sábado, 21 de outubro de 2023
ESTES JUDEUS ! - por George García Hamilton
quarta-feira, 18 de outubro de 2023
Ato em apoio ao Povo de Israel é realizado em Brasília
Ato em apoio ao Povo de Israel é realizado em Brasília, por evangélicos e judeus messiânicos
segunda-feira, 31 de outubro de 2022
“Deus nunca perde”: Pastores se manifestam após resultado das eleições
Após 20 anos, Luiz Inácio Lula da Silva volta à Presidência do Brasil a partir de janeiro de 2023, eleito por 50,90% dos votos para cumprir seu terceiro mandato.
Com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente, confirmada na noite deste domingo (30), diversos pastores e líderes se manifestaram em suas redes sociais sobre o resultado das urnas, que deu 50,90% dos votos ao petista.
Lula recebeu pouco mais de 2 milhões de votos de diferença da candidatura do então presidente Jair Bolsonaro. O resultado confirmou o racha e a polarização ideológica no país.
Líder da Igreja do Amor, Talitha Pereira destacou que “Deus nunca perde”. A pastora refletiu sobre a vitória da esquerda, que ocupará o Executivo Nacional a partir de janeiro de 2023, com base em referências bíblicas.
“No dia em que o povo escolheu que Barrabás fosse solto, o que fez a diferença não foi a falta de poder do Senhor, mas a escolha das pessoas e a permissão divina”, escreveu, com referência ao julgamento “democrático” que mostrou a o lado dos judeus.
Na sequência, a pastora deixou uma palavra de alento: “Veio um tempo de morte, dor e tristeza, mas ao terceiro dia o Mestre ressuscitou para mostrar Quem é invencível”.
Para a vida civil, Talitha disse que “toda escolha vem com consequências”.
“Eu só quero lembrar a você que votou apoiando os mesmos valores que eu: nossas orações não podem cessar e nosso posicionamento não pode ser silenciado”.
Talitha finalizou dizendo que “Deus que nunca perde” e que é preciso “continuar lutando”. “Não abaixe a cabeça com tristeza, erga o olhar para o lugar de onde vem a nossa salvação: a cruz que está vazia!”
Discipular uma nação
Por meio de um vídeo, Téo Hayashi lamentou a derrota do atual presidente, Jair Bolsonaro, e disse que há quatro anos pela frente de um cenário diferente do que a maior parte dos cristãos desejava.
O líder da Zion e do Movimento Dunamis disse que está com a consciência limpa diante de sua minha família e comunidade de fé. “Fica aqui a minha oração para que o Senhor continue abençoando o Brasil, continue abençoando a Igreja”.
Ele fez um alerta para os “futuros evangélicos do Brasil”:
“A verdade é que a gente tem muito trabalho a fazer, a gente precisa entender e nos aprofundar naquilo que diz respeito discipular uma nação”.
“Agora não é a hora de ficar nas cordas, ficar falando ‘Jesus volta e me tira daqui’, agora é hora de se trabalhar, de criar família, de criar raízes”, afirmou, emendando que é preciso continuar aprendendo a ser “sal da Terra e luz do mundo ... como discípulos de Cristo”.
Deus no controle
O Pr. Luiz Hermínio iniciou sua mensagem dizendo que “você produz bom ânimo quando acredita que Deus não perdeu o controle de nada”.
Postando imagens do culto no Mevam, ministério que lidera, escreveu ainda: “Mais um domingo cultuando ao Senhor... Ele é a nossa esperança”.
Cláudio Duarte de um vídeo dizendo que “há dia de ganhar e dia de perder”. Ele disse que não estava alegre pelo resultado, mas “se eu continuar triste ou dizer que estou entristecido eu não mudo nada”.
O pastor disse que recebeu várias mensagens com a pergunta sobre o que fazer diante do resultado que deu vitória à esquerda.
“Agora trabalhamos para que o Brasil cresça, agora nós vamos orar para que o Brasil cresça, agora nós vamos impulsionar e motivar as pessoas a entenderem que precisamos respeitar esse resultado e prosseguir a nossa história”.
