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domingo, 23 de maio de 2021

Ed René Kivitz insiste em questionar inerrância da Bíblia e é contestado - Veja aqui

Ed René Kivitz voltou a centralizar polêmicas após usar o Twitter para questionar a inerrância das Escrituras. Renato Vargens, pastor que se opõe à linha teológica do pastor da Igreja Batista da Água Branca (IBAB), afirmou que as declarações representam um pecado “contra Deus e Sua Palavra”.

Os fundamentalistas insistem que a Bíblia é inerrante nas legislações que contém; alguns de nós entendem que ela é inerrante quando informa que a boa nova não é que a verdade se fez Bíblia, mas que o Verbo se fez carne”, escreveu Ed René Kivitz recentemente.

Vargens, um dos diferentes líderes evangélicos que têm se colocado em oposição ao liberalismo teológico, disse que “para os liberais, aqueles que negam a suficiência e inerrância da Bíblia, as Escrituras não são verdadeiras em toda a sua essência”.

Aliás, diferentemente de Kivitz, João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia. Para o reformador francês a Bíblia era a Palavra de Deus. Calvino também afirmou que a Bíblia era o único escudo capaz de nos proteger do erro. Digo mais: as Escrituras são por definição a única Palavra de Deus escrita como também a única expressão verbal das verdades de Deus publicamente acessível, visível, e infalível no mundo”, enfatizou Vargens.

O pastor da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ), enfatizou que “a autoridade das Escrituras é superior à da Igreja, da tradição como também de qualquer estrutura hierárquica religiosa” e pontuou que a tradição cristã protestante considera que a Bíblia “é a revelação verbal de Deus”.

É Deus falando aos homens. É a voz do próprio Deus. O apóstolo Paulo ao escrever a sua 2ª epístola a Timóteo afirmou que ‘toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra’”, acrescentou o pastor em seu blog.

A rejeição de Kivitz à inerrância das Escrituras coloca, segundo Vargens, até mesmo o plano da Salvação em cheque: “A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, ela é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado. Nenhum credo, concílio ou indivíduo tem o poder de constranger a consciência do crente em Jesus contrariando aquilo que está exposto na Bíblia”.

Asseguro sem a menor sombra de dúvidas que todo o conteúdo das Escrituras foi inspirado pelo Senhor, o que nos dá plena convicção de que não existe nenhum equivoco em denominar a Bíblia como ‘a Palavra de Deus’. […] Não existe nenhum outro modo de se conhecer a Deus, superior ao estudo das Escrituras, como também, não existe nenhuma outra fonte de informação sobre Deus mais precisa, acurada e compreensiva que a Sua Palavra”, resumiu o pastor, finalizando que “sem a menor sombra de dúvidas que Ed Rene Kivitz ao negar a inspiração das Escrituras peca contra Deus e sua Palavra”.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Deus é soberano, diz pastor ao rebater “heresia” de Victor Azevedo

Uma nova polêmica envolvendo o coach e pastor Victor Azevedo, envolvendo uma declaração que teria colocado em xeque a soberania de Deus, foi comentada pelo pastor e teólogo Renato Vargens em um artigo recente.
Vargens destaca que a popularidade de Victor Azevedo é recente e toda alicerçada na difusão da chamada "teologia do coaching": "Victor tem protagonizado informações absolutamente antagônicas às doutrinas básicas do cristianismo como por exemplo de que o crente é um pequeno deus ou mesmo que a Bíblia não é a Palavra de Deus", recapitulou o pastor reformado.
"Se não bastasse isso, o rapaz publicou que Deus não está no controle de todas as coisas. […] Além de demonstrar desconhecimento das doutrinas fundamentais das Escrituras, parece comungar com as heresias defendidas pelo teísmo aberto que nega o controle e soberania de Deus sobre todas as coisas", lamentou. 
Renato Vargens deixa claro em seu texto que é importante destacar que esse tipo de doutrina se opõe ao que a Palavra de Deus diz sobre quem Ele é: "A afirmação que Deus não está no controle de tudo é um acinte ao Deus revelado pelas Escrituras. Eu não acredito num Deus inepto, impotente e limitado".
"Eu não acredito no evangelho dos coaches que humanizaram Deus deificando o homem. Eu não acredito em um Deus que seja surpreendido por imprevistos, nem tampouco por acontecimentos que fujam aos propósitos eternos do Criador. Nosso Deus reina e tem controle sobre todas as coisas, e absolutamente nada foge aos seus desígnios", explicou. 
O pastor observou ainda que as "Escrituras afirmam que o governo está em suas mãos e que Ele possui domínio sobre tudo aquilo que acontece no céu e na terra". 
"O Deus Todo-Poderoso governa o mundo, Ele é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Altíssimo Deus. A Ele pertence todo poder e toda autoridade para fazer o que lhe agrade. O mundo e tudo que nele há é o seu mundo e toda criatura que nele vive é controlada por Sua soberana vontade e poder", reiterou Vargens, expondo a doutrina cristã que tem atravessado milênios. 
Essas doutrinas que diminuem ou negam a soberania de Deus ganham força de tempos em tempos diante de tragédias ou calamidade, como no caso da pandemia de Covid-19. Seus defensores apontam que tais situações evidenciam que Deus, em Seu amor, não permitiria ou determinaria uma peste ou desastres naturais que causasse perdas de vidas humanas.
"Afirmo sem titubeios que as tragédias da vida, bem como os passos dos homens não fogem ao controle e domínio do Criador. Os acontecimentos ocorridos à vida de cada um dos homens não podem em hipótese alguma surpreender ao Todo-Poderoso. Como Senhor, Ele rege os acontecimentos, cumprindo sua vontade de forma inequívoca, mostrando a toda humanidade de que Ele está no controle de tudo e de todos. Portanto, à luz da Palavra de Deus, tenho plena convicção de que o meu Redentor governa sobre tudo e todos, mesmo porque, as Escrituras nos revelam um Deus que sustenta e governa o universo SOBERANAMENTE e que nada foge ao seu controle", escreveu o pastor.
Ao final, Vargens sublinhou sua oposição à doutrina que nega a soberania divina, descrita por ele como "uma das mais escabrosas heresias, que é limitar o grande e majestoso Deus a seres finitos, ineptos e impotentes".
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Dez motivos de oração sugeridos durante a quarentena do Coronavírus




