Mostrando postagens com marcador Teologia da Prosperidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teologia da Prosperidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Benny Hinn volta a falar em dinheiro, cinco anos após renunciar ao evangelho da prosperidade




Hinn exortou a plateia a "doar hoje" para seu ministério e disse-lhes que "Deus os abençoará repetidas vezes".


Quase cinco anos depois de afirmar que renunciou ao evangelho da prosperidade, declarando que "o Espírito Santo está farto dele", o polêmico televangelista Benny Hinn disse que o mundo está em rota de colisão com seus dias mais sombrios, e somente aqueles que derem dinheiro para a obra do Senhor serão protegidos financeiramente.

"Bem, ouçam, quero que vocês doem para a obra do Senhor. Quero que você semeie sementes na obra do Senhor. Estamos enfrentando dias de tanta escuridão e perigo como nunca se viu na história do homem. Nunca visto desde Adão, pior do que qualquer coisa que tenha acontecido no passado, é o que está por vir", disse Hinn em uma transmissão ao vivo no YouTube na terça-feira, intitulada "Plead Unashamedly", na qual os espectadores foram convidados a doar para o ministério de Hinn.

"E somente aqueles que foram fiéis em doar para a obra de Deus serão protegidos financeiramente naqueles dias", disse Hinn.

"Um homem fiel será abundante (…) em bênçãos, portanto, isso não é apenas para agora. Isso é para o futuro", insistiu Hinn ao sugerir que, embora as pessoas possam perder dinheiro, o que elas dão para a obra do Senhor como semente não pode ser perdido.

"O homem fiel será abundante em bênçãos. Você não pode perder sua semente; qualquer fazendeiro lhe dirá isso. Você não pode perder sua semente porque a semente vai para o seu amanhã. A semente vai para o seu futuro. A semente produz uma colheita que contém a semente. Você não pode perder uma semente; sim, você pode perder dinheiro, mas não uma semente; isso é poderoso".

Hinn exortou a plateia a "doar hoje" para seu ministério e disse-lhes que "Deus os abençoará repetidas vezes".

"Portanto, vocês podem doar na plataforma em que estão me assistindo, podem doar em nosso site BennyHinn.org ou enviar uma mensagem de texto" para doar, acrescentou.

O evangelho da prosperidade ensina, entre outras coisas, que os fiéis têm direito às bênçãos da saúde e da riqueza e podem obter essas bênçãos por meio de confissões positivas de fé e da "semeadura de sementes" por meio do pagamento fiel de dízimos e ofertas. Muitos, como o Movimento Lausanne, chamaram esses ensinamentos de "falsos e que distorcem grosseiramente a Bíblia", além de "antiéticos e anticristãos".

Falando a seus seguidores durante uma transmissão ao vivo pelo Facebook em 2019, Hinn, que há muito tempo vinha sendo criticado por ensinar o evangelho da prosperidade, declarou que o evangelho "não está à venda".

"Lamento dizer que a prosperidade ficou um pouco maluca, e estou corrigindo minha própria teologia, e todos vocês devem saber disso. Porque quando leio a Bíblia agora, não a vejo com os mesmos olhos que via há 20 anos", disse Hinn na época.

"Acho que é uma ofensa ao Senhor; é uma ofensa dizer para dar mil dólares. Acho que é uma ofensa ao Espírito Santo colocar um preço no Evangelho. Não quero mais isso. Nunca mais pedirei a vocês que doem mil dólares ou qualquer quantia, porque acredito que o Espírito Santo está simplesmente farto disso".

"Vocês me ouviram?", perguntou Hinn, enquanto sua plateia respondia afirmativamente, animada.

"Acho que isso prejudica o Evangelho. Portanto, estou fazendo essa declaração pela primeira vez em minha vida. E, francamente, não me importo mais com o que as pessoas pensam de mim", continuou ele.

A suposta rejeição de Hinn ao evangelho da prosperidade em 2019 ocorreu apenas dois meses depois que seu sobrinho, Costi Hinn, revelou em seu livro, "God, Greed, and the (Prosperity) Gospel: How Truth Overwhelms a Life Built on Lies", como sua família explorou milhões em todo o mundo com o evangelho da prosperidade e muitas vezes trocou supostos milagres por dinheiro.

