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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Venezuela: Nicolas Maduro se aproxima dos pentecostais em meio à ameaça dos EUA



Venezuela - Avanço pentecostal no país é visto por especialistas como parte da estratégia chavista para ampliar influência religiosa.


Enquanto lideranças cristãs nos Estados Unidos têm chamado atenção para a perseguição religiosa na Nigéria, uma declaração recente de Nicolás Maduro passou praticamente despercebida por esse mesmo grupo. Na semana passada, o presidente venezuelano afirmou que Jesus é "dono e senhor" da Venezuela, além de declarar que o palácio presidencial se tornará "um altar para glorificar a Deus".

A ausência de reação levantou questionamentos sobre o motivo de os evangélicos norte-americanos terem evitado comentar os gestos do líder socialista, que enfrenta crescente pressão internacional.

Crescimento evangélico na Venezuela

Dados recentes mostram que o crescimento das igrejas evangélicas na Venezuela foi muito mais rápido do que no Brasil. Enquanto os evangélicos brasileiros levaram cinco décadas para chegar de 6% a 26,9% da população, o país vizinho saltou de 2,1% em 2010 para 30,9% em pouco mais de uma década.

Analistas destacam que o avanço está diretamente ligado a decisões políticas. Quando Hugo Chávez assumiu o governo, em 1999, líderes pentecostais passaram a receber espaço e benefícios antes exclusivos da Igreja Católica, incluindo influência no ensino religioso das escolas públicas.

O governo adotou uma estratégia clara: aproximar-se das igrejas pentecostais e manter maior distância das denominações historicamente mais críticas, como os batistas.

Movimento aliado ao chavismo cresce e reúne 17 mil igrejas

Desde 2017, o Movimento Cristão Evangélico pela Venezuela (Mocev) atua como elo entre o chavismo e líderes pentecostais. O grupo afirma reunir atualmente 17 mil igrejas, além de cerca de 5 mil pastores associados em todos os estados venezuelanos.

Nos últimos anos, Maduro ampliou incentivos ao segmento. Entre os programas criados, estão:

  • Minha Igreja Bem Equipada, que financia reformas e estrutura para templos;
  • Bônus do Bom Pastor, que transfere recursos diretamente a líderes religiosos;
  • Redução de impostos para organizações religiosas;
  • Instituição do Dia do Pastor, celebrado em 15 de janeiro.

Denominações internacionais, como a brasileira Igreja Universal do Reino de Deus, também apoiam iniciativas ligadas ao governo venezuelano.

Acenos religiosos em meio à tensão com os EUA

Em meio à presença recente de navios americanos próximos ao território venezuelano, Maduro intensificou discursos voltados ao público cristão, inclusive nos Estados Unidos. No início do mês, pediu que "os cristãos dos Estados Unidos" o ajudassem a "carreguemos a bandeira da paz, da harmonia, do perdão e da grande misericórdia do Senhor".

Apesar dos apelos, a relação segue tensa. No sábado (29), Donald Trump alertou companhias aéreas de que o espaço aéreo venezuelano estava fechado, indicando que a escalada diplomática continua.

Laboratório político para a esquerda latino-americana

A Venezuela tem sido observada como um caso de aproximação inédita entre um governo de esquerda e o pentecostalismo, algo que contrasta com o distanciamento tradicional desse segmento em países como Chile, Argentina e Brasil.

Especialistas avaliam que o pentecostalismo, por muito tempo considerado um "primo pobre" no campo religioso, abriu novas possibilidades para movimentos de esquerda que buscam alianças fora das estruturas tradicionais da Igreja Católica — especialmente setores que evitam debates mais acalorados sobre costumes.

O grande ponto de interrogação é o futuro: se outros governos progressistas da região buscarão estratégias semelhantes ou manterão distância das igrejas e da crescente influência evangélica.

Fonte: Folha Gospelbaseado no texto "Maduro entrega Venezuela a Jesus diante de ameaça dos EUA" da coluna de Juliano Spyer, da Folha de S.Paulo.

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Igrejas vazias viram restaurantes, academias e até casas de festas na Alemanha





Nos anos 1990, católicos e protestantes somavam 57 milhões de fiéis na Alemanha. Hoje, são pouco mais de 37 milhões.


A perda de fiéis na Alemanha tem levado igrejas católicas e protestantes a se reinventarem. Muitos templos, sobretudo os mais antigos, enfrentam custos anuais de manutenção que giram em torno de 26,5 mil euros, e como a frequência aos cultos despenca, parte deles passou a ser reaproveitada para atividades seculares – de centros esportivos a espaços culturais e até baladas.