Com quase 600 mil curtidas em sua mensagem, Cláudio Duarte disse ainda que é preciso “continuar na caminhada porque existe uma missão que é maior do que as nossas dores particulares”.
‘Orar pelas autoridades’
O Pr. Silas Malafaia escreveu que “a vontade soberana do povo se estabeleceu”, reforçando seu posicionamento contrário ao resultado do pleito.
“Não fui omisso, nem covarde. Tenho minha consciência limpa do meu dever cumprido. A minha oração, como diz a Bíblia, é interceder pelas autoridades constituídas”.
Pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Malafaia finalizou declarando: “Deus livre o Brasil do caos social, político e econômico.”
No culto de domingo à noite, o pastor disse que o papel da Igreja é orar pelas autoridades.
“Vamos fazer uma oração. Vamos orar. Esse é o papel da igreja. Se a Bíblia manda orar antes de tudo pelas autoridades, então vamos orar pelo novo governo que vem aí, é agora que nós vamos fazer isso”.
‘O Rei está no trono’
O Pr. Josué Valandro foi suscinto em sua manifestação pós resultado que deu vitória a Lula. Ele usou uma citação de C.S. Lewis: “Faça o que é certo e depois de ter feiro, deixe o resto nas mãos de Deus”.
O líder da Igreja Atitude finalizou: “Eu amo meu país! E confio no meu Deus!”
Outra importante liderança evangélica brasileira e bastante atuante nas redes sociais, o Pr. Augustus Nicodemus, teólogo e escritor presbiteriano, escreveu em seu Facebook:
“Podemos escolher pelo voto a autoridade que quisermos. Mas, o Rei dos Reis já está no trono”.
Fonte: Guiame
domingo, 9 de outubro de 2022
Militantes de esquerda realizaram a Marcha para Satanás em Natal (RN)
Um grupo de pessoas realizou no Rio Grande do Norte, no dia de ontem, 08.10.2022 - Sábado - a "Marcha para Satanás", onde defenderam que o estado deve ser laico, ou seja, sem a influência da bancada religiosa no congresso.
quarta-feira, 21 de setembro de 2022
ANAJURE repudia fala de advogada sobre infiltrar-se na EBD
Juristas Evangélicos recomendam que igrejas atualizem seus estatutos e regimentos internos
Nesta segunda-feira (19), o Conselho Diretivo Nacional da Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE, emitiu uma Nota Pública à sociedade brasileira, repudiando a fala de uma advogada durante uma live promovida pela Revista Fórum no domingo (11/09).
A transmissão ao vivo se tratava de uma aula de mestrado que abordava temas políticos e de gênero, quando a advogada Laura Astrolabio sugeriu “se infiltrar nas igrejas” (40m54s do vídeo), para ter acesso às crianças nas classes de escolas dominicais, com a finalidade de incutir interpretações alinhadas a determinadas perspectivas ideológicas, independentemente de sua compatibilidade com a fé cristã.
A ANAJURE ressalta que o caso “gera preocupação quanto ao exercício da liberdade religiosa. O referido direito, consagrado no ordenamento jurídico brasileiro, assegura a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, bem como o livre exercício dos cultos religiosos e a proteção aos locais de culto e a suas liturgias (art. 5º, VI, CRFB)”.
Em nota, a Associação cita ainda o artigo 18 (item 4 – PIDCP), que assegura a primazia dos pais na educação religiosa e moral dos filhos nos termos das convicções dos genitores, e ressalta a que “a perturbação de cerimônia ou prática religiosa” é considerado crime instituído pelo Código Penal (art. 208), com previsão de pena de um e três anos de reclusão.
