem recebido por pessoas que foram torturadas durante as ditaduras militares que aconteceram na América Latina.

"Depois de incontáveis ditaduras militares na América Latina com uma penca de militares e até generais comprovadamente torturadores, em especial pra alguém, por exemplo, que foi torturado por um general, como você acha que soa cantar 'o nosso general é Cristo'?", questionou. "vc pode chamar de militância, mas estamos falando de SENSIBILIDADE. e a fala original é do @prkleberlucas. um homem preto q cresceu na favela. sua fala está marcada pela sua experiência. vc não consegue ter sensibilidade pra OUVIR e REFLETIR?", continuou.

O cantor também fala que essas canções são responsáveis por uma suposta visão “bélica” que muitos evangélicos têm.

"a visão bélica q grande parte dos evangélicos de hj têm do Evangelho e do evangelicalismo e do próprio DEUS passa TAMBÉM pelas músicas. mts delas marchas. mts usando linguagem de guerra e expressões como “general” etc. aí vc pode dizer q essa linguagem toda está na Bíblia."

Gonçalves falou também de várias canções no hinário da Igreja Adventista do Sétimo Dia que usam as palavras "gozo" e "gozar" – que significam alegria.

"vou dar um exemplo ridículo pra ilustrar: tinha um monte de hino, pelo menos no hinário adventista, q continha a palavra "gozar" ou "gozo". vc vai me dizer q o significado dessa palavra NÃO mudou? tanto mudou q foram substituindo essa palavra pq tava ridículo!", disse o cantor.

Em outro tweet, Leonardo Gonçalves publicou duas imagens, em uma delas Jesus é branco e na outra é negro, e disse que apenas uma delas incomoda.

"provavelmente nenhuma das duas imagens possuem qq semelhança com o Jesus histórico. mas apenas uma delas incomoda ao ponto de evocar expressões como 'estão querendo mudar a Bíblia' ou 'aí já estão forçando a barra' ou 'q desnecessário' ou 'q exagero'. por que será?", questionou.


Folha Gospel com informações de Pleno News

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Kléber Lucas e Leonardo Gonçalves aceitam convite de Janja para cantar na posse de Lula


Entre os nomes confirmados estão Pablo Vittar, Gabi Amarantos, Martinho da Vila, Valeska Popuzuda e Johnny Hooker, que chamou Jesus de “bicha e travesti”


O cantor evangélico Leonardo Gonçalves disse, nas sua redes sociais, que aceitou o convite para cantar no show da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

O evento, batizado de Festival do Futuro, ocorrerá no dia 1° de janeiro, logo após a solenidade de posse.

O convite foi feito por Janja, esposa de Lula, e pelo também cantor gospel, Kleber Lucas, que fazem parte da equipe de transição de governo.

é dentro deste contexto q recebo e aceito o convite de @JanjaLula e do @prkleberlucas pra cantar no show da posse do presidente eleito no dia 01.01.", disse o cantor dentro de uma sequência de twittes onde falou de seus críticos e elogiou os que votaram em Lula no segundo turno das eleições de 2022.

"é fato estatístico inconteste q msm c toda a instrumentalização da fé praticada pelas maiores lideranças evangélicas e msm c todo o esforço do governo bolsonaro junto ao campo evangélico, aproximadamente 30% dos evangélicos votaram em @LulaOficial neste 2° turno de 2022."

Na publicação feita no Instagram, o cantor Kleber Lucas, que também vai cantar na posse de Lula, deixou seu comentário elogiando Leonardo Gonçalves.

"Léo querido, que bom encontrar você no caminho! Um presente de Deus na minha vida. Vc é um cara incrível, admirável, elegante inteligentíssimo, articulado, fofoqueiro…amigo pra caramba, espiritual, verdadeiro… tudo que eu precisava na vida!!Amo vc. meu mano. Vai ser lindo lá!! Vamu q vamu", disse Kleber Lucas.

