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quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

A censura nas redes sociais "faz parte da guerra de Gogue e Magogue", afirma rabino

"Controlar a mídia é como os liberais controlam as massas", disse o rabino judeu Pinchas Winston.

A censura se tornou um tema quente após os protestos em Washington DC na semana passada.

Em um movimento que muitos consideraram extremo, o Twitter suspendeu permanentemente a conta do presidente Donald Trump e o Facebook o seguiu, banindo Trump "indefinidamente". YouTube, Snapchat, Reddit e outros bloquearam, avaliaram ou excluíram postagens ou contas nos últimos dias.

O Twitter também bloqueou o general Michael Flynn (ex-assessor de segurança nacional do presidente Trump) e o Facebook removeu a página da campanha de Walkaway de ex-liberais que agora são defensores do movimento conservador.

O ex-embaixador dos Estados Unidos na ONU Nikki Haley disse que os gigantes da mídia social agem de uma forma característica da China comunista. Isso foi relatado pelo site Israel365 News .

O congressista Jim Jordan (republicano de Ohio) ecoou esse sentimento, escrevendo: "O que aconteceu no Capitólio na quarta-feira é tão ruim quanto pode ser, mas ignorar o discurso conservador não promoverá unidade e sanidade".

O congressista republicano da Flórida Matt Gaetz advertiu: "A tirania das grandes empresas de tecnologia está se revelando diante de nossos olhos" .

Pelo contrário, muitos democratas pedem ainda mais censura. O senador Mark Warner (D-Virginia) disse na quinta-feira que as ações do Facebook e do Twitter foram "tarde demais e não longas o suficiente" para conter o problema.

A ex-primeira-dama Michelle Obama pediu às empresas do Vale do Silício que "parem de permitir esse comportamento monstruoso", bloqueiem Trump permanentemente e criem políticas para evitar que a tecnologia "seja usada pelo líder do país para alimentar o insurreição".

Ironicamente, outros líderes mundiais que são substancialmente mais ofensivos do que o manifestamente ostentoso Trump podem postar livremente nas redes sociais, desde que não façam comentários que vão contra a agenda esquerdista da mídia social. O Twitter tem sido frequentemente criticado por permitir que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, convoque o genocídio contra Israel.

Na medida em que os gigantes da tecnologia de mídia social são empresas privadas e, como tal, têm a liberdade de escolher o que postar, os usuários irritados são livres para expressar seu descontentamento abandonando e levando seus negócios para outro lugar. Mas mesmo essa liberdade está sendo violada, pois a Amazon informou Parler , uma plataforma semelhante ao Facebook, mas com menos restrições e sem preconceitos de esquerda, que suspenderia sua hospedagem na web no domingo.

Os faraós de hoje

Rabino Pinchas Winston, um prolífico autor dos tempos do fim, observou que esse processo de aderir a um lado das coisas tem suas raízes na Bíblia.

"Foi assim que o Faraó endureceu o coração", disse Rabi Winston ao Israel365 News. "O coração de Faraó teve que ser duro o suficiente para negar a existência de Deus."

"Controlar a mídia é como os liberais controlam as massas", disse o rabino Winston. “Essa é uma característica do Faraó que nega a Deus. Bill Gates, Mark Zuckerberg, Jack Dorsey, eles são arrogantes, eles se veem exatamente como o Faraó se via; colocando-se no lugar de Deus, que é a fonte da verdade e do conhecimento. Eles acreditam que estão fazendo o melhor pela sociedade, por isso se permitem eliminar a liberdade de pensamento. Infelizmente, toda a justiça que essas pessoas buscam está enterrada sob o desejo de vingança e distorcida pela arrogância. Eles não acreditam no verdadeiro e no falso, nem mesmo no bem e no mal. Eles só acreditam em si mesmos”.

“Mas eles tiraram Deus de cena e se veem como o árbitro final do bem. Portanto, sua mensagem tenta convencer as pessoas de que Deus não existe, tentando tirar o livre arbítrio que Deus lhes deu controlando seus pensamentos".

