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sábado, 11 de abril de 2026

Astronauta Victor Glover da missão Artemis II é cristão e professor da Escola Dominical





Victor Glover, piloto da missão Artemis II da NASA glorifica a Jesus no espaço


O astronauta Victor Glover, piloto da missão Artemis II da NASA, tem chamado atenção não apenas por sua trajetória na exploração espacial, mas também por sua declaração pública de fé.

Em diversas ocasiões, ele destaca que "o maior mandamento é amar a Deus com tudo o que você é", princípio que afirma guiar sua vida pessoal e profissional.

Capitão da Marinha dos Estados Unidos e um dos astronautas mais experientes da atualidade, Glover levou consigo, em sua última viagem ao espaço, itens de valor pessoal e espiritual, como uma Bíblia e fotografias de sua família.

A atitude reforça a importância que a fé exerce em sua rotina, mesmo em ambientes altamente técnicos como o da exploração espacial.
Casado com Dionna e atuante como professor da Escola Bíblica Dominical em sua igreja, o astronauta também é conhecido por integrar sua espiritualidade à sua carreira. Segundo ele, seu objetivo é utilizar os dons e habilidades que possui para servir com excelência, inclusive no avanço das missões espaciais.
A trajetória de Victor Glover tem sido vista como um exemplo de que ciência e fé podem coexistir, inspirando pessoas a buscarem propósito e dedicação em suas áreas de atuação.








terça-feira, 4 de abril de 2023

Após 40 anos de NASA, cientista diz que sua fé aumentou: “O cosmos continua pregando”




Kevin Hartnett afirma que a complexidade, poder e grandeza do universo são presentes intencionais de Deus, que nos ajudam a entender como Ele é.


Durante 40 anos, Kevin Hartnett trabalhou no Goddard Space Flight Center (Centro de Voo Espacial Goddard) da NASA. O físico e astrônomo também já liderou pequenos grupos em várias igrejas ao longo de décadas.

Ao contrário do que muitos céticos dizem, o cientista mostra que é possível harmonizar Bíblia e Ciência. Kevin se aposentou como gerente de operações científicas do Telescópio Espacial Hubble.

Atualmente, vive com a esposa em Maryland, perto de Washington, nos EUA e comparou sua carreira dizendo que se sentiu como alguém que teve a rara oportunidade de se sentar nas melhores cadeiras diante de um show ou evento.

‘Quem poderia imaginar?’

Kevin conta que dedicou bastante tempo na direção de várias missões científicas: “Consegui um lugar privilegiado na primeira fila para assistir e participar dos avanços tecnológicos da engenharia aeroespacial e do crescimento das disciplinas científicas que tanto amo”.

Na verdade, passei meus últimos 25 anos ajudando a gerenciar operações científicas no celebrado programa do Telescópio Espacial Hubble. Durante meu mandato em Goddard, os telescópios transportados por satélite espiaram com sucesso acima dos efeitos de filtragem e desfoque da atmosfera da Terra pela primeira vez”, revelou.

As editoras de livros têm estado francamente ocupadas desde então, reescrevendo e revisando livros didáticos de astronomia para todas as séries, já que novas descobertas agora ocorrem praticamente a cada semestre”, continuou.

A missão Hubble sozinha contribuiu imensamente para nossa compreensão do cosmos. Quem diria, por exemplo, que o universo não estava apenas se expandindo, mas acelerando? Quem previu a imensa variedade morfológica e complexidade das nebulosas planetárias”, refletiu.

Quem poderia imaginar que verdadeiros planetas em torno de outras estrelas são tão comuns e que os buracos negros supermassivos ocupam os centros de quase todas as galáxias de tamanho considerável”, mencionou.

Imagem obtida através do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA — Pilares da Criação da Nebulosa da Águia. (Foto: NASA ESA/Hubble Heritage Team)

‘Os céus declaram a glória de Deus’

Ao citar o Salmo 19, o cientista associou os dois primeiros versículos: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite”.

