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sábado, 19 de novembro de 2022

Kleber Lucas lança música gospel com Caetano Veloso


Kleber Lucas ganha versão nova com participação de Caetano Veloso


O cantor gospel Kleber Lucas vai lançar juntamente com Caetano Veloso uma nova versão do seu hit mais famoso – "Deus cuida de mim".

"Um dos maiores hits da música gospel brasileira, 'Deus Cuida de Mim', sucesso de Kleber Lucas, ganha versão nova com participação de Caetano Veloso", diz a chamada da matéria que foi celebrada na Folha de São Paulo.

Para quem estranha tal anúncio, não é de tanto espanto a iniciativa, uma vez que Kleber Lucas há tempos transita em meio aos nomes da esquerda musical no Brasil.

Recentemente o cantor esteve na Globo, no programa Conversa com Bial, e disse que o "Brasil não é do Senhor Jesus".

Lucas, que é pastor em sua comunidade, é alvo de muitas críticas por seus posicionamentos ecumênicos e políticos.

O cantor apoiou Lula para a presidência e também participou de uma canção contra o presidente Bolsonaro, junto de Leonardo Gonçalves.




MEU COMENTÁRIO:

Não faço aqui juízo de valor musical, no entanto, não posso deixar de registrar meu ponto de vista pessoal, quanto as questões que envolvem o sentido espiritual, testemunhal e ministerial do cantor que ainda se diz "gospel":

Lamentavelmente, descendo a ladeira na banguela, sem freio e ainda em alta velocidade.

Oremos por Kléber Lucas.



segunda-feira, 25 de abril de 2022

Justiça mantém absolvição de Marco Feliciano por chamar Caetano Veloso de pedófilo


Em 2017 Marco Feliciano disse que Caetano Veloso cometeu pedofilia


A 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve a absolvição do deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) na ação em que o pastor era acusado pelo cantor e compositor Caetano Veloso de cometer crimes de calúnia, difamação e injúria.

O acórdão foi publicado nesta quarta-feira (20/4).

O caso começou no ano de 2017, quando Marco Feliciano disse que Caetano Veloso cometeu pedofilia contra a esposa Paula Lavigne, pois o casal teria tido a primeira relação sexual quando ela tinha 13 anos, e ele, 40.

Em 2018, durante entrevista concedida a uma rádio, o deputado federal declarou: "Eu questionei ele [Caetano Veloso] – uma pessoa pública, uma pessoa em que as pessoas se espelham – e ele pontuou, com requintes de orgulho, que fez sexo com uma menina de 13 anos. Hoje, a lei diz que isso é crime".

Em 9 de setembro de 2021, a 6ª Vara Criminal de Brasília rejeitou as queixas-crime apresentadas por Caetano Veloso e absolveu o deputado. O cantor recorreu e alegou que "travestir o debate político em discurso de ódio é a prática recente que mais tem contribuído para tornar a política um campo de intolerância e violência".

Mas o relator do caso, desembargador do TJDFT Asiel Henrique de Sousa, entendeu que as falas de Feliciano "estão inseridas em contexto de debate público que se travou à época". "A prova dos autos não demonstra a presença do elemento subjetivo dos tipos penais de injúria ou de difamação", afirmou. Os demais desembargadores votaram com Sousa.

Fonte: Metrópoles via Folha Gospel

sábado, 12 de março de 2022

“Eu sou e sempre fui um cantor cristão”, se defende Leonardo Gonçalves


O cantor Leonardo Gonçalves reagiu à repercussão de sua participação em ato com Caetano Veloso

Após repercussão – incluindo muitas críticas – por sua participação no Ato pela Terra, o cantor Leonardo Gonçalves reagiu com um desabafo nas redes sociais sobre “rótulos” que lhe são atribuídos.

O cantor integrou o grupo de artistas que militaram em favor das terras indígenas, em um ato liderado por Caetano Veloso.

Leonardo iniciou uma sequência de posts no Twitter dizendo que uma de suas maiores lutas pessoais é pelo “direito de ter o rótulo/selo de gospel/evangélico/cristão”.

– Uma de minhas maiores lutas pessoais hoje em dia é pelo direito de ter sobre mim (e meu trabalho) o rótulo/selo de gospel/evangélico/cristão. Eu sou – e sempre fui! – um cantor gospel/evangélico/cristão. Ou como eu gostava de me definir: um cantor brasileiro de música religiosa – escreveu.

