segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024
CPAD News reverbera Nota de Repúdio da COMADESPE aos ataques à Israel
sábado, 24 de fevereiro de 2024
A NARRATIVA DO “GENOCÍDIO” DO PRESIDENTE LULA
A NARRATIVA DO "GENOCÍDIO" DO PRESIDENTE LULA
"30 MIL MORTOS, MULHERES E CRIANÇAS, A MAIORIA DE CIVIS INOCENTES – É UM GENOCÍDIO CONTRA O POVO PALESTINO O QUE ISRAEL ESTÁ FAZENDO EM GAZA"
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
Israel declara Lula como ‘persona non grata’
"Não perdoaremos e não esqueceremos", afirmou ministro das Relações Exteriores israelense
Após o presidente do Brasil comparar as ações de Israel contra os palestinos em Gaza ao Holocausto, o ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, informou que Lula é uma ‘persona non grata’. Ele ainda ressaltou que o termo só será retirado após pedido de desculpas e retratação do brasileiro.
“Não perdoaremos e não esqueceremos — em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, informei ao Presidente Lula que ele é uma ‘persona non grata’ em Israel até que ele peça desculpas e se se retrate”, escreveu o ministro nas redes sociais, nesta manhã (19).
O termo “persona non grata” é utilizado nas relações internacionais como um instrumento jurídico, com a finalidade de indicar que um representante oficial estrangeiro não é mais bem-vindo.
Katz também considerou que “a comparação do presidente brasileiro Lula entre a guerra justa de Israel contra o Hamas e as ações de Hitler e dos nazistas, que exterminaram 6 milhões de judeus, é um grave ataque antissemita que profana a memória daqueles que morreram no Holocausto”.
No último domingo (18), durante uma entrevista coletiva na Etiópia, Lula foi questionado sobre a decisão de alguns países de suspender repasses financeiros à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos.
O petista, então, afirmou que Israel está cometendo um genocídio na região de Gaza e comparou a ação israelense ao extermínio de milhões de judeus, orquestrado por Adolf Hitler na Segunda Guerra Mundial.
Com informações Revista Oeste e G1 via CPAD News
quinta-feira, 23 de novembro de 2023
Mais de 200 muçulmanos em Gaza se convertem após sonharem com Jesus na mesma noite
O mover sobrenatural aconteceu depois que ministérios cristãos pregaram aos palestinos, enquanto levavam ajuda humanitária em meio a guerra.
Mais de 200 muçulmanos na Faixa de Gaza se converteram à fé cristã após sonharem com Jesus na mesma noite, em meio a guerra em Israel.
O mover sobrenatural foi relatado por Michael Licona, professor de teologia da Huston Christian University e presidente do ministério Risen Jesus, em postagem no Facebook, em 10 de novembro.
Segundo Michael, ele recebeu a informação de ministérios cristãos clandestinos na Palestina. “Deus está trabalhando no meio da guerra!”, declarou ele.
Conforme os ministérios, suas equipes levaram ajuda humanitária a pais palestinos que perderam seus filhos na guerra e compartilharam a mensagem de esperança do Evangelho.
“À medida que levávamos estes homens para um lugar seguro, os alimentamos, lavamos as suas roupas e começamos a ler a Bíblia para eles — partilhando o caminho da paz através de Jesus”, afirmou as missões.
Então, um mover de Deus aconteceu no meio dos muçulmanos. “Aconteceu um grande milagre. Ontem à noite, Jesus apareceu para mais de 200 deles em seus sonhos! Eles voltaram para nós para aprender mais da Palavra de Deus e estão perguntando como seguir Jesus”, testemunharam os ministérios clandestinos.
O professor Michael Licona louvou a Deus pelo agir em meio a guerra de Israel e incentivou os cristãos a orarem também pelos palestinos inocentes, que também estão sofrendo no conflito.
“Estou do lado de Israel nesta guerra; não necessariamente por razões teológicas, mas porque o Hamas e aqueles que o apoiam são puro mal. No entanto, sei que nem todos os palestinos apoiam o Hamas. De fato, eles serão severamente punidos se não apoiarem o Hamas”, comentou ele.
E completou: “Vamos orar para que esta guerra acabe em breve e que Israel possa erradicar o Hamas para que os Palestinos possam ser livres”.
Fonte: Guiame
quarta-feira, 18 de outubro de 2023
Ato em apoio ao Povo de Israel é realizado em Brasília
Ato em apoio ao Povo de Israel é realizado em Brasília, por evangélicos e judeus messiânicos
domingo, 15 de outubro de 2023
HAMAS - Entenda a ideologia do movimento - Dr. Jeferson Chagas
Entenda aqui a ideologia do movimento terrorista Hamas - Movimento de Resistência Islâmica, em exposição pelo pastor, Dr. Jeferson Chagas, Ph.D.