"Dar a Deus era o segredo para desbloquear seus sonhos", escreveu Costi Hinn. "Era o segredo das promoções no emprego. Era o acesso à nossa conta bancária divina. Meu tio sempre contava a história de como ele pagou suas dívidas usando esse sistema de crenças. Seu sogro havia lhe dito que, para se livrar das dívidas, ele precisava pagar a Deus. Benny explicou que, quando começou a esvaziar sua conta bancária e a doar dinheiro para o ministério, o dinheiro começou a aparecer de todos os lugares!"

Folha Gospel com informações de The Christian Post


MEU COMENTÁRIO:

Em 25.02.2018 - em post do mesmo tema:

A fala do pastor Benny Hinn quanto aos quesitos como, unção, ministério, pecado, casamento, divórcio e a avaliação bíblica de um líder como exemplo dos fiéis, me parecem muito conflitantes com o que a Palavra de Deus preconiza quanto ao exercício do ministério pastoral. Lamentavelmente, até prova em contrário, me parece muito mais uma forma de justificar o injustificável.

Agora, quanto a famigerada "Teologia da Prosperidade", só os dias futuros mostrarão se ele realmente se arrependeu, sem falar no fermento lançado por ele e seus seguidores durante todos esses anos no meio da Igreja.

É tempo de vigilância! - Oremos por Benny Hinn e que Deus tenha misericórdia de todos nós!

Hoje - 10.07.2024:

As intenções e motivações do coração do homem, somente Deus conhece. No caso em apreço, independente de quais sejam elas, o resultado me parece muito mais com uma espécie de "recaída" após séria "crise de abstinência financeira".

Salvo melhor juízo, o conselho para todos nós continua o mesmo de 2018:

É tempo de vigilância! - Oremos por Benny Hinn e que Deus tenha misericórdia de todos nós!

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Benny Hinn se arrepende e abandona evangelho da prosperidade: ‘O Espírito Santo está farto disso’

Benny Hinn afirma que o Espírito Santo o fez mudar seu modo de agir.

Declarando que o "Espírito Santo está farto disso", o controverso televangelista Benny Hinn, ex-um dos defensores mais agressivos do evangelho da prosperidade, pela primeira vez em sua carreira, emitiu uma rejeição total à prática que fez dele e sua família milhões.
O evangelho da prosperidade  ensina, entre outras coisas, que os crentes têm direito às bênçãos da saúde e da riqueza e podem obtê-las através de confissões positivas de fé e da "semeadura de sementes" através do pagamento fiel dos dízimos e ofertas.
Falando com seus seguidores durante uma transmissão do Facebook Live na segunda-feira à noite (que foi destacada pela primeira vez por Larry Reid Live), Hinn, que há muito tempo é um relâmpago para críticas por seu apoio à teologia, declarou que o Evangelho "não está à venda."
"Lamento dizer que a prosperidade ficou um pouco louca e estou corrigindo minha própria teologia e todos vocês precisam saber disso. Porque quando eu leio a Bíblia agora, não vejo a Bíblia nos mesmos olhos que vi há 20 anos", disse Hinn quando seus seguidores se alegraram.
"Acho que é uma ofensa ao Senhor, é uma ofensa dizer para dar US $ 1.000. Eu acho que é uma ofensa ao Espírito Santo colocar um preço no Evangelho. Para mim chega. Nunca mais vou pedir para você dar US $ 1.000 ou qualquer quantia, porque acho que o Espírito Santo está farto disso."
"Você me ouviu?" Hinn perguntou enquanto sua audiência respondia afirmativamente em alto astral.
"Acho que isso prejudica o evangelho, por isso estou fazendo essa afirmação pela primeira vez na minha vida e, francamente, não me importo mais com o que as pessoas pensam de mim", continuou ele.
(Com The Christian Post) via JM Notícia
MEU COMENTÁRIO:
Pastores foram criticados, ao redor do mundo, por não concordarem com esse "falso evangelho", principalmente pelos simpatizantes e seguidores de Benny Him e seus colegas triunfalistas.
Se é de coração, ainda bem que Benny Him se arrependeu a tempo. Quanto a sua vida e ministério, maravilha, antes tarde do que nunca, agora, quanto a lei da semeadura não há volta, uma vez que por conta da sua influência midiática, os estragos foram grandes.
Oremos!