Show da posse de Lula

Além do cantor Leonardo Gonçalves, a esposa de Luiz Inácio Lula da Silva, Janja, anunciou, no final de novembro, a lista de artistas confirmados que irão se apresentar no show programado para a posse do novo presidente do Brasil que acontecerá no dia 1º de janeiro.

Entre os nomes confirmados estão Pablo Vittar, Gabi Amarantos, Martinho da Vila, Gilsons, Chico César, Luedji Luna, Teresa Cristina, Fernanda Takai, Marcelo Jeneci, Odair José, Otto, Tulipa Ruiz, Maria Rita, Valeska Popuzuda, BaianaSystem e Duda Beat.

Outro nome que está confirmado é o de Johnny Hooker, cantor pernambucano que ficou conhecido no Brasil em julho de 2018 após dizer que Jesus é “bicha e travesti” enquanto defendia um espetáculo realizado em Garanhuns onde Jesus foi representado como travesti.

Fonte: Folha Gospel

sábado, 19 de novembro de 2022

Kleber Lucas lança música gospel com Caetano Veloso


Kleber Lucas ganha versão nova com participação de Caetano Veloso


O cantor gospel Kleber Lucas vai lançar juntamente com Caetano Veloso uma nova versão do seu hit mais famoso – "Deus cuida de mim".

"Um dos maiores hits da música gospel brasileira, 'Deus Cuida de Mim', sucesso de Kleber Lucas, ganha versão nova com participação de Caetano Veloso", diz a chamada da matéria que foi celebrada na Folha de São Paulo.

Para quem estranha tal anúncio, não é de tanto espanto a iniciativa, uma vez que Kleber Lucas há tempos transita em meio aos nomes da esquerda musical no Brasil.

Recentemente o cantor esteve na Globo, no programa Conversa com Bial, e disse que o "Brasil não é do Senhor Jesus".

Lucas, que é pastor em sua comunidade, é alvo de muitas críticas por seus posicionamentos ecumênicos e políticos.

O cantor apoiou Lula para a presidência e também participou de uma canção contra o presidente Bolsonaro, junto de Leonardo Gonçalves.




MEU COMENTÁRIO:

Não faço aqui juízo de valor musical, no entanto, não posso deixar de registrar meu ponto de vista pessoal, quanto as questões que envolvem o sentido espiritual, testemunhal e ministerial do cantor que ainda se diz "gospel":

Lamentavelmente, descendo a ladeira na banguela, sem freio e ainda em alta velocidade.

Oremos por Kléber Lucas.



quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Kleber Lucas participa de comercial ao lado de representantes de outras religiões - ASSISTA AQUI


O Pr. Kléber Lucas é conhecido por levantar a bandeira da tolerância religiosa

A loja de departamento Leader convidou representantes de várias religiões para sua campanha de Natal e o cantor Kleber Lucas foi escolhido para representar os evangélicos.

Por meio de um vídeo divulgado nesta terça-feira (19) nas redes sociais, a empresa com lojas em vários estados brasileiros falou sobre respeito às diferenças como um ato de fé.

A Leader faz um convite ao respeito e ao entendimento. É tempo de valorizar aquilo que nos une, não o que nos separa”, diz a descrição do vídeo.

Além de Kleber Lucas, aparecem no vídeo a candomblecista Clarisse Miranda, o católico Carlos Lins e o judeu Marcos Akstein.

O cantor, que também é pastor da Igreja Batista Soul, tem uma história de luta pela tolerância religiosa, participando de eventos como o Criança Esperança e até de um ensaio sobre o tema.

