sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Porta voz de Lula para os evangélicos não é membro da AD do Belém nem da Convenção da AD do Paraná
domingo, 27 de junho de 2021
Igrejas Batistas contestam lei que proíbe pregação do casamento bíblico na Coreia do Sul
O Conselho das Igrejas Batistas do Sul da Coreia na América aprovou uma resolução se opondo à lei antidiscriminação da Coreia do Sul, que proíbe a pregação do casamento bíblico no país, neste mês, durante a reunião anual da denominação, no Tennessee.
Na reunião do Conselho, formado por 973 igrejas, os líderes concordaram em enviar um comunicado ao governo da Coreia do Sul, apresentando sua discordância com o projeto de lei. Desde o ano passado, a diretoria dos batistas coreanos nos Estados Unidos discutia e orava sobre a resolução.
“Foi importante agir rapidamente. Concordamos no verão passado em enviar uma carta a todas as igrejas [coreanas] na América para pedir-lhes que orassem sobre isso e assinassem uma petição para seus senadores, porque isso poderia limitar o que um pastor poderia pregar sobre uma visão bíblica do casamento”, explicou o Diretor Executivo do Conselho Coreano, James Kang, à Baptist Press.
Lei antidiscriminação
Em junho de 2020, o governo sul-coreano propôs, novamente, a lei antidiscriminação, criminalizando a discriminação contra pessoas ou grupos com base em sua orientação sexual, raça, identidade de gênero, idade, deficiência, nacionalidade, opiniões políticas e religião.
O projeto de lei também estipula que os infratores serão condenados a pagar 30 milhões de won (25.281,00 de dólares), o que não é uma multa ou penalidade, mas será gasto na implementação de “correções”.
A lei, que ainda não foi aprovada, tem sido contestada pelas igrejas cristãs no país há 20 anos, que a homossexualidade viola a crença religiosa.
No ano passado, durante uma reunião de oração em Seul, as Igrejas Cristãs Unidas da Coréia (UCCK), se opôs à aprovação da legislação.
“Durante a reunião de oração em todo o país, nos posicionaremos contra o movimento em direção à legislação e às organizações que criticam nossa comunidade eclesial — que assumiu a liderança para proteger os fracos e melhorar os direitos humanos e a igualdade na Península Coreana nos últimos 130 anos. Continuaremos a fazer esforços para retirar e purificar a legislação anti-discriminação que tem algumas intenções ocultas e é anti-social e antiética”, afirmou o grupo em comunicado.
Fonte: Guia-me com informações de Christianity Daily - via Folha Gospel
domingo, 23 de maio de 2021
Ed René Kivitz insiste em questionar inerrância da Bíblia e é contestado - Veja aqui
Ed René Kivitz voltou a centralizar polêmicas após usar o Twitter para questionar a inerrância das Escrituras. Renato Vargens, pastor que se opõe à linha teológica do pastor da Igreja Batista da Água Branca (IBAB), afirmou que as declarações representam um pecado “contra Deus e Sua Palavra”.
“Os fundamentalistas insistem que a Bíblia é inerrante nas legislações que contém; alguns de nós entendem que ela é inerrante quando informa que a boa nova não é que a verdade se fez Bíblia, mas que o Verbo se fez carne”, escreveu Ed René Kivitz recentemente.
Vargens, um dos diferentes líderes evangélicos que têm se colocado em oposição ao liberalismo teológico, disse que “para os liberais, aqueles que negam a suficiência e inerrância da Bíblia, as Escrituras não são verdadeiras em toda a sua essência”.
“Aliás, diferentemente de Kivitz, João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia. Para o reformador francês a Bíblia era a Palavra de Deus. Calvino também afirmou que a Bíblia era o único escudo capaz de nos proteger do erro. Digo mais: as Escrituras são por definição a única Palavra de Deus escrita como também a única expressão verbal das verdades de Deus publicamente acessível, visível, e infalível no mundo”, enfatizou Vargens.
O pastor da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ), enfatizou que “a autoridade das Escrituras é superior à da Igreja, da tradição como também de qualquer estrutura hierárquica religiosa” e pontuou que a tradição cristã protestante considera que a Bíblia “é a revelação verbal de Deus”.
“É Deus falando aos homens. É a voz do próprio Deus. O apóstolo Paulo ao escrever a sua 2ª epístola a Timóteo afirmou que ‘toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra’”, acrescentou o pastor em seu blog.
A rejeição de Kivitz à inerrância das Escrituras coloca, segundo Vargens, até mesmo o plano da Salvação em cheque: “A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, ela é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado. Nenhum credo, concílio ou indivíduo tem o poder de constranger a consciência do crente em Jesus contrariando aquilo que está exposto na Bíblia”.
“Asseguro sem a menor sombra de dúvidas que todo o conteúdo das Escrituras foi inspirado pelo Senhor, o que nos dá plena convicção de que não existe nenhum equivoco em denominar a Bíblia como ‘a Palavra de Deus’. […] Não existe nenhum outro modo de se conhecer a Deus, superior ao estudo das Escrituras, como também, não existe nenhuma outra fonte de informação sobre Deus mais precisa, acurada e compreensiva que a Sua Palavra”, resumiu o pastor, finalizando que “sem a menor sombra de dúvidas que Ed Rene Kivitz ao negar a inspiração das Escrituras peca contra Deus e sua Palavra”.
Fonte: Gospel+


