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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Pela primeira vez em 30 anos, Monte do Templo será aberto aos judeus no Dia de Jerusalém


O local sagrado será aberto para judeus no Dia de Jerusalém, que celebra a reunificação da cidade após a Guerra dos Seis Dias.

Pela primeira vez em três décadas, o local sagrado do Monte do Templo será fechado para os judeus no Dia de Jerusalém, data que marca a reunificação da Cidade Santa após a Guerra dos Seis Dias.

O Monte do Templo, sagrado para judeus, muçulmanos e cristãos, só fica fechado para a visita de não-muçulmanos nos dez últimos dias do Ramadã. Este ano, os últimos dias coincidem com o Dia de Jerusalém, marcado para 1º de junho.

A última vez que o Monte do Templo foi fechado para os judeus no Dia de Jerusalém foi em 1988, quando também coincidiu com o fim do Ramadã.

Sob um acordo estabelecido desde a vitória de Israel na guerra de 1967, os não-muçulmanos podem visitar o Monte do Templo, mas não podem orar lá. Os judeus são autorizados a entrar em horários limitados, mas são vigiados de perto e proibidos de qualquer exibição religiosa.

No ano passado, mais de 2.000 judeus visitaram o local no Dia de Jerusalém, sob supervisão policial. Como milhares de fiéis muçulmanos são esperados no Monte do Templo durante o fim de semana de 1º de junho, a polícia disse nesta segunda-feira (13) que a decisão foi tomada para manter a ordem pública na Cidade Velha.

Uma declaração do distrito policial de Jerusalém disse que o local seria fechado para judeus e turistas “por razões de segurança pública e ordem pública”.

Os grupo de direita “Estudantes pelo Monte do Templo” denunciaram a decisão e prometeram lutar contra ela, dizendo que eles “não ficarão mais de braços cruzados diante da discriminação contra os judeus em seu lugar sagrado, especialmente no dia precioso da libertação do local”.

Muçulmanos palestinos rezam no complexo da mesquita de Al-Aqsa,
no Monte do Templo, durante o Ramadã. (Foto: Ahmad Gharabli/AFP)


O grupo convocou os políticos “dedicados aos valores da democracia, liberdade de culto e liberdade de acesso” a exigirem o acesso ao Monte do Templo no Dia de Jerusalém.

Todos os anos, dezenas de milhares de israelenses celebram o aniversário da reunificação de Jerusalém em um desfile pela Cidade Velha, que é frequentemente marcado pela tensão com os palestinos locais.

A chamada Marcha da Bandeira, na qual jovens judeus marcham pela Cidade Velha de Jerusalém, enfeitada de branco e azul, aumentou as tensões em sua rota pelo bairro muçulmano.

Os lojistas palestinos ao longo da rota são forçados a fechar seus negócios durante o desfile, e os moradores do bairro muçulmano são aconselhados a ficar em casa.

No domingo, o jornal israelense Haaretz informou que a polícia de Jerusalém está considerando limitar a rota para a marcha deste ano para manter a ordem.
Depois que Israel capturou Jerusalém Oriental na Guerra dos Seis Dias, em 1967, a cidade foi anexada ao país e Jerusalém foi declarada a capital indivisível de Israel. No entanto, o movimento não foi reconhecido por grande parte da comunidade internacional.

Os palestinos encaram Jerusalém Oriental como a capital de seu futuro Estado, e o status da cidade está entre as questões mais contenciosas do conflito israelo-palestino.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Batalha dos deuses: judeus e muçulmanos invocam divindades no Monte do Templo

Muçulmanos gritavam "Allahu Akbar" [Allah é Grande], enquanto alguns judeus replicavam com Adonai hu ha'Elohim" [O Senhor Deus é o único Deus].

