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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

CPAD News reverbera Nota de Repúdio da COMADESPE aos ataques à Israel





COMADESPE publica Nota de Repúdio aos ataques à Israel na fala do Presidente da República



O Portal CPAD News, órgão virtual de notícias das Editora CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus), a exemplo deste blog (Point Rhema) também reverberou na data de hoje, a Nota de Repúdio aos ataques à Israel na fala do Presidente da República, publicada pela COMADESPE - Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros.

Muito embora desde o primeiro momento as declarações tenham chocado de forma substancial a sociedade brasileira, o Presidente Lula continua reafirmando seu posicionamento, criticando e denunciando o Estado de Israel em organismos internacionais, tensionando as relações diplomáticas entre Brasil e Israel, abalando uma tradição de paz, cooperação e amizade entre os dois países.


Confira aqui: CPAD News

sábado, 24 de fevereiro de 2024

A NARRATIVA DO “GENOCÍDIO” DO PRESIDENTE LULA




A NARRATIVA DO "GENOCÍDIO" DO PRESIDENTE LULA


"30 MIL MORTOS, MULHERES E CRIANÇAS, A MAIORIA DE CIVIS INOCENTES – É UM GENOCÍDIO CONTRA O POVO PALESTINO O QUE ISRAEL ESTÁ FAZENDO EM GAZA"


MAS QUAL A FONTE DESSA INFORMAÇÃO?

"30 mil mortes, sendo a maioria de mulheres e crianças", essa tem sido a frase mais repetida pela imprensa, chefes de Estado, entre eles o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e ideólogos da esquerda, além de muitos cristãos facilmente influenciados pela mídia. Mas de onde vem essa informação, ela é precisa? Ela é confiável? Ela é verdadeira?

Essa informação procede do HAMAS, é isso mesmo, do grupo terrorista que iniciou a carnificina no dia 07 de outubro em Israel, matando aproximadamente 1.200 pessoas e sequestrando outras 200, a maioria mulheres, crianças e idosos no final do feriado religioso de Israel, aliás, esse grupo terrorista, quando não pode mais saquear, resolveu queimar suas vítimas vivas indefesas. É esse grupo terrorista que mata inocentes, denominado HAMAS, que pauta as informações para a mídia internacional. Todos os meios de comunicação aceitam como verdade a informação dos terroristas e citam a fonte: "Dados do Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas". "A guerra na Faixa de Gaza completou quatro meses na quarta-feira (07.02.2024) com um saldo de 27.708 pessoas mortas pelos ataques israelenses, segundo o Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas, sendo a maioria de mulheres e crianças".

Só por isso, essa narrativa já deveria ser questionada, e ou totalmente desconsiderada. Porque não dá para dar crédito para assassinos terroristas em hipótese alguma. Vamos para os fatos:

- Segundo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), baseado em Londres, as brigadas Ezzeldin al Qassam do Hamas teriam entre 15 mil e 20 mil combatentes, somente o Hamas, fora os outros grupos terroristas que operaram no território palestino de Gaza. O IISS, por sua vez, mantém o número de 15 mil, embora especifique que a mídia árabe fala em 40 mil (Reportagem publicada em outubro de 2023). Segundo reportagem da BBC de outubro de 2023 somente o "Hamas tem 30 mil combatentes". Considerando que o número de combates de um grupo terrorista deve ser mantido em segredo por uma questão estratégica, é bem provável que numa população de mais de um milhão de pessoas, os grupos terroristas que governam Gaza, apoiando o Hamas, possua um número bem superior.

- Do total dos mortos em Gaza, a grande maioria são de combatentes terroristas do Hamas e dos outros grupos terroristas que o apoiam, claro que existem mulheres e crianças e civis inocentes que morreram no combate, e isso é trágico, mas a grande ironia, disso tudo, é que esses civis, mulheres e crianças, são vítimas do próprio "modus operandi" dos grupos terroristas palestinos, entre eles o Hamas, que se escondem atrás de instituições civis, como Conjuntos Habitacionais, Escolas, Mesquitas e complexos religiosos, Hospitais etc, onde montam seus bunkers, através de uma rede de túneis sofisticados.

- A máquina de propaganda do grupo terrorista Hamas, inunda a mídia ocidental de que "a maioria dos aproximadamente 30 mil mortos, são de mulheres e crianças"; ocultando o número de mortos de seus membros terroristas combatentes que jazem a milhares, abatidos numa guerra justa de Israel pelo seu direito de resgatar seus cidadãos civis sequestrados.