Fonte: JM Notícia

ASSISTA AQUI

domingo, 25 de agosto de 2019

Kleber Lucas critica “ignorância” de evangélicos e diz que está em terapia após 3° divórcio

O cantor e pastor Kleber Lucas falou sobre seu recente divórcio, os planos para seu novo álbum, "M.O.S.A.I.C.O." e se queixou de ignorância no meio evangélico em uma recente entrevista.
Com 30 anos de carreira, sendo seis como pastor da Igreja Batista Soul, Kleber Lucas disse que convive com arrependimentos e que parte disso se reflete em seus casamentos que terminaram em divórcio.
"Eu me arrependo e vivo me arrependendo de coisas. O que está mais evidente e óbvio é que sou uma pessoa que está no terceiro divórcio. Estou procurando ajuda pastoral e de terapeuta para uma releitura da minha própria caminhada. Eu me arrependo, por exemplo, de ter me separado da Mabeni, quando a Michelle e o Raphael eram novinhos e ele pediu pra ir comigo. Eu tive que conviver com isso durante dez anos até o dia em que o Raphael entrou por essas portas daqui de casa com a mala dele", desabafou.
"Também me arrependo de ter viajado enquanto meus filhos estavam nas festinhas de escola e reunião de pais. E me arrependo de não ter procurado ajuda quando vi meu casamento com a Mabeni acabando. Hoje temos um bom relacionamento e, graças a Deus, que a Mabeni teve muita misericórdia de mim e não voltou para Goiás. Eu não suportaria viver longe dos meus filhos e, apesar de ter sido deixada, ela foi muito corajosa de ficar aqui no Rio de Janeiro e estar aqui até hoje. Apesar de estarmos separados, ela sabe que nunca vai ser esquecida por mim", acrescentou Kleber Lucas.
Apesar da ruptura no casamento citada pelo cantor e pastor, seu filho Raphael Lucas colaborou na música No Olho do Furacão, que fará parte do repertório do novo disco de Kleber Lucas. Segundo ele, a relação é estreita:
"Eu me separei da Mabeni, mas nunca me separei do Rapha nem da Michele. A gente sempre foi cúmplice na criação dos filhos. Sempre fui uma voz paterna na vida deles mesmo à distância nas viagens. Eu tenho a alegria de ter os meus dois filhos hoje morando comigo", contou.
"É muito bom perceber uma relação de amizade com os meus filhos, mas eu sou pai, não sou o melhor amigo dos meus filhos. Assim como a Mabeni é a mãe, eu sou um pai que tem uma voz forte na vida deles, mas ao mesmo tempo tem esse lugar do pertencimento e do acolhimento. Tê-los por perto é uma cura para a minha vida. Eu não poderia ser mais grato a Deus por ter os meus dois filhos morando comigo e ver as coisas acontecendo na vida deles. O Raphael está fazendo o maior sucesso compondo para famosos, mas tem amigos milionários e tem amigos que o pai é porteiro de prédio. Eu criei meus filhos para serem humanos e não para serem filhos de cantor famoso. Criei para tratar todo mundo bem", afirmou o pastor.
Sobre o trabalho de aconselhamento com pastores e terapia, Kleber Lucas disse que vem encontrando fraquezas que havia ignorado antes:
"Sou o protagonista da minha própria história, então, não posso transferir a causa da minha fraqueza, dos meus fracassos. Não vou colocar esse débito na conta de ninguém. Então, eu vou descobrindo uma pessoa que não soube lidar bem, por exemplo, com fragmentações de família, com um ambiente social de esquecimento, alguém que sempre fez perguntas para respostas para as quais não teve".
O divórcio mais recente, de Danielle Favatto, é um caso ainda em aberto em termos de sentimento para o pastor:
"Ainda estou no processo de repensar a vida e a trajetória. Desses três casamentos, duas decisões de terminar foram minhas e, por isso, não dói só em quem é deixado, mas também dói em quem deixa e vai embora. Fica uma lacuna na alma, um luto que você tem que conviver, um sentimento de fracasso enorme e você tem que dar conta da vida com essas lacunas".
