Mostrando postagens com marcador Bíblia Gay. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bíblia Gay. Mostrar todas as postagens

sábado, 4 de novembro de 2017

Autor da Bíblia Gay processa Sociedade Bíblica do Brasil por difamação e calúnia

O contrato para a cessão de direitos para usar a versão Almeida e Corrigida foi desfeito após a repercussão negativa da Bíblia comentada para homossexuais

José Marvel Queiroz de Souza, autor da "Bíblia Graça Sobre Graça", mais conhecida como Bíblia Gay, está processando a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) por difamação e calúnia. Tudo isso porque a SBB revelou a um site gospel que não tinha autorizado Marvel a utilizar os textos da Bíblia, da qual possui direitos autorais, ao criar a Bíblia Gay.
Porém o pastor da Igreja Comunidade Cristã Incluídos Pela Graça (IPEG) apresenta o contrato de Cessão de Direitos Autorais assinado pelo reverendo Dr. Rudi Zimmer, diretor da Sociedade Bíblica do Brasil.
Segundo Marvel, o contrato teve sua formalização em 2014 e sua rescisão em 2015, devido à grande repercussão causada por uma matéria da Revista Veja Brasília sobre o projeto. O autor da Bíblia Gay afirma que os "setores fundamentalistas" e executivos da SBB insistiram por um acordo que culminasse com o distrato.
O autor ainda afirma que o pedido de cessão do texto bíblico foi feito em 2012 e que a SBB tinha o conhecimento de que seria uma Bíblia para a comunidade gay, pois a princípio ela seria chamada de "Bíblia Cristão Homoafetivo".
"Portanto, é inconcebível a ideia de que a Sociedade Bíblica do Brasil não estava ciente do teor dos comentários que seriam colocados na Versão Almeida Revista e Corrigida. Quando assinamos o contrato em 2014 eles estavam cientes de todo os trabalhos que seriam feitos. Ademais, os encontros que tivemos em Brasília estão registrados em áudio", declara Marvel que se sentiu prejudicado com o distrato.
Contrato de cessão de direitos assinado pelos representantes da SBB

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Pastor é processado por “injúria e difamação” após pregar contra “Bíblia gay”

Abílio Santana responderá ação criminal movida por autores da versão "Graça Sobre Graça"

O pastor Abílio Santana é bastante conhecido no país, especialmente no meio pentecostal, por conta de suas ministrações e também pelas declarações polêmicas. Por causa de um vídeo publicado por ele nas redes sociais em março deste ano, o líder religioso irá responder uma ação judicial por injuria e difamação.
Os autores do processo, aberto na 5ª Vara Criminal do Estado da Bahia são os militantes LGBT Jefferson Raphael Caetano Lira e José Marvel Queiroz de Sousa. Eles ingressaram com uma queixa-crime contra Santana após o pastor ter criticado a publicação da Bíblia Graça Sobre Graça, comentada por Marvel, que se apresenta como pastor e teólogo.
Dizendo que estava fazendo um alerta para os cristãos, Abílio diz no vídeo que as pessoas deviam "ficar atentas" ao comprar uma Bíblia pois poderiam estar adquirindo uma "Bíblia gay". Ao comentar o assunto, mostrou fotografias de Marvel e o mencionou nominalmente.
Explicando de forma irônica que essa versão tiraria versículos bíblicos para justificar o comportamento homoafetivo, Santana disse: "Nessa Bíblia não consta Levítico 18:22, onde está escrito:  Não te deitarás com homem como se fosse mulher". Ele também afirmou que haviam sido retirados outras passagens bíblicas que condenam os homossexuais, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
Marvel, que é responsável pela igreja inclusiva "Comunidade Cristã IPEG" no Distrito Federal, vive maritalmente com Jefferson, que seria evangelista da mesma congregação. A versão Graça sobre Graça não exclui versículos, optando por apresentar comentários de rodapé com uma interpretação própria das passagens.
Após anunciar que irá na primeira audiência na Justiça no próximo dia 12, Abílio Santana ganhou o apoio do deputado federal Marco Feliciano, que defendeu seu amigo e também se diz contrário a interpretação "inclusiva" das Escrituras.
Fonte: Gospel Prime
ASSISTA AQUI:


domingo, 16 de outubro de 2016

Ativistas LGBT estão usando a Bíblia para justificar seus atos

Denúncia foi feita durante conferência teológica

por Jarbas Aragão
A professora Nora Hale, do Seminário Evangélico Southern denunciou mais uma tentativa do movimento LGBT em justificar seus atos usando a Bíblia. Na tentativa de colocar a identidade transgênero como ‘natural’, eles interpretam versículos com uma lógica própria. Pesquisas indicam que alguns cristãos consideram o estilo de vida gay aceitável, mas Hale alerta que usar as Escrituras como justificativa para isso é “simplesmente errado”.
Como exemplo, ela cita que o argumento mais comum é afirmar que Jesus nunca se referiu aos homossexuais diretamente, ignorando todos os momentos em que ele condenou o pecado. Os movimentos LGBT também utilizam versículos como Gálatas 3:28: “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus”.
Relacionar a parte “homem nem mulher” com os transgêneros é “corromper a Escritura”, ressalta Hale. “Paulo está ensinando na Galácia e fala aos judaizantes que a lei não é o Evangelho. Pois no Evangelho todos nós, sejam judeus, gentios, homens, mulheres… todos são iguais ao pé da Cruz”.
Ela também cita outros escritos paulinos, como Romanos 8:18-30, em que o apóstolo trata da “nova criação”, algo que possui uma conotação espiritual, nada tendo a ver com a identidade de gênero.
Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama afirma que foi sua compreensão da Bíblia e suas crenças cristãs que o levaram a oferecer nas escolas públicas a permissão que os alunos usem o banheiro de sua escolha, independentemente do seu sexo biológico. Ele utilizou uma citação indireta de Mateus 7.12 [façam aos outros o que vocês querem que lhes façam] para defender que os transexuais merecem mais atenção.
O mau uso da Bíblia e a necessidade de defesa da fé foi o tema central da 23ª Conferência Nacional de Apologética Cristã, realizada esta semana em Charlotte, Carolina do Norte, segundo o The Christian Post. Como uma das preletoras, a doutora Hale dedicou-se a analisar argumentos que vão se popularizando no seio da igreja.
Algumas dessas distorções vem sendo promovidas por teólogos como Heath Adam Ackley, que dirigia o departamento de teologia na Universidade de Azusa Pacific, em Los Angeles, até se assumir como transgênero.
“Os seres humanos não podem sobreviver muito tempo fora da estrutura familiar que garante a perpetuação da espécie humana. Relacionamentos familiares estáveis são mais importantes para a vida humana do que a maioria das pessoas consegue perceber hoje em dia”, assegurou ela.

Debate é mundial

Embora muitas vezes alguns debates teológicos ganhem maior destaque nos Estados Unidos, invariavelmente eles acabam ocorrendo no Brasil também.
As pautas do movimento LGBT por aqui são defendidas em igrejas chamadas ‘inclusivas’. O pastor Gregory Rodrigues, um dos pioneiros desse movimento em solo brasileiro, sempre questionou: “Pastores se acham muito donos da verdade em poder falar ‘os gays não são salvos’, ‘os héteros são salvos’. Se nós somos salvos por misericórdia de Deus, não é o pastor que vai me falar se eu estou ou não em pecado”.
No ano passado foi anunciado o lançamento da “Bíblia Graça Sobre Graça”, onde os comentários assinados pelo pastor Marvel Souza trariam “correções” nas interpretações dos textos que condenam a homossexualidade. Seria uma modificação que se apartaria de tudo que o judaísmo e o cristianismo sempre disseram sobre a questão do envolvimento sexual de pessoas do mesmo sexo. A Sociedade Bíblica Brasileira não autorizou a publicação do texto.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Pastor de igreja inclusiva vai lançar nova Bíblia para combater o preconceito gay





Marvel de Souza é pastor em Brasília, tem 35 anos de idade e frequenta a igreja evangélica desde os 12. Possui formação em literatura inglesa, língua japonesa e teologia. 

A dedicação ao estudo das línguas sempre prosperou paralelamente aos trabalhos que desenvolvia na igreja e foi imprescindível para o desenvolvimento do seu principal projeto, a bíblia comentada "Graça Sobre Graça".

O trabalho consiste em reinterpretar o livro sagrado do Cristianismo com um aprofundamento sócio-histórico. Dentro desta perspectiva, trechos usados por pessoas religiosas para legitimar preconceitos são ressignificados e os grupos marginalizados pelas igrejas tradicionais têm a oportunidade de exercer sua fé em um processo de reincersão eclesial. Este tipo de trabalho já é realizado em igrejas inclusivas e deve ser ampliado com o lançamento da bíblia comentada.