“Acerca do caso em questão, é importante firmar alguns pontos. A postura proselitista que busca convencer o outro acerca da validade de uma determinada crença é protegida pelo direito à liberdade religiosa. Essa conduta, todavia, não deve ser exercida por meio de subterfúgios, mas de forma clara e transparente. Não é isso que foi proposto por Laura Astrolábio durante a live. Na transmissão, a advogada propôs que pessoas se imiscuíssem em ministério de igrejas evangélicas para moldar a perspectiva das crianças presentes em escolas dominicais. Não se trata de exercício legítimo de proselitismo, mas de uma estratégia que busca se aproveitar da vulnerabilidade de crianças, ignorando, ao mesmo tempo, as diretrizes de fé adotadas pela organização religiosa e o desejo dos pais de que seus filhos sejam educados com base na doutrina de seu credo, e não de uma visão ideológica”, explica a nota dos Juristas Evangélicos.
Além de manifestar seu repúdio à fala da advogada Laura Astrolabio, a ANAJURE “recomenda às igrejas que atualizem seus estatutos e regimentos internos a fim de estabelecer critérios objetivos para determinar a competência dos professores para que, em caso de atuação desassociada à doutrina, com a intenção de confundir os membros e gerar transtornos, especialmente aos infantes, possa qualquer decisão administrativa interna ser respaldada por tais documentos constitutivos”, finaliza o documento assinado pela presidente da ANAJURE, dra. Edna V. Zilli.
Com informações ANAJURE via CPAD NEWS
sexta-feira, 2 de setembro de 2022
CNJ prevê punição para juiz que contestar urnas nas redes sociais
Juízes que já postaram contra as urnas têm até dia 20 de setembro para apagar ou ajustar mensagem
Uma nova regra assinada nesta sexta-feira (2) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prevê punição para juízes que se manifestarem em redes sociais contra as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro. O documento foi assinado pelo novo corregedor nacional de Justiça, ministro Luís Felipe Salomão.
De acordo com o CNJ, os juízes terão até o dia 20 de setembro para ajustarem suas redes sociais e registros de vínculos pessoais ou profissionais ao que está determinado na nova regra publicada nesta sexta-feira. O descumprimento da regra pode levar o responsável a responder um processo administrativo disciplinar aberto pela Corregedoria do CNJ.
A medida leva em conta “a notória escalada da intolerância ideológica e de atos violentos com motivação político-partidária noticiados na imprensa brasileira” e “que atos de violência com motivação político-partidária, além de acarretar danos à estabilidade social, ensejam riscos à normalidade democrática e constitucional”.
Por causa disso, a decisão veda “manifestações públicas, especialmente em redes sociais ou na mídia, ainda que em perfis pessoais próprios ou de terceiros, que contribuam para o descrédito do sistema eleitoral brasileiro ou que gerem infundada desconfiança social acerca da justiça, segurança e transparência das eleições”.
Fonte: Pleno News
quarta-feira, 10 de agosto de 2022
Governo de esquerda persegue Igreja na Nicarágua e fecha 7 rádios
A União Europeia emitiu uma nota condenado a perseguição de Daniel Ortega contra desafetos políticos
Nos últimos meses o governo de Nicarágua tem se levantado contra a Igreja Católica. Feiras da Associação Missionárias da Caridade, ordem fundada por Madre Teresa de Calcutá, foram expulsas e agora as rádios católicas foram fechadas.
As transmissões são feitas de dentro das igrejas, por isso, policiais invadiram os templos, ameaçaram padres e apreenderam os equipamentos de radiodifusão.
No dia 1º de agosto forças de segurança invadiram a capela Menino Jesus de Praga e a igreja da Divina Misericórdia, ambas localizadas na cidade de Sébaco, em Matagalpa, região norte do país, onde funcionava Rádio Católica de Sébaco, uma das sete estações da Diocese de Matagalpa. Horas antes da invasão, todas essas rádios foram fechadas pelo Instituto Nicaraguense de Telecomunicações e Correios (Telcor), sob a alegação de que os veículos não tinham licença para funcionar.