A Igreja Evangélica na Alemanha Central (EKM) admite que grande parte dos templos já não é necessária apenas para o culto.

"Já não precisamos mais de metade das igrejas, e temos que encontrar outras possibilidades", afirmou a entidade, que atua em regiões da Saxônia-Anhalt, Turíngia e Brandemburgo.

Segundo a pesquisadora Stefanie Lieb, do Instituto de História da Arte da Universidade de Colônia, a tendência é que "de cada dez igrejas, quatro ou cinco não sejam usadas exclusivamente para a prática religiosa".

As mudanças são diversas. Em Bad Orb, perto de Frankfurt, uma igreja católica desativada virou centro de escalada para crianças e jovens, a "Boulder Church", com investimento de 500 mil euros. Em Limburg, uma capela foi transformada em restaurante e espaço de eventos.

Na Renânia do Norte-Vestfália, a antiga Igreja Martini de Bielefeld passou a receber festas e jantares. Em Berlim, a Heilig-Kreuz, no bairro de Kreuzberg, abriga café, shows, espetáculos de dança e até noites de DJ. A vizinha St. Thomas já sediou raves.

A tendência também aparece em outros países: na Espanha, a antiga igreja de Santa Bárbara, em Llanera, virou o Kaos Temple, reduto de skatistas.

Caminhos para reduzir custos

Nem sempre a saída é secularizar os espaços. Em algumas regiões, como Oberpfalz (sudeste da Alemanha), católicos e protestantes dividem o mesmo templo em 51 casos já registrados. Há também o repasse de igrejas para comunidades ortodoxas.

Ainda assim, vender ou reformar prédios antigos não é simples. Muitos são tombados como patrimônio histórico e não podem ser demolidos ou modificados, o que limita compradores em potencial.

Queda de fiéis e impacto financeiro

Nos anos 1990, católicos e protestantes somavam 57 milhões de fiéis na Alemanha. Hoje, são pouco mais de 37 milhões (23,7% católicos e 21,5% protestantes). Projeções apontam que esse número pode cair para 23 milhões até 2060.

O encolhimento da base de fiéis pesa diretamente nas finanças. Isso porque a filiação religiosa no país está vinculada ao sistema tributário: quem declara oficialmente pertencer a uma religião reconhecida tem parte da renda (entre 8% e 9%) descontada em favor da denominação.

Enquanto igrejas protestante e católica dependem desse imposto, religiões como o Islã e a Ortodoxa prescindem dessa forma de arrecadação.

Fonte: Folha Gospel

segunda-feira, 30 de junho de 2025

O Entendimento do STF sobre a Regulação das Redes Sociais e seus Impactos à Igreja


O ENTENDIMENTO DO S.T.F. SOBRE A REGULAÇÃO DAS REDES SOCIAIS E SEUS IMPACTOS À IGREJA!






O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, nesta quinta-feira (26), que é parcialmente inconstitucional o Art. 19 do Marco Civil da Internet (Lei nº Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014), que limitava a remoção de conteúdo apenas após ordem judicial.
A questão foi debatida no Recurso Extraordinário (RE) 1037396 (Tema 987 da repercussão geral), relatado pelo ministro Dias Toffoli, e no RE 1057258 (Temas 533), relatado pelo ministro Luiz Fux.

Firmou-se o entendimento que agora, as plataformas devem retirar imediatamente publicações que contenham: Discursos antidemocráticos; Terrorismo; Discurso de ódio (raça, religião, gênero…); Pornografia infantil, suicídio e outros crimes graves.


Mas porque essa decisão pode impactar diretamente as igrejas?

Pois bem, evidentemente o Evangelho não compactua com práticas realizadas por algumas minorias, fato que para determinadas pessoas pode ser considerado discriminação, ataque ou até discurso de ódio.
  
Assim, com a recente decisão, caso o usuário da plataforma se "sentir atacado" por alguma publicação, basta notificar a plataforma que terá obrigação de remover o conteúdo publicado imediatamente, além de outras possíveis sanções ao usuário e à plataforma.

Ou seja, agora não se fará mais necessário obter uma decisão judicial para a remoção de conteúdo, basta que o usuário faça a notificação extrajudicial à plataforma. Para tanto, as plataformas serão obrigadas a criar um sistema de notificação instantânea.

Notório que a decisão do STF impacta diretamente o conteúdo compartilhado por igrejas em redes sociais, especialmente porque para muitos, a fé que professamos, o conteúdo que pregamos pode ser considerado discriminação, ataque ou discurso de ódio, além de questões que envolvam honra ou imagem.