De fato, muitos atributos gloriosos de Deus agora são declarados a nós em voz alta e de maneira profunda, todas as noites, a partir de diversos telescópios espaciais e observatórios terrestres em todo o mundo”, destacou.

É maravilhoso, é inegável que quanto mais você observa, mais você vê a Sua criatividade, poder e beleza. Por que o universo está se expandindo? Não sabemos, mas Ele sabe”, disse ao mencionar que os cientistas atribuem isso a algo que chamam de energia escura. “Mas chamam assim porque é desconhecida para eles”, acrescentou.

‘A natureza é requintada e complexa’

Em seu artigo no Desiring God, ele compartilhou sobre o avanço das descobertas astronômicas, citando as nebulosas planetárias que são agora entendidas como estrelas e sobre os mistérios que permanecem ocultos.

Segundo o cientista, há muitas coisas que os homens não sabem: “Mas Deus sabe”, disse ao lembrar que até um simples próton já foi descrito como “a coisa mais complicada que alguém poderia imaginar”.

Sobre a expansão do universo, ele contou que cosmólogos e astrofísicos estudam fenômenos como a colisão de estrelas de nêutrons e buracos negros: “Suas velocidades e energias revelam verdades sobre a natureza da matéria e da antimatéria que são extremamente difíceis de discernir”.

E não importa que canto do universo você examine, a natureza e a operação dos processos envolvidos são inevitavelmente mais requintadas e complexas do que inicialmente percebido”, disse.

Imagem obtida através do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA — Berçário estelar localizado na constelação de Gêmeos. (Foto: NASA ESA/JC Tan - Chalmers University & University of Virginia / R. Fedriani - Chalmers University)


‘Minha fé foi fortalecida’


Deus realmente parece se deliciar com essa complexidade celestial. Encontramos vários lugares em sua palavra onde ele usa os céus para expor a extensão de seu conhecimento, poder e força”, disse ao apontar para os textos de Salmos que falam sobre a Criação e Seu Criador.

Mesmo os cientistas seculares tornam-se teológicos quando descobrem aspectos da matemática subjacente do universo que desafiam a explicação. Podemos dizer que a ‘mão de Deus’ escreveu esses números, mas não sabemos como ele usou o lápis”, disse simbolicamente.

Honestamente, minha fé é fortalecida sabendo que Deus, que construiu tais enigmas científicos na criação e nos deu as Escrituras, gentilmente descreveu sua atividade há milhares de anos com as palavras compreensíveis que estão em Isaías 45.18".

Pois assim diz o Senhor, que criou os céus, ele é Deus; que moldou a terra e a fez, ele a fundou; ele não a criou para estar vazia, mas a formou para ser habitada; ele diz: Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro”.

Conforme resumiu o cientista: “O cosmo continua pregando e Deus é magnífico além da nossa compreensão — a complexidade, poder e grandeza do universo são presentes intencionais de Deus para nós, que foram destinados para nos ajudar a entender como Ele é”.

Imagem obtida através do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA — Formação estelar da Grande Nuvem de Magalhães (LMC), uma galáxia satélite anã da Via Láctea. (Foto: NASA ESA/D.A Gouliermis/Flickr Eedresha Sturdivant)

Fonte: Guiame

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Astronauta da NASA diz que a ciência ‘não contradiz’ o cristianismo


Jeffrey Williams reflete sobre a relação da ciência com as Escrituras e aponta para a criação de Deus.


O astronauta Jeffrey Williams da NASA, que mantinha o recorde americano de dias cumulativos no espaço, diz acreditar que a ciência e a Bíblia estão em harmonia, não em conflito.

Na última quinta-feira (19), Williams participou da abertura de uma nova exposição no Museu da Bíblia, na cidade de Washington (EUA).