Kleber Lucas falou ainda sobre sua relação com Deus, enfatizando que tudo se baseia na fé:
"É complexo pensar em Deus porque Ele é Pai, Filho e Espírito Santo e essa experiência com o sagrado tem que ser desenvolvida pela fé. Ao longo desses 33 anos de caminhada cristã, sempre penso que a minha caminhada tem sido de ouvir Deus pela meditação na Palavra, pelas orações, pelo sermão que é pregado, pelas circunstâncias que me ocorrem".
Na entrevista ao portal Pleno News, o pastor comentou sua relação de proximidade com sacerdotes de outras religiões, principalmente de matriz africana:
"Fui criado na favela com uma mãe solteira, criando três filhos, morando de favor. Fui criado sendo despejado de barraco em barraco feito de pau a pique com telhado de zinco. Às vezes, batia a chuva e levava tudo. A gente morou em porões de casas, na cozinha ou no quarto de pessoas e muitas delas eram da Assembleia de Deus, de Igreja Católica, de igreja nenhuma e muitas eram de terreiro de candomblé. As mães de santo se preocupavam em saber se os filhos de Maria tinham comida em casa. Quando você está com fome na favela e a comida chega, você não faz pergunta se ela chegou da igreja evangélica ou do centro de candomblé. Você quer comer e come com alegria. Fui muito abençoado por Deus através de mães e pais de santo, de pastores evangélicos, de ateus, de agnósticos, de bêbados e até de bandidos."
"Eu fui criado nesse ambiente plural e aprendi a respeitar a opinião das pessoas. Conviver pacificamente é um princípio democrático e aprendi isso, não na minha orientação do Mestrado pela UFRJ, mas na favela onde você aprende a compartilhar espaços. Quero conviver pacificamente com essas pessoas, inclusive as que pensam diferente de mim. Esse é o meu lugar respeitoso de convivência pacífica. Não estou falando de Salvação, mas de respeito. Eu quero respeitar o sagrado do irmão porque quero que o meu sagrado seja respeitado", argumentou.
Em outra resposta, o pastor acusou setores da igreja evangélica de conviver confortavelmente com a falta de conhecimento:
"A ignorância é um prato servido, muitas vezes, em escolas e nessa mídia nociva que a gente tem. As informações são tendenciosas com um cunho extremamente ideológico e polarizado pra sustentar um projeto, seja ele religioso ou político. A informação está recheada dessa coisa de sustentar uma ideia, então, a gente vai se alimentando disso. Nós vivemos dias desafiadores porque, ao mesmo tempo em que todo mundo tem esse lugar de fala nas redes sociais, as informações vão circulando da forma mais esdrúxula possível e as pessoas vão engolindo sem fazer perguntas. A gente vê uma nação toda se alimentando de esterco e isso é complicado", opinou.
Fonte: Folha Gospel

ASSISTA AQUI


quinta-feira, 4 de julho de 2019

Igreja Soul decide manter Kleber Lucas como seu pastor presidente

No último domingo (30) os membros da Igreja Batista Soul se reuniram em assembleia e decidiram manter Kleber Lucas como pastor da denominação.
A decisão se deu por conta do divórcio entre o cantor e Danielle Favatto, que também liderava a denominação.
Segundo postagem publicada no Instagram da igreja, a decisão para mantê-lo como pastor presidente foi unânime.
"Tal ato referenda que a igreja estabelece que seu objetivo maior é levar o evangelho aos outros, difundir a Palavra de Deus, entendendo que sempre é necessário caminhar mais uma milha e tendo como lema 'um lugar para recomeçar'", diz trecho do texto.
A igreja ainda reafirma que "tem seus preceitos baseados na Bíblia" e que tem bem definida "que nossa caminha está apenas começando".
Kleber Lucas e Danielle lideravam a Igreja Batista Soul. Com o divórcio, ele se manteve na denominação e ela saiu, sendo seguida por muitos membros.
Fonte: JM Notícia
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