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sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

OMS diz que Ômicron não deve ser motivo para pânico


Segundo Soumya Swaminathan, o surgimento da nova variante não foi bem-vindo,  mas acrescentou que o mundo está muito mais bem preparado

Soumya Swaminathan, cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse durante uma entrevista, nesta sexta-feira (3), que a nova variante Ômicron do coronavírus é muito contagioso, mas que as pessoas não devem entrar em pânico.

Segundo ela, o surgimento da nova variante não foi bem-vindo e acrescentou que o mundo está muito mais bem preparado devido ao desenvolvimento de vacinas desde o início da pandemia.

Ainda não se sabe muita coisa sobre a Ômicron, detectada pela primeira vez no sul da África no mês passado e com registros em pelo menos duas dúzias de países. 

A OMS pediu aos países que aumentem a capacidade de seus sistemas de saúde e vacinem suas populações para combater o aumento de casos de covid-19 causados pela Ômicron. 

 

Com informações Agência Brasil / Foto: Divulgação/Internet (03.12.21) via CPAD News

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

“Sem as igrejas e os líderes religiosos, a pandemia teria sido pior”, diz diretor da Visão Mundial em evento da OMS


O diretor de Advocacia e Relações Institucionais da Visão Mundial, Welinton Pereira, afirmou que as igrejas tiveram um papel fundamental em ajudar as vítimas da pandemia no Brasil, em especial em localidades mais distantes, como na Amazônia.

Sem as igrejas e os líderes religiosos, a tragédia com certeza teria sido maior. Foram muito importantes para amenizar o sofrimento do povo”. A declaração foi dada durante um evento virtual da Organização Mundial da Saúde (OMS) com a Religiões pela Paz (RfP). O encontro discutiu as consequências do fechamento dos locais de culto no mundo todo durante a crise do novo coronavírus.

Além do diretor da Visão Mundial, participaram do encontro, que ocorreu em outubro, Raymond Perrier, diretor do Centro Denis Hurley, na África do Sul; Mukunda Madhava Das, vice-presidente da Sociedade Internacional para a Consciência Krishna (ISKCON), na Índia; Chris Kazadi Lupemba, presidente da Rede Inter-Religiosa da Juventude da República Democrática do Congo e presidente Honorário da Religiões para a Paz Bahá’í; e Sally Smith, consultora sénior da equipe EPI-WIN da OMS na Suíça.

No encontro, os especialistas discutiram como, ao longo da história, líderes religiosos, organizações religiosas e comunidades religiosas em todos os níveis vêm desempenhando um papel de impacto positivo na preparação e resposta a emergências de saúde e, em muitos lugares, na prestação contínua de serviços de saúde.

A pandemia da Covid-19 ampliou o importante papel que os parceiros religiosos, como líderes comunitários de confiança, desempenham na mobilização de ações lideradas pela comunidade para proteger, cuidar e defender pessoas marginalizadas ou vulneráveis, compartilhar informações de saúde críticas, precisas e personalizadas, além de fornecer cuidado espiritual, orientação e apoio em tempos de crise e incerteza.

Welinton relembrou, por exemplo, como o papel da Visão Mundial no Amazonas, um dos estados mais afetados pelo vírus, foi essencial para milhares de famílias. “Ao todo, no Brasil, foram mais de 600 mil mortes, um dos números mais elevados do mundo. É uma situação muito grave, mas a sociedade brasileira se envolveu na resposta à crise. Como organização cristã, iniciamos uma mobilização de pessoas e líderes para que, a partir de suas comunidades locais, pudessem ajudar quem sofria”.

Ainda de acordo com o diretor da organização, o trabalho das instituições religiosas possibilitou conectar muitas organizações que antes estavam afastadas ou divididas. 

Após muito trabalho, conseguimos superar a crise e, agora, temos muitas lições aprendidas. A experiência também permitiu que líderes de igrejas que nunca se viram ou não se conheciam pudessem sentar à mesma mesa para ajudar as pessoas, compreendendo mais a fundo que as diferenças de fé que existem entre eles são muito pequenas diante da necessidade do povo brasileiro. E, mesmo agora com a pandemia sob controle, continuam trabalhando juntos a partir de sua realidade local”, diz.