A exposição "Escritura e Ciência: Nosso Universo, Nós Mesmos, Nosso Lugar", vai até janeiro de 2024 e explora a relação entre ciência e religião.

O astronauta afirmou que há uma "percepção pública de que a ciência e a Bíblia estão em conflito".

"Tão cedo na minha carreira, ainda nos anos 90, passei muito tempo estudando o tema. A ciência moderna como a conhecemos, realmente surgiu da convicção de que a Bíblia era verdadeira e que Deus é o Criador, como Ele se revelou nas Escrituras", relatou Williams.

Segundo Williams, os primeiros cientistas (Johannes Kepler, Isaac Newton, Michael Faraday e James Clerk Maxwell), eram impulsionados pela fé. 

"Foi isso que deu origem à ciência moderna. A fé apenas comprovou meu entendimento sobre isso", informou ele.

Afirmação de fé

De acordo com o portal Christian Headlines, viajar para o espaço proporcionou a Williams uma "profundidade" de compreensão de certas passagens bíblicas que ele não tinha anteriormente. 

O astronauta mencionou a "obra de Deus como criador" e "Sua obra de sustentar Sua criação".

"Há uma sensação de que é preciso muito mais profundidade, se você quiser obter significado e magnitude ao olhar através das lentes das Escrituras", disse Williams.

"Portanto, foi uma experiência incrível sair do planeta e depois olhar para trás, para a parte do universo que chamamos de lar, que é exclusivamente provida para nossa habitação — como diz o profeta Isaías", concluiu Williams.

O astronauta  afirmou que acredita que sua profissão foi um chamado de Deus. Ele participou de quatro missões espaciais de 2000 a 2016, primeiro no ônibus espacial Atlantis e as três seguintes a bordo de um foguete russo Soyuz para a Estação Espacial Internacional. 

Em 2010, Williams lançou um livro falando sobre fé, onde mostra seus registros do espaço. Foi intitulado, The Work of His Hands: A View of God’s Creation from Space —  (tradução livre: O Trabalho de Suas Mãos: Uma Visão da Criação de Deus do Espaço).

Seus 534 dias cumulativos no espaço estão em segundo lugar entre os americanos e anteriormente em primeiro lugar antes de ser quebrado pela colega astronauta Peggy Whitson.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines via Folha Gospel

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Adolescente cristã recebe certificado da Nasa e tem asteroide batizado com seu nome

Bruna Pontes, de 15 anos, se destacou ao participar da Campanha Internacional de Busca por Asteroides.

A adolescente cristã Bruna Pontes, de 15 anos, recebeu um certificado da Nasa por participar e se destacar em uma campanha de busca por asteroides da agência espacial. A menina, de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, também teve seu nome batizado em um asteroide, em sua homenagem.

Estou muito feliz, mas considero mais importante mostrar que todos têm a possibilidade de conseguir ir além. Não basta apenas se preocupar com as provas, temos mais caminhos a seguir”, disse a estudante, em entrevista ao G1.A premiação aconteceu em 2019, mas somente agora foi publicada pelo International Astronomical Search Collaboration (IASC) e WGSBN Bulletin, publicação do International Astronomical Union (IUA). 

Aos 13 anos, Bruna foi uma das alunas da rede pública a ser indicada para participar de um programa de astronomia, em parceria com Clube de Astronomia de Campos. Como parte do projeto, ela integrou a Campanha Internacional de Busca por Asteroides, da Nasa.

Durante um mês, a estudante passou três horas por dia observando imagens do universo. Bruna se destacou nas descobertas e observações de asteroides e foi condecorada. O asteroide 2013 EG44 recebeu o nome "Brunapontes", em homenagem a menina, que se tornou uma das pessoas mais jovens a terem seu nome batizado num corpo celeste. 