União Europeia condena perseguição do governo
A União Europeia (UE) condenou na quinta-feira o fechamento “arbitrário” das estações de rádio e disse que era “mais uma violação da liberdade de expressão e da liberdade de religião ou crença”. “A União Europeia condena o fechamento arbitrário de sete estações de rádio católicas pelas autoridades nicaraguenses em 1º de agosto, e de duas outras estações de rádio e televisão comunitárias pouco tempo depois”, disse a UE em uma declaração divulgada por seu escritório em Manágua.
A decisão do governo do presidente Daniel Ortega, através do Instituto Nicaraguense de Telecomunicações e Correios (Telcor), de fechar oito estações de rádio católicas, em meio a fricções entre o Executivo e a Igreja Católica, “constitui outra violação da liberdade de expressão e da liberdade de religião ou crença”, continuou a UE, após advertir que “a força policial excessiva foi usada para ocupar as instalações e para intimidar e dispersar manifestantes desarmados com gás lacrimogêneo e disparos”.
Violência sem precedentes
A UE lembrou que “desde 2018, o governo nicaraguense desencadeou níveis de violência sem precedentes contra seu próprio povo, recorrendo a assassinatos, desaparecimentos forçados, prisão, assédio e intimidação contra opositores políticos, jornalistas, defensores dos direitos humanos, religiosos e outros líderes”.
Neste sentido, a UE exortou as autoridades nicaraguenses a cessar “toda a repressão e restaurar o pleno respeito de todos os direitos humanos”, e fez um “apelo urgente ao governo nicaraguense para que liberte imediata e incondicionalmente todos os presos políticos e anule todos os processos judiciais contra eles, inclusive suas condenações”.
Com informações Vatican News via JM Notícia
quinta-feira, 23 de setembro de 2021
Protestos pacíficos contra o regime comunista, leva pastor a prisão em Cuba
Uma organização cristã de direitos humanos está conclamando as pessoas ao redor do mundo a se unirem à sua campanha na petição pela libertação de um pastor cubano que foi encarcerado sem julgamento após participar de protestos pacíficos em Cuba.
De acordo com a Christian Solidarity Worldwide (CSW), Lorenzo Rosales Fajardo, um pastor protestante cubano, foi preso em 11 de julho depois que ele e seu filho de 17 anos se juntaram a outros cubanos em um protesto contra o regime comunista do país em Palma Soriano.
Conforme relatado pelo CBN News, o protesto foi a maior manifestação antigovernamental em 60 anos. Os cubanos em manifestação exigiam mudança de seu governo devido à escassez de alimentos e medicamentos, que piorou durante a pandemia de COVID-19.
Enquanto os protestos eram pacíficos, as forças de segurança do Estado retaliaram com violência e detenções em massa do povo cubano, incluindo Fajardo e seu filho.
Segundo a esposa de Fajardo, Maridilegnis Carballo, o filho do casal foi libertado posteriormente, mas seu marido continua preso.
Em agosto, o pastor Fajardo foi transferido para a prisão de segurança máxima de Boniato, fora de Santiago de Cuba. Ele enfrenta acusações de 'desrespeito' e 'desordem pública', o que pode resultar em uma pena de prisão de três a 20 anos.
Além disso, Fajardo não tem permissão para visitas de sua esposa e só pode fazer ligações telefônicas de três minutos para sua família.
Enquanto seu filho foi libertado da prisão, Carballo advertiu que ele enfrentará repercussões se ela continuar a falar sobre a situação de seu marido. Ela também está sob ameaça de prisão por entrar em contato com organizações internacionais de direitos humanos a respeito da detenção de seu marido.
Em resposta à notícia, a CSW lançou uma campanha onde as pessoas podem assinar uma petição pedindo a libertação de Fajardo.
"O pastor Lorenzo Rosales Fajardo já passou mais de dois meses na prisão em condições horríveis simplesmente por participar de protestos pacíficos", disse o chefe de campanhas da CSW, Dave Mance, em um comunicado.