O vídeo é curto. Em apenas dois minutos ele mostra que o conflito milenar continua vivo em Israel. Apesar da proibição das autoridades, um grupo de 42 judeus, incluindo alguns rabinos e políticos subiram ao Monte do Templo para orar.
Quando eles começaram a fazer as invocações do "Shemá", de Deuteronômio 6:4: "Shemá, Yisrael, Adonai Eloheinu, Adonai Echad” "(Ouve, ó Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor)", os palestinos e oficiais árabes revidaram e forçaram a saída do grupo.
Eles gritavam "Allahu Akbar [Allah é Grande], enquanto alguns judeus replicavam com   Adonai hu ha’Elohim” [O Senhor Deus é o único Deus]. A polícia israelense precisou intervir e retirou todo o grupo do local antes que ocorressem agressões.
Após o acordo de paz assinado entre Israel e a Jordânia após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, o Monte do Templo passou a ser controlado pela Waqf, entidade islâmica responsável pelos lugares sagrados. Eles permitem que cristãos e judeus subam ao Monte, mas restringem as orações não islâmicas.
As tensões no local aumentaram muito desde que o presidente Trump, reconheceu oficialmente Jerusalém como a capital de Israel, no mês passado.
O rabino Yisrael Ariel, um rabino muito respeitado e fundador do Instituto do Templo, organização que trabalha pela construção do Terceiro Templo no local, estava no grupo.
Ele lembra que o Tribunal Superior de Israel está julgando um processo aberto pelo movimento Unidos pelo Monte do Templo, que reúne vários grupos pedindo mais liberdade para os judeus. A decisão da mais alta corte de justiça do país, que deve ser anunciada no mês que vem, poderá garantir uma liberdade maior aos judeus no local mais sagrado do judaísmo.
Com informações de Breaking Israel News via Gospel Prime
Assista aqui:

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

“Em 2017, os judeus ganharam a batalha pelo Monte do Templo”, comemoram ativistas