"Visto que é uma agenda anti-Deus, este é um aspecto da Guerra Gog e Magog, que é uma guerra contra Deus", disse o Rabino Winston.

“Este é o fim da América como a conhecíamos. Isso pode acontecer por meio disso, mas mudará dramaticamente. Ir contra Deus sempre termina em fracasso. Hashem está no comando do mundo e o fim é claro. O problema é que essas pessoas podem causar muitos danos enquanto isso".

Com EvangelicoDigital via JM Notícia

terça-feira, 24 de março de 2020

Rabino-chefe de Israel pede à nação que se humilhe diante de Deus pelo fim da pandemia


David Lou instruiu os rabinos e os judeus a agirem espiritualmente em meio ao surto de coronavírus.


O rabino-chefe David Lau escreveu uma carta no domingo pedindo a todo o Israel que jejue até meia-noite da quarta-feira "para remover a doença de coronavírus do nosso meio".

"Dias difíceis estão afetando todo Israel e o mundo inteiro", escreveu Lau. "Neste momento, cabe a nós fazer um exame da [nossa] alma."

O rabino Lau quer que os israelenses examinem seu relacionamento com Deus e as pessoas ao seu redor. Para aqueles que não conseguem jejuar por motivos de saúde, ele os incentiva a praticar "ta'anit dibur", abstendo-se de qualquer discurso que não gire em torno da Torá ou da oração.

A carta do rabino-chefe instrui os rabinos municipais a realizarem orações na quarta-feira nas sinagogas de todo o país. No entanto, essas reuniões de oração devem obedecer às regras do Ministério da Saúde que limitam as reuniões a 10 pessoas e ordena que as pessoas fiquem a dois metros de distância.

"O bom Senhor ouvirá nossas orações e responderá a nós e nos redimirá de todos os severos decretos. Ele salvará em Sua grande misericórdia seu povo Israel e todas as crianças do mundo que precisam. Uma petição em busca da Divina Misericórdia", concluiu Lau.

Na manhã de terça-feira, 1.656 israelenses foram infectados com o COVID-19. Desses casos, 31 são graves. O Ministério da Saúde informou que 47 pessoas estão em condições moderadas e a maioria são casos leves.

Uma pessoa, uma sobrevivente do Holocausto, morreu da doença.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu realizou uma reunião de sete horas na segunda-feira com autoridades dos ministérios da Saúde e Finanças na segunda-feira para discutir a implementação de ordens de isolamento mais severas.

A mídia israelense informou que Netanyahu anunciaria na terça-feira essas novas restrições, que incluem o fechamento total do transporte público, limitando o quão longe os civis podem se afastar de suas casas.

Todas as lojas serão fechadas, exceto mercearias e farmácias.

A polícia será chamada a aplicar essas regras.

Fonte: Guiame

domingo, 10 de dezembro de 2017

A promessa de Deus a Josué será cumprida sobre Trump, dizem rabinos de Israel


Mais de 250 rabinos israelenses enviaram uma carta ao presidente dos Estados Unidos, declarando sua gratidão após o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.


Mais de duzentos rabinos israelenses enviaram uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarando sua gratidão e a bênção de Deus após o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

O presidente do Conselho Regional de Samaria, Yossi Dagan, enviou uma carta à Casa Branca expressando a gratidão de aproximadamente 250 rabinos israelenses. "Você tem o privilégio raro de ser o primeiro presidente a liderar o reconhecimento de Jerusalém como a eterna capital do Estado de Israel", escreveram os rabinos.

"Nós merecemos viver numa geração em que as profecias estejam sendo cumpridas, uma após a outra", continuou a carta, enfatizando que Trump está desempenhando seu papel nesse processo. "Os presidentes da América mereceram estar juntos com Israel ao cumprir a profecia do retorno a Sião e a construção do Estado de Israel".