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Dois terços dos evangélicos acreditam que Deus quer que eles prosperem, aponta pesquisa

Para muitos fiéis evangélicos, deixar um cheque na salva de oferta da igreja é um pouco como um investimento. Uma pesquisa recente revelou que grande parte dos frequentadores acredita que Deus faz prosperar aqueles que contribuem.
Cerca de 1/3 dos fiéis relataram que sua congregação ensina que Deus os abençoará se eles ofertarem, e 2/3 afirmaram que Deus quer que eles prosperem. Além disso, 1/4 afirmou crer que eles têm que fazer algo para Deus para serem abençoados materialmente.
De acordo com informações do instituto Lifeway Research, essas são as principais descobertas de um novo estudo sobre as crenças da "teologia da prosperidade". A pesquisa entrevistou 1.010 americanos que frequentam igrejas evangélicas nos Estados Unidos ao menos uma vez por mês.
Os pesquisadores descobriram que a "teologia da prosperidade" encontra uma audiência muito maior do que se esperava. "Um grupo significativo de igrejas parece ensinar que as doações desencadeiam uma resposta financeira de Deus", afirmou Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research.

Tema controverso

A crença de que Deus dá recompensas financeiras em troca de ofertas é uma parte central da chamada "teologia da prosperidade". Para o professor Duke Kate Bowler, essa abordagem pode ser traduzida como um "caminho direto para a boa vida".
Embora essa crença seja controversa, é bastante comum, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. A LifeWay Research descobriu que 38% dos fiéis protestantes concordam com a afirmação: "Minha igreja ensina que, se eu der mais dinheiro para minha igreja e à caridade, Deus me abençoará em retorno".
No entanto, 57% discordaram, incluindo 40% que discordam totalmente, enquanto 5% afirmou não ter certeza.
Os evangélicos pentecostais, como os fiéis da Assembleia de Deus, por exemplo, são mais propensos a concordar com essa visão. A pesquisa descobriu que 53% responderam positivamente à frase.
Dentre os que discordam da frase, por não verem uma ligação direta entre ofertas e bênçãos, muitos disseram que Deus quer que eles se saiam bem. 
O número é expressivo: 69% dos entrevistados concordou com a afirmação "Deus quer que eu prospere financeiramente". Vinte por cento discordaram, e dez por cento não tinha uma convicção a respeito.
"Quanto mais as pessoas vão à igreja, mais provável é que pensem que Deus quer que elas se saiam bem. Entre os que frequentam pelo menos uma vez por semana, 71% dizem que Deus quer que eles prosperem financeiramente. Isso cai para 56% para aqueles que vão à igreja uma ou duas vezes por mês", contextualizou o relatório da pesquisa.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 12 de abril de 2018

“Teologia dos mimados” fomenta a imaturidade dos cristãos


A década de 90 foi marcada pelo surgimento das igrejas neopentecostais, muitas das quais associadas ao desenvolvimento da Teologia da Prosperidade, uma corrente setorial da teologia cristã que acredita no sucesso financeiro como consequência das bençãos de Deus, face ao que o fiel é capaz de "sacrificar" em prol da providência divina. Atualmente, no entanto, a evangelista norte-americana Beth Moore diz que há uma nova geração, marcada pelo vitimismo emocional e até espiritual.
"Temos muito orgulho de não termos aderido à teologia da prosperidade, mas temos aderido a uma teologia dos mimados onde temos muito medo de sofrer, medo de que alguém nos critique e machuque nossos sentimentos", disse Moore, segundo o The Christian Post.
Moore ressaltou o que, na verdade, contraria a ideia de bem estar do "cristão mimado". A Bíblia ensina que Jesus Cristo, na prática, enfrentou inúmeras dificuldades (Lucas 16:33), e não que a fé em Deus é motivo para uma vida constante de paz e alegrias, mas sim que a paz em Cristo existe em meio às dificuldades, como está escrito no livro de Filipenses 4:7: "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus".
"Este é o trabalho do Evangelho de Cristo e nós estamos com Ele. No que for preciso, não importa quão impopular seja. Ele foi odiado. Nós temos que ter uma pele mais grossa do que isso", escreveu Moore, ressaltando que a fé cristã independe das circunstâncias.
Moore também enfatizou que parte das dificuldades que os cristãos devem encarar como algo natural de suas vidas é o convívio com as diferenças, quer sejam de opinião, como de condição social e até mesmo de raça. Para ela, isso implica em ter que valorizar lugares e pessoas que normalmente são vistas com desprezo pela sociedade:
"Eu preciso ir onde não tenho privilégios, não tenho nenhuma proteção", ela acrescentou. "Eu só vou estar lá no meio de uma massa de pessoas, porque eu tenho que inverter os papéis e ser capaz de entrar e aprender nesse ambiente e ver o que é isso e aprender a partir dessa perspectiva", escreveu ela.
Fonte: Gospel+