Por outro lado, a Constituição Brasileira de 1988, em seu Art. 5º, inciso VI, garante a liberdade religiosa como um direito fundamental, quando prevê: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias".

Em termos de liberdade religiosa, as igrejas têm o direito de adotar suas próprias crenças, doutrinas e práticas. Entretanto, apesar da proteção constitucional, a liberdade religiosa no Brasil enfrenta desafios significativos, tanto de ordem sociocultural quanto institucional, a exemplo da recente decisão do STF.

É bem verdade que a referida decisão não impedirá a igreja de crer em suas verdades, mas sim de propagá-las por intermédio das plataformas digitais.

Como autênticos Cristãos, compreendemos as implicações dessa decisão, bem como a real motivação. Todavia, isso não pode ser motivo para a igreja retroceder ou reduzir suas atividades midiáticas, pelo contrário, a igreja deve criar mecanismos para evitar problemas, sem, contudo, deixar de pregar a verdade genuína.

Afinal, a igreja chegou até aos dias de hoje debaixo de muitas perseguições, afrontas e levantes, mas esses desafios sempre motivaram a igreja a avançar, pois sabemos que a cada dia perto está o Senhor!

É necessário, porém, em meio às incertezas jurídicas, as igrejas seguirem algumas recomendações:

1- Revisar conteúdo antes de publicar, evitando incitação ou discriminação;

2- Estabelecer políticas internas de publicação, com monitoramento e retirada rápida de publicações "inadequadas";

3- Ter assessoria jurídica pronta, caso receba notificações e precise agir para evitar responsabilização;

4- Treinar responsáveis por redes sociais sobre limites e tipos de conteúdo problemático;

5- Comunicar membros sobre as regras e implicações;

No mais, seguiremos firmes anunciando a Cristo e seu Evangelho, custe o que custar, pois cremos na palavra liberada em Mateus 16:18: "as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja de Cristo"!




MATEUS CIDADE, comumente chamado, é casado, pai, pastor e servo. Atua como primeiro secretário da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Várzea Paulista/SP; advogado; assessor legislativo parlamentar; integrante do Conselho Jurídico da COMADESPE (Convenção dos Ministros das Assembleias De Deus no Estado de São Paulo E Outros); e, membro da ANAJURE (Associação Nacional de Juristas Evangélicos). Graduou-se em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (U.P.M.), com bolsa integral, concluindo com média geral 9.4, tendo o TCC aprovado com nota 10 e recomendação de "excelência". Especializou-se em: Direito civil e processual civil; Direito imobiliário e contratual; Direito eleitoral; Criação e regularização de associações religiosas.




domingo, 12 de janeiro de 2025

Cinco razões pelas quais 2025 será um ano crucial para muitas igrejas


 

Cerca de 15.000 igrejas serão fechadas nos EUA em 2025, segundo pesquisa


Nuvens de tempestade ou novas oportunidades para as igrejas americanas em 2025?


Parece haver uma convergência em questões que poderão ter um efeito profundo nas igrejas dos EUA em 2025.

Poderíamos citar pelo menos uma dúzia de questões, mas estas cinco parecem ser as mais prováveis. A sua magnitude também pode ser significativa.

Como podemos observar, o desenrolar dos fatos abaixo, não serão necessariamente nuvens de tempestade. Pelo contrário, existem algumas oportunidades potenciais dadas por Deus que os líderes sábios da igreja podem aproveitar.

