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sábado, 1 de junho de 2019

Marcelo Bretas pode ser o nome evangélico de Bolsonaro para o STF

Bolsonaro e Bretas, que é membro da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul e originário da Assembleia de Deus, se tornaram próximos recentemente


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou, em encontro da Convenção Nacional das Assembleias de Deus Madureira, nesta sexta-feira (31), em Goiânia, o Supremo Tribunal Federal (STF) – que estaria “legislando” ao tratar de temas como a criminalização da homofobia – e propôs um ministro evangélico para a corte. E, ao que tudo indica, segundo especulações da imprensa, Bolsonaro parece já ter um nome na manga.

O juiz Marcelo Bretas, Membro da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul, originário da Assembleia de Deus e que conduz a Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro.

Bolsonaro e Bretas se tornaram próximos nos últimos tempos, com o juiz tendo participado de um coquetel a convite do presidente.
Não há vagas no Supremo neste momento, o que só deverá acontecer a partir do próximo ano, quando chegarão à idade de se aposentar os ministros Celso de Melo e Marco Aurélio Mello.
Como uma das vagas, “a primeira que aparecer”, nas palavras de Bolsonaro, já está prometida para o ministro da Justiça, Sergio Moro, Bretas fica, desde já, de olho na segunda.
Com informações do BR2pontos via Revista Fórum

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Futuro ministro é condenado em ação de improbidade

Ricardo Salles irá ocupar a pasta do Meio Ambiente no governo de Jairo Bolsonaro

O futuro ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi condenado, nesta quarta-feira (19), por improbidade administrativa quando era secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo. Pela sentença, ele deverá pagar uma multa e teve seus direitos políticos suspensos por três anos.
Salles foi anunciado como ocupante da Pasta pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, no dia 9 deste mês. Sua condenação acontece após uma ação civil pública ambiental e de improbidade administrativa do Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
O órgão afirma que, durante o processo de elaboração do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental da Várzea do Rio Tietê, em 2016, “foram cometidas diversas irregularidades pelos demandados”, como mudanças que poderiam prejudicar o meio ambiente, de intimidação de funcionários e alteração de documentos. A fraude teria o objetivo de beneficiar setores empresariais.
O juiz Fausto José Martins Seabra, da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital considerou que o plano é “documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais de uma unidade de conservação, se estabelece o seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade”.
Além da violação de normas legais e regulamentares com a plena consciência de que tolhia a participação de outros setores que compunham o sistema ambiental e de que atendia a interesses econômicos de um grupo restrito em detrimento da defesa do meio ambiente escopo de sua pasta no Poder Executivo, o então secretário violou os princípios constitucionais administrativos da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade”, continuou.
A sentença ainda proíbe Salles de “contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.
Fonte: Pleno News

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Damares Aves é confirmada para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos

Assessora de Magno Malta foi anunciada na tarde desta quinta-feira por Onyx Lorenzoni

A advogada e pastora Damares Alves vai ficar à frente do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (6) pelo ministro extraordinário de transição, Onyx Lorenzoni.
A oficialização do nome de Damares veio junto com o anúncio de que a Fundação Nacional do Índio (Funai) também fará parte da pasta.
Por ordem do presidente Jair Bolsonaro apresento a ministra. Ela cuidará da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos – informou o futuro ministro da Casa Civil.
Antes do anúncio oficial, já sabia-se que a advogada era a favorita ao cargo. No entanto, a confirmação do nome de Damares só aconteceu após a liberação de Magno Malta, para quem a futura ministra prestava assessoria no Senado.
Agora, resta ainda a nomeação do ministro do Meio Ambiente, que completará as 22 pastas do governo Jair Bolsonaro.
Fonte:  Pleno News

domingo, 2 de dezembro de 2018

Bolsonaro confirma convite para pastora Damares Alves para Ministério e diz que Magno Malta não será “abandonado”

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) confirmou na última sexta-feira, 30 de novembro, que fez um convite à pastora Damares Alves, advogada e assessora parlamentar, para ocupar a pasta que englobará o Ministério dos Direitos Humanos, Mulheres e Família.
A informação divulgada na última quinta-feira, 29 de novembro, e inicialmente negada pela pastora, passou a ser tratada de forma mais firme pela imprensa, até que o próprio presidente eleito confirmou que havia feito o convite à pastora.
"[Damares Alves é uma] forte concorrente", disse Bolsonaro durante entrevistas concedidas em Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, em São Paulo, a emissoras católicas. É possível que a pasta passe a ser chamada Ministério da Família e Direitos Humanos. "É um ministério que se identifica muito com ela", acrescentou o presidente eleito.
A pastora está lotada no Senado como assessora de Magno Malta (PR-ES), e Bolsonaro foi questionado sobre qual seria o destino do amigo pessoal que se dedicou à sua campanha, mas não foi reeleito no Espírito Santo para o Senado. "O Magno Malta é uma pessoa que me ajudou muito, que eu respeito. Não vai ficar abandonado, ele tem como participar do governo em outra função", afirmou o presidente eleito, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.
"Existe campo para ele, sim. Mas, infelizmente, os ministérios estão se esgotando", ponderou Bolsonaro, antes de minimizar as críticas feitas pelo pastor Silas Malafaia: "Não fiz campanha prometendo absolutamente nada para ninguém, pretendemos aproveitar as boas pessoas, agora não podemos dar ministério para todo mundo", salientou.
Além disso, Bolsonaro afirmou que os ministérios deverão somar aproximadamente 20 pastas, e que há a possibilidade de escolher mais militares para o governo e que as indicações ocorrem com base no currículo dos indicados, de acordo com o compromisso assumido em campanha de selecionar técnicos para ocuparem os postos-chave.
Fonte: Gospel+
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