Foi este projeto que levou recentemente o pastor a Natal, onde ministrou um curso aberto ao público com a temática da inclusão eclesial e democratização das igrejas com a inclusão de negros, mulheres, LGBTs e pessoas com deficiência. O debate foi realizado na Igreja Cristã Misericórdia Graça, no bairro de Lagoa Nova, uma das três instituições que atuam de forma inclusiva em Natal.

Marvel veio de uma igreja tradicional, onde sofreu retaliações quando assumiu publicamente sua sexualidade e seu relacionamento homoafetivo. “Eu era professor seminarista em Brasília. Quando assumi o meu namoro houve uma rejeição muito grande da igreja a ponto do pastor me oferecer uma carta de transferência para qualquer lugar para que eu não permanecesse ali. Ele disse que eu oferecia riscos”, relata Marvel.

Ele afirma que não se sentiu confuso nem passou por crises de identidade, mas declara também que havia pensado em manter o celibato até que conheceu seu atual esposo. “A minha sexualidade aflorou naturalmente, mas houve uma época em que eu pensei no celibato por não conseguir me relacionar com o sexo oposto”, explica.

A partir destes questionamentos e da percepção de que a bíblia era usada para legitimar opressões, o pastor começou a trabalhar o projeto "Graça Sobre Graça". Seu propósito era não só ampliar a inclusão nas igrejas como trazer um aprofundamento sócio-histórico que permitisse uma reinterpretação da bíblia, desconstruindo o preconceito agregado ao livro sagrado.

A bíblia comentada é o terceiro livro de Marvel Sousa e ainda não tem previsão de lançamento. As primeiras publicações do autor são "Manual do Cristão Gay - Vencendo as crises" (2012) e "Incluídos Pela Graça" (2013). Ainda no ano de lançamento de seu primeiro livro, quando retornou do Japão, Marvel conversava com seu esposo sobre a igreja inclusiva que frequentavam e surgiu a ideia da bíblia comentada. "Ele sugeriu fazer um livro que esclarecesse essas questões que fazem com que diversas camadas da sociedade sejam marginalizadas dentro do meio religioso. Chegamos ao ponto de querer elaborar uma bíblia e começamos a descobrir como viabilizar isso”, conta Marvin.

A bíblia comentada “Graça Sobre Graça”, faz parte de um projeto com o mesmo nome e teve início ainda em 2012. O primeiro impasse foram os direitos autorais. “A princípio fizemos o pedido de mil exemplares para produzir uma bíblia que trouxesse comentários sobre inclusão eclesial das pessoas homoafetivas, combate ao racismo, espaço das mulheres no cristianismo e inclusão de pessoas com necessidades especiais”, explica o pastor. Ele afirma que o contrato ficou pronto em 2014 e desde então os textos tem sido trabalhados. A bíblia ainda não tem data para ser lançada, mas já está com o trabalho gráfico em andamento. 

Igrejas inclusivas

A ICMG (Igreja Cristã Maravilhosa Graça), que recebeu o pastor em Natal, é uma das três instituições inclusivas da capital potiguar. De acordo com Marvel, o último levantamento registrou 50 igrejas que atuam de forma mais democrática em todo Brasil. A pastora da igreja e psicóloga Kacia Torres afirma qua a ICMG já conta com aproximadamente 230 membros entre 18 e 65 anos.

Kacia enfatiza que a instituição assume todas as funções de uma igreja tradicional e que o diferencial é não só a inclusão de todas as pessoas como o aspecto psicológico que é perpassado pelas opressões.

A nossa intenção é mostrar para as pessoas que elas têm direitos. Quanto mais falamos sobre isso, mais percebemos as barreiras que existem e o quanto elas precisam ser superadas. O que pretendemos é oportunizar a volta dessas pessoas para que possam praticar a sua fé e viver uma vida feliz em liberdade”, finaliza Kacia.

A pastora declara que sofreu preconceito dentro da igreja a que pertencia ao se declarar lésbica. “O processo de fé se tornou complicado. A primeira coisa que descobrimos é que somos anormais e essa palavra pesa muito. É como se não fôssemos qualificados para exercer a nossa fé. Soa até estranho dizer isso porque a fé é uma coisa muito pessoal, mas é assim que nos sentimos”, relata. Após um processo de aceitação, ela conta que começou a buscar caminhos que possibilitassem o exercício da fé e foi assim que encontrou a igreja inclusiva.

O jornalista Kehrle de Souza é membro da ICMG e conta que no início sentia muito preconceito com relação à igreja inclusiva, mas que aos poucos esta realidade tem mudado. “Era como se as pessoas não aceitassem a nossa fé, não considerassem uma igreja. Aos poucos a gente vai percebendo uma abertura. Muitas pessoas fazem parte de grupos privilegiados, mas buscam a igreja inclusiva pela necessidade de discutir questões sociais de formas mais abertas”, explica Kehrle.