  • Aproximadamente 15.000 igrejas na América não poderão mais pagar um pastor em tempo integral. Das 375.000 congregações existente atualmente nos EUA, estima-se que quatro por cento delas não terão mais recursos financeiros para remunerar um pastor em tempo integral. Essa mudança é grande e pode ser muito significativa. Considerando que mais de metade das igrejas hoje já não têm orçamento para remunerar pastores em tempo integral, podemos facilmente antever que o modelo de pastor em tempo parcial tornar-se-á modelo predominante.
  • O tempo médio que uma igreja terá entre a saída de um pastor e a chegada de outro, será superior a 18 meses. Na verdade, um número crescente de igrejas ficará sem pastor durante dois anos ou mais. O papel do pastor interino será ainda mais crítico em 2025.
  • As denominações e os ministérios devem estar preparados para fornecer recursos  e obreiros às igrejas do circuito e às congregações, para que sejam relevantes ao funcionamento à rede que pertencem. O dia das igrejas com um pastor em tempo integral servindo em igrejas de modelo tradicional acabará em breve.
  • Cerca de 15.000 igrejas serão fechadas. Muitas destas igrejas estão resistindo tenazmente, mas o número de congregações que enfrentarão um encerramento iminente, aumentou. Pela primeira vez na história da igreja moderna, 15.000 igrejas deixarão de existir no período de um ano. Observe que a pesquisa projeta que 15.000 igrejas fecharão e que 15.000 passarão de pastores de tempo integral para pastores de meio período. Essas 30.000 igrejas representam cerca de uma em cada doze igrejas existentes. A mudança é dramática.
  • Maior receptividade ao evangelho por parte da Geração Z. Os jovens adultos e adolescentes nascidos entre 1997 e 2012 compõem o grupo comumente conhecido como Geração Z. A pesquisa no Church Answers, bem como o trabalho realizado por Ryan Burge e outros, pelo menos implica que a Geração Z é mais receptiva ao evangelho. Sem qualquer exagero, a confirmação desse fato, será a grande oportunidade. Há mais de um ano, esse grupo a Iniciativa Esperança para ajudar as igrejas a deixarem de focar internamente, para focarem externamente. Mais de 1.500 congregações até agora abraçaram o desafio de 30 dias. Muitas das igrejas alcançaram jovens adultos e adolescentes mais velhos pela primeira vez em anos. As palavras de Jesus em Mateus 9:37-38 ainda são poderosamente relevantes hoje: "Quando viu as multidões, teve compaixão delas, porque estavam confusas e desamparadas, como ovelhas sem pastor. Ele disse aos seus discípulos: 'A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Então ore ao Senhor que está encarregado da colheita; peça-lhe que envie mais trabalhadores para os seus campos'" (NLT). 

Embora os desafios sejam significativos, o pesquisador Ryan Burge e outros associados, continuam grandes otimistas quanto ao futuro das congregações na América.

No Brasil, em que pese o ritmo seja ainda menos acelerado, porém a tendência já aponta na mesma direção. Oremos e trabalhemos. 


Fonte: Church Answers - Tradução livre Point Rhema

domingo, 7 de julho de 2024

Chefe de tráfico manda fechar igrejas católicas no Rio



Bandidos armados teriam ido até as paróquias comunicar a decisão do traficante.


Após uma ordem do chefão do tráfico de drogas do Complexo de Israel, Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, ao menos três igrejas católicas do Rio de Janeiro (RJ) suspenderam as atividades nesse sábado, 7.

Moradores relataram que bandidos armados foram até as paróquias comunicar a decisão do traficante. As informações são do jornal O Dia.

As paróquias Santa Edwiges, em Parada de Lucas, Nossa Senhora da Conceição e São Justino, e Santa Cecília, localizadas em Brás de Pina, publicaram comunicados em suas redes sociais sobre o cancelamentos de atividades.

A Paróquia Santa Cecília informou que todos os compromissos estariam temporariamente cancelados. Já a Santa Edwiges suspendeu uma festa julina que ocorreria neste fim de semana.

A Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São Justino pontuou que as missas, reuniões e demais atividades ficarão suspensas "até segunda ordem". Os motivo dos fechamentos não foram informados nas publicações.

Chefão do tráfico seria evangélico

O traficante Peixão é procurado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, suspeito de comandar a distribuição de drogas na região da Cidade Alta e Vigário Geral.

Segundo o portal G1, o traficante foi criado pela mãe, que é umbandista, mas atualmente é evangélico e tem promovido atos de intolerância religiosa nas regiões sob seu comando.

A informação acima é no mínimo controversa, uma vez que, em sendo o referido, um cristão evangélico verdadeiro, não condiz com a contraventora condição de "traficante" e nem a de praticar a "intolerância religiosa"

A Delegacia de Combate aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) instaurou um inquérito para apurar se Peixão, chefe do tráfico de drogas do Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, ordenou o fechamento das igrejas católicas.

No entanto, no início da tarde deste domingo (7/7), a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro enviou nota para o Portal Metrópoles afirmando que as paróquias Santa Edwiges e Santa Cecília estavam abertas e que a ação dos traficantes seria boato.


Com informações Portal Metrópoles via Folha Gospel

segunda-feira, 25 de março de 2024

Ministro pede apoio da bancada evangélica ao governo Lula após acordo sobre PEC das igrejas




Aqui não tem pauta de costumes, declarou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em aceno aos evangélicos.


O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, pediu na quarta-feira, 20, que a Frente Parlamentar Evangélica, mais conhecida como bancada evangélica, apoie a agenda do governo Lula no Congresso. O articulador político do Palácio do Planalto se reuniu com integrantes da bancada religiosa um dia após anunciar um acordo para a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia a imunidade tributária das igrejas.