Folha Gospel com informações de Visão Mundial

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Igrejas devem fechar, defende ex-diretor da OMS

Depois que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciou um novo lockdown na Inglaterra na segunda-feira passada (4), o fechamento de igrejas voltou a ser discutido como forma de conter a variante mais contagiosa do coronavírus identificada recentemente no Reino Unido.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, disse que a disseminação da Covid-19 está “fora de controle” e declarou um estado de emergência. O Instituto Nacional de Estatísticas Britânico estimou recentemente que um em cada 30 londrinos estão infectados, mas Khan acredita que o número pode chegar a um em cada 20 em algumas partes de Londres.

Embora as igrejas já estejam seguindo protocolos rígidos de saúde, o ex-diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS) sugeriu que todos os locais de culto sejam fechados.

Anthony Costello, que também é professor de saúde global da University College London (UCL), disse ao jornal britânico Mirror que apenas “uma repressão total” seria suficiente para deter o vírus.

Não devemos ter berçários abertos, sinagogas, igrejas, mesquitas. Devíamos ter uso compulsório de máscaras, distanciamento de dois metros”, disse ele. “Temos que levar isso muito a sério — foi o que os países asiáticos fizeram”.

O fechamento dos templos se tornou uma pauta de discussão entre as igrejas do Reino Unido. Algumas igrejas decidiram fechar suas portas por causa do alto número de infectados pela Covid-19, enquanto outras decidiram continuar ativas.

A Igreja da Inglaterra, que é anglicana, e a Sociedade de Igrejas Evangélicas Independentes, deixaram a decisão por conta das igrejas. Já a União Batista da Grã-Bretanha disse às suas igrejas para fecharem, enquanto a Igreja Católica incentivou os locais de culto a permaneçam abertos.

Na Escócia, todas as igrejas foram fechadas, enquanto na Irlanda do Norte, as quatro denominações principais — católica, anglicana, presbiteriana e metodista — tomaram a decisão de fechar.

Igrejas estão na ‘linha de frente’

O reverendo Paul Burns, da Kings Christian Fellowship Church, na Irlanda do Norte, disse ao Premier Christian News que a igreja está “na linha de frente” e precisa continuar aberta para apoiar as pessoas que precisam.

A melhor opção para nós é permanecer abertos nas comunidades e continuar fazendo o que temos feito, para trabalhar com as questões de saúde mental”, disse Burns.

Eu mesmo, tenho que tomar remédio para pressão e tenho asma crônica desde criança. Por isso, tenho que ter muito cuidado também. Mas eu ainda me coloco lá fora e faço a obra de Deus”, destacou.

Basicamente, somos a linha de frente para ajudar aqueles com problemas de saúde mental. Não sou contra o que o governo está dizendo, o que estou dizendo ao governo é para trabalhar com a igreja, e podemos trabalhar juntos para garantir que possamos estabilizar a situação”.

Um porta-voz do Ministério da Habitação, Comunidades e Governo Local (MHCLG) disse que não houve mudança na orientação do governo, que apoiou a abertura de igrejas no novo lockdown.

As comunidades religiosas oferecem apoio e consolo nestes tempos estressantes, e têm trabalhado duro para garantir que consigam fazer isso com segurança, seguindo as orientações da Covid para locais de culto”, disse o porta-voz.

De acordo com as diretrizes nacionais, os locais de culto podem permanecer abertos para o culto comunitário e a oração individual, desde que sigam diretrizes estritas de distanciamento social”, acrescentou.