"CSW continua pedindo sua libertação imediata e incondicional, e pedimos a todos os que se preocupam com a justiça que se unam a nós enviando uma mensagem a Cuba de que o mundo está observando e que o tratamento dado ao pastor Rosales Fajardo não será tolerado", afirmou. afirma.Fajardo, 50, trabalha como pastor em Cuba há 20 anos. Em 2012, o governo confiscou a propriedade de sua igreja.
Mais tarde, Fajardo e sua família compraram outra casa e lideraram a igreja do Monte de Sion, onde serviu até a prisão.
Fonte: Folha Gospel com informações de Christian Heeadline
domingo, 12 de setembro de 2021
Pr. SilaS Malafaia: “Se Bolsonaro avança é golpista, se recua é frouxo”
Malafaia criticou cobertura da mídia acerca da "nota à nação" divulgada pelo presidente
Em vídeo publicado nas redes sociais, o pastor Silas Malafaia questionou o discurso midiático acerca da “nota à nação” em tom apaziguador publicada pelo presidente Jair Bolsonaro, e apontou uma “perseguição implacável” por parte da imprensa contra o chefe do Executivo e seus apoiadores.
– É uma perseguição implacável da imprensa contra o presidente. Não tem uma notícia boa. Se presidente Bolsonaro avança é golpista, se recua é frouxo – queixou-se, nesta sexta-feira (10).
O pastor chamou de “afronta ao povo” a postura de rotular os atos do último dia 7 de setembro como “antidemocráticos”.
– A imprensa dizer que as manifestações foram atos antidemocráticos é uma afronta ao povo. William Bonner vem dizer que bolsonaristas se apossaram do verde e amarelo é uma afronta. O senhor ministro Barroso dizer que fanáticos foram às ruas é uma afronta ao povo. Nós não podemos aceitar isso – declarou.
Malafaia descreveu o ato como “a maior manifestação política da história do Brasil em favor da liberdade de expressão, em favor de um presidente”, e afirmou que “isso não pode ser desconsiderado”.
– A esquerda sentiu a força da manifestação e ficou todo mundo caladinho, Lula e sua tropa, essa que é a verdade minha gente. Nós não podemos abrir mão: a vontade do povo prevalece. O povo é o supremo poder, se Bolsonaro recuou pelo bem do Brasil, parabéns, vamos ver o resultado – finalizou.
ASSISTA A AQUI
quinta-feira, 9 de setembro de 2021
Deputados da Assembleia de Deus que foram na manifestação pró-Bolsonaro, podem ser expulsos do PDT da Bahia
Os parlamentares informam que a sigla sabia que eles se posicionariam de acordo com sua crença
Dois deputados do PDT da Bahia podem ser expulsos do partido por terem participado da manifestação que aconteceu no dia 7 de setembro.
O deputado federal Alex Santana e o deputado estadual Samuel Júnior, ambos ligados à Assembleia de Deus, serão encaminhados para o Conselho de Ética a pedido do deputado federal Félix Mendonça, presidente da sigla na Bahia, que pede a expulsão dos dois.
Além da participação no ato pró-presidente Jair Bolsonaro, o deputado Alex acumula desentendimento com o PDT por votar 100% com o governo, nunca com o partido. As informações são do jornal A Tarde.
Os parlamentares, porém, disseram que desde quando entraram para o partido deixaram claro que “em questões que ferisse os princípios doutrinários ficariam com a igreja”.
Em nota à imprensa, o deputado Samuel Júnior reforçou que suas ações políticas correspondem ao que a liderança da AD indica. “Se eu ir a um ato de 7 de setembro vestido de verde e amarelo cantar o hino nacional é traição, vamos discutir. Agora, não tenha dúvida que o meu partido é o pastor Valdomiro [Pereira]. E ele simpatiza com o presidente”.
Fonte: JM Notícia
Cantoras Eyshila e Jozyanne perdem seguidores após manifestações do 7 de setembro a favor de Bolsonaro
As cantoras gospel Jozyanne Oliveira e Eyshila Santos, principais nomes da gravadora MK Music e da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, liderada por Silas Malafaia, perderam seguidores no Instagram após publicarem fotos em manifestações a favor de Bolsonaro.