MOTIVOS DE ORAÇÃO


Durante esse período de quarentena gostaria de lhes sugerir dez motivos de oração:
1-) Ore para que Deus tenha misericórdia do Brasil e do Mundo.
4-) Ore por aqueles que estão infectados com o vírus.

2-) Ore pelos médicos e pelos profissionais de saúde. 3-) Ore pelos idosos.
8 ) Ore pelas autoridades governamentais.

5-) Ore por sua igreja, pastores e líderes. 6-) Ore por sua família. 7-) Ore pelas crianças.

9-) Ore para que uma vacina seja descoberta. 10-) Ore pela paz no Brasil.


Por Pr. Renato Vargens

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Pr. Renato Vargens diz que igrejas não devem criar “blocos de carnaval” para evangelizar

O pastor e escritor Renato Vargens, autor de 24 livros e conferencista internacional, explicou em um artigo a razão pela qual não aprova a criação de "blocos de carnaval evangélicos , feitos por algumas igrejas sob à alegação de que são usados para evangelizar durante o carnaval.
Vargens lista 7 razões, ressaltando antes de tudo que não é contrário ao evangelismo, mas sim que há circunstâncias apropriadas para isso, sendo o relacionamento diário com pessoas a principal maneira.
"O que me preocupa efetivamente não é o desejo de evangelizar, nem tampouco a vontade de pregar as Boas Novas da Salvação Eterna aos que se perdem e sim a forma escolhida para o desenvolvimento dessa missão", escreveu o pastor.
"Acredito que a evangelização se dá de forma contínua e de modo relacional, isto é, todos nós somos chamados a evangelizar os que se relacionam conosco através de palavras e testemunhos, durante todo o ano, e não em eventos esporádicos", defende Vargens.
O pastor, que também estará no 21º Encontro Para a Consciência Cristã em Campina Grande, na Paraíba, entre os dias 28 de fevereiro e 5 de março, pregando sobre o tema "A prioridade do Reino", lembrou também que "nem toda contextualização é bíblica", referindo-se ao ambiente do carnaval.
Para Vargens, blocos evangélicos podem abrir portas para o "mundanismo", podendo "dar ocasião à carne e ao 'velho homem', despertando em muitos o antigo prazer pelo pecado".
De modo direto, Renato Vargens explica que nesses ambientes carnavalescos o foco principal, que seria a pregação do Evangelho, acaba se perdendo, de modo que os cristãos terminam atendendo os próprios interesses carnais, ao invés dos espirituais.
"Ainda que se diga que o objetivo é a evangelização, o que menos se vê é a pregação do Evangelho", acrescenta o pastor em seu artigo para o Pleno News, concluindo com a passagem de Efésios 5.11-12, que diz:
"E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha".
Fonte: Gospel+

sábado, 12 de maio de 2018

Sete diferenças entre uma igreja bíblica e uma igreja "amigável"


Publico a reflexão do Pr. Renato Vargens porque, se fosse necessário assinaria junto com ele.