Padilha disse a líderes da bancada evangélica que o Executivo quer apoio na pauta econômica e nos projetos sociais e de transição energética, mas não em temas de costumes. A reunião ocorreu na sala da liderança do PSD na Câmara, um dos partidos que fazem parte da base aliada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem enfrentado um aumento de rejeição entre a população evangélica, que é muito mais identificada com a oposição, principalmente na figura do ex-presidente Jair Bolsonaro.

"Foi a continuidade de um diálogo que já começamos desde o ano passado. Mais de uma vez eu me reuni com a Frente Evangélica. É uma frente importante porque reúne parlamentares de vários partidos, tem uma extensão grande dentro da Câmara e do Senado", disse Padilha, ao sair da reunião.

"Foi para deixar claro que a pauta do presidente Lula, cara ao governo, tem um eixo muito importante que é o equilíbrio econômico, para consolidarmos o esforço de recuperação da saúde das contas públicas. Esse esforço tem tido impacto muito positivo na recuperação econômica do País", emendou, em um momento no qual o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tenta aprovar novas medidas de aumento de arrecadação para tentar cumprir a meta de zerar o déficit fiscal este ano.

O presidente da bancada evangélica, deputado Eli Borges (PL-TO), disse que o ministro foi à Câmara apresentar a visão do governo sobre o País e que a bancada também defendeu suas bandeiras.

"Não estamos, em nenhum momento, dispostos a abrir mão destas pautas. Por exemplo, lutamos contra o aborto e defendemos a vida; lutamos contra a descriminalização de drogas; lutamos a favor liberdade; lutamos muito contra a doutrinação ideológica nas escolas", disse Borges, a jornalistas.

"Aqui não tem pauta de costumes", declarou Padilha, em aceno aos evangélicos. O presidente da Frente Parlamentar, contudo, reclamou de decretos e portarias do governo que causaram polêmica. Uma delas, publicada e depois revogada pelo Ministério da Saúde, tratava de orientações sobre o aborto legal.

Também participaram da reunião o coordenador da bancada evangélica no Senado, Carlos Viana (PL-MG), e o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, que é evangélico. Além disso, estiveram presentes o líder do PSD na Câmara, Antonio Brito (BA), e a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), também evangélica.

Padilha disse que os parlamentares apresentaram dúvidas, mas não discordâncias com relação ao texto de acordo sobre a PEC das Igrejas. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e líderes partidários da Casa decidiram votar a proposta na semana que vem no plenário. Para ser aprovada, precisa do apoio de três quintos da Câmara, ou seja, 308 deputados, em cada um de dois turnos de votação.

O relator da matéria, o deputado Dr. Fernando Máximo (União Brasil-RO), e o autor do texto, o deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), acertaram nesta terça-feira, 19, com o Ministério da Fazenda um “meio-termo” para a PEC.

Segundo o relator, foram feitas duas principais mudanças para atender às demandas da equipe econômica. Uma delas foi a retirada da possibilidade de os templos religiosos terem benefícios tributários na aquisição de bens ou serviços necessários à geração de renda.

A outra foi a determinação de que apenas as empresas contempladas na PEC possam pedir "cashback" de imposto, impedindo que outras companhias usem CNPJ das beneficiadas para conseguir vantagens na recompensa de impostos pagos.

"Eles pediram para trocar (esse trecho) para dar mais segurança para a Receita (). Empresa que está vendendo material de construção para orfanato, que o orfanato consiga pegar 'cashback' quando for reformar, mas que outras empresas, de má-fé, não possam se utilizar disso utilizando CNPJ (da empresa beneficiada). O orfanato que vai ter de pedir para a Receita o 'cashback' do imposto", explicou Máximo, ao sair da Fazenda.

A PEC, já aprovada em comissão especial na Câmara, permite que a isenção dos templos religiosos, hoje garantida nas tributações diretas, passe a valer também para as tributações indiretas, como na compra de cimento para obras nas igrejas. Neste caso, seriam abrangidos o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN).

O relator voltou a dizer que o impacto fiscal da proposta nas contas da União, por meio da redução no IPI, seria atualmente de algo em torno de R$ 1 bilhão.

Máximo alega que esse impacto será zerado devido à aprovação da reforma tributária. Isso porque, segundo ele, o IPI será extinto e o imposto seletivo que será criado – para sobretaxar produtos que fazem mal à saúde, como cigarros e bebidas alcoólicas – não atingirá igrejas. "O impacto é tão pequeno e o benefício é tão grande que a receita aprovou, o governo aprovou", disse o deputado.

No Senado, o tema também já está sendo discutido. Hoje, o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), recebeu os ministros do governo Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais), além de líderes no Congresso, para tratar do tema. Depois do encontro, Padilha anunciou um acordo para a proposta avançar.