As histórias de Marvel e Kácia se confundem com a de Kehrle, que também procede de igreja tradicional e sentiu a necessidade de buscar uma instituição democrática ao descobrir a própria sexualidade.

Kehrle Souza começou a frequentar a igreja aos quatro anos de idade. No entanto, quando tinha aproximadamente 11 anos de idade se descobriu homoafetivo e sentiu receio de expressar sua sexualidade e sofrer preconceito.

Eu via como as outras pessoas eram tratadas. Era sempre muito pesado e eu acabava não falando sobre a minha sexualidade ou os meus relacionamentos”, explica. Quando assumiu seu primeiro relacionamento, o medo se concretizou e foi quando buscou uma igreja inclusiva.

Além de Kacia e Kehrle, o pastor e psicólogo Jaime de Freitas também frequenta a igreja inclusiva desde a descoberta da sua sexualidade.

Publicado em Novo Jornal via Notícias Cristãs

MEU COMENTÁRIO:

Lembram-se da famosa "bíblia gay", denunciada anteriormente aqui neste blog, aqui e aqui,  que seria lançada em parceria com a SBB - Sociedade Bíblica do Brasil, a qual voltou atrás da parceria, quando diagnosticou total rejeição do seu público alvo, os evangélicos, segundo declarações do próprio editor, Pastor Marvel?

Pois bem, é ela mesma agora com o título de Bíblia comentada "Graça sôbre Graça". Todo o cuidado é pouco, pois assim que for publicada será vendida nas principais livrarias com embalagem tão disfarçada que, não se atentando bem, muitos poderão adquirir por inocência, e lá estará o veneno da distorção de textos fora do contexto, para enganar incautos, avalizar os mal intencionados, e tornar certo o pecado do homossexualismo, condenado pelas sagradas escrituras, desde o velho até o novo testamento.

Oremos, vigiemos e alertemos a Igreja!

  

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Bíblia Gay - Editor aponta supostas injustiças do texto tradicional com os homossexuais - Saiba aqui


Para parte dos cristãos, ser homossexual é errado - e é a Bíblia que diz isso. Mas um grupo de ativistas dos direitos gays discorda, diz que tudo não passa de erro de interpretação, e está lançando uma nova versão do livro sagrado para tentar provar isso.
É a Queen James Bible, já à venda na livraria virtual Amazon. Seu título faz referência à King James Bible, uma das versões mais tradicionais da Bíblia em língua inglesa. O editor da Bíblia gay se identifica apenas como "Queer James" (James alegre).
O livro traz oito alterações no texto bíblico [veja abaixo as principais], recebidas com críticas por grupos cristãos dos EUA - que acusam a nova versão de tentar legitimar a homossexualidade. O autor da Bíblia gay rebate. "Você não pode escolher sua orientação sexual. Mas pode escolher Jesus. E agora pode escolher a sua Bíblia também."

O QUE MUDOU

As principais alterações da nova versão


LEVÍTICO 18:22

Trecho:
"Não te deitarás com outro homem, como se fosse mulher no templo de Moloch"

Explicação:
Levítico tem duas passagens (18:22 e 20:13) que costumam ser utilizadas para dizer que a homossexualidade é pecado. A Bíblia gay altera esses trechos para dizer que o sexo entre homens só era errado se acontecesse no tempo de Moloch, um deus pagão.

CORÍNTIOS 6:9-10

Trecho:
"Nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados moralmente fracos, nem os sodomitas promíscuos, nem os ladrões (...) hão de possuir o reino de Deus."

Explicação:
As alterações tentam corrigir supostos erros ocorridos na tradução de termos gregos. Efeminado seria a tradução errada demalakoi, que significa "preguiçoso". Em sodomitas, teria havido erro de tradução de arsenokoitais, que significa "homem com muitas camas" - promíscuo, não homossexual.

Legenda:
Palavras riscadas = trechos que foram eliminados.
Palavras em vermelho negrito = trechos que foram adicionados.
Texto de Anna Carolina Rodrigues

MEU COMENTÁRIO:

Passados mais de dois mil anos de igreja cristã, qual o propósito divino de que até agora, não surgisse qualquer linguista, tradutor ou intérprete capacitado para descobrir isso. 