domingo, 8 de abril de 2018

Zimbábue proíbe pregação da Teologia da prosperidade no rádio e na TV


A Zimbabwe Broadcasting Corporation (ZBC), emissora estatal do Zimbábue puniu os programas dos chamados "profetas da prosperidade", relata o jornal privado Daily News. 

Albert Chekayi,  diretor de rádio, diz que suspendeu temporariamente as transmissões de tais programações,  enquanto investiga as queixas dos ouvintes.  Os profetas da prosperidade pregam o "evangelho da prosperidade", que promete riquezas, relacionando-as ao cristianismo. 

Eles dizem que quanto mais forte é a fé e quanto mais se dá à igreja, mais riqueza a pessoa finalmente receberá de Deus.  Esses líderes religiosos foram criticados por ganhar dinheiro com pessoas pobres.

"Esta decisão foi tomada por que somos responsáveis ​​perante a população. Lembre-se, uma    empresa de radiodifusão não pode visar apenas os lucros, mas levar em conta os interesses daqueles que pagam impostos.  O Zimbábue é um país que defende a liberdade de religião, mas é guiado pela Lei de Direitos e nossa Constituição. Precisamos garantir que nenhuma parte dos moradores do país sintam-se ofendidos pelo conteúdo que transmitimos", acrescentou.

Com informações BBC


domingo, 25 de fevereiro de 2018

Benny Hinn admite ter “exagerado” com a teologia da prosperidade - COMENTO A NOTÍCIA

Benny Hinn disse que Deus está lhe trazendo 'de volta à normalidade e à realidade'.


Enquanto refletia sobre a vida e a morte do evangelista Billy Graham em um vídeo publicado no Facebook, o evangelista Benny Hinn admitiu que "foi longe demais" com a teologia da prosperidade.

"Nós somos atacados por pregar prosperidade. Bem, está na Bíblia, mas acho que alguns chegaram ao extremo com isso, e a palavra de Deus não ensina assim. Acho que eu sou tão culpado quanto os outros", disse ele.

"Às vezes você vai um pouco além do que realmente precisa ir e, então, Deus o traz de volta à normalidade e à realidade", disse Hinn, de 65 anos, em sua conversa com um colega do ministério. O vídeo completo pode ser visto no final dessa matéria, em inglês.

"Quanto mais você conhece a Bíblia, mais você se torna biblicamente embasado e equilibrado em suas opiniões e pensamentos, porque somos influenciados. Quando eu era mais novo, fui influenciado pelos pregadores que ensinavam naquela época. Mas como vivi mais tempo, fico pensando: 'Você sabe que isso não se encaixa totalmente com a Bíblia e com a realidade'. Então, o que é prosperidade?", questiona.

Hinn falou sobre o ensino que diz que os cristãos podem obter bênçãos de saúde e riqueza através de confissões positivas de fé e "plantar sementes" através de pagamentos de dízimos e ofertas.

"Será que Elias, o profeta, tinha um carro? Nem sequer tinha uma bicicleta. Ele não tinha falta alguma. Jesus dirigiu um carro ou vivia em uma mansão? Não. E os apóstolos?", questionou Hinn, explicando sua interpretação sobre o que é sentir falta de algo. "Hoje, a ideia é abundância e casas palacianas, carros e contas bancárias. O foco está errado. Tão errado", ressaltou.