- As Forças de Defesa de Israel (FDI), é um dos exércitos mais preparados tecnologicamente do mundo, que avisa a população civil antes do ataque, ligando nos telefones, enviando mensagens por mídias ou panfletos, antes de qualquer operação, para ter o menor dano possível na guerra, mas os grupos terroristas, especialmente os terroristas do Hamas impedem a saída da população civil, porque utilizam da população civil, para sua própria proteção.

- Portanto, os números apresentados pelo Hamas sobre mortes de civis, devem ser questionados, porque na lógica deles, nenhum combatente terrorista foi abatido até o presente momento, mas só a população civil, e daí vem o mito da narrativa de Genocídio.

O MITO DA NARRATIVA DO GENOCÍDIO DO PRESIDENTE LULA

Primeiramente precisamos definir o que é genocídio. GENOCÍDIO é um termo criado pelo jurista judeu polonês Raphael Lemkin, em 1943, juntando as palavras génos (do grego γένος = família, tribo ou etnia) e caedere (do latim = matar), do sufixo latino - caedo, "ato de matar, que mata, extermina". Foi criado como um conceito específico para designar crimes que têm como objetivo a eliminação da existência física de grupos nacionais, étnicos, raciais e/ou religiosos. As Nações Unidas aprovaram a Convenção para a Prevenção e Punição de Crimes de Genocídio. Esta Convenção estabeleceu o "genocídio" como crime de caráter internacional, e as nações signatárias, comprometeram-se a "efetivar ações para evitá-lo e puni-lo", definindo-o assim:

Por genocídio entende-se quaisquer dos atos abaixo relacionados, cometidos com a intenção de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial, ou religioso, tais como:

(a) Assassinato de membros do grupo;
(b) Causar danos à integridade física ou mental de membros do grupo;
(c) Impor deliberadamente ao grupo condições de vida que possam causar sua destruição física total ou parcial;
(d) Impor medidas que impeçam a reprodução física dos membros do grupo;
(e) Transferir à força crianças de um grupo para outro.

O Estado de Israel não comete genocídio, se a população de Gaza, que em sua grande parte, se confraternizou e fez festa no dia 07 de outubro de 2023 pelos atos terroristas do Hamas, se essa população pressionar o Hamas para entregar as vítimas sequestradas e colocar no poder um governo civil, e não o grupo terrorista Hamas, acaba a guerra imediatamente, porque a guerra não é contra os palestinos, existem muitos palestinos que moram em Israel, trabalham em Israel, estudam em Israel e convivem pacificamente no Estado de Israel, a guerra é contra o Hamas e outros grupos terroristas que atacaram covardemente o Estado de Israel matando seus cidadãos inocentes e sequestrando civis.

Os terroristas do Hamas tem o apoio de grande parte da comunidade árabe islâmica, do Irã xiita, do grupo terrorista libanês Hezbollah, que com seus petrodólares e armamentos, fornecem os equipamentos necessários a esses grupos terroristas, além de convencerem grande parte das nações para condenarem Israel. Muitas nações árabes e de tradição islâmica são rápidas para defenderem a causa palestina, devido ao seu ódio pelo Estado Judeu, mas não são tão solidários para condenarem a guerra perpetrada pela nação guardiã do locais santos do Islã, a Arábia Saudita, no Iemen, contra a etnia Houthi (A guerra 'esquecida' que deixa milhares de crianças feridas e passando fome – BBC News Brasil – 25.06.2023), nem se mobilizaram com a mesma rapidez que fazem em relação a atacar a Israel, quando o Estado Islâmico, matou, torturou e saqueou populações dominadas por eles, e tudo isso no coração do mundo islâmico.

A solução apresentada pela ONU em 1947 era a criação de dois Estados, um judeu e um palestino, se os líderes árabes tivessem aceitado a partilha da Palestina, talvez hoje teríamos uma outra realidade geopolítica. A solução da criação do Estado da Palestina, poderia ser viável, se os palestinos e países árabes apoiassem a criação de um estado palestino pacífico, como foi o Japão após a Segunda Guerra Mundial, ou seja, um país pacifista, não belicoso, sem exército, sem armas letais. Se as autoridades palestinas tivessem investido os milhões de dólares recebidos para a Faixa de Gaza, na população e nas atividades econômicas, certamente a Faixa de Gaza seria uma Singapura, uma Hong Kong, ou uma Taiwam, mas os milhões de dólares enviados para a Faixa de Gaza foram usados pelos terroristas para construir túneis, comprar armamentos, foguetes e misseis. É necessário criar uma Estado Palestino desmilitarizado na Faixa de Gaza, com uma cultura educacional pró paz.