Fonte: Estadão via Folha Gospel

sábado, 2 de setembro de 2023

Agenda de Eventos Setembro/2023 - Ministérios e Igrejas filiados á COMADESPE







Diversos eventos estarão acontecendo neste mês de Setembro/2023 nas Igrejas e Ministérios credenciados pela COMADESPE - Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros. Os endereços dos Templos Sede, bem como contatos para maiores detalhes, saiba acessando o site da COMADESPE - MINISTÉRIOS.






CONFIRA AQUI













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segunda-feira, 14 de agosto de 2023

Pastores se manifestam contra a legalização do aborto no Brasil - VEJA AQUI



Conselho da Coalizão pelo Evangelho lembra que “a situação da legalização do aborto no Brasil merece nossa atenção e nossas orações intensas


A atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, disse que pretende colocar em pauta de votação, antes da sua aposentadoria em outubro, a ADPF 442 que trata da legalização do aborto.

ADPF 442 foi protocolada pelo PSOL, e se votada em plenário do STF poderá resultar na legalização do aborto no país.

Diante disso, um grupo de vários pastores, entre os quais estão Augustus Nicodemus, Luiz Sayão e Franklin Ferreira, resolveu publicar um manifesto por meio da Coalizão pelo Evangelho, convocando os cristãos para um dia de oração e jejum contra a legalização do aborto no Brasil.

O grupo lembra que "a situação merece nossa atenção e nossas orações intensas, pois as decisões desse tipo de ação são irrecorríveis, não sendo nem mesmo possível um novo pedido de análise da questão", caso a ADPF 442 seja acatada pelo STF.

O manifesto declara: "O Conselho da Coalizão pelo Evangelho e demais pastores associados e signatários desta carta sugerem e encorajam às Igrejas no Brasil a realizarem uma convocação de um dia de oração e jejum contra a descriminalização do aborto no Brasil, a fim de que não prospere a ADPF 442, que pretende permitir o assassinato de bebês no ventre materno até o terceiro mês de gestação".

Leia abaixo, a íntegra do manifesto:

A atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, deve pautar para antes de sua aposentadoria, prevista para outubro deste ano de 2023, o caso que trata sobre a descriminalização do aborto no Brasil.* A própria ministra é a relatora da ação. A ADPF 442 foi proposta pelo PSOL, visando permitir interrupção da gravidez nos três primeiros meses de gestação.

Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) é uma ação de controle concentrado de constitucionalidade prevista na Constituição Federal de 1988 e regulada pela Lei 9882/99, tendo como finalidade evitar ou reparar lesão a preceitos fundamentais da Constituição. Segundo o artigo 12, da referida lei, a decisão é irrecorrível e não pode ser objeto de ação rescisória, ou seja, não pode haver novo pedido de análise da questão.

No Brasil, o aborto não é legalizado, sendo tipificado como crime pelo Código Penal em seus artigos 124 e 125, com previsão de pena de até três anos de prisão se provocado pela gestante e até dez anos quando realizado por terceiro sem consentimento. São previstas, contudo, três situações em que não é punível: o aborto necessário, para salvar a vida da gestante; em caso de estupro, chamado de aborto sentimental; e, em 2012, o STF também decidiu que não pode ser punido o aborto em casos de anencefalia do feto.

A carta universal dos direitos humanos, da qual o Brasil é signatário, reconhece em seu artigo terceiro que "todo ser humano tem direito à vida".

A Constituição coloca entre os fundamentos da República, em seu artigo 1º, inc. III, a dignidade da pessoa humana, e em seu artigo 5º, a inviolabilidade do direito à vida. O Código Civil, por sua vez, em seu artigo 2º estabelece que "a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro". Portanto, a criminalização da interrupção da gravidez está em consonância com o arcabouço jurídico brasileiro, resguardando preceitos fundamentais e os direitos humanos.

Como Cristãos, reconhecemos o ensino da Bíblia Sagrada que ensina que todo o ser humano é Imago Dei, isto éportador da imagem de Deus, inclusive as pessoas ainda não nascidas, as quais devem receber proteção especial por sua vulnerabilidade.

No livro Salmos, capítulo 139.16, o Rei Davi diz que "Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda". O evangelista Lucas narra que o primeiro encontro de Jesus com João Batista foi quando os dois habitavam o ventre de suas mães, e ao entrar na casa de Zacarias e saudar Isabel, ela sentiu a vitalidade de seu filho ainda no ventre, reconhecendo ser uma ação do Espírito Santo pela presença do filho de Deus no ventre de Maria (Lucas 1.41).