Eyshila começou a perder seguidores já no dia 6 de setembro, quando publicou um vídeo em que Silas Malafaia, e diversos outros pastores, convocam o “povo abençoado do Brasil” a comparecer às manifestações na Avenida Paulista.
No dia 7, a cantora postou uma foto com seu marido, o pastor Odilon Santos, cunhado de Silas Malafaia, durante o ato. Eyshila perdeu 5.865 seguidores após as postagens.
Jozyanne, que é casada com o vice-presidente da igreja de Malafaia, perdeu 1.250 seguidores no Instagram após postar diversas fotos e vídeos do ato a favor do governo. Nas postagens, a cantora disse que é “a favor do Brasil” e da liberdade de expressão.
A igreja de Silas Malafaia contratou uma frota de ônibus para levar fieis do Rio de Janeiro à Avenida Paulista para o ato a favor do presidente.
O pastor discursou do carro de som com Bolsonaro, quando ofendeu ministros do STF e atacou a imprensa.
Fonte: Metrópoles via Folha Gospel
quarta-feira, 8 de setembro de 2021
Bolsonaristas massacram oposicionistas em número de manifestantes
De acordo com as estimativas extraoficiais da Polícia Militar, 400 mil pessoas se reuniram na Esplanada em apoio ao governo
Nesta terça-feira (7), dia da independência do Brasil, manifestantes a favor do governo se reuniram em diversas cidades do país, para demonstrar apoio ao presidente Jair Bolsonaro.
A Polícia Militar não chegou a divulgar estimativas oficiais de Brasília, mas de acordo com o tenente-coronel Souza Júnior, que comandou as operações, é possível afirmar que 400 mil pessoas compareceram na Esplanada dos Ministérios. A Veja destacou nesta quarta (8), que desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016, um ato político não reúne tanta gente na capital.
A oposição também organizou uma manifestação nas proximidades da Esplanada. Segundo a Veja, apenas 400 pessoas compareceram no ato, que contou com o apoio do PT, do PSOL, da CUT, do MST e do PCO.
Ao final das manifestações, os dois grupos iniciaram uma discussão e trocas de ofensas, mas a PM logo interviu, impedindo que as agressões verbais evoluíssem para a violência física.
CPAD News/ Com informações Veja.abril - Foto: Reprodução vídeo
Marco Aurélio admite: “Penso que o Judiciário esticou a corda”
Ex-ministro do STF disse esperar "temperança e compreensão" do presidente Jair Bolsonaro
Com a promessa de uma manifestação gigante pelos apoiadores do governo do presidente Jair Bolsonaro, diversas figuras políticas decidiram falar sobre os atos. E um dos que se manifestou a respeito do tema foi o ex-ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista ao portal Metrópoles, ele disse esperar “temperança e compreensão” de Bolsonaro.
– Espero [de Bolsonaro] temperança, compreensão e entendimento para se trabalhar ao povo brasileiro. Nós temos de presumir o que normalmente ocorre. É suficiente para nos preocupar a crise de saúde e a crise social; não precisamos de crise política. Espero que ele, que tem mais um ano e meio de mandato pela frente, simplesmente trabalhe e faça o melhor para o Brasil – apontou.
Sobre os atos, o ex-ministro disse que elas fazem parte da democracia, mas criticou qualquer tipo de “agressividade”.
– O que é condenável é a agressividade à pessoa, aos prédios, com depredações. Manifestações fazem parte da democracia – destacou.
Marco Aurélio Mello também criticou o inquérito das Fake News, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. Para ele, a “corda foi muita esticada, e foi esticada de ambos os lados. Penso que o Judiciário também esticou a corda”.
– Esse inquérito natimorto, que votei contra, foi instaurado pela vítima, não houve distribuição, não houve sorteio; dentro dele, tudo cabe (…) Penso que deve haver compenetração, sentar-se à mesa para conversar – ressaltou.
Fonte: Pleno News









.webp)
.jpeg)