O Estado de Israel fez paz com vários estados da região, Egito, Jordânia, Emirados Árabes, Catar etc. Um Estado Palestino pacifista, desmilitarizado, poderia ser viável e próspero para toda a região, mas, jamais, permitir um Estado Terrorista, cujo principal objetivo é a destruição do Estado de Israel.

Claro que os terroristas do Hamas e outros grupos armados, muitos países árabes, jamais aceitarão um Estado pacifista, desmilitarizado, humanizado, porque seu principal objetivo é a destruição do Estado de Israel e a causa palestina, não deixa de ser uma distração, uma cortina de fumaça, escondendo e encobrindo a péssima gestão política e econômica de seus Estados.

SOBRE A EQUIVOCADA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE LULA

A ideologia de esquerda do presidente da República o cega para a realidade histórica. Comparar a Guerra justa de Israel contra o terrorismo, na busca de seus cidadãos sequestrados e levados para a Faixa de Gaza, com o holocausto perpetrado pelo nazismo, é muito simplista e perturbador ao mesmo tempo.

O reducionismo histórico dessa narrativa lulista é sul real, a tendenciosidade da fala é assustadora, porque não é possível que o presidente não conheça ou tenha ciência da realidade da situação da Faixa de Gaza e do que significa genocídio, e o que foi o holocausto.

Parece que as hostes petistas e esquerdistas possuem uma atração fatal pela palavra GENOCIDA, foi a palavra mais usada pelos esquerdistas contra o ex Presidente Jair Messias Bolsonaro, agora, cometendo novamente os mesmíssimos erros de conceitos e mensuração, utilizam a palavra pelo qual estão fissurados para atacar o Estado de Israel. É a banalização do mal, feito pelos ideólogos e líderes da esquerda.

Não é fácil dialogar com pessoas intransigentes e mentalmente direcionadas, é uma luta inglória, baseado nas informações dos terroristas, especialmente nas informações do Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas, o Presidente dá vexame internacional, nenhum líder sério pode concordar com tamanho desatino. Com essa declaração estarrecedora, o Presidente brasileiro, foi elogiado pelos terroristas: "Em comunicado, Hamas elogia fala de Lula sobre Gaza e Holocausto" (Revista Veja), e pelas hostes petistas e esquerdistas.

AS ATITUDES INTERNACIONAIS EQUIVOCADAS DO GOVERNO LULA:

- "Lula volta a repetir que a Ucrânia tem culpa pela guerra com a Rússia. Presidente da República fez a declaração a jornalistas em Abu Dhabi, pouco antes de embarcar de volta ao Brasil; antes, o petista repetiu a mesma opinião em Pequim" – tal posição é inadmissível, "nunca antes na história desse país", alguém culparia uma nação ocupada por outra, vítima de uma invasão sanguinária, como tão culpada como o agressor, é culpar a vítima pelo crime, é como se ele estivesse afirmando que uma mulher estuprada é tão culpada, quanto ao estuprador, somente na narrativa de Lula, isso é possível. Qual o motivo dessa declaração, a amizade de Lula com Putin, que foi agente da antiga KGB do governo comunista da ex URSS;

- "A incursão russa à cidade ucraniana de Mariupol em 2022 deixou milhares de civis mortos e feridos, incluindo muitos em ataques que aparentemente violam o direito internacional, mostram novas descobertas" – Lula ficou calado sobre esse crime contra a humanidade.

- "A destruição de Mariupol pelas forças russas e os esforços contínuos para apagar a cultura ucraniana se destacam como um dos piores capítulos da invasão em larga escala da Ucrânia"- Lula não disse uma só palavra sobre esse crime. Por que? Interesse da esquerda brasileira.

