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terça-feira, 22 de maio de 2018

Ativista gay se torna prefeito, decreta banimento de heterossexuais e sofre impeachment

Intolerância e preconceito são termos usados constantemente por ativistas gays para se referirem aos heterossexuais conservadores.

Intolerância e preconceito são termos usados constantemente por ativistas gays para se referirem aos heterossexuais conservadores. Porém, a cada oportunidade, essas características se revelam justamente em quem diz combatê-las: um militante LGBT que se tornou prefeito por um dia decidiu banir quem não fosse homossexual de sua cidade.
O ativista gay Elijah Daniel atua como youtuber e aproveitou uma característica da legislação municipal da cidade de Hell, no estado de Michigan (EUA), para se tornar prefeito por um dia. Por lá, é possível ocupar o posto pagando uma taxa de US$ 100.
Em seu único dia de mandato, Daniel apresentou um decreto que bania todas as pessoas heterossexuais da cidade, que tem uma população de aproximadamente 270 pessoas. O projeto foi tão polêmico que o ativista gay não conseguiu terminar seu dia como prefeito, sofrendo um impeachment antes do término do horário comercial.
Um dos artigos do decreto previa o pagamento de uma taxa de US$ 84 mil para os heterossexuais que decidissem permanecer na cidade. As demais autoridades não quiseram correr risco de interpretar a iniciativa do ativista gay como brincadeira e cassaram seu mandato. Como tudo que se faz em tempos de redes sociais, o decreto intolerante do prefeito foi publicado em sua conta no Twitter, informando que a proposta é proteger os empregos dos homossexuais e prevenir a procriação de heterossexuais na cidade.
"Apesar de ter aproveitado meu período enquanto prefeito, fui informado de que sofri impeachment enquanto prefeito de Hell. Isso não vai afetar minha campanha presidencial", afirmou Elijah Daniela, agora ex-prefeito.
Questionado sobre a real natureza de sua iniciativa, o ativista gay afirmou que o decreto não passava de um protesto contra o presidente Donald Trump e a favor dos muçulmanos, que vêm sendo observados de perto pelas autoridades por conta do aumento de atentados terroristas cometidos por irmãos de fé extremistas ao redor do mundo.
Fonte: Gospel Geral

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Feminista seminua tenta roubar imagem de Jesus de berço no Vaticano

Ativista do Femem invadiu o cenário de Natividade gritando "Deus é mulher"

Uma ativista do grupo feminista Femen tentou arrancar a imagem do menino Jesus do presépio montado na Praça São Pedro, no Vaticano, hoje (25). Sem nada cobrindo o corpo da cintura para cima, ela invadiu o cenário de Natividade gritando "Deus é mulher". Ela tinha essa mesma frase pintada em suas costas. Acabou sendo impedida pela polícia quando já estava com  a estátua em mãos.
Segundo o Femen, tratava-se de um ato defendendo "o direito das mulheres ao próprio corpo". As feministas ligadas ao grupo já fizeram diversos protestos contra a defesa da Santa Sé da proibição do aborto e da contracepção.
Em nota publicada em sua página oficial, as feministas acusam a religião cristão se ser "um forte ataque medieval à liberdade das mulheres e a seus direitos naturais”, insistindo que “Uma criança não vem de um deus, mas de uma mulher".
A mulher que foi detida pela polícia é a ucraniana Alisa Vinogradova. Seu objetivo, segundo o Femen é "completar a vitória sobre o patriarcado". Havia cerca de 50 mil pessoas na praça onde cerca de duas horas mais tarde o papa Francisco entregara sua tradicional mensagem de Natal, "Urbi et Orbi".
Outra feminista do mesmo grupo já havia tentado roubar a imagem de Jesus do presépio do Vaticano, em 2014.
Com informações das agências via Gospel Prime

domingo, 16 de outubro de 2016

Ativistas LGBT estão usando a Bíblia para justificar seus atos

Denúncia foi feita durante conferência teológica

por Jarbas Aragão
A professora Nora Hale, do Seminário Evangélico Southern denunciou mais uma tentativa do movimento LGBT em justificar seus atos usando a Bíblia. Na tentativa de colocar a identidade transgênero como ‘natural’, eles interpretam versículos com uma lógica própria. Pesquisas indicam que alguns cristãos consideram o estilo de vida gay aceitável, mas Hale alerta que usar as Escrituras como justificativa para isso é “simplesmente errado”.
Como exemplo, ela cita que o argumento mais comum é afirmar que Jesus nunca se referiu aos homossexuais diretamente, ignorando todos os momentos em que ele condenou o pecado. Os movimentos LGBT também utilizam versículos como Gálatas 3:28: “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus”.
Relacionar a parte “homem nem mulher” com os transgêneros é “corromper a Escritura”, ressalta Hale. “Paulo está ensinando na Galácia e fala aos judaizantes que a lei não é o Evangelho. Pois no Evangelho todos nós, sejam judeus, gentios, homens, mulheres… todos são iguais ao pé da Cruz”.
Ela também cita outros escritos paulinos, como Romanos 8:18-30, em que o apóstolo trata da “nova criação”, algo que possui uma conotação espiritual, nada tendo a ver com a identidade de gênero.
Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama afirma que foi sua compreensão da Bíblia e suas crenças cristãs que o levaram a oferecer nas escolas públicas a permissão que os alunos usem o banheiro de sua escolha, independentemente do seu sexo biológico. Ele utilizou uma citação indireta de Mateus 7.12 [façam aos outros o que vocês querem que lhes façam] para defender que os transexuais merecem mais atenção.
O mau uso da Bíblia e a necessidade de defesa da fé foi o tema central da 23ª Conferência Nacional de Apologética Cristã, realizada esta semana em Charlotte, Carolina do Norte, segundo o The Christian Post. Como uma das preletoras, a doutora Hale dedicou-se a analisar argumentos que vão se popularizando no seio da igreja.
Algumas dessas distorções vem sendo promovidas por teólogos como Heath Adam Ackley, que dirigia o departamento de teologia na Universidade de Azusa Pacific, em Los Angeles, até se assumir como transgênero.
“Os seres humanos não podem sobreviver muito tempo fora da estrutura familiar que garante a perpetuação da espécie humana. Relacionamentos familiares estáveis são mais importantes para a vida humana do que a maioria das pessoas consegue perceber hoje em dia”, assegurou ela.

Debate é mundial

Embora muitas vezes alguns debates teológicos ganhem maior destaque nos Estados Unidos, invariavelmente eles acabam ocorrendo no Brasil também.
As pautas do movimento LGBT por aqui são defendidas em igrejas chamadas ‘inclusivas’. O pastor Gregory Rodrigues, um dos pioneiros desse movimento em solo brasileiro, sempre questionou: “Pastores se acham muito donos da verdade em poder falar ‘os gays não são salvos’, ‘os héteros são salvos’. Se nós somos salvos por misericórdia de Deus, não é o pastor que vai me falar se eu estou ou não em pecado”.
No ano passado foi anunciado o lançamento da “Bíblia Graça Sobre Graça”, onde os comentários assinados pelo pastor Marvel Souza trariam “correções” nas interpretações dos textos que condenam a homossexualidade. Seria uma modificação que se apartaria de tudo que o judaísmo e o cristianismo sempre disseram sobre a questão do envolvimento sexual de pessoas do mesmo sexo. A Sociedade Bíblica Brasileira não autorizou a publicação do texto.
Fonte: Gospel Prime
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