As 7 (Sete) diferenças entre uma igreja bíblica e uma igreja "amigável"


1- Igrejas bíblicas possuem púlpitos, igrejas "amigáveis", palco;

2- Igrejas bíblicas, expõem as Escrituras, igrejas "amigáveis" técnicas de psicologia e autoajuda;

3- Igrejas bíblicas pregam todo conselho de Deus, igrejas amigáveis promovem entretenimento;

4- Igrejas bíblicas ensinam a sã doutrina; igrejas "amigáveis" ensinam passos para a felicidade;

5- Igrejas bíblicas são cristocêntricas, igrejas "amigáveis" antropocêntricas;

6- Igrejas bíblicas vivem para a glória de Deus, igrejas "amigáveis" vivem para agradar o cliente;

7- Igrejas bíblicas são conduzidas por pastores; Igrejas "amigáveis" por homens de negócios.




terça-feira, 18 de abril de 2017

Pastor critica homens “infantilizados” e cobra papel da Igreja no amadurecimento dos jovens

O pastor Renato Vargens chamou a atenção para o crescente número de homens que se comportam como meninos e adiam ao máximo a assunção de compromissos comuns à idade madura.
No artigo, Vargens afirma que “essa geração tem sido marcada por homens infantilizados que devido a super-proteção proveniente de seus pais não amadureceram”, e exemplifica: “Tornou-se comum encontrarmos inúmeros homens morando na casa dos pais até os trinta, quarenta anos de idade, recusando de forma veemente enfrentar as responsabilidades de edificar sua própria família”.
O pastor, que é líder da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ), disse conhecer “vários homens que não atam, nem desatam”, numa referência a relacionamentos com propósito de constituir família. “Ensaiam namoros, noivados, mas, nunca tomam uma posição firme quanto ao casamento e muito menos sair de casa”, salientou.
“Infelizmente os homens em questão por terem sido criados num invólucro protecionista, não desejam crescer, preferindo a meninice, desenvolvendo por conseguinte um comportamento do tipo adolescente, onde as mulheres que com eles se relacionam são enroladas por anos a fio”, criticou o pastor.
Usando a Bíblia como argumento para sua observação, Vargens destaca que “as Escrituras nos ensinam que ao adentrar a fase adulta, o homem deve deixar pai e mãe e se unir a sua mulher (Gênesis 2:24-25)”.
“A Bíblia incentiva os jovens a seguirem o curso da vida, contraindo matrimônio, constituindo família para a glória de Deus. Isto posto, penso que os pais precisam rever a forma com que têm criado seus filhos. Ademais, acredito também que a igreja precisa fornecer ferramentas as famílias a fim de que estas eduquem homens e não eternos ‘homeninos'”, sugeriu.
Ao final, o pastor aconselhou os homens que leram suas críticas e se identificaram: “Enfrente a vida, saia debaixo da saia de sua mãe e cumpra o propósito estabelecido por Deus; Deixe para trás as coisas de menino, pare de pensar, sentir e agir como menino; Decida ser homem e viva para a glória de Deus, casando, gerando filhos, e constituindo família para a glória de Deus”, finalizou.
Fonte: Gospel+

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Igrejas estão promovendo “bailes gospel de carnaval”


Pr. Renato Vargens alerta: Entretenimento está substituindo a pregação.


Anualmente, durante o carnaval, uma percentagem das igrejas opta por retiros espirituais. Um outro grupo faz seus próprios “blocos” e vai para a rua celebrar junto com os foliões. Mas nos últimos tempos surgiram celebrações de carnaval dentro dos templos.
Alguns vídeos começaram a circular pela internet em 2016, gerando um acirrado debate. Por um lado, o escândalo daqueles que condenam o fato de o “mundo ter entrado na igreja”. Uma minoria defende, considerando válida essa forma de louvar e atrair pessoas (especialmente jovens) para suas igrejas.
O pastor e blogueiro Renato Vargens publicou um “desabafo” sobre o assunto nesta terça (9).
“A desculpa é que os tempos mudaram e que em virtude disso, tudo também precisa mudar. Ora, Não é porque o mundo mudou que a Palavra de Deus tem que mudar também. Em vez de criar bailes de carnaval, a igreja deveria pregar o evangelho e não promover entretenimento”.
Em entrevista ao Gospel Prime, ele explica por que não acredita que esse tipo de evento tem um resultado válido do ponto de vista espiritual. “Somente quem convence os homens de seus delitos e pecados”, enfatiza Renato. Para o pastor, é algo grave, pois o nome de Deus está sendo “levado em vão”.
Parafraseando a frase célebre de Charles Spurgeon, Vargens acredita que chegou o tempo em que se trocou “a mensagem do evangelho pelo entretenimento”.
Fonte: Gospel Prime
Assista aqui:

Para uma boa audição,
Desligue o áudio do Stúdio Rhema, no
Canto superior esquerdo do blog.
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