A carta foi concluída com as seguintes palavras: "Temos certeza de que você será lembrado na história do povo judeu para sempre como alguém que ficou em pé e não teve medo. Que a promessa de Deus a Josué seja cumprida sobre você".

A mensagem ao presidente americano foi finalizada com um trecho bíblico do livro de Josué 1:1-9, quando Deus determinou bênçãos ao novo líder que levaria o povo judeu para a Terra Prometida.

"Nós vemos esse reconhecimento como mais uma etapa na implementação da profecia de Isaías para os não-judeus", disse em uma declaração à imprensa Shmuel Eliyahu, rabino-chefe da cidade de Safed, na Galileia e iniciador da carta.

Fonte: Guiame

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Rabino avisa judeus para voltarem a Israel: “A Europa está perdida”

Levantamento no Reino Unido mostra número recorde de casos de antissemitismo

Os recentes atentados de terroristas muçulmanos na Europa geraram um clima de apreensão em seus cidadãos. Embora somente o de Barcelona tenha sido amplamente noticiado, ocorreram outros atos similares na Alemanha e na Finlândia na mesma semana.
O rabino-chefe de Barcelona, Meir Bar-Hen declarou publicamente que as autoridades europeias não estão “reagindo adequadamente ao problema”. Ele alertou a comunidade judaica para os perigos do islamismo radical e disse que está estimulando os judeus a voltarem para Israel.
"Não pensem que devemos ficar aqui para sempre. Encorajo você a comprar imóveis em Israel… Não repitam o erro dos judeus argelinos e dos judeus venezuelanos. É melhor ir logo, antes que seja tarde demais. A Europa está perdida", concluiu o rabino.
Ele acredita que as autoridades estão relutantes em enfrentar ativamente o terrorismo islâmico. Ao assumir a responsabilidade pelo atentado em Barcelona, o Estado Islâmico fez questão de frisar que o ataque era contra “cruzados [cristãos] e judeus”.

Antissemitismo cresce no continente


As palavras de Bar-Hen ecoam um sentimento crescente em várias partes da Europa.
Uma pesquisa encomendada pela Campanha Contra o Antissemitismo, movimento judaico no Reino Unido, realizou entrevistas com mais de 10 mil judeus britânicos. Mais de um terço deles (37%) pensa em mudar para Israel por causa da perseguição religiosa.
O relatório, publicado semana passada, reúne dados desde 2015. A comunidade judaica do Reino Unido registrou 767 ataques antissemitas no primeiro semestre de 2017 – a maior média mensal já registrada desde que esse monitoramento começou, em 1984. No ano passado foram 1.309 incidentes, número 36% maior em relação à contagem de 2015.
Ao mesmo tempo, o doutor Efraim Zuroff, especializado no monitoramento de movimentos antissemitas, disse que as recentes demonstrações de ódio contra judeus nos Estados Unidos são pequenas se comparadas com o que acontece em países como Estônia, Letônia e Lituânia.
Por lá, segundo ele, as marchas públicas exigindo que os judeus vão embora são bastante comuns, mas não recebem a mesma atenção da mídia.
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 1 de março de 2017

Rabino afirma que o plano divino para a redenção da humanidade está próximo de seu desfecho