Na visão do artista, o título de gospel, evangélico ou cristão lhe é negado pelo fato de ele defender pautas consideradas progressistas.

– Querem me negar o título de gospel/evangélico/cristão não por algum aparente problema moral ou escândalo; tampouco por questões teológicas e/ou espirituais; mas unicamente por eu defender pautas de direitos humanos (em especial antirracistas) e de proteção ambiental.

O cantor também compartilhou as estatísticas do vídeo com o trecho de seu discurso na manifestação, que foi postado em seu perfil no Instagram. De acordo com os dados, dentre quase 400 mil visualizações, cerca de 159 mil foram de usuários que não lhe seguem.

– Bem-vindos ao evangelicalismo brasileiro de 2022 – finalizou.

Fonte: Pleno News

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Marco Feliciano ganha ação judicial movida por Caetano Veloso


O deputado e pastor Marco Feliciano (Republicanos-SP) ganhou a ação judicial movida pelo cantor Caetano Veloso. O cantor tinha acusado o parlamentar de injúria, difamação e calúnia, mas não teve as queixas acatadas pelo juiz Nelson Ferreira Junior, do TJDF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal).

Além disso, Caetano foi condenado a pagar R$ 6 mil em honorários para os advogados de Feliciano. O músico sentiu que teve sua imagem prejudicada quando o pastor o acusou de estupro de vulnerável e o chamou de “pedófilo”.

Em 2017, o deputado escreveu no Twitter: “Por que a PGR (Procuradoria-Geral da República) não pede a prisão de Caetano Veloso? Estupro é crime imprescritível”. A vítima em questão seria Paula Lavigne, que teria começado a se relacionar com o cantor quando ela tinha 13 anos, e ele, 40.

Notificado que o músico buscaria uma ação legal, Feliciano foi novamente às redes sociais: “Todos nós sabemos que isso é crime, isso é estupro de vulnerável, isso é pedofilia e o Caetano se incomodou com isso e mandou uma notificação extrajudicial”.

A equipe jurídica de Caetano ressaltou no processo que os supostos ataques do deputado continuam públicos nas redes sociais. O pastor voltou a repetir essas falas meses depois, já em 2018, em um programa de rádio.

O juiz, no entanto, não reconheceu elementos que comprovem crime contra a honra do músico, inclusive falou que Feliciano fez “exercício legítimo da liberdade de criticar” e o absolveu.

O processo tinha passado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso, quando o deputado tentou conseguir foro especial pelo seu cargo. Como as declarações foram feitas fora do ambiente em que Feliciano é parlamentar, o pedido foi negado.

A decisão de hoje levou em consideração a condição financeira de Caetano, “renomado cantor, conhecido, inclusive, internacionalmente”, e o condenou a pagar R$ 3 mil em cada ação movida contra o parlamentar tratando desse caso. Como eram duas, o músico pode chegar a pagar R$ 6 mil.

O parlamentar comemorou a decisão no Twitter.


Fonte: UOL via Folha Gospel


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Clipe de Daniela Mercury que critica a ministra Damares tem quase o triplo de deslikes


Contando com a participação de Caetano Veloso, o single "Proibido o Carnaval" faz uma crítica à ministra Damares Alves.


O clipe de Daniela Mercury, lançado na última terça (5) já está chegando ao triplo de deslikes, se comparado ao número de curtidas que tem acumulado no canal oficial da cantora no Youtube.

Contando com a participação de Caetano Veloso, o single "Proibido o Carnaval" faz uma crítica a Damares Alves, devido à declaração que a ministra deu semanas atrás contra a ideologia de gênero, afirmando que "meninas vestem rosa e meninos vestem azul".

O vídeo está com mais de 2,5 milhões de visualizações, mas o que também tem chamado a atenção é a quantidade de reprovações. Enquanto o clipe acumula 105 mil curtidas, chega a mais de 300 mil descurtidas.

Com frases como "Tô no meio da rua, tô louca / Tô no meio da rua sem roupa"; "Iemanjá lá no Sul / Vai de rosa ou vai de azul" e "Abre a porta desse armário que não tem censura pra me segurar", o clipe traz claras alusões à ideologia de gênero e também à perversão sexual que enche as ruas brasileiras durante o carnaval.

Ao final do vídeo, a cantora ainda faz uma dedicatória do vídeo a Jean Wyllys.

"Dedico este videoclipe ao meu amigo amado e incansável guerreiro Jean Willys. Estamos te esperando de volta: o Carnaval não está proibido! Axé!!!", escreveu Daniela nos créditos do vídeo.