Fonte: Guia-me com informações de Mirror via Folha Gospel

terça-feira, 23 de junho de 2020

OMS diz que eventos religiosos estão ajudando a espalhar coronavírus


"Qualquer oportunidade que o vírus tiver, ele irá aproveitar", declarou a especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS) Maria Van Kerkhove
Muitos países que têm tido sucesso no combate ao novo coronavírus estão vendo um aumento no número de novos casos devido a eventos religiosos e outras situações de vulnerabilidade, como o retorno de expatriados, disse a especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS) Maria Van Kerkhove. "Qualquer oportunidade que o vírus tiver, ele irá aproveitar. É realmente importante que os países estejam em posição de detectar rapidamente esses casos", disse ela em entrevista online.
O chefe do programa de emergências da OMS, Mike Ryan, disse que parece haver novos surtos na Coreia do Sul ligados a casas noturnas, abrigos e parques de diversão, e que descobertas em águas residuais no norte da Itália mostraram que é possível que o vírus estivesse circulando na região antes que alguém percebesse.
Ryan também afirmou que a OMS emitirá mais orientações sobre a retomada das viagens aéreas nos próximos dias, à medida que os países começam a afrouxar as restrições causadas pelo coronavírus.
(Com Terra) via JM Notícia

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Líder iraniano garante que a urina de camelo cura o Covid-19


Um homem iraniano que se descreve como um curandeiro da "medicina profética islâmica" prescreveu beber urina de camelo como tratamento para o Covid-19.


Num vídeo que, segundo consta, se tornou viral através das redes sociais, o presidente da Sociedade de Medicina Profética Medhi Sabili instou as pessoas a consumir a urina quando está "fresca e quente".

Sabili foi rapidamente ridicularizado pelos iranianos, muitos dos quais advertiram sobre os perigos desse tratamento.
Em alguns países, como a Arábia Saudita, muitos acreditam que pode curar uma série de doenças. Portanto, o consumo de urina de camelo, assim como de carne de camelo, não é raro em todo o Oriente Médio.

Em vez de "curar", a urina transmite outro tipo de coronavírus
A Organização Mundial de Saúde (OMS) advertiu no ano passado que a urina de camelo era na realidade um transmissor de um vírus da mesma família que o coronavírus chinês que causa a atual pandemia; chamado síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV).

"Ainda que a maioria dos casos humanos de infecções por MERS-CoV tenham sido atribuídos a infecções entre humanos em ambientes de cuidados de saúde, a evidência científica atual sugere que os camelos dromedários são um reservatório importante do MERS-CoV e uma fonte animal de infecção por MERS em humanos", disse a OMS.

As origens do vírus não são totalmente compreendidas, mas, de acordo com a análise dos diferentes genomas do vírus, acredita-se que possa ter sido originado em morcegos e transmitido aos camelos em algum momento do passado distante.
O relatório reafirmou os benefícios nutricionais de outros produtos dos camelos, como a carne e o leite, que podem ser consumidos após pasteurização, cozedura ou outros tratamentos térmicos.
Até se compreender melhor o MERS-CoV, considera-se que as pessoas com diabetes, insuficiência renal, doença pulmonar crónica e pessoas imunocomprometidas têm um elevado risco de contrair doenças graves devido à infecção do MERS-CoV. Estas pessoas devem evitar o contacto com os camelos, beber leite de camelo cru ou urina de camelo ou comer carne que não tenha sido devidamente cozinhada.

Segundo dados recentes, o Irão registrou até agora cerca de 83.500 casos e 5.200 mortes por causa do coronavírus, o que faz dele o oitavo país mais afectado do mundo.

No entanto, muitos duvidam da exatidão das estatísticas oficiais iranianas; segundo algumas estimativas, mais de 30 mil pessoas morreram de infecções por coronavírus no país.

Outros tratamentos islâmicos
Alguns médicos islâmicos tentaram encontrar suas próprias curas para a infecção, com remédios que incluem colocar uma bola de algodão imersa em óleo roxo no ânus, ou deixar cair óleo de melancia amarga nos ouvidos e nariz.
Muitos iranianos também acreditam na eficácia da medicina tradicional iraniana, que se centra principalmente na ingestão de grandes doses de fruta e legumes. Estes métodos são tão populares que o preço destes produtos aumentou desde o início do surto.

Não se conhecem actualmente curas científicas para o coronavírus chinês, nem foi desenvolvida uma vacina.
Estão em curso ensaios em todo o mundo, ainda que  não exista uma data fixa para o seu lançamento. Muitos esperam que a vacina atinja uma distribuição maciça até ao segundo semestre de 2021.
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