O fim está próximo. Essa é a constatação de muitos cristãos que ao observar as Escrituras, entendem que o dia do arrebatamento e o início da Grande Tribulação se avizinha. No entanto, um rabino compartilha da mesma opinião e avalia que o mundo está quase pronto para a “chegada” do Messias.
Mendel Kessin, um rabino que mora nos Estados Unidos e desenvolve parte de seu trabalho em Israel, onde faz palestras e pesquisas sobre a escatologia – o estudo das últimas coisas -, afirmou recentemente que “o mundo está 98% pronto” para a ascensão do Messias.
Como a ampla maioria dos judeus, Kessin acredita que o Messias ainda não foi revelado ao mundo, pois não crê que Jesus seja o Filho de Deus enviado ao mundo como Salvador.
De acordo com informações do Breaking Israel News, o rabino destacou que acredita que o Messias já nasceu, mas ainda não se revelou ao mundo porque as pessoas ainda não estão preparadas para ouvir sua mensagem.
Na palestra, realizada em uma sinagoga de Jerusalém completamente lotada, Kessin afirmou que desde o início dos tempos existe um processo de “retificação” em andamento, chamado tikkun no hebraico, algo necessário para que o Messias chegue.
Dentro desse “plano Divino”, Adão foi o primeiro agente de preparação, com a incumbência de corrigir questões inerentes à humanidade no plano físico e espiritual. “No plano original da Criação, Deus queria que a humanidade fizesse o trabalho de retificação. Não os judeus, mas a humanidade”, contextualizou.
A estratégia foi mantida por dois milênios, mas com a ausência de sucesso, Deus decidiu que elegeria o povo hebreu como o responsável pela retificação, e entregou três estratégias a eles: mitzvot [os 613 mandamentos bíblicos], teshuva [arrependimento] e yesurin [sofrimento].
Interligadas, essas coisas precisavam ser cumpridas integralmente para que o povo alcançasse o sucesso em sua missão de “arrumar a casa”. Entretanto, como não é possível cumprir a lei integralmente, Deus decidiu dar a oportunidade para as pessoas se arrependerem, e quando não fazem, terminam vivendo em sofrimento.
“Toda a história humana tem visado a preparação do mundo para receber a bondade de Deus”, afirmou Kessin, destacando que hoje, essa preparação está 98% concluída: “Deus criou o universo para demonstrar uma quantidade infinita de bondade ao ser humano. O que Deus quer é que você esteja sempre apegado a Ele”, destacou.
Nesse contexto, o rabino dá a entender que, diferetemente do que muitas correntes do judaísmo pregam, o papel do Messias que os judeus aguardam não será político, mas espiritual, elevando as pessoas a um nível maior de compreensão do mundo espiritual, inaugurando uma “era messiânica”.
Kessin costuma falar também sobre a profecia de Ezequiel, sobre uma grande batalha, que estaria próxima de se cumprir: “[Os adversários de Israel] juram que vão matar os judeus com armas nucleares. Essa é a guerra final de Gogue e Magogue”, lembrou.
Fonte: Gospel+

sábado, 15 de outubro de 2016

Rabinos contemporâneos a Jesus registraram a chegada do Messias, diz estudioso judeu