Outrossim, me chama atenção que os que tem interesse nessa "descoberta" e se empenham na difusão da ideia, sejam "aparentemente" pessoas envolvidas com o homossexualismo, portanto, gente que legisla e luta em causa própria.

Sou fundamentalista? sim, nesse caso sou. Lamento muito, mas prefiro ficar com texto abaixo:

Em Ap 22, 18-19:Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e se alguém tirar qualquer cousa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa das cousas que se acham escritas neste livro”.

LEIA A RESPOSTA AQUI MESMO NESTE BLOG:
A QUESTÃO HOMOSSEXUAL E A FÉ CRISTÃ CONFORME O TEXTO DE 1 CORÍNTIOS 6.9-11 (ALTAIR GERMANO)

quarta-feira, 10 de junho de 2015

SBB assinou contrato para a publicação da "Bíblia Gay", mas voltou atrás após pressão de tradicionais

Pr. Marvel Souza

A polêmica sobre o lançamento da Bíblia comentada “Graça sobre Graça” continua. 

Após a grande repercussão da notícia que a Sociedade Bíblica Brasileira (SBB) cedeu o texto da Versão Almeida Revista e Corrigida (ARC) para a publicação do que é chamado de “Bíblia gay” a SBB publicou uma nota negando ter dado autorização.

Portal de notícias de grande expressão no mundo gospel, entrou em contato com o pastor Marvel Souza, que é homossexual, casado com Raphael Lira, e ambos dirigem a igreja inclusiva Comunidade Cidade de Refúgio, em Taguatinga - (DF), e responsável pelas notas e comentários da “Graça sobre Graça”, no sentido de esclarecer a polêmica.

Num primeiro momento ele esclarece que o objetivo da nova Bíblia é alcançar as minorias. O vídeo de promoção do material cita especificamente portadores de necessidades especiais, homossexuais, negros e mulheres.

Marvel explica que ficou dois anos pleiteando a autorização junto à SBB. Recebeu a Cessão de Direito para a Utilização em maio de 2014. Contudo, mesmo com contrato assinado a Sociedade Bíblica voltou atrás após a divulgação da imprensa.

O pastor diz que houve consenso entre ele e a SBB após “os levantes por parte de grupos religiosos tradicionais que pressionaram a Instituição a desfazer o contrato!”.

Isso pode atrasar, mas não impedirá o pastor de publicar a Graça sobre Graça. Ele não explica que versão usará, mas garante que hoje trabalha “fazendo paráfrases, traduções, citações e comparações textuais”. Adiada para o final do ano, a Bíblia será lançada sem que ele altere versículos.

Sua abordagem, esclarece, é tornar “claros para a compreensão dos leitores, além de tecer comentários que tornarão os textos mais ricos em termos acadêmicos”.

Questionado sobre sua motivação para o projeto, assevera que era um desejo de “fomentar assuntos relevantes para igreja cristã da atualidade frente à intolerância religiosa, racial, de gênero, de orientação sexual, de condição física, etc”.

Seu projeto não é uma versão brasileira de outras bíblias chamadas de inclusivas. Ele garante que seu trabalho é “inédito no Brasil e no mundo”.

Na preparação do material, ele conta que está sendo assessorado por empresas nacionais e internacionais que o ajudarão na divulgação do projeto no Brasil e em países de língua portuguesa.

Para Marvel é preciso que a Igreja entenda melhor que “a graça divina é simplesmente inclusiva”.

Segundo o site da igreja, a Cidade de Refúgio, fundada originalmente pela missionária e cantora Lana Holder, possui cinco templos no país. Na página existe um vídeo gravada por Lana onde a “teologia inclusiva” é explicada, ressaltando que ela não se resume aos gays. Para eles, Deus cria as pessoas homossexuais e eles não precisam nem de cura nem de libertação.

Os grifos são deste blog.

Fonte: Gospel Prime

MEU COMENTÁRIO:

Corroborando com o meu próprio comentário na última postagem sôbre o tema, confirma-se minha suspeita sôbre o ocorrido.
De acordo com o Pr. Marvel Souza, editor da popularmente chamada "Bíblia Gay", a SBB - Sociedade Bíblica do Brasil assinou o contrato e, sofrendo pressões, preferiu voltar atrás e, de acordo com as palavras do próprio editor, entraram em consenso. 
Menos ruim, mas não deixa de ser lamentável, além de uma mancha em uma história tão importante e de credibilidade como a da SBB.
Isso é sinal de que alguma coisa não anda bem por lá, do ponto de vista financeiro, comercial, ou mesmo com sua ideologia editorial.
Oremos! 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...