Os comentários de reprovação ao clipe se multiplicam nas redes sociais.

"Gente, mas o clipe é muito ruim mesmo, só pela música já devia ser detonado", comentou um usuário no Facebook.

Em outro comentário, uma mãe contou que o clipe está aparecendo em forma de anúncio até para desenhos infantis no Youtube.

"Pior é que o Clipe entra como Anúncio do Nada no YouTube, Meu filho tava Assistindo desenho e Entrou, Quando vi ele tava vendo a Daniela Mercury de Peito de Fora", disse a internauta.

Contradição

Apesar da música "Proibido o Carnaval" ter sido lançado como uma forma de "combater a censura", a opção de comentar no vídeo publicado no Youtube foi desativada pela administração do canal de Daniela Mercury, impedindo assim que os internautas expressassem sua opinião sobre o material exposto.

Fonte: Guiame

Confira aqui:



sábado, 10 de março de 2018

Zeca Veloso, filho de Caetano, revela seu lado evangélico




Zeca, filho de Caetano Veloso, que acompanha o músico junto com os dois irmãos, foi fotografado para a Vogue Brasil, que chega às bancas nesta quinta-feira (1º).

O jovem músico, de 25 anos, falou sobre os shows e o lado religioso, já que ele é evangélico e fiel que congrega na Igreja Universal do Reino de Deus. "Eu resisti. Mas, um dia, decidi seguir minha intuição e topei. Foi a melhor escolha que fiz", disse.

Em recente entrevista para o Globo, ele também falou sobre a fé: "Tive o primeiro contato com a fé cristã aos 10 anos. Desde então creio. Isso foi muito importante para minha vida e para eu estar conseguindo fazer esse show hoje", disse.

Por: Bruno Brandão em

Fonte: Folha Pe

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Caetano Veloso entra com queixa-crime no STF contra Marco Feliciano

Pastor Marco Feliciano disse que "estupro é crime imprescritível" lembrando de caso contado pela mulher do cantor Caetano Veloso

O cantor Caetano Veloso, através de seus advogados, entrou com uma queixa-crime contra o deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC/RJ), no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (11).
Eles acusam o parlamentar de injúria e difamação, através de suas publicações nas redes sociais. O motivo é o questionamento feito por Feliciano em um de seus vídeos sobre por que o Ministério Público Federal (MPF) não pedir a prisão do cantor, já que "estupro é crime imprescritível". O pastor mostrou diferentes sites onde possível "encontrar ele dizendo que tirou a virgindade de uma menina de 13 anos" na sua festa de 40 anos.
Segundo a defesa do cantor, os ataques pessoais contra Caetano começaram após este ter apoiado a performance que exibia nudez no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). No dia 14 de outubro deste ano, segundo a ação, Marco Feliciano saiu do tema até então debatido — a questão dos limites da liberdade e expressão na arte — e partiu para "ataques pessoais".
No vídeo citado, divulgado nas redes sociais, Marco Feliciano afirmou que artistas que "estão em campanha pela exposição de sexo e nudez", estão sendo "hipócritas e desonestos", e dignos de "serem transformados em piada". No fim da publicação, Feliciano lembra que "estupro é crime imprescritível".
Todos os seus argumentos sobre a conduta do cantor contra uma menor de idade, que mais tarde seria sua esposa, foram contados por Paula Lavigne em uma entrevista à revista Playboy em 1998, sendo confirmada por ela à Folha de São Paulo. Até hoje Caetano nunca desmentiu a versão de Lavigne, que continua casada com ele.
"Caetano Veloso se incomodou porque eu falei que ele… tirou a virgindade de uma menina de 13 anos de idade na festa de 40 anos dele. Todos nós sabemos que isso é crime, isso é estupro de vulnerável, isso é pedofilia e o Caetano se incomodou com isso e mandou uma notificação extrajudicial", reclamou Feliciano em outro vídeo.
Para os advogados de Caetano, "a intenção do parlamentar foi, inequivocadamente, a de ofender" e por isso deve ser enquadrada como injúria e difamação contra o cantor. A peça penal, enviada ao Supremo – por que Feliciano possui foro privilegiado, argumenta que "não há uma narração fática nesse trecho, mas 'somente' a atribuição de defeitos hipotéticos, a conduta do parlamentar se amolda ao tipo penal da injúria".
Até o momento, a assessoria do deputado federal Marco Feliciano disse que não foi notificada oficialmente.
Fonte: Gospel Prime
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