O judaísmo aguarda até hoje a chegada do Messias como alguém que, resumidamente, ajude o povo judeu a reconstruir o reino de Israel e derrotar seus inimigos. No entanto, de acordo com o messiânico Jonathan Cahn, rabinos contemporâneos a Jesus o reconheceram como o Messias.
Em uma entrevista concedida ao programa It’s Supernatural (“é sobrenatural”, em tradução livre) Jonathan Cahn afirmou que há casos de rabinos que registraram acontecimentos inexplicáveis no Templo de Jerusalém e associaram isso à chegada do Messias.
Cahn é rabino messiânico e um especialista em escritos antigos dos líderes religiosos judeus. Recentemente, ele publicou “O Livro dos Mistérios”, título que se tornou best-seller nos Estados Unidos e apresenta grande parte do conhecimento acumulado por ele durante seus anos de pesquisa.
De acordo com Cahn, os rabinos registraram em seus escritos que as manifestações sobrenaturais no Templo – como portas abrindo sozinhas – despertaram uma inquietude nas pessoas, que tentavam fechá-las, mas elas voltavam a se abrir.
Na entrevista, ele afirmou que há outros registros sobre a percepção dos rabinos a respeito da chegada do Messias: “Na verdade, em um dos livros chamado ‘Sinédrio de todas as coisas’, eles preveem em qual momento o Messias deveria passar por aqui e que ele sairia da Terra no ano 30 d. C. Está nos escritos rabínicos. Não há nada como isto na história. Isso realmente prova que o Messias está além de qualquer coisa”, afirmou Cahn.
Nos registros, as menções às ocorrências sobrenaturais tornam difícil a negativa de que algo realmente extraordinário aconteceu em Israel ao mesmo tempo em que Jesus Cristo esteve por lá e desempenhou seu ministério.
“Os escritos falam sobre o cordão vermelho que se tornou branco em meados do ano 30 d. C.”, citou Cahn, explicando que na tradição judaica acredita-se que o cordão só se tornaria branco quando Deus aceitasse o sacrifício de Yom Kippur. “De repente, algo cósmico aconteceu no Yom Kippur. Quando? Apenas no tempo de Jesus, Yeshua, que morreu pelos nossos pecados”, frisou.
Ao final da entrevista, o rabino messiânico afirmou que acontecimentos registrados na Bíblia como parte do princípio dos tempos estão ligados aos eventos que anteciparão o fim: “A maneira como Deus irá terminar esta era será a maneira como Ele começou esta era. O que havia no começo, haverá no final. É dessa maneira que Deus faz. Você vê Israel no início do mundo, você vê Israel no final. Você viu Jerusalém e vê Jerusalém novamente. Você vê judeus crentes [em Jesus no início da fé cristã], você vê crentes judeus no final. Você vê perseguição no início, você verá perseguição no final. Você vê o livro de Atos no início, e verá o livro dos Atos no final. Você vai ver um derramamento do Espírito”, concluiu.
Fonte: Gospel+

domingo, 8 de maio de 2016

Proeminentes rabinos israelitas estão convencidos que a chegada do Messias é eminente



Dois proeminentes líderes religiosos judeus reuniram-se recentemente para uma conversa muito importante, de facto tão importante que se tornou manchete na imprensa mundial.

O rabino Moshe Sternbuch, vice-presidente do tribunal rabínico e líder dos Edah HaChareidis em Jerusalém, fez uma rara visita ao rabino Chaim Kanievsky, na casa deste, em Bnei Barak.

Estes dois rabinos são das figuras mais proeminentes da Torah (Palavra) nos dias de hoje. As conversas tidas entre esses dois homens têm um enormíssimo significado, e o site hebraico Kikar Shabbat gravou o diálogo entre esses dois famosos rabinos.

A maior parte da conversa girou à volta das expectativas relacionadas com a vinda do Messias. Segundo o registo, ambos claramente acreditam que tal pode acontecer literalmente a qualquer momento.

O rabino Kanievsky afirmou que são esperadas tribulações. "São os dias antes do Messias" - explicou.

O rabino Sternbuch anuiu. "No final dos dias, aqueles que temem a Deus desesperarão e as suas mãos se soltarão de lutarem na guerra de Deus contra os pecadores, e não haverá ninguém em quem confiar, senão em Deus" - disse, acrescentando: "Temos de trazer o Messias."

"NO ANO APÓS O SHEMITAH, O FILHO DE DAVID VIRÁ"


O rabino Kanievsky respondeu que o Messias deverá estar chegando num futuro muito próximo. Citou ainda o Talmude (Megillah 17b), dizendo: "No ano após o shemitah, o Filho de David virá."

O ano depois do shemitah no calendário judaico termina neste próximo Outubro, por isso, as expectativas messiânicas em Israel serão altas até essa altura.

Ao mesmo tempo que estas expectativas são afirmadas pelos rabinos, as convulsões mundiais à volta da Terra de Israel sucedem-se, com o aproximar de uma provável resolução das Nações Unidas "forçando" à divisão da Terra entre judeus e árabes.

A Bíblia diz-nos que os conflitos finais da humanidade girarão à volta de Israel, e é isso que os nossos olhos presenciam diariamente.

Resta-nos esperar em fé e confiança o cumprimento final das promessas de Deus para o Seu povo!

Publicado em Shalom Israel via Notícias Cristãs
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