A Bíblia ensina que a concepção de um filho é bênção de Deus e não deixa dúvidas que o ser humano é formado já na concepção e que provocar sua morte é assassinato.

Assim sendo, o Conselho da Coalizão pelo Evangelho bem como os demais pastores associados e signatários desta carta manifestam sua posição contra o aborto, e no sentido de permanência de criminalização do aborto em qualquer tempo de gestação, desde a concepção, por estar de acordo com a proteção constitucional e legal da vida no Brasil, bem como por ser a referida prática uma quebra do sexto mandamento: "não matarás".

Conselho da Coalizão pelo Evangelho

Augustus Nicodemus Lopes é pastor auxiliar na Primeira Igreja Presbiteriana do Recife.

Cleyton Gadelha é pastor emérito da Igreja Batista de Parquelândia (Fortaleza/CE) e diretor executivo da Escola Teológica Charles Spurgeon.

Davi Charles é pastor da Igreja Presbiteriana Paulistana (São Paulo/SP).

Emílio Garofalo é pastor da Igreja Presbiteriana Semear (Brasília/DF).

Euder Faber é pastor da Igreja O Brasil para Cristo (Campina Grande/PB) e presidente da Visão Nacional para a Consciência Cristã.

Franklin Ferreira é pastor da Igreja da Trindade (São José dos Campos/SP), co-fundador e diretor geral do Seminário Martin Bucer.

Heber Carlos de Campos Júnior, pastor da Igreja Presbiteriana do Parque das Nações (Santo André, SP), professor no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper e do Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição (JMC).

Hélder Cardin é pastor na Primeira Igreja Batista de Araras (Araras-SP), chanceler das escolas teológicas Palavra da Vida Brasil e professor pesquisador no Seminário Bíblico Palavra da Vida e vice-presidente da Coalizão pelo Evangelho.

Jonas Madureira é pastor da Igreja Batista da Palavra (São Paulo/SP), professor no Seminário Martin Bucer.

Leonardo Sahium é pastor da Presbiteriana de Brasília (DF) e presidente da Junta de Educação Teológica da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Luiz Sayão é pastor sênior da Igreja Batista Nações Unidas (São Paulo/SP) e diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

Mauro Meister é pastor da Igreja Presbiteriana – Barra Funda (São Paulo/SP).

Renato Vargens é pastor da Igreja Cristã da Aliança (Niterói/RJ), escritor e conferencista.

Sillas Campos é pastor da Igreja Batista Central de Campinas (Campinas/SP) e presidente do Ministério Fiel.

Solano Portela é presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro (São Paulo/ SP), e docente no Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper.

Tiago J. Santos Filho é um dos pastores da Igreja Batista da Graça (São José dos Campos/SP), co-fundador e diretor no Seminário Martin Bucer, diretor executivo da Editora Fiel e presidente do Conselho da Coalizão pelo Evangelho.

Valter Reggiani é pastor da Igreja Batista Reformada de São Paulo (São Paulo/SP).

Wilson Porte Jr. é pastor da Igreja Batista Liberdade (Araraquara/SP) e professor e presidente do conselho administrativo do Seminário Martin Bucer.

Pastores associados e demais signatários:

Pastores associados à Coalizão pelo Evangelho:

Alan Rennê Alexandrino Lima, pastor da Igreja Presbiteriana do Cruzeiro do Anil, São Luís, MA

Allen Porto, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Barretos, SP

Fábio Luciano Soares e Santos, pastor da Igreja Batista Betel de Mesquita, Mesquita, RJ.

Fernando Angelim, pastor da Igreja Batista Reformada de Belém, Belém, PA.

Filipe Costa Fontes, pastor na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro e professor do CPAJ da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Maurício Fonseca dos Santos Jr. presbítero na Igreja Presbiteriana Paulistana, São Paulo, SP.

Mauricio Silva de Andrade, pastor da Primeira Igreja Batista Bíblica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ.

Paulo Cesar Valle, pastor da Igreja Batista do Redentor, Volta Redonda, RJ.

Demais pastores signatários ligados à Fraternidade de Pastores Batistas Reformados:

Alex Daher, pastor na Igreja Batista Jardim Minesota, Sumaré/SP

Anderson Alcides, pastor da Primeira Igreja Batista em Brotas de Macaúbas, BA

Anderson Alcides, pastor da Primeira Igreja Batista em Brotas de Macaúbas, BA

Anderson Dias Carneiro, pastor da Igreja Batista Reformada, João Monlevade, MG

Áquila Serra Cabral, pastor da Primeira Igreja Batista de Muriaé, MG.