- "Exílios, detenções e 740 ataques: perseguição à Igreja Católica se agrava na Nicarágua. Captura do bispo Isidro Mora é o episódio mais recente de uma ofensiva que se agravou ao longo de 2023 sob regime de Ortega" – Lula não diz uma só palavra de condenação ao regime sanguinário de Daniel Ortega, por que? Daniel Ortega é amigo da esquerda.

- "Tortura e morte de opositores viraram rotina na Venezuela - Na data instituída pela ONU para apoio às vítimas desse crime praticado" - Lula não diz uma só palavra de condenação ao regime sanguinário de Nicolas Maduro. Por que? Maduro é amigo da esquerda.

O Presidente Lula não condena as atrocidades praticadas em Cuba e na Coréia do Norte. Por que? Por que são seus amigos da esquerda mundial.

Com tamanha hipocrisia, Lula ainda acha que tem autoridade moral para condenar o Estado de Israel, que luta para libertar seus cidadãos reféns dos grupos terroristas instalados em Gaza.

Como cristão bíblico, jamais apoiaremos a violência, injustiça, desrespeito ou algo similar, mas também não ficaremos calados e indiferentes, enquanto a iniquidade avança:

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos! Ai dos que são poderosos para beber vinho, e homens de poder para misturar bebida forte; Dos que justificam ao ímpio por suborno, e aos justos negam a justiça! Por isso, como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos, e desprezaram a palavra do Santo de Israel"- (Isaías 5:20-24).


Professor Alberto Alves Fonseca está em seu terceiro mandato como vereador em Campinas, SP. É Primeiro Suplente de Senador por São Paulo - Mestre em Ciências da Religião pelo Mackenzie-SP; Formado em História com Licenciatura Plena na USP, formado em Direito no Pd. Anchieta, formado em Pedagogia e em Teologia, e Pastor.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Israel declara Lula como ‘persona non grata’



"Não perdoaremos e não esqueceremos", afirmou ministro das Relações Exteriores israelense


Após o presidente do Brasil comparar as ações de Israel contra os palestinos em Gaza ao Holocausto, o ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, informou que Lula é uma ‘persona non grata’. Ele ainda ressaltou que o termo só será retirado após pedido de desculpas e retratação do brasileiro.


“Não perdoaremos e não esqueceremos — em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, informei ao Presidente Lula que ele é uma ‘persona non grata’ em Israel até que ele peça desculpas e se se retrate”, escreveu o ministro nas redes sociais, nesta manhã (19).


O termo “persona non grata” é utilizado nas relações internacionais como um instrumento jurídico, com a finalidade de indicar que um representante oficial estrangeiro não é mais bem-vindo.


Katz também considerou que “a comparação do presidente brasileiro Lula entre a guerra justa de Israel contra o Hamas e as ações de Hitler e dos nazistas, que exterminaram 6 milhões de judeus, é um grave ataque antissemita que profana a memória daqueles que morreram no Holocausto”.


No último domingo (18), durante uma entrevista coletiva na Etiópia, Lula foi questionado sobre a decisão de alguns países de suspender repasses financeiros à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos.


O petista, então, afirmou que Israel está cometendo um genocídio na região de Gaza e comparou a ação israelense ao extermínio de milhões de judeus, orquestrado por Adolf Hitler na Segunda Guerra Mundial.

 

Com informações Revista Oeste e G1 via CPAD News

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Mais de 200 muçulmanos em Gaza se convertem após sonharem com Jesus na mesma noite


O mover sobrenatural aconteceu depois que ministérios cristãos pregaram aos palestinos, enquanto levavam ajuda humanitária em meio a guerra.


Mais de 200 muçulmanos na Faixa de Gaza se converteram à fé cristã após sonharem com Jesus na mesma noite, em meio a guerra em Israel.

O mover sobrenatural foi relatado por Michael Licona, professor de teologia da Huston Christian University e presidente do ministério Risen Jesus, em postagem no Facebook, em 10 de novembro.

Segundo Michael, ele recebeu a informação de ministérios cristãos clandestinos na Palestina. “Deus está trabalhando no meio da guerra!”, declarou ele.

Conforme os ministérios, suas equipes levaram ajuda humanitária a pais palestinos que perderam seus filhos na guerra e compartilharam a mensagem de esperança do Evangelho.

“À medida que levávamos estes homens para um lugar seguro, os alimentamos, lavamos as suas roupas e começamos a ler a Bíblia para eles — partilhando o caminho da paz através de Jesus”, afirmou as missões.