O evangelista, que já foi apanhado em controvérsias sobre as riquezas em seu ministério, disse que vive muito mais humildemente agora. "Quero me perdoar. As pessoas me acusaram de coisas que nem sequer são reais. Um cara escreveu: 'Oh, ele vale 40 milhões'. Como eu gostaria! Eu daria tudo ao Reino diante de Deus", disse.

"Ele voa em jatos particulares", continuou Hinn, imitando seus críticos. "Não, eu não. Eu não viajei em voos privados nestes anos. Eu vôo em viagens comerciais como qualquer outra pessoa", explicou.

"Nós cometemos o erro de pensar que isso é o que Deus quer e Deus diz: 'Não, isso não é o que Eu quero'. É hora de viver biblicamente. Você sabe que tudo se resume a uma coisa. Nós amamos Jesus, sim ou não? Se amamos a Jesus, é tudo sobre Ele. Se não amamos Jesus, então é sobre outras coisas", salientou. 

Em última análise, Hinn disse que quer que sua vida "termine bem" com Deus.

Ministério e o divórcio

Em 2015, durante o evento "Escola Profética" conduzido pelo Ministério Joel Engel, Benny Hinn revelou que chegou a pregar separado de sua esposa. 

"Em 2010, eu passei por um desafio na minha vida, e isso pode acontecer com qualquer um. Minha esposa vem de uma grande família, muito ricos no espírito. O pai dela acabou perdendo o ministério por causa de uma mulher", disse ele.

Depois do escândalo na família de sua esposa, Suzanne Hinn, um período turbulento marcou o processo de separação do casal. "Minha esposa começou a ter lutas com a identidade dela. Eu estava viajando, pregando e ministrando, enquanto minha esposa estava emocionalmente morrendo. Acabamos enfrentando o divórcio", conta o pregador.

O casal ficou separado durante três anos, causando grande polêmica no meio evangélico e um abalo na vida familiar, ministerial e espiritual de Benny. “Esses três anos foram muito terríveis. Um dia, eu e minha esposa fomos ter uma longa conversa, e foi horrível, uma guerra. E como resultado desse divórcio, minha força espiritual começou a ser afetada”, conta.

Mesmo com todos os acontecimentos em sua vida pessoal, a unção permaneceu sobre o ministério de Benny Hinn. "Isso começou a mexer comigo. Eu perguntava: 'Senhor, por que está me ungindo sabendo que eu estou lutando pela minha vida?'. De início Ele não me respondeu, mas eu comecei a perceber, dia após dia, o perigo em que eu estava."

"Comecei a entender que a unção do meu ofício não tem nada a ver com a unção na minha vida. A unção na minha vida é o que mantém o fogo de Deus na minha alma. É essa unção nos nosso corações que precisa ser cuidada", disse. "A unção no ministério é como um peso que você carrega. Se a unção do seu coração começar a enfraquecer, a unção que está no seu ministério vai te destruir".

Casamento restaurado

Benny Hinn contou que sua entrega a Deus foi a chave para a restauração de sua família. "Foi isso que curou a minha família. Minha esposa olhou no meu rosto, e disse: 'Benny, eu vejo Jesus nos seus olhos. Vamos ficar juntos novamente'. Graças a Deus, hoje, o Senhor curou o meu casamento".

"Vou dizer algo: no nosso caso, o divórcio foi a melhor coisa que nos aconteceu. Alguns pastores aqui estavam no meu casamento – o segundo casamento, com a mesma mulher. O Senhor curou o nosso relacionamento e a minha esposa completamente", disse na época.

Fonte: Guiame

MEU COMENTÁRIO:

A fala do pastor Benny Hinn quanto aos quesitos como, unção, ministério, pecado, casamento, divórcio e a avaliação bíblica de um líder como exemplo dos fiéis, me parecem muito conflitantes com o que a Palavra de Deus preconiza quanto ao exercício do ministério pastoral. Lamentavelmente, até prova em contrário, me parece muito mais uma forma de justificar o injustificável.

Agora, quanto a famigerada "Teologia da Prosperidade", só os dias futuros mostrarão se ele realmente se arrependeu, sem falar no fermento lançado por ele e seus seguidores durante todos esses anos no meio da Igreja.

É tempo de vigilância!

Oremos por Benny Hinn e que Deus tenha misericórdia de todos nós!

Confira o vídeo (em inglês): 



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...