PARTE 1
segunda-feira, 9 de outubro de 2023
Em meio à guerra, Gabriela Rocha e esposo conseguem sair de Israel; evangélicos brasileiros tentam deixar o país
Muitos evangélicos brasileiros estavam realizando turismo religioso quando ocorreu o ataque do Hamas.
A cantora gospel Gabriela Rocha e o seu esposo Leandro Moreira já estão a caminho do Brasil. O casal viveu momentos de tensão neste sábado (07), quando Israel foi atacado pelo grupo terrorista Hamas.
A artista estava em Israel pela primeira vez, e disse que estava vivendo momentos inesquecíveis na terra santa.
Nesta segunda-feira (09/10), Gabriela atualizou seus seguidores dizendo que, após perder uma conexão em Madri, Espanha, estava na cidade do Porto e pronta para finalmente retornar ao Brasil. A cantora agradeceu as inúmeras mensagens de apoio e orações recebidas durante o período tumultuado.
A cantora publicou uma imagem ao lado de Leandro, já dentro do avião, e expressou sua gratidão: "Que o Senhor nos leve em segurança para casa. Obrigada Pai, continuamos orando abençoando esse lugar, em nome de Jesus."
Neste domingo (8), o gabinete de segurança de Israel emitiu uma declaração oficial de guerra contra o Hamas. A medida permitirá ao governo decretar uma mobilização mais ampla de reservas militares.
O ministro israelense da Defesa, Yoav Gallant, ordenou nesta segunda-feira (9) um "cerco total" à Faixa de Gaza, no terceiro dia de combates após o lançamento de uma ofensiva militar do grupo palestino Hamas, a partir do enclave.
Evangélicos brasileiros tentam deixar Israel
Muitos evangélicos brasileiros estavam realizando turismo religioso quando ocorreu o ataque do Hamas, dando início ao conflito, em Israel. A expectativa é que parte deles seja resgatada pela Força Aérea Brasileira (FAB).
Pelo menos 100 cristãos de duas caravanas foram surpreendidos com os ataques do grupo extremista islâmico, que atingiu o país por terra, ar e mar. Na sequência, Israel bombardeou a Faixa de Gaza e declarou guerra. Em dois dias de conflito, milhares de pessoas morreram, entre judeus e palestinos, a maior parte civis. Mais de 2,3 mil feridos. Nesta segunda-feira (9), o conflito segue pelo terceiro dia.
O presidente da Embaixada Internacional Vida, Bueno Junior, lidera uma caravana com 37 pessoas, que deveria deixar o país n mesmo dia em que ocorreu o ataque do Hamas. De acordo com ele, 19 brasileiros conseguiram sair do território de avião via Dubai e Etiópia. Porém, outros 17 não tiveram êxito. Eles chegaram a ir para o Aeroporto Internacional Ben Gurion, mas precisaram retornar para um hotel em Jerusalém.
Bueno Junior já esteve em Israel por 15 vezes. No entanto, nunca havia se deparado com uma situação como a que viveu no último sábado (7). "Eu não quero estar aqui nos próximos três, quatro dias, quando a guerra começar de verdade. Por isso minha súplica para que Deus traga paz", compartilhou em um vídeo.
A expectativa de Junior é que o grupo possa ser resgatado por um dos seis aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) preparados para ir até Israel. Médicos e psicólogos estarão nos aviões para assistir os brasileiros.
No início da noite de domingo (8), a primeira aeronave, um KC-30 com capacidade para 230 passageiros partiu de Natal (RN). No entanto, precisará esperar em Roma, na Itália, autorização para completar a viagem até Israel. Não há previsão de quando a liberação acontecerá.
Outro grupo de brasileiros está preso em um hotel de Jerusalém. São os evangélicos, que fazem parte da caravana Novos Começos, liderada pelo pastor Felipe Valadão, da Igreja da Lagoinha em Niterói (RJ). De acordo com ele, são 103 pessoas.
Integrante do mesmo grupo, o pastor Saulo Mattos, de Alagoas, afirmou à TV Gazeta que no momento do bombardeio estavam no restaurante do hotel. Segundo ele, os garçons corriam e pediam para que os clientes ficassem longe da janela.
"Acho que todo cristão sonha em conhecer a Terra Santa. Essa viagem representava muito pra mim, é uma viagem que me programei, que sonhei. Mas fomos surpreendidos hoje cedo com as sirenes. Os turistas brasileiros estão apavorados", revelou.