Muitos rabinos não proíbem mais que judeus subam ao local

No ano passado, um número recorde de judeus subiu ao local mais sagrado de sua fé, o Monte do Templo. Para alguns dos ativistas pela construção de um Terceiro Templo, isso é até mais significativo que a vitória de Israel na Guerra de 1967, quando unificaram Jerusalém, retomando a porção Oriental das mãos da Jordânia.
Para esses judeus, o próximo passo seria a retomada da oração no Monte do Templo, algo que deve ser decidido dentro de algumas semanas, quando será comunicado o resultado de um processo judicial. Atualmente é proibida toda manifestação religiosa não muçulmana.
Yera’eh, uma organização que promove a subida ao Monte Moriá – ou Monte do Templo, como é mais conhecido – afirma que, em 2017, 25.628 judeus estiveram ali. Isso é quase 60% a mais que os 14.626 que subiram em 2016. Em 2014 e 2015, o número não passou de 11.000 a cada ano. Em 2009, quando a contagem foi feita pela primeira vez, apenas 5.658 judeus visitaram o alto do Monte.
Elisha Sanderman, representante da Yera’eh, acredita que isso é algo a ser comemorado. "Cinquenta anos atrás, os paraquedistas das Forças de Defesa de Israel reconquistaram o local durante a guerra e anunciaram: 'O Monte do Templo está em nossas mãos', mas isso nunca se materializou em plenitude", lembra Sanderman. "Atualmente, a nação está expressando sua conexão com nosso local mais sagrado e podemos dizer com toda sinceridade: 'O Monte do Templo está em nossas mãos'".
Segundo as estatísticas do governo israelense, mais de 300 mil cristãos visitam o Monte anualmente. Incluído neste número estão os judeus que não se identificam como judeus. As autoridades desestimulam a subida, pois o acordo de paz assinado no final da Guerra dos Seis Dias, em 1967, deixou o controle nas mãos do Waqf, autoridade islâmica ligada ao rei da Jordânia.
Asaf Fried, porta-voz do Movimento Unidos Pelo Templo, concordou que o ano passado pode ter marcado um passo importante no processo que levará ao Terceiro Templo.
"A guerra pelo Monte do Templo finalmente acabou", acredita Fried. "Agora, precisamos de mais judeus subindo ao Monte do Templo, e todos precisamos dedicar-se muito mais às questões espirituais, pois o próximo passo é a vinda do Templo".
Ele cita dois motivos para essa mudança drástica. "Houve um poderoso despertamento espiritual entre os judeus de todas as linhas em relação ao Monte do Templo", destaca. "Isso é igualmente verdade entre os rabinos. Antigamente, parecia ser um consenso entre os rabinos influentes que a subida ao Monte do Templo devia ser proibida. Na semana passada, o rabino Eliezer Melamed, um especialista de renome mundial na lei da Torá, declarou que era permitido".
"O outro motivo é que as questões de segurança melhoraram muito. Em 2014, subi com meus filhos em um grupo de 15 pessoas. Centenas de árabes correram até nós, gritando 'Allahu Akhbar' e nos amaldiçoando. Mesmo que a polícia nos acompanhasse, era insustentável. Tanto os judeus quanto os cristãos eram tratados com agressividade".
"Agora, o local está mais quieto", destaca Fried. "Quem vai até lá tem a capacidade de meditar sobre o significado do lugar".
O Movimento Unidos Pelo Templo, liderado por Yaakov Hayman, conseguiu levar até a Suprema Corte do país um processo pedindo que os judeus possam visitar livremente o local, sem precisarem do acompanhamento da polícia ou dos guardas do Waqf. O veredito deve sair até o final de janeiro.
Hayman lembra que a situação mudou muito após a chegada de Trump ao poder. "Quando nós iniciamos o processo junto à Suprema Corte, no ano passado, o presidente Obama apoiava a resolução do Conselho de Segurança da ONU condenando a presença israelense em Jerusalém".
"Agora, a questão política é totalmente diferente. O presidente Trump acaba de declarar que Jerusalém é a capital de Israel. Isso tem uma enorme influência sobre o que acontecerá no Monte do Templo. O palco está sendo totalmente definido para as coisas que estão por vir", comemora Hayman.
O rabino Hillel Weiss, porta-voz do Sinédrio e chefe da organização Templo em Sião é mais cauteloso em sua avaliação. "Este é um fenômeno maravilhoso e abençoado, mas precisamos fatos mais concretos para que isso tenha um significado duradouro", disse Weiss. "Precisamos ter liberdade de fazermos orações, tanto individualmente como em grupos. E a possibilidade de carregarmos para lá pergaminhos da Torá. Isto é o que trará de volta o serviço do Templo".
Ele repete a tradição milenar ao encerrar dizendo: "O Monte do Templo é o centro do mundo. Quando ocorrem mudanças significativas aqui, logo as mudanças aparecem em todo o mundo".
Com informações de Breaking Israel News via Gospel Prime

domingo, 28 de maio de 2017

Número recorde de judeus no monte do Templo em Jerusalem



"Ate agora, nunca vi nada assim no Monte do Templo!" - afirmou extasiado o rabi Medan, um dos muitos judeus que aproveitaram as celebrações do "Dia de Jerusalém."

E foram cerca de 1.000 judeus a ascender ao Monte do Templo nesse dia! Nada visto até agora depois da destruição do Templo no ano 70 d.C.

Neste "Dia de Jerusalém" - Quarta-Feira passada, 24 de Maio no nosso calendário ocidental - os judeus israelitas celebram a libertação e reunificação de Jerusalém, há precisamente 50 anos atrás, durante a mítica "Guerra dos Seis Dias."

O maior número de judeus que num só dia tinham ascendido ao Monte até agora tinha sido 495 pessoas.

"Ponto de Viragem"?

Os organizadores deste evento expressaram incontida satisfação, chegando até a considerar-se estarmos a chegar a um "dramático ponto de viragem" em relação ao Monte do Templo.

O apoio a este evento foi enorme, e surgiu a partir de rabis, estudantes e até de ministros do governo.

Muito público também é positivo em relação à possibilidade de mais e mais judeus poderem ascender ao Monte do Templo, o lugar mais sagrado para o judaísmo.

Poderemos estar a assistir a mais um passo profético na concretização das profecias? Talvez. Uma coisa é certa: passo a passo, Jerusalém está sendo deixada de ser "pisada pelos gentios."

O que significa que a redenção dos judeus está próxima.

Publicado originalmente em Shalom Israel via Notícias Cristãs
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