Então, um mover de Deus aconteceu no meio dos muçulmanos. “Aconteceu um grande milagre. Ontem à noite, Jesus apareceu para mais de 200 deles em seus sonhos! Eles voltaram para nós para aprender mais da Palavra de Deus e estão perguntando como seguir Jesus”, testemunharam os ministérios clandestinos.

O professor Michael Licona louvou a Deus pelo agir em meio a guerra de Israel e incentivou os cristãos a orarem também pelos palestinos inocentes, que também estão sofrendo no conflito.

“Estou do lado de Israel nesta guerra; não necessariamente por razões teológicas, mas porque o Hamas e aqueles que o apoiam são puro mal. No entanto, sei que nem todos os palestinos apoiam o Hamas. De fato, eles serão severamente punidos se não apoiarem o Hamas”, comentou ele.

E completou: “Vamos orar para que esta guerra acabe em breve e que Israel possa erradicar o Hamas para que os Palestinos possam ser livres”.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Ato em apoio ao Povo de Israel é realizado em Brasília




Ato em apoio ao Povo de Israel é realizado em Brasília, por evangélicos e judeus messiânicos


 

Foi realizado ontem, 17 de Outubro, ato em apoio ao Povo de Israel, em Brasília, por evangélicos e judeus messiânicos. 
O ato foi liderado por membros do COPEV (DF) – Conselho de Pastores Evangélicos  no DF, em conjunto com a Congregação a Israelita de Taguatinga e outras Igrejas Judaicas Cristãs

O evento que começou às 17h em frente à Embaixada de Israel, lá permaneceu até às 19h com leitura de Salmos, cânticos em hebraico e português, além de orações pela Congregação Israelita.

Registra-se que a Embaixada de Israel expôs no muro em frente à sua sede, banners com fotos das atrocidades cometidas pelos terroristas. Manifestantes pró Grupo Terrorista Hamas, que lá também promovem manifestos contra Israel, podem verificar as barbáries produzidas por aqueles os quais defendem.

Os manifestantes conseguiram ultrapassar as grades do gramado, montadas pela segurança desde os atos de 8 de janeiro, em frente a portaria do prédio do Congresso Nacional, mais conhecida como "Chapelaria".  Ali permaneceram até às 20h, também orando pelo povo de Israel, pelos reféns que se encontram sequestrados em Gaza, suplicando pela vitória contra o grupo terrorista Hamas e Hezboláh. 
Segundo o Pastor Natair Corrêa, um dos líderes do COPEV (DF), a manifestação teve pleno êxito, sendo que tudo transcorreu bem, e sem qualquer percalço.

A polícia legislativa que chegou se dirigir ao local, indo ao encontro dos participantes,  porém, ao verificar que se tratava de um ato pacífico apenas com orações e cânticos, permitiu a conclusão do evento.


Correspondente Point Rhema Brasília

domingo, 15 de outubro de 2023

HAMAS - Entenda a ideologia do movimento - Dr. Jeferson Chagas



Entenda aqui a ideologia do movimento terrorista Hamas - Movimento de Resistência Islâmica, em exposição pelo pastor, Dr. Jeferson Chagas, Ph.D.


PARTE 1


PARTE 2
   


PARTE 3
   


PARTE 4


PARTE 5
  


PARTE 6


PARTE 7
 


PARTE 8



Dr. Jeferson Chagas, Ph.D
. é Engenheiro Químico, Mestre e Doutor. em Engenharia Mecânica. Consultor experiente com histórico comprovado de trabalho em projetos hídricos em comunidades pobres na África e na Ásia Oriental. Facilitador em Comunicação Intercultural. Teólogo, Mestre em Ciências da Religião e Ph.D. em Estudos Cristãos Mundiais. Hábil em estudos islâmicos e estudos chineses. Experiente em conectar Engenharia, Comunicação Intercultural e Fé Cristã. Experiência em ensino em diversos idiomas: português, inglês, espanhol, chinês, árabe, francês e alemão.





segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Em meio à guerra, Gabriela Rocha e esposo conseguem sair de Israel; evangélicos brasileiros tentam deixar o país


Muitos evangélicos brasileiros estavam realizando turismo religioso quando ocorreu o ataque do Hamas.