Com o nome nas estrelas, Bruna agora tem grandes planos para o futuro. A adolescente cristã, que é fã de ciência e geografia, pretende seguir a carreira de astrônoma. Em breve, ela vai iniciar sua bolsa de estudos no projeto Jovens Astros do Amanhã, que conta com o financiamento do Consulado dos Estados Unidos no Rio de Janeiro.

Segundo Bruna, que congrega na Igreja Adventista de Campos, ela não imaginou que participar do projeto astronômico a levaria tão longe. “Foi uma alegria extraordinária, nunca imaginei que isso um dia aconteceria comigo. Eu nem tenho palavras para expressar”, disse ao Notícias Adventistas.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Há 50 anos, astronauta celebrou a Santa Ceia em primeiro pouso na Lua


A famosa frase "pequeno passo para [um] homem" e "salto gigantesco para a humanidade" foi dita pelo astronauta americano Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua em missão espacial da NASA.

O segundo foi Buzz Aldrin, um cristão que tomou um momento para dar graças a Deus ao tomar a comunhão na Lua — o primeiro homem a celebrar a Ceia do Senhor fora do planeta Terra — e ler em João 15:5, em que Jesus instrui seus seguidores que ele é a videira e eles são os ramos.

Aldrin também era presbítero na Igreja Presbiteriana de Webster, e antes de se dirigir ao espaço em 1969, obteve permissão especial para levar um pouco de pão e vinho para a comunhão.

Erin Blakemore, em seu artigo "Buzz Aldrin Tomou a Sagrada Comunhão na Lua. NASA manteve a calma", registra que Aldrin disse que parte de sua missão não era apenas pousar na lua, mas andar sobre ela.

Para se preparar, ele tomou comunhão após o módulo lunar chegar ao destino, durante um período de inatividade de horas de duração projetado para permitir que os astronautas se recuperassem de seu espaço e se preparassem para a caminhada lunar.

Mais tarde, Aldrin recordou o momento: "Gostaria de saber se seria possível tomar a comunhão na Lua, simbolizando o pensamento de que Deus também estava se revelando lá, quando o homem chega ao universo".

Aldrin disse que "muitos de nós no programa da NASA confiam que estamos fazendo parte do plano eterno de Deus para o homem."

Em seu livro de memórias de 2010, ele escreveu que se perguntou se teria feito a coisa certa celebrando um ritual cristão no espaço. "Mas na época não consegui pensar em nenhuma maneira melhor de reconhecer a experiência da Apollo 11 do que dando graças a Deus", escreveu.

Celebrações
Diversas igrejas e catedrais de toda a Inglaterra participam dos eventos temáticos relacionados aos 50 anos do homem na Lua.

As igrejas estão realizando exposições especiais e eventos interativos, enquanto a Igreja da Inglaterra lançou uma oração especial em honra da ocasião.

A Catedral de Lichfield instalou um "piso da lua", uma réplica de 36 metros da superfície lunar, aberta ao público no sábado de manhã (20) para coincidir com o aniversário do desembarque da expedição. A instalação, chamada One Small Step (Um pequeno passo).

Na Catedral de Birmingham, os visitantes serão presenteados com um show de luzes chamado Interstellar.

Richard Cheetham, codiretor de Equipar a Liderança Cristã em uma Era da Ciência, um projeto para promover uma maior compreensão entre ciência e fé disse que "depois de 50 anos, estamos mais conscientes do que nunca sobre a vastidão e complexidade do cosmos".

Ele diz que a liderança de Equipar Cristãos em uma era de projeto científico procurou ajudar a igreja de várias maneiras.

"Este 50º aniversário do pouso na Lua é outra maneira útil de se envolver de maneira reflexiva e com orações", explicou.

O decano de Lichfield, o reverendo Adrian Dorber disse que a primeira lua vem do mundo da humanidade.

"A exploração espacial nos permitiu ver a beleza e a fragilidade do nosso planeta e abrimos para a imensidão do espaço, a grandiosidade do universo e um ponto", declarou.

Fonte: Guiame
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