Charles Silveira, pastor na Igreja Batista Caminho da Cruz, Alvorada, RS

Daniel Lewis Deeds, pastor na Igreja Batista Histórica em Conselheiro Lafaiete, MG

David Marcos Soares Ferreira, pastor da Igreja Batista Reformada de Campos dos Goytacazes, RJ.

Diego Francisco Santos, pastor da Primeira Igreja Batista em Canela, RS

Diego Lopes, pastor na Igreja Baptista na Margem Sul, AM de Lisboa, Portugal.

Eduardo Fagundes Oliveira, pastor Batista, membro da Igreja Batista Sul de Juiz de Fora, MG.

Fabiano Prado Lima, assistente pastoral, Immanuel Baptist Church, Sacramento, CA, EUA

Fábio Leal, pastor da Igreja Reformada Missional Cidade Cinco, São Paulo, SP

Fabio Roberto Rodrigues, Primeira Igreja Batista de Monte Mor, Monte Mor, SP

Gilson Carlos de Souza Santos, pastor na Igreja Batista da Graça, São José dos Campos, SP.

Glauber Fabiano Sponda Manfredini Nagasawa, pastor na Igreja Batista Reformada no Japão.

Gleydson Alves Marinho, Igreja Ação Bíblica, Lisboa, Portugal

Guilherme Reggiani, pastor na Igreja Batista Reformada de São Bernardo do Campo, SP.

Heber Gonçalves Cunha, pastor da Segunda Igreja Batista em Cambuci, RJ

Helenon Augusto Carvalho Campos, pastor da Igreja Batista Chácara Antonieta Limeira, SP

Ivaldo Bertanha, pastor Ministério de Homens, Igreja Batista Parque Rio Branco, Campos dos Goytacazes, RJ.

Jean Carlos Sardinha da Silva, pastor da Segunda Igreja Batista Reformada de Campos, RJ

João Paulo da Cunha Brasileiro, pastor da Igreja Batista Reformada Paulista, PE

Jônatas Ornelas Duarte, pastor da Congregação Batista Reformada, Aperibé, RJ

Jonathan Andrade Luz, pastor na Igreja Batista Filadélfia, Fortaleza, CE

Jonathas de Lima, pastor da Igreja Batista da Família, Barreiras, BA

Jorge Luiz Gomes da Silva, pastor da Igreja Batista em Vilas Boas em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, MS

Luan de Almeida da Silva, pastor da Igreja Batista Ebenézer, Ilhéus, BA

Luis Henrique de Paula, pastor na Igreja Batista Sarom, Campo Grande, MS

Luiz Correia, pastor da Igreja Batista Filadélfia, Fortaleza, CE

Natan Leite, pastor da Segunda Igreja Batista, Paranaíba, MS

Nelson Ávila Mesquita Neto, pastor da Igreja Batista de Itaitinga, Itaitinga, CE.

Norival F. Andrade, Primeira Igreja Batista de Monte Mor, Monte Mor, SP

Paulo Roberto dos Santos, pastor da Primeira Igreja Batista de Monte Mor, Monte Mor, SP

Rafael Fcachenco Filho, pastor da Igreja Batista Betel, Bauru, SP.

Rubner Rodrigues Durais, pastor na Igreja Batista da Graça, São José dos Campos, SP

Valdeci Santos, diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, CPAJ e pastor titular da Igreja Presbiteriana do Campo Belo, São Paulo, SP.

Vinicius Musselman Pimentel, é um dos pastores da Igreja Batista da Graça, em São José dos Campos, e supervisor editorial no Ministério Fiel.

Werveton Mury Campos, pastor da Igreja Batista em Água Fria, São Fidélis, RJ

Wesley Knochenhauer Carvalho, pastor da Igreja Batista Reformada Vida Nova, Florianópolis, SC

Willian Vitor Orlandi, pastor da Igreja Batista Reformada em Indaiatuba, Indaiatuba, SP.

Willy Robert Henriques, pastor da Igreja Batista Redenção em Juiz de Fora, MG.

Wilson da Silva Bento, pastor da Igreja Batista Zona Sul, São José do Rio Preto, SP

[Com a colaboração de Warton Hertz, membro fundador do Instituto Brasileiro de Direito e Religião, e que atualmente serve no Ajuda Barnabas, ministério de socorro à Igreja sofredora.]


Coalizão Pelo Evangelho existe para servir a igreja local, produzido conteúdo centrado em Cristo e no Evangelho. O Conselho da Coalizão pelo Evangelho é formado por pastores e presbíteros que fornecem direcionamento, liderança e resguardam a visão teológica deste ministério no Brasil.


Com informações de TGC – Coalização Pelo Evangelho

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