A cantora gospel Gabriela Rocha e o seu esposo Leandro Moreira já estão a caminho do Brasil. O casal viveu momentos de tensão neste sábado (07), quando Israel foi atacado pelo grupo terrorista Hamas.

A artista estava em Israel pela primeira vez, e disse que estava vivendo momentos inesquecíveis na terra santa.

Nesta segunda-feira (09/10), Gabriela atualizou seus seguidores dizendo que, após perder uma conexão em Madri, Espanha, estava na cidade do Porto e pronta para finalmente retornar ao Brasil. A cantora agradeceu as inúmeras mensagens de apoio e orações recebidas durante o período tumultuado.

A cantora publicou uma imagem ao lado de Leandro, já dentro do avião, e expressou sua gratidão: "Que o Senhor nos leve em segurança para casa. Obrigada Pai, continuamos orando abençoando esse lugar, em nome de Jesus."

Neste domingo (8), o gabinete de segurança de Israel emitiu uma declaração oficial de guerra contra o Hamas. A medida permitirá ao governo decretar uma mobilização mais ampla de reservas militares.

O ministro israelense da Defesa, Yoav Gallant, ordenou nesta segunda-feira (9) um "cerco total" à Faixa de Gaza, no terceiro dia de combates após o lançamento de uma ofensiva militar do grupo palestino Hamas, a partir do enclave.

Evangélicos brasileiros tentam deixar Israel

Muitos evangélicos brasileiros estavam realizando turismo religioso quando ocorreu o ataque do Hamas, dando início ao conflito, em Israel. A expectativa é que parte deles seja resgatada pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Pelo menos 100 cristãos de duas caravanas foram surpreendidos com os ataques do grupo extremista islâmico, que atingiu o país por terra, ar e mar. Na sequência, Israel bombardeou a Faixa de Gaza e declarou guerra. Em dois dias de conflito, milhares de pessoas morreram, entre judeus e palestinos, a maior parte civis. Mais de 2,3 mil feridos. Nesta segunda-feira (9), o conflito segue pelo terceiro dia.

O presidente da Embaixada Internacional Vida, Bueno Junior, lidera uma caravana com 37 pessoas, que deveria deixar o país n mesmo dia em que ocorreu o ataque do Hamas. De acordo com ele, 19 brasileiros conseguiram sair do território de avião via Dubai e Etiópia. Porém, outros 17 não tiveram êxito. Eles chegaram a ir para o Aeroporto Internacional Ben Gurion, mas precisaram retornar para um hotel em Jerusalém.

Bueno Junior já esteve em Israel por 15 vezes. No entanto, nunca havia se deparado com uma situação como a que viveu no último sábado (7). "Eu não quero estar aqui nos próximos três, quatro dias, quando a guerra começar de verdade. Por isso minha súplica para que Deus traga paz", compartilhou em um vídeo.

A expectativa de Junior é que o grupo possa ser resgatado por um dos seis aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) preparados para ir até Israel. Médicos e psicólogos estarão nos aviões para assistir os brasileiros.

No início da noite de domingo (8), a primeira aeronave, um KC-30 com capacidade para 230 passageiros partiu de Natal (RN). No entanto, precisará esperar em Roma, na Itália, autorização para completar a viagem até Israel. Não há previsão de quando a liberação acontecerá.

Outro grupo de brasileiros está preso em um hotel de Jerusalém. São os evangélicos, que fazem parte da caravana Novos Começos, liderada pelo pastor Felipe Valadão, da Igreja da Lagoinha em Niterói (RJ). De acordo com ele, são 103 pessoas.

Integrante do mesmo grupo, o pastor Saulo Mattos, de Alagoas, afirmou à TV Gazeta que no momento do bombardeio estavam no restaurante do hotel. Segundo ele, os garçons corriam e pediam para que os clientes ficassem longe da janela.

"Acho que todo cristão sonha em conhecer a Terra Santa. Essa viagem representava muito pra mim, é uma viagem que me programei, que sonhei. Mas fomos surpreendidos hoje cedo com as sirenes. Os turistas brasileiros estão apavorados", revelou.

Fonte: Comunhão via Folha Gospel

domingo, 30 de maio de 2021

Com nomes bíblicos, operação de Israel foi a 1ª guerra de Inteligência Artificial do mundo


O IDF usou AI e supercomputação durante o último conflito com o Hamas na Faixa de Gaza.