Fonte: Comunhão via Folha Gospel
domingo, 30 de maio de 2021
Com nomes bíblicos, operação de Israel foi a 1ª guerra de Inteligência Artificial do mundo
O IDF usou AI e supercomputação durante o último conflito com o Hamas na Faixa de Gaza.
Em 11 dias de combate na Faixa de Gaza, os militares israelenses realizaram ataques intensivos contra alvos do Hamas e da Jihad Islâmica Palestina, declarando que estavam atingindo infraestruturas essenciais e pessoal pertencente aos dois grupos. Os militares israelenses estão chamando a Operação Guardião das Muralhas de a primeira guerra de inteligência artificial.
Enquanto os militares israelenses dependiam do que já existia no mercado civil e o adaptavam para fins militares, nos anos anteriores ao combate, o IDF estabeleceu uma plataforma tecnológica avançada de IA (Inteligência Artificial) que centralizou todos os dados sobre grupos terroristas na Faixa em uma plataforma que possibilitou a análise e extração da inteligência.
“Pela primeira vez, a inteligência artificial foi um componente-chave e um multiplicador de poder na luta contra o inimigo”, disse um oficial sênior do corpo de inteligência das FDI. “Esta é uma campanha inédita para as FDI, implementamos novos métodos de operação e desenvolvimentos tecnológicos usados que foram um multiplicador de força para todo o IDF.”
Soldados na unidade de elite 8200 do IDF foram os pioneiros em algoritmos e códigos que levaram a vários novos programas chamados "o Alquimista", "Evangelho" e "Profundidade da Sabedoria" que foram desenvolvidos e usados durante a luta.
Coletando dados usando inteligência de sinais (SIGINT), inteligência visual (VISINT), inteligência humana (HUMINT), inteligência geográfica (GEOINT) e muito mais, o IDF tem montanhas de dados brutos que devem ser pesquisados a fim de encontrar as peças-chave necessárias para realizar uma greve.
Inteligência militar
Um sistema desenvolvido pela Unidade 8200 apelidado de “o Evangelho”, que usava IA para gerar recomendações para as tropas na divisão de pesquisa da inteligência militar, era usado para produzir alvos de qualidade e depois passá-los para a IAF para atacar.
“Pela primeira vez, foi criado um centro multidisciplinar que produz centenas de alvos relevantes para o desenvolvimento do combate, permitindo que os militares continuem a lutar pelo tempo que for necessário com mais e mais novos alvos”, disse o oficial sênior.
Enquanto o IDF reuniu milhares de alvos no enclave costeiro densamente povoado nos últimos dois anos, centenas foram reunidos em tempo real, incluindo lançadores de mísseis que visavam Tel Aviv e Jerusalém.
Os militares acreditam que o uso de IA ajudou a encurtar a duração do combate, tendo sido eficaz e rápido na coleta de alvos usando a superconhecimento.
Contra-ataques
O IDF realizou centenas de ataques contra o Hamas e PIJ, incluindo lançadores de foguetes, fabricação de foguetes, locais de produção e armazenamento, escritórios de inteligência militar, drones, residências de comandantes e unidade de comando naval do Hamas, onde Israel destruiu a maior parte da infraestrutura e armamento do grupo incluindo vários submarinos autônomos guiados por GPS que podem transportar 30 quilos de explosivos.
Os satélites da Unidade 9900 do IDF que reuniram GEOINT ao longo dos anos foram capazes de detectar automaticamente mudanças no terreno em tempo real para que, durante a operação, os militares pudessem detectar posições de lançamento e atingi-los após o disparo.
Por exemplo, as tropas da Unidade 9900 usando imagens de satélite foram capazes de detectar 14 lançadores de foguetes localizados próximos a uma escola.
As IDF também mataram mais de 150 PIJ e operativos do Hamas, muitos deles considerados comandantes seniores ou insubstituíveis em suas funções, especialmente aqueles que lideraram a P&D nos projetos de mísseis.
Um ataque, contra o alto funcionário do Hamas, Bassem Issa, foi realizado sem vítimas civis, apesar de estar em um túnel sob um prédio cercado por seis escolas e uma clínica médica. Issa, um comandante de brigada da Cidade de Gaza, foi a figura militar de maior patente do Hamas a ser morta por Israel desde a Operação Limite de Proteção em 2014.
Ele foi morto junto com o chefe de tecnologia de mísseis e cibernéticos do Hamas, Jomaa Tahla, Jemal Zebda, que era o chefe do Departamento de Desenvolvimento e Projetos do grupo e 13 membros da fabricação de armas da facção.