Em 11 dias de combate na Faixa de Gaza, os militares israelenses realizaram ataques intensivos contra alvos do Hamas e da Jihad Islâmica Palestina, declarando que estavam atingindo infraestruturas essenciais e pessoal pertencente aos dois grupos. Os militares israelenses estão chamando a Operação Guardião das Muralhas de a primeira guerra de inteligência artificial.

Enquanto os militares israelenses dependiam do que já existia no mercado civil e o adaptavam para fins militares, nos anos anteriores ao combate, o IDF estabeleceu uma plataforma tecnológica avançada de IA (Inteligência Artificial) que centralizou todos os dados sobre grupos terroristas na Faixa em uma plataforma que possibilitou a análise e extração da inteligência.

“Pela primeira vez, a inteligência artificial foi um componente-chave e um multiplicador de poder na luta contra o inimigo”, disse um oficial sênior do corpo de inteligência das FDI. “Esta é uma campanha inédita para as FDI, implementamos novos métodos de operação e desenvolvimentos tecnológicos usados ​​que foram um multiplicador de força para todo o IDF.”

Soldados na unidade de elite 8200 do IDF foram os pioneiros em algoritmos e códigos que levaram a vários novos programas chamados "o Alquimista", "Evangelho" e "Profundidade da Sabedoria" que foram desenvolvidos e usados ​​durante a luta.

Coletando dados usando inteligência de sinais (SIGINT), inteligência visual (VISINT), inteligência humana (HUMINT), inteligência geográfica (GEOINT) e muito mais, o IDF tem montanhas de dados brutos que devem ser pesquisados ​​a fim de encontrar as peças-chave necessárias para realizar uma greve.

Inteligência militar

Um sistema desenvolvido pela Unidade 8200 apelidado de “o Evangelho”, que usava IA para gerar recomendações para as tropas na divisão de pesquisa da inteligência militar, era usado para produzir alvos de qualidade e depois passá-los para a IAF para atacar.

“Pela primeira vez, foi criado um centro multidisciplinar que produz centenas de alvos relevantes para o desenvolvimento do combate, permitindo que os militares continuem a lutar pelo tempo que for necessário com mais e mais novos alvos”, disse o oficial sênior.

Enquanto o IDF reuniu milhares de alvos no enclave costeiro densamente povoado nos últimos dois anos, centenas foram reunidos em tempo real, incluindo lançadores de mísseis que visavam Tel Aviv e Jerusalém.

Os militares acreditam que o uso de IA ajudou a encurtar a duração do combate, tendo sido eficaz e rápido na coleta de alvos usando a superconhecimento.

Contra-ataques

O IDF realizou centenas de ataques contra o Hamas e PIJ, incluindo lançadores de foguetes, fabricação de foguetes, locais de produção e armazenamento, escritórios de inteligência militar, drones, residências de comandantes e unidade de comando naval do Hamas, onde Israel destruiu a maior parte da infraestrutura e armamento do grupo incluindo vários submarinos autônomos guiados por GPS que podem transportar 30 quilos de explosivos.

Os satélites da Unidade 9900 do IDF que reuniram GEOINT ao longo dos anos foram capazes de detectar automaticamente mudanças no terreno em tempo real para que, durante a operação, os militares pudessem detectar posições de lançamento e atingi-los após o disparo.

Por exemplo, as tropas da Unidade 9900 usando imagens de satélite foram capazes de detectar 14 lançadores de foguetes localizados próximos a uma escola.

As IDF também mataram mais de 150 PIJ e operativos do Hamas, muitos deles considerados comandantes seniores ou insubstituíveis em suas funções, especialmente aqueles que lideraram a P&D nos projetos de mísseis.

Um ataque, contra o alto funcionário do Hamas, Bassem Issa, foi realizado sem vítimas civis, apesar de estar em um túnel sob um prédio cercado por seis escolas e uma clínica médica. Issa, um comandante de brigada da Cidade de Gaza, foi a figura militar de maior patente do Hamas a ser morta por Israel desde a Operação Limite de Proteção em 2014.

Ele foi morto junto com o chefe de tecnologia de mísseis e cibernéticos do Hamas, Jomaa Tahla, Jemal Zebda, que era o chefe do Departamento de Desenvolvimento e Projetos do grupo e 13 membros da fabricação de armas da facção.