Túneis danificados
A rede de túneis subterrâneos "Metro" do Hamas também foi fortemente danificada ao longo de várias noites de ataques aéreos. Fontes militares disseram que foram capazes de mapear a rede que consiste em centenas de quilômetros em áreas residenciais a um grau em que sabiam quase tudo sobre elas.
O mapeamento da rede clandestina do Hamas foi feito por um enorme processo de coleta de inteligência que foi ajudado pelos desenvolvimentos tecnológicos e uso de Big Data para fundir toda a inteligência. Uma vez mapeado, o IDF foi capaz de ter uma imagem completa da rede acima e abaixo do solo, com detalhes como a profundidade dos túneis, sua espessura e a natureza das rotas. Com isso, os militares conseguiram construir um plano de ataque que foi utilizado durante a operação.
Embora as IDF reconheçam que não destruíram toda a rede, eles afirmam que atingiram partes da rede que tornam quase impossível para o Hamas usá-la novamente. E a capacidade do IDF de quebrar a rede do Hamas e mapeá-la completamente remove uma das dimensões centrais da estratégia de combate do Hamas.
"Anos de trabalho, pensamento inovador e a fusão de todo o poder da divisão de inteligência com elementos em campo levaram à solução revolucionária do underground", disse o oficial sênior.
Usando os dados coletados e analisados pela IA, a Força Aérea de Israel foi capaz de usar as munições apropriadas para atingir um alvo, seja um apartamento, um túnel ou um prédio.
A IDF também usou um sistema apelidado de “o Alquimista”, desenvolvido pela Unidade 8200 e usou IA e aprendizado de máquina para alertar as tropas em campo sobre possíveis ataques do Hamas ou PIJ. O sistema dinâmico e de atualização foi usado por todos os comandantes de unidade em campo que tinham o sistema em um tablet de fácil utilização.
Baixas
Os militares dizem que o ataque que matou St.-Sgt. Omer Tabib está sendo investigado, pois as tropas foram alertadas sobre a possibilidade de disparos antitanque contra seus jipes fora da comunidade de Netiv Ha’asara.
Tabib foi o único soldado IDF morto no conflito.
Os militares também confiaram muito na inteligência para realizar ataques de precisão na tentativa de minimizar as vítimas civis.
O ministério da saúde dirigido pelo Hamas em Gaza disse que pelo menos 243 palestinos foram mortos durante o conflito, incluindo 66 crianças e adolescentes, com 1.910 feridos. Os militares israelenses dizem que mais de 100 operativos pertencentes a grupos terroristas foram mortos e que algumas das vítimas civis foram causadas por foguetes do Hamas que caíram ou casas de civis desabaram após um ataque aéreo na rede de túneis do Hamas.
Em uma entrevista ao Canal 12 News, o chefe da agência de refugiados palestinos das Nações Unidas em Gaza Matthias Schmale reconheceu que embora a "crueldade e ferocidade dos ataques tenham sido fortemente sentidas", ele teve "a impressão de que há uma enorme sofisticação na forma como os militares israelenses atacaram.”
Fonte: Guiame
quinta-feira, 20 de maio de 2021
Israel e Hamas aprovam cessar-fogo na Faixa de Gaza
Acordo "mútuo e simultâneo" começará às 2 horas de sexta-feira (20 horas desta quinta, em Brasília)
O Gabinete de Segurança do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu aprovou um cessar-fogo unilateral para interromper a operação militar de Israel na Faixa de Gaza, que já dura 11 dias, segundo a imprensa israelense.
A decisão teria sido tomada após a forte pressão dos Estados Unidos para interromper a ofensiva. Na quarta-feira (19), por meio de um telefonema ao premiê, o presidente americano, Joe Biden, pediu a redução das hostilidades.
Os líderes israelenses se reuniram nesta quinta-feira (20) para discutir a ofensiva ao território palestino. Mais cedo, relatos na imprensa israelense sugeriram que uma trégua entre Israel e o grupo radical Hamas, que controla Gaza, poderia ter início na manhã de sexta-feira (21).
Segundo o jornal israelense Haaretz, uma fonte do governo Netanyahu disse que a trégua teria início às 2h de sexta-feira (20h desta quinta-feira no horário de Brasília).
A emissora pública Kan disse que a luta deveria parar imediatamente, enquanto outros canais de TV disseram que ela entraria em vigor às 2h da manhã. Não houve reação imediata do Hamas.
Fonte: Pleno News

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