Túneis danificados

A rede de túneis subterrâneos "Metro" do Hamas também foi fortemente danificada ao longo de várias noites de ataques aéreos. Fontes militares disseram que foram capazes de mapear a rede que consiste em centenas de quilômetros em áreas residenciais a um grau em que sabiam quase tudo sobre elas.

O mapeamento da rede clandestina do Hamas foi feito por um enorme processo de coleta de inteligência que foi ajudado pelos desenvolvimentos tecnológicos e uso de Big Data para fundir toda a inteligência. Uma vez mapeado, o IDF foi capaz de ter uma imagem completa da rede acima e abaixo do solo, com detalhes como a profundidade dos túneis, sua espessura e a natureza das rotas. Com isso, os militares conseguiram construir um plano de ataque que foi utilizado durante a operação.

Embora as IDF reconheçam que não destruíram toda a rede, eles afirmam que atingiram partes da rede que tornam quase impossível para o Hamas usá-la novamente. E a capacidade do IDF de quebrar a rede do Hamas e mapeá-la completamente remove uma das dimensões centrais da estratégia de combate do Hamas.

"Anos de trabalho, pensamento inovador e a fusão de todo o poder da divisão de inteligência com elementos em campo levaram à solução revolucionária do underground", disse o oficial sênior.

Usando os dados coletados e analisados ​​pela IA, a Força Aérea de Israel foi capaz de usar as munições apropriadas para atingir um alvo, seja um apartamento, um túnel ou um prédio.

A IDF também usou um sistema apelidado de “o Alquimista”, desenvolvido pela Unidade 8200 e usou IA e aprendizado de máquina para alertar as tropas em campo sobre possíveis ataques do Hamas ou PIJ. O sistema dinâmico e de atualização foi usado por todos os comandantes de unidade em campo que tinham o sistema em um tablet de fácil utilização.

Baixas

Os militares dizem que o ataque que matou St.-Sgt. Omer Tabib está sendo investigado, pois as tropas foram alertadas sobre a possibilidade de disparos antitanque contra seus jipes fora da comunidade de Netiv Ha’asara.

Tabib foi o único soldado IDF morto no conflito.

Os militares também confiaram muito na inteligência para realizar ataques de precisão na tentativa de minimizar as vítimas civis.

O ministério da saúde dirigido pelo Hamas em Gaza disse que pelo menos 243 palestinos foram mortos durante o conflito, incluindo 66 crianças e adolescentes, com 1.910 feridos. Os militares israelenses dizem que mais de 100 operativos pertencentes a grupos terroristas foram mortos e que algumas das vítimas civis foram causadas por foguetes do Hamas que caíram ou casas de civis desabaram após um ataque aéreo na rede de túneis do Hamas.

Em uma entrevista ao Canal 12 News, o chefe da agência de refugiados palestinos das Nações Unidas em Gaza Matthias Schmale reconheceu que embora a "crueldade e ferocidade dos ataques tenham sido fortemente sentidas", ele teve "a impressão de que há uma enorme sofisticação na forma como os militares israelenses atacaram.”

Fonte: Guiame

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Israel e Hamas aprovam cessar-fogo na Faixa de Gaza

Acordo "mútuo e simultâneo" começará às 2 horas de sexta-feira (20 horas desta quinta, em Brasília)

O Gabinete de Segurança do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu aprovou um cessar-fogo unilateral para interromper a operação militar de Israel na Faixa de Gaza, que já dura 11 dias, segundo a imprensa israelense.

A decisão teria sido tomada após a forte pressão dos Estados Unidos para interromper a ofensiva. Na quarta-feira (19), por meio de um telefonema ao premiê, o presidente americano, Joe Biden, pediu a redução das hostilidades.

Os líderes israelenses se reuniram nesta quinta-feira (20) para discutir a ofensiva ao território palestino. Mais cedo, relatos na imprensa israelense sugeriram que uma trégua entre Israel e o grupo radical Hamas, que controla Gaza, poderia ter início na manhã de sexta-feira (21).

Segundo o jornal israelense Haaretz, uma fonte do governo Netanyahu disse que a trégua teria início às 2h de sexta-feira (20h desta quinta-feira no horário de Brasília).

A emissora pública Kan disse que a luta deveria parar imediatamente, enquanto outros canais de TV disseram que ela entraria em vigor às 2h da manhã. Não houve reação imediata do Hamas.

Fonte: Pleno News

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